Mensagens enviadas por: mvcsouza
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Márcio,

O Plone é bem completo, mas traz uma complexidade grande com ele também.

Primeiro pela complexidade envolvida com a programação em python. Não pela linguagem em si, mas pela falta de ferramentas decentes que deêm suporte ao programador. É muito difícil encontrar uma IDE que pelo menos dê um autocomplete nas libs do Plone.

Depois pela forma como as soluções são implementadas. Em Java é comum termos uma superclasse para estender ou uma interface para implementar, adicionar poucas linhas e pronto. É difícil você não seguir o especificado. No Plone a maioria da programação python é feita baseada em documentação apenas. Você precisa conhecer de cabo a rabo toda a especificação para poder implementar um produto archetypes, por exemplo.

É por isso que estou à procura de uma solução em Java. Julgo que, mesmo sendo uma solução Java a princípio complexa, o suporte da linguagem ainda é muito maior do que o python.

Sobre o OpenCMS, basta dizer que para levantar o serviço numa máquina razoável (512MB Ram) levou mais de uma hora para apenas instalar e levantar o serviço. O Plone não leva 5 minutos.

Uma fonte de comparação interessante:
http://www.cmsmatrix.org/matrix/cms-matrix

Abs,
Márcio,

Já tinha visto este link antes. Mas a questão é saber quem já usou, colocou em produção e não teve nenhum tipo de problema.

Já baixei o OpenCMS para dar uma olhada, mas é um monstro perto do Plone. Só que o Plone aparentemente faz tudo que ele faz com a metade dos recursos..

Dei uma olhada também no Magnolia, mas este só oferece a parte boa da coisa em sua versão paga.

Enfim, parece não haver ainda concorrente open source e livre à altura do Plone escrito em Java.

Abs,


Galera,

Quem conhece ou ouviu falar sabe que se trata de uma ferramenta incrível com uma estrutura pronta para o que se propôe a resolver.

Aqui na empresa estamos desenvolvendo em Zope/Plone mas sentimos falta de algumas coisas que o Java já se preocupou desde o início. Por exemplo, é muito difícil encontrar uma IDE que integre perfeitamente a linguagem, o servidor Zope e o framework Plone.

Uma outra caracterítisca é o fato do python ser dinamicamente tipado e, portanto, dificulta a tarefa de encontrar erros na fase de compilação.

Mais ainda, o framework exige um conhecimento muito grande de suas estruturas internas para que se consiga fazer algo realmente de qualidade e que fuja um pouco ao padrão do Plone. Isto porque muitas soluções do framework são feitas baseadas em regras de convenção e não por respeito a contratos de Interface que nos impediriam de fazer algo errado. Isto acaba por tornar necessário o conhecimento de toda a convenção por parte do programador.

Contudo, as idéias por dentro do framework são muito bem boladas e resolvidas, incluindo aí a solução de templates, workflow, segurança, exportação, etc.

Eu acho que, para ficar perfeito, bastava o Jlone (implementação em Java do Plone)!

Alguém aí tem conhecimento de algum projeto parecido em Java que seja simples e já usado em produção para CMS?

Maurício Linhares wrote:Rapaz, uma custom tag que faz uma chamada a uma classe do modelo da aplicação não me parece ser uma boa solução pra problema nenhum.

Você tem certeza de que precisa fazer isso? Qual é o problema real?


Pode não ser realmente a melhor solução, mas deste jeito resolveria o problema de forma clara e legível.

O problema é permitir que determinada área da tela seja exibida ou não a um usuário dependendo de regras de segurança. Até aí é muito fácil, a solução é trivial (usuário/perfil/recurso). A questão é que as regras de segurança exigem, além da validação do perfil do usuário, que o dado atual tenha associação de autorização com o usuário corrente. Assim, eu preciso saber se existe associação do registro da entidade a ser manipulada com o tal usuário. Por exemplo, imagine que alguns moderadores só possam moderar alguns tópicos aos quais ele esteja associado aqui no fórum. Aí, além de checar se o cara é um moderador, é preciso saber se ele pode moderar o tópico específico.

