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Pedrosa wrote:Olá, estamos migrando umas querys do Oracle para Hbernate:
Tenho a seguinte query com o comando NVL, existe algo semelhante no Hibernate?
ahahahaaha, pq abandonaram o bc4j ?
Bom, pelo que eu entendi, ele entende como ativo empregados com PPAPSICA = EmpregadoServices.SITUACAO_ATIVA_SIP_VIEW e empregados com PPAPSICA = null, por isso do check do null value.
Então, e se vc mudar para " AND (EmpregadoEntity.PPAPSICA = EmpregadoServices.SITUACAO_ATIVA_SIP_VIEW or EmpregadoEntity.PPAPSICA is null ) " ?
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Animal_Farm wrote:
. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais do que outros.
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algumas dicas:
Cuidado com o que divulga, pois além de ser anti-ético, o cliente pode não gostar de saber que o projeto que ele paga $$$$$$ está sendo gerido por pessoas assim.
supercharger wrote:
Acho que ja vou me cadastrar no PayPal para pedir doações depois q tomar um kick ass
Lembre-se: o google nunca esquece. Se o seu próximo empregador procurar seu nome no google e ver que você publica na internet essas coisas, pode ser que depois do kick ass realmente só lhe reste o paypal.
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danielbussade wrote: Olá, voltando a idéia inicial do post sobre classes anêmicas, me surgiu outra dúvida, quando não se usa DDD ou seja o seu modelo não fala a mesma língua do cliente, e suas regras de negócio não estão no Domain, e sim espalhadas entre Controller, Façades, etc. As classes acabam se tornando anêmicas não?? Qual seria um alternativa OO em relação ao DDD, sem deixar as classes anêmicas??
Obrigado
Sim, vc usa OO, mas não em sua plenitude.
Por exemplo, vc pode utilizar fábricas, interfaces e etc para seus Façades. Sendo assim vc estará usando OO, mas não estará usando OO na parte que mais importa que é o domínio.
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Legal, eu já tinha usado o anyremote que é similar e ainda controla o media player e mais algumas outras aplicações.
Testarei assim que puder.
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No caso da validação, pra vc evitar overhead, vc pode deixar isso com o seu framework web, mas vc ñ deve generalizar.
No exemplo que eu citei anteriormente, vamos supor que o usuário possa alterar a senha (e obviamente, o sistema pede a senha atual e a nova senha), caso a senha atual não esteja correta, vc não pode deixar que a alteração ocorra.
Sendo assim, vc poderia fazer:
Entendeu ?
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danielbussade wrote: Desculpe eu expliquei mal, é que esse sistema e dependente de outro desktop que eh oque fatura os pedidos e usa este campo para recuperar o valor bruto, e nao tenho acesso a esse sistema entao nao posso mudá-lo por isso preciso persitir o campo tbm.
Agora voltando a questão do modelo anêmico, em uma classe simples Philip como essa:
Nesta classe onde nao tenho regra de negocio, eh um simples CRUD, acaba se tornando anêmica, porque o que acontece eh que recupero os valores que o usuario digitou com input.getParameter("qualquerCoisa"), vindo de HttpRequest e passo todos os valores no construtor.
Quase todas as classes são assim, ou seja a minha dúvida eh se uma classe eh um simples cadastro ou seja nao tem regra de negocio envolvida acaba se tornando um agrupamento de dados, isso faz dela uma classe anêmica??
Mais ou menos.
Seu usuário pode alterar a senha ? Sendo assim, vc poderia colocar um método do tipo:
Seu sistema tem alguma regra forte para o password ?
Seu usuário tem permissão de acesso somente a determinadas funcionalidades ?
Vc pode adicionar esses comportamentos na classe User também.
Se vc for enxergar somente o CRUD, a classe deve ser simples, mas qdo vc começa a visualizar o relacionamento dessa entidade com o resto do sistema, você começa a evoluir o seu modelo.
[]'s
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andrex1704 wrote:
2) Poderá usar o código fonte para incrementar e personalizar ainda mais esse software (menos trocar o autor né).
Como assim ñ pode mudar o autor ? O nome do autor é aquele que fica no título da janela ?
Então quer dizer que todas as minhas janelas ficarão com - Prof Neri no título ?
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Tudo bem, parabéns, vc conseguiu descobrir que essa coluna erra null e populou seu atributo como 0. Agora, imagina que na tela por exemplo, vc precisa diferenciar se era 0 ou null. Ou você usa a regra da inferência de que 0 == null, ou você adiciona outro atributo na sua classe dizendo que o valor daquele campo era null.
Não vamos desvirtuar, acho que você já entendeu que essa idéia não é tão absurda assim como vc pensava anteriormente.
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Com JDBC vc ainda tem o mesmo problema...
http://java.sun.com/j2se/1.4.2/docs/api/java/sql/ResultSet.html#getInt(int) wrote:
Returns:
the column value; if the value is SQL NULL, the value returned is 0
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victorwss wrote:
Mas, me faz lembrar de uma outra questão bem diferente... Quem foi que inventou a idéia (ao meu ver absurda, mas posso estar errado), de que classes de entidades não podem ter atributos de tipos primitivos?
Pq tipo primitivo não pode ser null, e para certos sistemas, null é diferente de 0.
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Sei que essa informação deve ser confidencial ou não deve ser a hora de divulga-la, mas eu gostaria de saber o que dá pra se fazer com um usuário autenticado no google.
Alguém tem alguma fonte sobre isso ? (não precisa dizer como o guj irá aplicar isso, apenas dizer o que dá pra se fazer)
[]'s
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Para primeira fase é bom pesquisar em outros livros para ter uma visão mais abrangente e atualizada das novas tecnologias (webservices, design patterns, segurança, jsf, etc...).
Pra segunda fase, o único que livro que tem um exemplo resolvido é o do Mark Cade, por isso a grande importância dele. Por mais que a resolução dele seja antiga, vc pode seguir os mesmos moldes e granularidade.
Pra terceira fase não precisa de livro
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Quando eu fiz utilizei o do Mark Cade. Esse azul aí que parece a capa do livro da SCJP eu peguei emprestado no trabalho mas também não gostei mto não.
O bom do livro do Cade é que tem um Assignment (parte 2) inteiro resolvido.
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