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Porque excluiram meu post ????
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http://www.linearclipping.com.br/cnte/detalhe_noticia.asp?cd_sistema=93&codnot=351308
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Vejam:
http://www.softwell.com.br/PaginaAction?pagina=ConviteUnicamp
Boa oportunidade para quem é da região ver a ferramenta de perto.
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java_mel wrote:
Minhas "bufas"...
Java_mel wrote:...mas, ainda ainda estou com algumas dúvidas !
Você cria a regra e depois escolhe onde vai rodar (qual a câmada) ? Se eu definir que vai rodar no banco posso trocar depois para servidor ? Vc diz "de Javascript a SQL", posso criar um novo conjunto de statements (outras linguagens) ? Soube q vão ter .net, apresentaram para você ? Nesse caso, o q desenvolvi em Java vai rodar 100% em .net ?
Se souber/puder responder....  ,
Ficarei muitissimo grato....
Você consegue esclarecer [y/n] ????
Acho que posso ajudar:
1 - Você cria a regra/lógica visualmente e quando vai salvar determina onde vai funcionar: cliente, servidor ou banco.
2 - A qualquer momento você pode abrir a regra e alterar a propriedade que define o destino, depois, basta salvar que ele cria novamente.
3 - Tem um mecanismo para cadastramento de novas sintaxes, para qualquer linguagem.
4 - Liberaram a versão .net para mim, como cópia de avaliação.
5 - Não mudei nada para rodar, Java <-> .net.
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rubinelli wrote:Sabe, eu até entendo a posição do gargula. Se eu tivesse acabado de gastar entre 6 e 9 mil reais numa ferramenta, eu provavelmente também estaria disposto a defender a minha decisão. Eu só não sei se chegaria aos mesmos extremos.
No final das contas, principalmente se você trabalha sozinho e pode escolher suas ferramentas, tem mais que experimentar e escolher o que funciona para você. Eu duvido que uma linguagem visual seja mais produtiva para mim, mas se quem comprou está feliz, então muito bem. Só não venham dizer que esta é a grande tendência que vai finalmente acabar com os programadores (algo que vem sendo alardeado desde os anos 60) ou que tem qualquer coisa a ver com o Language Workbench do Simonyi (que eu pessoalmente também não vejo como a grande solução que alguns apregoam).
O que algumas pessoas não entendem é que não estou defedendo produto algum, tudo que postei aqui são baseados no meu uso. Não sou um teorico, que fica viajando e achando que sabe alguma coisa, e nem estou querendo me colocar como "Cientista", que algumas vezes fazem afirmativas sobre o maker como se o conhecesse mais do que eu, que uso a ferramenta, imagine !!!
Não preciso convencer ninguém a comprar ou usar o maker. Se o fabricante do maker "quebrar" tô pouco me lichando. Continuarei criando aplicações e dando manutenção com o que tenho hoje. Posso inclusive extender a ferramenta e fazer o que quiser independente deles. Basta dar uma olhadinha em nossa volta que veremos a quantidade de sistemas feitos com linguagens descontinuadas. Quantas aplicações existem em Clipper, mumps, cobol-80, etc. que rodam por ai ????? (que espero substituir todos com meus sistemas), o que importa é a qualidade e quantidade de sistemas que consigo colocar no mercado. O meu futuro é hoje.
É realmente difícil conceituar um produto que tem um mix de tecnologias embarcadas. Cada vez que você olha para ele você o enxerga de um ângulo novo. Guardadas as proporções (pelo amor de DEUS !!!), obviamente, é como se fosse o iphone, não dá pra definir de forma simples o que ele é, sem usá-lo. Acho inclusive que essa é uma fragilidade do produto. Eles deveriam liberar uma DEMO/TRIAL Gera uma certa confusão na cabeça. Antes de assistir uma apresentação detalhada e tirar minhas dúvidas, pensava assim também.