Esta regra está implementada no meu modelo, e a tag iria realizar esta verificação e permitir ou não a visualização de determinada área da tela.

Se você imagina um jeito melhor e mais simples, estamos abertos às sugestões.

[]'s

Marco
urubatan wrote:se for o spring 2.0, tu pode usar em conjunto com o AspectJ e anotar a custom tag com @Configurable
se for o 1.x WebApplicationContextUtils, pega o app context a partir o servlet context disponivel na tag, e busca a tua fachada de la


Valeu Urubatan, como estou usando o 1.x não há jeito de injetar diretamente na Tag? Só dá pra obter mesmo via WebApplicationContextUtils? Aí vai me gerar dependência pro Spring...

Mais uma vez, valeu a dica aí.

[]'s
Pessoal,

Pra quem domina o Spring aí, é o seguinte:
Estamos usando a combinação Struts + Spring + Hibernate em um projeto. Surgiu uma necessidade que seria bem resolvida com a criação de uma Custom Tag. Só que a Custom Tag deve fazer chamadas ao modelo para realizar sua tarefa e isso envolve invocar uma fachada do Sistema. Como faço para o Spring injetar a fachada do Sistema em uma Custom Tag? Tentamos da forma tradicional e, como eu suspeitava, deu pau... É possível isso ou é melhor esquecer porque vou ter problemas?
lucianomx wrote:mvsouza, não conheço o HttpClient profundamente, mas acredito que não resolva.


Resolver, resolve. Não sei se seria a melhor maneira. Até onde sei, o applet é uma aplicação cliente, apesar de executar em um browser. Creio que você só consegue estabelecer conexão com o servidor, abrindo uma diretamente do applet. Como lidar com sockets e URLConnection para estabelecer conexões http não faz mais sentido, recomendo o uso do commons httpclient, que vai abstrair um monte de coisa do protocolo http e https.

lucianomx wrote:
O problema não é abrir uma conexão SSL, mas interceptar ou se envolver numa conexão já estabelecida entre o Browser e o Servidor.


Pois é.. Aí o buraco é mais embaixo. Na teoria é impossível interceptar uma conexão SSL, senão ela deixa de ser segura..

lucianomx wrote:
Ainda não olhei direito o JSObject, o GUJ estava fora do ar, mas como ele resolveria o meu problema de integrar JScript com o Applet no cliente ?


Só esclarecendo. JSObject e LiveConnect são a mesma coisa. JSObject é uma classe que faz parte desta API. Para começar, veja em: http://en.wikipedia.org/wiki/LiveConnect Dá pra fazer os dois caminhos (Java<->Javascript).

lucianomx wrote:
bobmoe, não entendi sua sugestão sobre o Servlet ? Como um servlet irá me ajudar no cliente ?


Também não entendi direito o que ele quis dizer.

lucianomx wrote:
Vou dar uma olhada neste LiveConnect.


Faça isso!

bobmoe wrote:
Web é hypertexto, ou seja, texto puro prá lá e pra cá... Se você tem que fazer alguma coisa com os dados que pegou do dispositivo via applet, sugiro um servlet.


Cara, mas como mandar os dados pro Servlet que vai estar num servidor com SSL? Não tem que estabelecer conexão de qualquer jeito? Acho que o commons httpClient é uma solução pra comunicar. Me diz se eu falando besteira.

bobmoe wrote:
Não precisa de gambiarra para comunicação entre applet e javascript. Utilize o LiveConnect.

Está lá na distribuição 5 do Java. Já vem por padrão. Está em JAVA_HOME\jre\lib\plugin.jar. Esta é a lib do LiveConnect para java -> javascript.


lucianomx wrote:preciso de alguma forma ligar estes dados a um túnel SSL entre o browser e o servidor WEB,


Já viu commons httpclient? Tem uma seção sobre uso com SSL.

lucianomx wrote:
Esta próxima pergunta é especulativa: Seria viável gambiarras para estabelecer comunicação entre JavaScript com o Applet, seja através de arquivos ou outra forma de trocar informações entre eles no cliente ?


