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Considerando que o mercado comercial de desenvolvimento é praticamente todo para sistemas web:
Antes de tudo, aprenda SQL, é obrigatório não só para Java, como também para TODAS as linguagens. Ela é a linguagem para se comunicar com todos os bancos de dados relacionais. Saiba também que há diversos dialetos SQL, um para cada banco diferente, e nem sempre o mesmo código funcionará em todos eles. Instale os SGBDs na tua máquina e brique.
Em Java as tecnologias relacionadas a SQL são o JDBC e Hibernate.
Em Web, no lado do browser: HTTP, HTML, CSS, JavaScript, JSON e XML.
Aprenda o que TODOS os elementos do HTML fazem, principalmente os Forms. Aprenda como o browser se comunica com o servidor, como o servidor responde, a diferença entre HTTP GET e HTTP POST, e as classes de códigos de erro HTTP. Faça um debug dessa comunicação com ferramentas de sniffer ou com os consoles/ferramentas de desenvolvimento dos browsers, as que são extensões, quanto as que vem junto do browser.
Aprenda a escrever a estrutura de uma página com HTML, a formatar esta estrutura com CSS, que pode ter resultados diferentes em cada browser, e aprenda a manipulá-la com JavaScript. Aprenda o que é o DOM, e como manipulá-lo com JavaScript normal, e com bibliotecas JavaScript, como o JQuery.
Aprenda a fazer chamadas JavaScript Assíncronas (AJAX), a tratar respostas do servidor em formato HTML, JSON e XML.
No lado do servidor, agora em Java:
Aprenda a instalar e configurar servidores de aplicação, containers web, a como instalar JARs, WARs, EARs, e a diferença de cada um. A como configurar conexões com os bancos de dados, e os pools de conexões, e para que eles servem. Aprenda o que é JNDI.
Servlets puras, JSP, JSTL, Expression Language; Modelo de camadas MVC, o que é model 1, model 2.
Aprenda a como pegar conexões do pool de conexões administrado pelo servidor de aplicações, aprenda o que é uma transação, e a hora de realizar commits. Aprenda a como fazer logging da tua aplicação.
Leia a documentação inteira do Java EE 4, 5 e 6, e veja tudo o que está disponível para ser usado.
Depois aprenda como os dezenas de frameworks web no mercado facilitam a tua vida e trazem produtividade. Também dê uma olhada nas milhares de bibliotecas Java disponíveis, pergunte e descubra quais são as principais no mercado.
(Tô ficando mais genérico no post que já ficou grande demais)
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asaudate wrote:Você acha 21 milhões grande? O Faustão ganha mais que isso em menos de um ano...
21 mi é peixe pequeno, 2 quatrilhões e 100 trilhões que é o bicho.
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alias wrote:Amigos me perdoem a ignorancia, mas nao é um pouco bizarro ter uma especificação para tratar calculo de moedas? Talvez seja miopia minha mas voces conseguem enxergar muitas variacoes de implementação para fazer isso?
Há trocentas implementações disso, o problema é a maioria usar a implementação com float e double, sem saber dos riscos. Padronizar para uma solução, neste caso, daria mais visibilidade, e corretude para o mundo Java.
Edit: O Bitcoin, na implementação atual, tem até 8 casas decimais, podendo acumular até 21 milhões. Quantias grandes
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Se quiser uma boa resposta, pergunte sem debochar.
O que disse é que não se deve ficar mendigando bytes quando tem bilhões deles disponíveis. Que gaste terabytes, é bem mais rápido usar um dado já processado, guardado em memória, que ficar processando ele a cada vez que for usar para a mesma coisa.
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Diagramas, na maioria dos casos, são artefatos temporários para ajudar as pessoas a entenderem um problema visualmente e repassarem o conhecimento. Se não há nenhuma política de arquivar esses diagramas atualizados e completos, amasse o papel e jogue no lixo após o seu uso.
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Srs, a forma mais otimizada de usar a memória RAM é usar ela toda.
Se tem 2GB disponíveis, não se preocupe se o programa usa 2GB. Desde que ele devolva para o SO parte disto quando algum outro programa precisar, está tudo indo conforme projetado.
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Endereços IPv4 são números naturais de 32 bits, essa forma de notação decimal pontuada, como 208.109.100.149, é somente uma forma dos seres humanos lerem o número, computadores trabalham com binários.