Gostaria muito de poder satisfazer o ego de alguns, deixar de ser "chato" como me tacharam, e dizer que não presta, que é uma porcaria, que é um gerador de código, mas.... também não disse, em nenhum momento, que é a oitava maravilha do mundo, ou que é a ultima bolacha do pacote. Meus posts são baseados no meu uso e na minha experiência. Repito: Uso apenas para desenvolver meus sistemas de gestão (forms,reports and rules).Até agora não consigo enxerga-lo como sendo uma alternativa para rdesenvolver outras coisas, um SO (o VISTA por exemplo). hehehe !!
Sei que algumas pessoas ficam espantadas com meus post e acham que não conheço, e partem até para ofensas pessoas, mas, conheço sim e até pedurando no "pau de arara" reafirmo tudo que postei aqui, não estou fazendo propaganda nenhuma, a merd* do maker funciona assim mesmo. Quem assistir uma apresentação detalhada vai ratificar tudo que postei aqui. E que para mim,repito, não tem nada de mais, o que eles fizeram foi juntar "pedaços" de tecnologias já existentes, só isso.
O GUJ tem me ajudado (forçado) muito a "fuçar" o maker e enxergar outros ângulos. A questão do IP e DSL é uma delas.
Adolfo Rodrigues wrote:
pcalcado wrote:Não existe "DSL Universal". Uma DSL é uma linguagem específica à um domínio. Se é universal ela não é específica, deixa de ser uma DSL e passa a ser uma General Purpose Language, GPL. Java é uma GPL, a linguagem gráfica do maker é uma abstração em cima disso -que nem GPL é. Novamente: é o que fazemos há décadas e nunca deu certo (pelo menos não em grande escala).
Phillip, concordo que os termos "DSL" e "Universal" são paradoxais, logo DSL Universal foi uma puta viagem do Gargula. Mas fiquei com uma dúvida: a linguagem gráfica do maker não pode ser considerada uma DSL? Se pensarmos que um domínio se refere a geração/manipulação de fluxogramas, uma linguagem que pega esse fluxograma (imaginando que ele possa ser alguma estrutura do tipo grafo/árvore/etc) e o exibe graficamente não pode ser considerada uma DSL? Exemplificando, aquele "Graphviz" (não sei se a grafia está correta) não é uma DSL?
Cara é isso mesmo. Fiz um teste e dá para fazer isso memso. Vejamos:
Você pode desenvolver simples regras de negócio/lógica e também dominios com o maker. O flow trabalha com "camadas".
Fiz a seguinte experiência:
1) Criei uma camada próxima da linguagem (visão do programador), 2) Criei um outro nível com uma abstração voltada para um gerente de projetos, 2) criei outra camada, com a visão do médico, 4) e outra camada com a visão do financeiro. Posso criar camadas intermediarias ou superiores, o limite é a imaginação e conceito.A estrutura é vc que define. Obviamente (pelo amor de DEUS!!!) o que eu fiz foi um "pequenino" experimento.
Dai cheguei a seguinte conclusão: Obviamente, nem o médico, nem o gerente de projetos, nem o financeiro, NUNCA vão querer desenvolver sistema algum. O fato de você saber pegar uma faca e fazer um corte num pedaço de carne não o transforma num cirurgião.
Conclusão (ufa!!!): Está história de que vão acabar com os programadores, ISSO NÃO EXISTE e NÃO VAI EXISTIR NUNCA, isso é puro terrorismo psicológico para assustar ou vender o produto. Ele não é para leigos em TI. O que ele faz é abstrair camadas, como fazemos todos os dias com "framewoks e ide's". Sou desenvolvedor Java e ninguém pode negar isso, mesmo sem necesitar tocar no código, porque se quiser, posso fazer interação direto com o código.
