Mensagens enviadas por: dango
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Oops! Não esqueça de adicionar o layout de borda (BorderLayout) no JFrame do exemplo que eu dei acima:

Para adicionar barras de rolagem, instale o JTextArea em um JScrollPane:



Espero ter ajudado.
Abraços
Não sei se entendi o que você quer, mas, por que você não faz assim:



já que o arquivo gif está no mesmo diretório do .java em questão, não há com o que se preocupar. Você realmente precisa de uma instância separada desse recurso?
Olha, você pode extender qualquer classe, desde que esta não seja declarada como final.

Não acho que para validar e mascarar um CPF seja necessário extender a classe JTextField. Uma sugestão: escreva uma classe que possa armazenar tanto um número de CNPJ como um número de CPF e essa classe poderia de alguma forma retornar se o número é um CPF ou CNPJ e retorná-lo com a máscara apropriada.

Sobre determinar o número máximo de caracteres, desculpe mas eu estou na empresa e não tenho JDK nem documentação alguma aqui. Mas acho que você consegue isso extendendo a classe PlainDocument ou algo parecido. Desculpe se eu falei porcaria. Mas vou verificar e te mando o que descobrir.

Abraços.
Não tenho certeza se essa seria a melhor solução, mas tente o seguinte:
Adicione um ouvinte de foco (FocusListener) ao JTextField que deverá receber o CPF; quando o controle perder o foco, inspecione o conteúdo (getText()), se estiver correto, insira os caracteres de máscara e atribua o valor com a máscara (setText()).

Quando ao controle de calendário, eu acho q não tem um do jeito q você está pensando, mas pode ser feito assim:
Crie uma classe que extenda a classe Window (aqui no GUJ tem um exemplo no artigo sobre SplashScreen) e que desenhe o calendário para o mês e ano desejados; ao lado do JTextField que recebe a data, coloque um JButton que dispara um objeto dessa classe.

Espero ter Ajudado.
Um Abraço.
Se você quer exibir o resultado com um número fixo de casas decimais, não pode fazer nada.

Será necessário utilizar a classe NumberFormat para realizar a formatação.
O pessoal fala bastante do Eclipse. Eu baixei e dei olhada superficial.
Daí eu encontrei o NetBeans www.netbeans.org. Me pareceu bem mais JAVA.

O Eclipse (se eu entendi direito -- o que não é provável ) tem a intensão de ser um IDE genérico; da perspectiva (é assim que o Eclipse "direciona seus esforços") Java o NetBeans me pareceu bem mais amigável.

O que o pessoal tem achado?

Abraços.
Olha, posso tentar passar uma noção básica; talvez alguém extenda isso para algo mais concreto.

Antes do Java 2, os desenvolvedores da Sun queixavam-se "write once, debug in everywhere" (escreva uma vez, depure em todo lugar) satirizando o slogam "write once, run everywhere" (escreva uma vez, rode em todo lugar).

Com o Java 2 e as extensões Swing, a sun aproximou o seu slogam da realidade.

O problema com o AWT original é que, como o Java utilizava-se do conjunto de widgets (window gagets - elementos de janela) do sistema operacional subjacente, ele ficava limitado a um mínimo denominador. Por que? Porque, evidentemente, o Windows, por exemplo, tem um conjunto de widgets bem mais rico que o Motif, por exemplo. Isso era um problema realmente.

Com o Java 2, o modelo Swing implementa uma arquitetura que independe dos widgets do sistema operacional subjacente. Isso significa que ele solicita ao sistema operacional apenas o "canvas" e, ele próprio (as basic UIs, na verdade), desenham nesse canvas.

Espero ter ajudado.
Abraços.
Nenhuma diferença. O que ocorre é que, se você precisar de outra classe daquele pacote, terá de declará-la também.

Existem, ainda, utilitários que removem declarações import que não estejam sendo usadas.

Abraços.
Olá Alexandre!

Olha eu nâo tenho esse livro que você citou, mas é comum que o livro tenha um CD (já aconteceu comigo de comprar um livro que deveria acompanhar um CD e nâo veio -- tive que pedir na editora) ou o(s) autore(s) terem um site de onde você poderá baixar os packages.

Espero ter ajudado!
Abraço.
Ok, vou tentar também...

Uma classe abstrata deve ser abstrata quando possuir pelo menos um método abstrato (não implementado); uma interface possui apenas definições de métodos (todos não implementados).