Não é bem uma gambiarra, mas existe: Dentro de JAVA_HOME\jre\lib tem um plugin.jar. Coloca ele no classpath do seu applet e você vai ver que existirá agora uma classe chamada JSObject (no eclipse CTRL + SHIFT + T e escreve JSObject). Ele é uma referência para um javascript no browser. Dá uma googlada que tem exemplo de código.

[]'s

Marco
pcalcado wrote:
Os engenheiros reclamam do papel da sua regulamentação, se os analistas não são regulamentados como reclamariam?


Acho que você quis ser engraçado nesta resposta não? Se não, a pergunta em nosso contexto de discussão, se refere a reclamação do analista quanto a sua não regulamentação. Traduzindo: Engenheiro reclama mais da regulamentação do que Analista da não regulamentação? Era meio óbvio isso mas já que você respondeu desta forma, existe a possibilidade de você não ter entendido.

pcalcado wrote:
Para que eu pudesse te dar uma opinião embasada sobre a necessidade de regulamentação em medicina (por exemplo) com o mesmo conhecimento que dou sobre informatica eu deveria ter tanto conhecimento e experiencia em medicina quanto tenho em informatica. Eu nao tenho e nao preendo ter

É sua opinião. Eu acho que uma discussão como esta não precisa estar formado em outra área pra responder. Creio que noção ou uma pessoa da área disponível é suficiente. No meu caso eu tenho primos advogados e a família de minha esposa é basicamente formada por médicos. Este tipo de assunto não exige que eu saiba operar um aneurisma.

pcalcado wrote:
Eu não posso responder uma pergunta como 'voce se trataria com um medico nao registrado?' simplesmente porque eu nao sei O QUE na MEDICINA exigiria ou nao regulamentacao para que eu possa saber se CONCORDO com esta regulamentacao ou nao.

Está aí uma necessidade da regra! Serve pra mim e pra você que não sabe nada do conteúdo de Medicina ter um referencial. Teoricamente, o mau profissional de medicina pode ter o registro cassado e ficar inviabilizado de exercer a profissão. Vejo isso como um moralismo na profissão.

pcalcado wrote:
Na minha ignorancia eu responderia nao. É difícil de entender isso?


Não.

pcalcado wrote:
Ou seja: você quer regras pelas regras? Vamos regulamentar o desnecessário?

Bom, se você adota uma postura dogmática desta eu não pretendo mudar sua cabeça. Eu não gosto de seguir regras que não concorde, não me tenham sido dito os motivos de sua existencia e MUITO MENOS que não têm sentido em existir, só existem porque 'precisamos de regras'.

Está aí a necessidade do bom senso. Com relação a não ter sentido em existir, é o seu ponto de vista. No meu é algo necessário.

Vi que você acha a exigência do diploma um meio termo sem grandes impactos. Está aí um início de tentativa de moralização. Como disse, a regulamentação pode não ser a resolução de todos os problemas.

Aliás, se você não acha que o nosso mercado é uma completa desordem, realmente não há o que discutir.

Vejo uma bagunça, onde o mercado é regido pelo oba-oba.

pcalcado wrote:
Eu uso o bom-senso quando não tento minha área ficar parecida com uma a qual não conheço e que as pessoas que conhecem reclamam tanto, como engenharia. Eu sinceramente prefiro me manter isento de pitacos em áreas que eu não conheço do que encher o fórum com comparações não-embasadas.

Bom, é uma escolha sua permanecer olhando para o umbigo. Você não conhece hoje, agora, mas tem como expor o fato para amigos que vivenciam o outro lado, atuando em profissões regulamentadas que não apenas Engenharia. Mas já que você conhece Engenheiros e diz que reclamam tanto, reclamam mais do que Analistas?

pcalcado wrote:
"Não há motivos"? "Regras são regras"? Este tipo de dogma que vocês querem implementar na nossa profissão? Este é o clássico argumento de quem... não tem argumento.

Eu conheço muito contador ruim e muito contador bom. O que ter CRC ajuda nisso?