Para reflexão e para ver se alguém toma coragem para desenvolver o PPPmaker, tracker ou zzzmaker, sei lá, totalmente FREE, segue mais um trechinho do Charles Simonyi:
"Simonyi tinha escalado a escada da abstração. Mas ele sentia ele que não estava bastante alto. Em muitas formas a programação ainda era primitiva. Por que os programadores ficaram ainda presos com sintaxes de linguagens de programação incompatíveis? Porque era tão difícil extender as suas linguagens de programação preferidas em novas áreas? Porque os programadores ainda trabalham com texto pleno, arrumando um pequeno número de caracteres em strings lineares como fizeram no passado? O trabalho de Wysiwyg de Simonyi permitiu trabalhadores a criarem e editarem documentos complexos. Engenheiros e desenhistas estavam usando ferramentas CAD/CAM avançadas para desenhar e modificar plantas para arranha-céus e aeronaves. Porque os programadores, magos que tornaram tudo isso possível, ainda digitam seu código uma letra por vez? "
Ah, cv, antes que eu me esqueça, se você quiser bloquear este tópico a hora é essa cara !!!!
ADEUS !!!
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1a. Afirmativa...
pcalcado wrote:Claro você foi, mas continua errado.
2a. Afirmativa...
pcalcado wrote:..Java é uma GPL, a linguagem gráfica do maker é uma abstração em cima disso...
3a. Afirmativa...
pcalcado wrote:...Como você não lê os trechos que cita - não ler sobre IP não te impede de dizer que o maker faz IP, o que é uma piada...
4a. Afirmativa...
pcalcado wrote:Acho que quem ler essa thread já vai poder perceber que você não tem a menor idéia do que está falando e não vai absorver uma idéia deturpada dos conceitos de LOP e IP.
5a. Afirmativa - de Charles Simonyi (eu consegui ler mais um trechinho)
"...Programação intencional acrescentaria uma camada completamente nova de abstração à prática de escrever software. Permitiria os programadores a expressar as intenções deles/delas sem penetrar o lodo de detalhes de implementação que sempre ameaçaram os engolir..."
Logo, qual seria a alternativa correta ????
A=(1+2+3+4)*5
B=1+2+3+4+5
C=(1+2+3+4)-5
D= -1*-4
E=Nenhuma das anteriores, a resposta correta é ___________.
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pcalcado wrote:COmo esta é uma das minhas áreas de pesquisa vou resonder à iso, apesar de ter dto que não of aria. Eu sei que não devia.
Não, você está redondamente enganado. Apesar dos vendedores do maker chegarem à citar Simonyi eles o fazem apenas por questões de marketing. O maker nao tem *nada* relacionado com as idéias de Programação intencional.
O dia que você perder um pouco de tempo para ler o que cita você vai ler algo como:
Intentional Software's strategy borrows from a trend in programming known as "domain-specific languages" or DSLs--little programming dialects tuned to the needs of specific disciplines. Simonyi praises DSLs but says they don't go far enough. They're hard to create and therefore costly; you end up needing more than one (for a medical billing system, you'd need at least a medical and a financial language); and they're incompatible with one another. Intentional Software's system is like a factory for multiple DSLs that can talk to one another.
... Se aluém quer usar algo aprecido com IP hoje as melhores ferramentas provavelente são DSL Tools da Microsoft, MetaCase e as da JetBrains. E essa foi exatamente a minha crítica, que o neófito perguntou sobre, o maker...
Vamos traduzir, parte do trecho que você mesmo postou:
"A estratégiia da Intentional vem de uma tendência na programação conhecida como "linguagem de domínio específica" ou a DSLs -- dialetos de programação que se ajustaram às necessidades de domínios específicos. Simonyi elogia os DSLs mas diz que não vão longe. São difíceis de criar e conseqüentemente caros; você acaba precisando de mais de um (para um sistema de faturamento médico, você necessitaria de uma linguagem médica e de uma financeira); e são incompatíveis um com um outro..."
vejamos:
O maker tem um mix de diversas tecnologias, o fato de ter dito que não tem nada de novo, não quer dizer que o produto não é inédito. Ele usa uma especie de DSL visual, e universal (porque é de fácil ententimento/alto nível) e isso resolve um dos maiores problemas do DSL.
