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jaissonduarte wrote:e ai pessoal ouvi falar muito do Ruby e estou interessado em saber mais.
Alguém tem algum exemplo, apostila, curso, qualquer material
estou afim de aprender sobre essa linguagem
ou não é linguagem?
valeu
Opa, tudo joia?
Cara, o Ruby eh uma linguagem assim como Java, C, C++ entre outras.
A apostila que o amigo hugo.hlcxcx indicou diz respeito ao Ruby on Rails, o que na verdade eh um framework web para a linguagem Ruby.
Se quiser aprender sobre o core da linguagem Ruby, faz uma busca no google com a tag "ruby tutorial" que tem muito material.
Abs
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Salve, tudo bom?
O que anda causando confusao para criacao dessas DSL's?
Uma coisa que eu fiz e me ajudou muito foi o exemplo no livro do The Ruby Programming Language (uma das maiores referencias sobre a linguagem).
Eu me lembro que eles criaram uma DSL para formatacao da saida de XML, muito bacana.
Pense em alguma coisa que seria util para voce e procure referencia em algum livro. Um bom exemplo de DSL que me veio a cabeca agora eh o
Coffee Script: http://jashkenas.github.com/coffee-script/
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xxmayconxx wrote:Tipo, eu posso fazer só com a linguagem ruby mesmo, ou tenho que usar o framework ruby on rails?
Ola. boa tarde,
Acho que voce deve estar referindo-se ao Active Record, certo?
Bem, ele eh usado baseado no modelo MVC quando vc cria a sua aplicacao e define as
classes e tabelas. Entretanto, voce pode baixar a gem do active record separadamente e fazer sem Rails.
http://dmathieu.com/en/ruby/ruby-use-active-record-without-rails
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Ola, bom dia!
Voce pode tentar o solr-ruby http://wiki.apache.org/solr/solr-ruby
Uma outra opcao tambem seria voce usar o JRuby + Lucene, caso voce possa.
Abs
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Ademir, tudo joia?
Quando falamos do container em si podemos usar o exemplo clássico do servlet. Quando você roda o container ele instancia as suas classes servlet's,
e para cada requisição ele não cria uma nova instancia desse servlet, apenas delega para uma outra thread independentemente do usuário.
Levando isso em consideração, se você adicionar 1 número inteiro a um método da classe que é chamado a cada requisição, o valor será incrementado.
Se o mesmo usuário fizer n requisições o valor será incrementado n vezes, à menos que você tenha um controle disso como uma restrição por IP por exemplo.
Existe um artigo publicado aqui no GUJ sobre isso:
http://www.guj.com.br/articles/121
Abs.
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nayaracf wrote:Olá pessoal, gostaria de saber como fazer interface gráfica para um sistema desenvolvido com a metodologia TDD.
Se alguém tiver alguma referência, ou exemplo por favor disponibilize.
Vlw.
Bom dia, tudo bom?
A idéia do Test Driven Development é fazer primeiro o teste e a conclusão dos testes seria a sua própria implementação.
Isso quer dizer apenas que após o término dos testes você terá o seu método pronto para uso. Independente de ser uma
interface gráfica ou não existirão regras, e você deverá criar um método para testá-las. Exemplo da calculadora:
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iigorr wrote:Sim. Isso eu entendi. Minha dúvida é como o container trata várias solicitações, ou seja, vários requests diferentes ao mesmo tempo se ele só tem 1 instância do servlet? E se ele só tem uma instancia do servlet oq é que roda nas threads?
Bom dia, isso o gomesrod respondeu:
gomesrod wrote:
Não tem nenhum problema em ter várias threads utilizando a mesma instância do Servlet.
Basta cada uma delas ter uma referência a essa instância, e chamar o método service para cada requisição - passando como parametro o Request e Response da requisição atual.
Um método pode ser chamado por várias threads ao mesmo tempo desde que ele tome certos cuidados para que não aconteça nenhum efeito indesejado. Essa caracterísitica é chamada de "thread-safe".
No caso dos servlets, é importante que não seja alterado o estado do objeto (ou seja, nada de colocar variáveis de instância nele!). Se você fizer isso ele deixará de ser thread-safe, pois uma requisição vai influenciar na outra e aí o bicho pega.
iigorr wrote:
O servlet recebe como parametro a thread?
O que o servlet recebe como parametros são os objetos request e response. Assim que o container recebe uma requisição ele cria uma nova thread, os objetos request e response e passa-os para o servlet requisitado.
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iigorr wrote:Galera, to com uma dúvida referente ao ciclo de vida dos Servlets. O container inicia o servlet quando este recebe uma solicitação e roda o método init(), e então o método service(). Porém no livro que eu estou lendo diz que só existe uma instancia de cada servlet e não varias conforme a quatidade de requisições. O que roda nas threads que o container aloca?