Regras são regras sim. Sem regras há a desordem e é isto que o meu ponto de vista enxega quanto ao mercado de informática. Não existe civilização organizada sem que existam regras. Agora as regras devem ser estabelecidas usando o bom senso, coisa que é difícil encontrar.
Não estou aqui dizendo que a regulamentação é algo que irá solucionar todos os problemas. Muito pelo contrário, outros poderam até surgir, como o o papel do conselho, definição de pisos por qualificação, etc... Mas é o caminho inicial que abrirá o espaço para discutir os próximos problemas.
pcalcado wrote:
Se você ganha abaixo do que acha que merece,

Não acho não.

pcalcado wrote:
procure outra.

Se você fala em procurar outra região, lembre-se de que existem fatores que influenciam uma decisão como esta. Eu, por exemplo, só iria pra São Paulo se estivesse passando fome.


pcalcado wrote:
Como eu já disse, eu não conheço direito o suficiente para te responder essa pergunta.


Tenta abrir um pouco os horizontes e pergunte pra um amigo advogado porque é que você não pode ler os direitos durante um ano, dominar e ir execer advocacia. Não há motivos, simplesmente são regras. Usa o bom senso... Qual o mistério do direito? E o da contabilidade? (você responderá: como já disse eu não conheço. Então procura conhecer, pelo menos ter noção para ter uma base mais consolidada) Por informática eu também posso falar e acho um mangue este mercado.
pcalcado wrote:Eu não posso te dizer o que minha profissão é diferente de A, B ou C porque eu não conheço A, B ou C e eu rpefiro ouvir meu pai e meus amigos engenheiros que criticam o papel do conselho e da regulamentação em sua área, por exemplo. Eu não vou querer basear minha profissão em algo que não conheço (como engenharia) e que os próprios profissionais da área criticam.


Bom, é isso. Creio que esta seja uma outra discussão. O fato do conselho não desempenhar o papel como deveria é uma outra discussão.

pcalcado wrote:
Como falei em outro post (parece que as pessoas não lêem a discussão, pegam linhas gerais e repetem o mesmo argumento ad eternum...) eu não vou num médico não certificado, com CRM e etc. unicamente porque não sei se a medicina permitira que um auto-didata ou alguém que não teve formação clássica (com aulas na facudlade) esteja apto a praticá-la.


Faz sentido este argumento. Mas acho que isso não vale para todas as profissões regulamentadas. Será que é preciso ir pra faculdade para ser advogado? Pra ser contador? Tenho alguns colegas que estão partindo pro Direito e a conversa é bem por aí. Direito é a faculdade mais barata. Só precisa de uma biblioteca desatualizada. E, então, por que svocê não pode ser advogado?

pcalcado wrote:
Se certificados, provas e avaliações tivessem um peso de verdade nós não veríamos programadores Java certificados que não sabem absolutamente nada de Java, ou empresas com CMM fazendo tanta besteira por aí.


Contra fatos não há argumentos. Com relação a isso não há o que discutir. Mas creio que isto não seja a regra.

pcalcado wrote:
Pelo meu conhecimento em tecnologia e no mercado desta, como já falei antes, eu não vejo a menor necessidade de regulamentação, muito pelo contrário. O país já possui burocracia demais e a regulamentação não prova nada.
Sobre prostituição de mercado, categoria forte, etc. isto está muito mais relacionado ao fato de quase todos sermos PJ, sem direito nenhum. Trabalhei como CLT 3 vezes e nas 3 fui filiado (por pura obrigação) ao SINDPRJ. Sim, existe um sindicato. E o que eles fazem? Comem um dia do teu salário e inventam coisas ridículas como CLT-Flex. Este tipo de órgão já tem poder demais para fazer besteira na minha opinião, não quero dar a um clubinho inútil destes mais poder sobre a minha vida.


Penso que novamente isso foge ao foco da discussão. O papel do sindicato deve ser desempenhado. Se não o faz é por motivos que fogem ao escopo da discussão.

pcalcado wrote:
Eu acredito piamente que todo este desespero para regulamentação de alguns se deve ao excesso de empregos não regulamentados e isso sim deveria ser combatido. Ser PJ, CLT-Flex, cooperativado ou autonomo sendo funcionário de uma empresa faz com que as pessoas acreditem que uma regulamentação vai ajudar a resolver sua vida.