Para comprovar tal "DSL universal" segue um trecho extraido do site http://www.softwell.com.br/PaginaAction?pagina=recursos
"A abstração de linguagens no Maker está presente na utilização de fluxogramas para desenvolvimento de regras de negócio do sistema. Desta forma, o desenvolvedor Maker consegue aumento de produtividade, pois, como o fluxograma é uma sintaxe única para todas as linguagens que forem utilizadas na aplicação, não há perda de tempo com o aprendizado de novas sintaxes e, por ser uma interface visual, também não há perda de tempo..."
Acho que eles foram infelizes quando colocam a abordagem como sendo uma substituição a linguagem, acho que ele é mais do que isso.
Em também já havia dito em outra thread:
gargula wrote:Quanto a comparação do uso do flow chart (já que não podemos mais usar a palavra fluxog<censurado> para não incomodar ninguém), pelo drools e pelo maker, não quer dizer necessariamente o uso de flow chart "puro", ou seja, aquele de 1960, vi que os dois usam alguns elementos que de alguma forma visual descrevem lógica, para alguma atividade/regra. Parecidos na essência, porém, diferentes no uso.
Repito: Não é o uso daquele "velho" fluxograma do passado, que alguns insistem em remeter o produto. É uma nova abordagem visual, que apenas se parece com fluxogramas, porém, tem outras finalidades. Com isso todos os desenvolvedores poderam aplicar sua "lógica" e capacidade profissional sem necessitar de um treinamento de "meses" ou até "anos".
Isso prova que o uso de "elementos visuais" não é mais uma tendência, é uma realidade. Por exemplo:
drools da red hat http://labs.jboss.com/drools/featuresandscreenshots.html#screenshots e http://labs.jboss.com/drools/
Como o da Microsoft http://www.devmedia.com.br/articles/viewcomp.asp?comp=1771 e http://www.linhadecodigo.com.br/Artigo.aspx?id=1456
Spring web flow http://www.springframework.org/webflow
Entre outros aqui citados (Tools da Microsoft, MetaCase e as da JetBrains) todos com uma abordagem visual "parecida" com maker, porém, com finalidades bem mais amplas.
Ou seja, o maker é a junção de "partes" de diversas tecnologias existentes em outras ferramentas. Algumas novas outras não. Para mim não é nada de novo, apenas, porque eu já as conhecia de outros "carnavais". Acho que essa "babel" é uma das dificuldades que algumas pessoas tem de entender o que é a ferramenta.
E botem fé, uma das "partes" (tecnologias) do maker é *tudo* de programação intencional. Não se limita a programação com interface visual. Pois, posso criar/usar domínios específicos (para uso médico, financeiro, industrial, etc).
Fui claro ?????
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Saudações Galera,
Sentiram minha falta ??? Sejam sinceros !
Parece que eu estava realmente atrapalhando. Bastou me afastar do GUJ (tava dando um tempinho no "trampo") e a coisa andou bastante por aqui. Para tentar acompanhar as coisas, fiz até um pequeno resumo para ver se entendia o que está acontecendo, vejam só:
Apesar de uns poucos acharem que ...
better wrote:Esse tópico já saiu à muito tempo do proposto inicial, virou um flame sem nexo algum!
Existe um concenso, pois alguns dizem que...
Psycopata wrote:A idéia desses programas não é gerar códigos aleatórios, mas sim, retirar do desenvolvimento o que não interessa. E não interessa programação, interessa o negócio. Lógo, a inteligência e o raciocínio está no projeto. Onde é modelado a regra do negócio. A idéia por traz desses programas é transformar regras de negócio em software de forma rápida. E se der para excluir programação (e programadores, lógico) melhor ainda.
Olha, repito, o raciocínio não está na programação, está no projeto.
que até se parece com o que está escrito no site da softwell:
"...esqueça das linhas de código. O segredo do sucesso da aplicação está no conhecimento da regra de negócio para a qual a aplicação será desenvolvida e não em como implementá-la..." http://www.softwell.com.br/PaginaAction?pagina=oqueemaker#oqueemaker
Até quem diz não acreditar nisso...
bruno.braga wrote:...eu tenho uma mente aberta para esse tipo de coisa. E mesmo assim não gostei desse Maker.