Você escreve uma classe abstrata quando você conhece e pode implementar uma parte da funcionalidade (com alguns métodos funcionais) e pretende escrever subclasses mais capazes, que implementem aqueles métodos da superclasse que são abstratos (portanto não definidos) e, eventualmente, sobrepondo outros.

A interface é um contrato. Toda classe que implementar uma interface está se comprometendo a implementar os métodos declarados na(s) interface(s) que diz implementar.

Qual a utilidade disso? Considere o seguinte:



Um classe que implementar a interface Exemplo compromete-se a implementar os métodos getJuros() e calcularSaldo(). Sendo assim:



Agora, a classe concreta Teste (que extende uma classe abstrata TesteAbstrato) diz implementar a interface Exemplo.

O que ocorre é que a classe concreta é mais capaz que sua superclasse (que é abstrata, pode implementar alguns métodos que você poderá sobrepor) e jura implementar os métodos getJuros() e calcularSaldo(). Assim, o seguinte trecho é valido:



Considerando tudo isso, o conceito de Herança Múltipla (implementado em C++ por exemplo) é substituído pelo conceito de implementação de interfaces.

Espero ter ajudado!
Abraços[/b]
Não, ok!
Eu imagino apenas que, dependendo do problema que se deseja resolver, seja prático você criar um ou mais métodos (que sejam extremamente necessários, mas que não se enquadram em nenhum outro contexto) como métodos estáticos dentro de uma classe que não tenha um construtor explicitamente declarado.

Só para reforçar a idéia, -- e quem trabalha com desenvolvimento de software em empresas que não são do ramo (como um atacadista ou uma indústria de beneficiamento por exemplo) sabe do que eu estou falando -- muitas vezes os desenvolvedores são exortados a resolver um problema extremamente difícil que envolva cálculos complexos (já aconteceu comigo) em um tempo extremamente curto; daí você desenvolve uma ou mais classes para resolver o problema e 2 ou 3 métodos de cálculo simplesmente não se enquadram no contexto das demais classes criadas (ou das existentes)...; eu implementaria esses métodos numa classe separada como métodos estáticos -- todos em um pacote específico para a solução do problema.

Acho que, se a solução for bem projetada e as premissas de acesso à dados da OO não forem quebradas, não há mal algum em usar todas as possibilidades da linguagem -- como a Sun fez com o java.lang.Math.

(Ah, valeu pela resposta a jato!)

Abraços.
Não quero ser rude, mas todo mundo que deseja desenvolver em Java precisa saber o que é um singleton. Li sobre o assunto e me parece que, na verdade, existem inúmeras situações em que singletons deixam de atuar como singletons (onde se pode criar mais de uma instância da classe -- que deveria ser um singleton). É um assunto bastante extenso e bem interessante.

Estou estudando Java há mais de um ano e gostaria de saber por que o autor diz que, uma classe que contém apenas métodos estáticos ocasiona o que ele chamou de "perda da OO"? Fico confuso por que a classe contém apenas métodos e campos estáticos.

Sobre o artigo, é excelente![/code]
Olá pessoal. Sou inexperiente em Linux e estou entre o básico e intermediário em Java. Minha dúvida é a seguinte: Instalei o Linux RH7 em um Pentium 133 com 48M de RAM e o Java 1.2.2 (J2SDK).

Quando executo uma aplicação (Swing, no KDE) a aplicação roda normalmente, mas no console eu recebo a seguinte mensagem (repetidas vezes):

Font specified in font.properties not found [--symbol-medium-r-normal--*-%d-*-*-p-*-adobe-fontspecific]


As fontes na aplicação não ficam exatamente lindas.
Se alguém já passou por esse problema...;

De qualquer forma,
muito obrigado!
É galvim... depois de tudo o que pessoal considerou (principalmente o que o dukejeffrie escreveu) eu acho que você deve reconsiderar a UI.

Por outro lado, talvez em casa, numa tarde fria de garoa fina, com uma boa chícara de café fresco, seja interessante aprimorar o domínio da linguagem tentando implementar algo parecido.

Mas em produção...; sei não, acho meio arriscado (eu falo com conhecimento de causa, por que quando o cliente resolve "empuleirar" no ombro e "por pilha" daí fica difícil implementar qualquer coisa.

Mas eu estarei dando uma olhada (já estou) e assim que tiver alguma "luz" eu volto a postar neste tópico.

Um abraço.
 
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