Falando por mim, isto não se aplica. Sou Analista admitido por concurso público.

pcalcado wrote:
COmplciado isso, heim? Eu não sei como é por exemplo em medicina mas este níveld e especialização em informática não é fácil de ser aferido. Eu siceramente não imagino em qual destas eu me encaicharia.


Concordo.

pcalcado wrote:
Bem, considerando o mercado atual quem tem um salário ridículo ou não sabe negociar ou quer ganhar um salário ridículo.


Acho que você teria que contextualizar este seu comentário. Isso deve valer para o mercado onde você está inserido.

pcalcado wrote:
E os picaretas formados? Você acha que mais um certificado vai garantir algo?

Novamente vou me repetir (quanta repetição...): O escopo de um cursod e ciência da computação é enorme, imagina aplicar uma prova eficiente?

Vamos dar um exemplo com escopo menor, uma certificação Java, SCJP. Quem faz esta prova é (1) bom programador ou sequer (2) sabe programar?


Concordo. Mas mesmo sendo algo complicado, julgo necessário.

pcalcado wrote:
Por que vocês acham que a ACM desistiu de regulamentar isso?


Com certeza não se trata de algo simples de ser implementado. É uma profissão nova, extremamente dinâmica, que cresce desordenadamente.

pcalcado wrote:
Se você não quer se nivelar por cima, nivele por baixo e pegue a índia. Se o Brasil aprovasse esta lei (e eu tenho fé em Zahl que não vai) nós entraríamos em algo parecido com reserva de mercado de capital humano. Enquanto burocratizamos quem pode prover o produto de exportação, serviços, a Índia possui técnicos formados em boas faculdades de tecnologia mas não limita seu mercado.


É relativo isso aí.. A gente hoje se transformou em referência em cirurgia plástica.. Mas como comparar com outras profissões não vale..

Continuo achando que deve existir uma maneira de organizar a profissão. E a forma em uso em nosso país, mesmo não sendo a ideal, é a regulamentação.

[]'s
pcalcado wrote:Vamos ver se alguém favorável à regulamentação responde a esta pergunta, vou reformular já que é a terceira vez que tento tocar enste assunto:


Por que a regulamentação (1) é importante e (2) vai funcionar no Brasil se os maiores produtores de software do mundo não regulamentam a profissão e se a maior associação mundial sobre computação (ACM) já desistiu do processo faz tempo?


Shoes,

Sei que não é o ideal, mas vou te responder com uma outra pergunta:
O que você percebe de diferente entre a sua profissão e as outras (dentro do contexto desta discussão)?

[]'s
Taz wrote:
Pois é, se vale para vc, tem que valer pra ele tb, não importa o quão bom ele seja. Um peso, uma medida.


Exatamente. Eu penso desta forma..
Apesar de eu ter questionado o papel da faculdade, eu creio que, teoricamente, este é o caminho mas correto para se formar profissionais. Agora, se as faculdades não estão exercendo o seu papel, isso é uma outra discussão completamente diferente desta aqui.

Resumindo, ninguém precisa de faculdade quando o conhecimento está disponível e ao alcance de todos. A sociedade está caminhando para a disseminação do conhecimento de todas as formas possíveis.

Mas não é por causa disso que temos que viver o caos que é a área de informática hoje.

Outra coisa: criticaram o eventual conselho que seria criado caso a proposta de regulamentação seja aprovada. Acho que aí também cai numa outra discussão, como no caso da deficiência das faculdades: Se o conselho não exerce o seu papel, é um problema que nada tem a ver com a regulamentação da profissão. É uma cobrança que tem que ser feita ao Conselho, uma vez que o seu papel é definido e, em tese, deve ser cumprido.

O problema é que vivemos num país em que nada que é estabelecido é cumprido de fato. Mas não é por isso que devemos continuar contribuindo para a definição do Caos. Qualquer sociedade precisa de regras.

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