Vai contra tudo que eu penso que é certo...
afirma em outro tópico http://www.guj.com.br/posts/list/80877.java que...
bruno.braga wrote:"O objetivo é eliminar as tarefas repetitivas que temos no dia a dia, como configuração de projetos, erros na integração de frameworks ou tirar das costas do desenvolvedor a responsabilidade de codificar artefatos que não possuem regras de negocio e uma ferramenta poderia criar em determinados contextos. As pessoas (nós desenvolvedores) podemos ser mais produtivos se estivermos mais focados nas decisões tecnológicas e regras de negocio da aplicação...
afirma também que:
bruno.braga wrote:"...A idéia é ir mais direto ao ponto sobre as necessidades do cliente ou dos projetos usando uma IDE fácil, intuitiva, com muitos recursos e customizável. ..."
igualzinho (novamente) a outro trecho do site da softwell que diz:
"...O propósito do Maker é tornar o desenvolvimento de Software uma tarefa menos árdua..." http://www.softwell.com.br/PaginaAction?pagina=oqueemaker#oqueemaker
e o interressante é que quando surgem alguns questionamentos...
neófito wrote:
pcalcado wrote:...nunca ouviu falar em Model-Driven Developer, Agile e LOP...
philip, o que vem a ser LOP?
são rapidamente esclarecidos com base, obviamente!!, na wikipedia...
Até eu fiquei curioso também, cliquei e vi algums exemplos de implementação de LOP. Um deles é o Intentional Software.
dai cheguei ao Dr. Charles Simonyi , criador do WYSIWYG e etc etc. - parece que ele conhece um pouquinho - tá ai o currículo: http://www.intentsoft.com/company/management.html
foi ai que lembrei !!! Já havia tinha lido sobre esse cara, em algum lugar. E foi aqui mesmo, nesta trhead:
thiago_costa wrote:Já dizia Charles Simonyi: ?O processo de desenvolvimento de software requer recursos consideráveis de talento e de tempo de forma a barrar a inovação em grandes corporações?. Vocês já pararam para pensar que quando procuramos soluções em software perdemos muito tempo em questões técnicas e a solução em si fica prejudicada? Dêem uma lida nesse artigo http://www.technologyreview.com/Infotech/18047/?a=f . Existem pessoas pesando como nós. Tem gente que também acha que o processo de desenvolvimento de software não evoluiu muita coisa nos últimos anos. A pequena evolução que se deu é em tornar algo burocrático (que é escrever um software) menos trabalhoso (IDEs, frameworks, etc). Mas não estão pensando em aproximar as linguagens de programação do ser humano. É isso que estamos querendo..
cliquei no link do artigo do Simonyi e traduzi um pequeno trecho que dizia:
"Permitiria os programadores a expressar as intenções deles/delas sem penetrar o lodo de detalhes de implementação que sempre ameaçaram os engolir. Como "meta-programadores", passando ordens a programadores peões, o programador intencional iria se livrar do ?trabalho sujo? e passar a bola--mas não para um colega júnior. Ao invés disso, a programação intencional criaria um tipo de "motor", um programa que recebe um conjunto de comandos relativamente de alto nível e cospe fora código de funcionamento mais-detalhado. O objetivo não era tanto aliviar o trabalho de programar e sim deixar os programadores clarearem as inteligências, livres de trivialidades para que assim eles pudessem ser na verdade criativos."
e ele, pasmem, afirma também que:
"Programadores hoje, segundo ele, levantam requisitos dos clientes e então, literalmente, escondem as informações valiosas numa montanha de detalhes de implementação ? isto é, o código. O problema é que uma vez que o código é escrito, os programadores tem que fazer algumas adições e mudanças no próprio código. Esse trabalho é doloroso, lento e dá margem a erros. Nós não deveríamos estar tocando no codigo, diz Simonyi".