Boa tarde,
Quem gerencia as threads é o container em questão.
Assim que o container recebe uma requisição ele cria uma nova thread (bem como os objetos request e response), e os passa como parametros para o servlet.
Em seguida são processados os eventos do servlet init e service.
iigorr wrote: Imaginei que cada 1 tivesse uma instancia diferente do servlet rodando com o parametro request diferente (ja que cada 1 vem de uma requisição diferente).
Os objetos request e response são dinâmicos, ou seja, variam para cada solicitação.
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wood wrote:Nos exemplos, o que eu tenho visto é um @Component dando um @AutoWired em beans do Spring.
É possível fazer o contrário? A partir de um bean do Spring dar um @AutoWired em @Component's do VRaptor?
Comigo está acontecendo este erro
Em outro Post, vi que o Lucas informou que não é possível que tenha o listener RequestContextListener no web.xml pois o VRaptor já o declara (2cents, isto deveria estar na documentação).
Boa tarde,
Não sei se entendi direito, mas você está fazendo a injeção via setter, no método setUsuarioDAO, certo?
Qual a versão do VRaptor que você está usando? Pois, acho que à partir da versão 3 a injeção via setter não é mais suportada.
De qualquer forma dá uma olhada nesse tópico: http://www.guj.com.br/java/236664-vraptor--injecao-no-field
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rsom91 wrote:a professora mandou um arquivo tipo interface
..........
Boa tarde,
Não sei se entendi a sua dúvida, mas pensa assim:
No caso de você implementar essa interface por uma classe, necessariamente todos os métodos precisam ser implementados.
Já se você usar uma classe abstrata e usar o implements AlgoritmosEmGrafos, poderá implementar somente os métodos que quiser,
deixando a implementação obrigatória somente para a próxima classe não abstrata que herdar dela.
Ex:
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asaudate wrote:
MVC é um padrão de projeto arquitetural
asaudate wrote:
Não implementam com suas "regras", implementam da maneira que eles acham correto. Não faça confusão entre uma implementação de MVC e o padrão em si - seria mais ou menos o mesmo que falar que se você usa injeção de dependências, você usa Spring. Usar um framework que implementa um padrão não quer dizer que você é obrigado a usar o framework para implementar o padrão.
Além disso, não se esqueça de não confundir "MVC" com "camada de apresentação". Além de tudo, MVC não está restrito à apresentação (como, aliás, o Sergio Taborda deixou implícito no blog dele). Isso quer dizer que você pode usar frameworks baseados em MVC que não sejam voltados à apresentação.
[]'s
Sempre tive uma dúvida quanto ao MVC e a palavra "arquitetura". Já vi algumas discussões sobre o MVC ser ou não um pattern arquiteturial.
Se o MVC é aplicado em apenas 1 camada, como ele pode ser considerado um padrão arquiteturial?
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Boa tarde, como vai?
Recentemente uma notícia sobre esse assunto foi postada no forum: http://guj.com.br/java/240618-certificacoes-da-oracle-nao-serao-mais-pela-prometric
Acredito que no início a prova será a mesma, apenas mudará o nome ou o código. Mas mesmo que mude, o conteúdo e objetivos serão os mesmos,
logo, não fará (ou não deveria fazer) diferença.
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gambazinho wrote:mas é melhor PORQUE? se o problema de dependência existe nesse exemplo que vc deu...
não entendi.
Boa tarde,
Acho que não existe um PORQUE exato e que serve em todos os cenários que for aplicado. Acho que essa afirmação parte mais da experiência do programador.
Vejamos o exemplo que foi dado da classe "Telefone" dentro da classe "Pessoa". Ao meu ver será muito difícil mudar a implementação dessa classe.
Agora imagine uma classe que faz acesso ao banco de dados que é chamada por uma classe da camada de negócios, onde a fonte de dados pode alterar (como substituir
uma tabela do sql por um arquivo .txt ou simplesmente trocar o sql por mysql).
Enfim, é chato criar interface para tudo como foi discutido aqui:
http://www.guj.com.br/java/234913-interfaces-para-tudo
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camandrade wrote:
Bom dia,
preciso chamar uma servlet de dentro da classe controller, mas não estou conseguindo...
tentei usar:
na web.xml
mas não deu certo...
Obrigado..
Não precisa de declarar nada no deployment descriptor além disso:
Da uma olhada aqui:
http://vraptor.caelum.com.br/documentacao/vraptor3-o-guia-inicial-de-10-minutos/
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Agora entendi. muito simples, comi bola! =/
Obrigado.
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