Neste caso 208.109.100.149 vira 11010000011011010110010010010101 em binário, ou D06D6495 em hexadecimal.
A máscara 255.255.255.0, ou 11111111111111111111111100000000, ou FFFFFF00, representa uma rede /24, ou seja, dos 32 bits, 24 bits são para referenciar a rede, 8 bits são para os hosts. Com 8 bits você pode representar 256 números diferentes. No casos de redes e hosts IP, sempre o primeiro número e o último número são reservados para a rede, e para broadcast. Ou seja, uma rede /24 só tem 254 possíveis hosts nela.
Uma máscara 255.255.255.240, ou 11111111111111111111111111110000 é /28, 4 bits para endereçamento, 16 números, 14 hosts. Por exemplo:
Rede 200.100.10.0, máscara 255.255.255.240, hosts 200.100.10.[1-14], broadcast 200.100.10.15
Rede 200.100.10.16, máscara 255.255.255.240, hosts 200.100.10.[17-30], broadcast 200.100.10.31
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asaudate wrote:ultimamente praticamente tudo que a Oracle vem fazendo leva a gente a pensar que eles estão de brincadeira. A primeira foi esse Exalogic. A segunda foi o banco NoSQL deles que, pela propaganda que eles fazem, dá impressão que suporta totalmente o CAP (Consistência, Tolerância a particionamento e Disponibilidade). Peraí, mas suportar o CAP todo não é impossível? Pois é, mas a Oracle diz que faz...
Resumindo: tem dias que a Oracle subestima (e muito) a inteligência de seus clientes.
Sinceramente, a Oracle(seus partners na verdade) sabe muito bem quem são os clientes deles, e que botões apertar, mesmo que demore anos, para fazer a venda. Shops Microsoft virando Oracle, poucos a poucos.
E o Exalogic... dois milhões e meio(ou eram três, seis?) para começar com a versão básica, não é nenhuma brincadeira.
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http://stackoverflow.com/questions/309023/howto-bring-a-java-window-to-the-front
Agora cabe a ti saber como reconhecer imagens colocadas numa área de transferência, sendo que é diferente em cada SO.
E só uma opinião: Eu odeio quando programas vão para a frente da tela, sem eu pedir, me atrapalhando no que eu estava fazendo antes. No mínimo deveriam pedir autorização, me informando numa área de notificação o que eles podem fazer. O usuário deveria ter o poder de configurar essas ações, ou desligá-las completamente.
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Você não necessariamente precisa guardar os dados geográficos num sistema latitude-longitude, e mesmo que você guarde, pode escolher de que forma quer guardar essa string, sejam todos os números separados ou não.
Aliás, há N sistemas de geocodificação, cada um serve para um propósito específico, podes usar um que te facilite os cálculos. Dê uma olhada em especial no Geohash, acho que este serve bem para o teu caso.
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Se quiser saber como o GUJ funciona, a linguagem, o código do site está disponível livremente em https://github.com/caelum/guj.com.br
O forum roda numa versão modificada do JForum.
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http://www.google.com/codesearch#a9vGG9ncPig/src/share/classes/java/lang/Integer.java&ct=rc&cd=5&q=Integer.java
Dá na mesma.
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A solução mais comum sobre guardar dados sobre o arquivos(metadados) é coletar essas informações e colocá-las em algum banco de dados. Além de evitar fazer acessos desnecessários a um storage, desta forma você poderá também manter outras informações relacionadas, como estatísticas de acesso, permissões, etc. A desvantagem é que caso alguma coisa mude no storage, arquivos se percam ou mudem de lugar, o banco terá que ser mantido atualizado.
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giovanni_stiwes wrote:Vamos ver o javafx o que que vira (pelo menos para desktop deve ser uma boa saida, isso se corrigir o monte de bug que ele tem).
Sinceramente, se o Flex que era o Flex baleiou e Silverlight tá indo pra berlinda, Java FX é praticamente natimorto.
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Mikhas wrote:O Flash funciona em dispositivos Symbian, Android e Windows ... só não funciona nos iDevices e por isso mesmo, não acho que valha a pena todos acharem que é uma técnologia morta, que não vale mais a pena por que uma corporação, por maior que seja, decidiu que ela não presta.
iOS fecha 2011 com 52% de participação do mercado de dispositivos móveis.
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