Que é exatamente o que eu disse em outra thread http://www.guj.com.br/posts/list/15/78806.java (olha que legal !!! Tomara que eu também fique famoso e vire turista espacial):
gargula wrote:...Se cara é fera em lógica, não importa a linguagem de programação que apareça pela frente, basta entender a sintaxe. A diferença é que a linguagem que uso hoje é visual. Em nenhum momento deixei de aplicar na essência minha lógica. Lá por baixo, o que acontece é que minha lógica vai para java, bytecode java, assembler e só ai o processador entende e a coisa acontece...
Será que meu raciocínio sobre este tópico está correto ????
[]'s
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pcalcado wrote:Eu sei que o maker é a última bolacha do pacote mas... seria legal você entender um pouco sobre como funciona uma aplicação em Java antes de responder a esta pergunta. 'Gerar m JAR' significa gerar fontes, compilar (com javac) e gerar um arquivo no formato ZIP. A menos que a empresa tenha criado seu próprio comilador mágico Fluxograma -> JAR você gera código. Eu sei que é difícil de entender mas antes é melhor você começar por um livro como esse. Ele vai te ensinar que bytecodes não surgem do nada, eles precisam ser compilados de alguma forma. Não é porque sua IDE ou seu martelo mágico esconde isso de você que o passo não acontece.
Ufa !!! A história sem fim...
Parece aquele filme: Rambo MLCIV, "a ressurreição".Mas, vamos lá:
Você disse:
pcalcado wrote: ... o maker é a última bolacha do pacote...
Eu digo: Eu não disse isso. Só estou postando minha opinião como programador que usa a "tal" ferramenta
Logo: Você está usando o GUJ para fazer propaganda do produto
Você disse:
pcalcado wrote:'Gerar m JAR' significa gerar fontes, compilar (com javac) e gerar um arquivo no formato ZIP.
Eu digo: Pode-se colocar os arquivos fonte (.java), ou quaisquer outros arquivos em um arquivo .JAR.E, para você que não sabe usar o JAR, isso está mais do que provado, tá ai a sintaxe:
C:\softwell\exemplo> jar -cvfm arquivo.jar src\com\softwell\sistema_teste\*.java"
O arquivo JAR nada mais é que um arquivo comprimido no formato ZIP, quem necessitar ou for curioso pode abrí-lo com o WinZIP por exemplo.
Para ver o conteúdo:
C:\softwell\exemplo> jar -tvf arquivo.jar
(t = type[listar]; v = verbose[mais informações]; e f = file[fornecer nome do jar])
Podemos extrair os arquivos do JAR usando:
C:\softwell\exemplo> jar -xvf ..\arquivo.jar
(x = eXtract)
Use também o comando jar para criar/examinar/descompactar arquivos .zip
Logo: Eu, e com certeza toda a galera antenada do GUJ, discordamos de você totalmente
Você disse:
pcalcado wrote:A menos que a empresa tenha criado seu próprio comilador mágico Fluxograma -> JAR você gera código.
Eu disse:
gargula wrote:Possivelmente. Não achei os fontes desse "virtual compilador"...
Logo: Estamos concordando, possivelmente !!!
Você disse:
pcalcado wrote:Eu sei que é difícil de entender mas antes é melhor você começar por um livro como esse.
Eu digo:Acho que com essa sua "cultura de almanaque", você não chega a lugar algum.Um conselho, leia mais livros
Logo: Se você deixasse esse discurso "passado" de lado, possivelmente, ganhariamos mais.
Bye,
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pcalcado wrote:Para quem tem um milhão de anos de experiência você poderia se comportar de maneira mais madura num fórum público. mas OK, você não expõe seu nome, né?
O maker gera byecode, por acaso? Se eu fizer o deploy normal, mesmo sem apertar o botão mágico que 'gera código' o que ele faz? Compila para bytecode, incluindo os trezentos XMLs que deve gerar? Ou será que ele simplesmente gera código e XML por baixo dos panos? A empresa deenvoleu seu próprio compilador que transforma fluxoramas em bytecodes ou ela gera código Java e o compila?
Apesar da sua ironia...
O maker gera byecode, por acaso? Dependendo do modo de utilização, SIM
Se eu fizer o deploy normal, mesmo sem apertar o botão mágico que 'gera código' o que ele faz? Tem um checkbox para ele "exportar" (eles fazem uso deste termo mesmo) os fontes completos .jar ou "apenas" um arquivo .war
Compila para bytecode, incluindo os trezentos XMLs que deve gerar? SIM , NÃO
Ou será que ele simplesmente gera código e XML por baixo dos panos? Gera código se mandar gerar, com base nas estruturas XML's que são, as regras de negócios
A empresa deenvoleu seu próprio compilador que transforma fluxoramas em bytecodes ou ela gera código Java e o compila? Possivelmente. Não achei os fontes desse "virtual compilador"...
Fuuuiiiii...
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A pergunta que não quer calar...
cv wrote:...quantas vezes a piada do "Windows feito em Maker" ja foi feita...?
Apenas nas 2 páginas anteriores...
luistiagos wrote:...então se eu quiser posso fazer o SO tipo o windows vista que demoraria uns 8 anos com uma equipe de desenvolvedores gigantescas ...
skyblue wrote:O Windows Maker Ultimate ja ta pronto ? hahahahah 
Precisa se lembrar de que...
pcalcado wrote:...você poderia se comportar de maneira mais madura num fórum público...
Possivelmente, essa atitude deve representar...
cv wrote:... a bosta brasileira ...
Um lebrete:
rafaelglauber wrote:
Precisamos ridicularizar?
Quem vem acompanhando a thread pode perceber que pelas colocações e até
memos pelo site da empresa que desenvolve o produto, que o foco do maker é
bem específico...
Mas, para dar uma força...vou rir um pouquinho...um HA para cada um, aproveitem !
HA ! HA !
Não esquentem não. Aqui por dentro, estou me desmanchando de rir da piada de vocês...
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pcalcado wrote:...Sim, e todos eles já testaram o que o maker promete há vinte anos e já viram que é furada. Geradores de código são uma tecnologia que ja não deu certo há muito tempo.
Galera,
Tava dando uma olhada aqui no GPS, hehehehehehe, quer dizer, uma geral na tread e não é por nada não, mas, tenho a vaga impressão, que estamos
caminhando em CIRCULOS...
Vejam o que encontrei...
thiago_costa wrote:O Maker não é um gerador de código, e não se propõe a fazer tão somente pequenos aplicativos. Muito pelo contrário...
thiago_costa wrote:Conforme eu disse no Youtube, o Maker não é um gerador de código. O código é gerado por estratégia para não deixar a empresa contratante presa a nossa empresa, já que isso foi um questionamento em algumas apresentações. Quanto à clareza e qualidade do código gerado, nós nos preocupamos com isso, visto que foi feito por alguns clientes a avaliação do mesmo. A idéia principal é a utilização de um runtime que rode as aplicações que ficam persistidas em XML. Temos dois runtimes um para web (em java) e outro para desktop. Já estamos homologando o .NET.
thiago_costa wrote:A desconfiança em relação ao Maker nasce justamente da comparação quase que automática com os geradores de códigos até então existentes no mercado. Mas, como se foi provado na prática este tipo de ferramenta não oferece o desempenho prometido, especialmente na manutenção do código gerado, e na flexibilidade quanto à aplicação da ferramenta de forma produtiva.
Acharam que acabou ???? ha ha ha ha ha, tem mais....
gargula wrote:gerar todo o código: Conforme já respondido a vc na tread http://www.guj.com.br/posts/list/78806.java tem um botão que faz isso. Só aperto se quiser. Mas, eu não quero e nem pretendo querer. Se eu quisesse um gerador de código usaria um FREE. Não comprei a ferramenta para isso.
Logo, tudo isso me faz lembrar...
Pergunta: 02 !!
Resposta: diga meu capitão !!
Pergunta: O maker é um gerador de código !!! vc confirma 02 ?
Resposta: não é não meu capitão !!
Pergunta: É sim 02, é sim 02, é sim 02, é sim 02, diga que sim 02, diga que sim 02, desista 02, desista 02,desista 02, desista 02 !!
Resposta: Então é capitão !!!
Pergunta: Afinal, o maker é ou não é um gerador de códigos 02 ?
Resposta: Se o senhor diz que SIM é porque o senhor é mais sábio do que eu meu capitão !!!
UAHAAHAHHHAHHHAHHAHAHHAHAHAHHAHAHHAAHHAHHAHHAHHAHAHHAHHHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAH
Valeu,
ah, tem mais um pouquinho de UAHAAHAHHHAHHHAHHAHAHHAHAHAHHAHAHH
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Moreira-JF wrote:Gargula,
Achei as aplicações geradas um pouco lentas rodando pelo WebRun, já fez o teste de velocidade da aplicação rodando pelo java com TomCat nativo ?
Tenho clientes rodando com runtime (webrun) e outros apenas com os .class (deploy), gostei mais da performance do segundo, porém, perde-se a dinâmica de efetuar modificações e atualiza-las "automaticamente", bastando reiniciar a aplicação.
Valeu !!!
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Viva a liberdade de expressão...
cv wrote:...Ueh, por acaso a bosta brasileira fede menos e ninguem me avisou?..
emerleite wrote:O Maker é mais um elefante branco e ponto...
e, de opinião:
http://www.softwell.com.br/PaginaAction?pagina=Depoimento8
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iankoleite wrote:Galera,
eu tô acompanhando as duas threads sobre o Maker e quero expor a minha opinião.
Deixando de lado a parte técnica, eu não dou a mínima confiança ao Maker pelos seguintes motivos:
1. A empresa provavelmente pagou ao Estadão para colocar aquela matéria falando tão bem que, também provavelmente, deve ter sido escrito por alguém da empresa...
2. Mentiras absurdas como aumentar a produção em 60 vezes. E 1.200 profissionais envolvidos...
3. Não disponibilizar uma versão demo.
4. Os funcionários da Softwell que defendem o Maker não conseguirem responder à simples questões...
Bom, eu acho que já basta, né? Pra mim, um empresa que faz isso não merece o esforço de vocês em avaliar a qualidade do software...
Galera,
Tô decepcionado. É impressionante o esforço destrutivo de algumas pessoas.
O cara diz que é tudo fachada, que a empresa é mentirosa, que o produto não presta, mas, pasmem: sonha com uma versão demo !!!
Olha o argumento: O estadao foi comprado. Dando uma olhada no site, vi que eles "compraram" também a revista forbes, o jornal gazeta mercantil, o jornal do commercio, o jornal dci, o jornal a tarde (que comprou e fez até um depoimento no site) ,o cara da faculdade jorge amado, o cara da puc de minas, da ufmj e + de 40 fontes de informação diferentes. Cara, conforme sua teoria da conspiração, talvez até tudo isso seja para nos "dominar" eheheheh, talvez até nada disso aqui exista, de repente tudo isso aqui é "matrix". eheheheheh. Gostei dessa, mas, inventa outra !!!!
E, Vejam só:
Achei isso hoje no UOL: http://www2.uol.com.br/canalexecutivo/notas08/230120084.htm
Opinião: Acho que a empresa que "não merece o nosso esforço", está sinalizando que chega de dizer amém pros "grandes", está chegando a nossa vez de mostrar como se-faz, que nós também somos capazes de criar. Será que só temos competência para criticar e ironizar ? Precisamos sair da teoria e mostrar nosso valor. Chega de submissão tecnologica, podemos ditar as regras do jogo. Afiinal,
SOU BRASILEIRO PORRA !!!
Enquanto a gente tá aqui se degladiando os caras tão lá dando nó nos gringos e levantando nossa bandeira. É fod*, acho que merecemos é o que Lula fez com a refinaria, entregar está p**** pros Bolivianos, e abaixar as calças para os Americanos....e ainda dizendo....amém...amém...amém...
ps: pcalcado, desculpe não ter respondido ainda suas novas 9.345.633.456 perguntas cara, "tentarei" responder no próximo post. Talvez vc encontre também algumas respostas no manual, link http://www.softwell.com.br/maker/manual/ .
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