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sbarbutti wrote:Boa Tarde...
fmeyer esse codigo que vc postou aqui eh exatamente o que preciso  , porem eu precisaria que fosse mantido a mesma key sempre.
Eh que minha aplicacao vai ler a senha de um arquivo .properties e no primeiro login do usuario criptografa - la. A partir do segundo login eu terei que descriptografar sempre para efetuar o login no BD, mas como eh usado key diferentes da pau.
Alguem sabe como posso fazer isso!??!?!
[ ]s
Uma solução seria fazer um outro programa que gera a chave e salva em um arquivo, o objeto SecretKey. Dai seria modificar o programa acima para ao inves de gerar uma chave, ler o arquivo. Poderia, ao inves de gravar em um arquivo o objeto, transformá-lo em um property, mas teria que usar um Base64 para poder gravar em um arquivo de properties.
Uma outra solução mais elaborada seria ao inves de apenas salvar o objeto SecretKey em um arquivo, usar uma algoritmo de PBE (Password-Base Encryption) para proteger a chave.
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Comprei este livro a umas duas semanas atrás na Livraria Cultura do Shopping Market Place. Tava R$115. Muito bom.
neófito wrote:
O livro parece ser bem legal, vai para a minha lista de futuras compras.
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PadrE wrote:Nossa... agora surgiu uma duvida que estou ate com medo !
o ORACLE RAC seria um banco em Cluster.. ate ai tudo bem, pq uso o Espress e ele não da suporte a Cluster...
Certo.
PadrE wrote:Agora,... um ORACLE IAS seria um banco ORACLE acessado via web... e o uso da OCI seria para controlar isso ??
Não. Oracle IAS é o Application Server da Oracle (equivalente ao JBoss, WebSphere da IBM, Weblogic da BEA, Glassfish, etc). Pode-se tanto usar OCI como thin para conectar do IAS a um banco Oracle. O recomendado é usar OCI.
PadrE wrote:Minha aplicação será acessada por um client, ou seja.. tenho uma parte server, e a parte client... aoh falta eu ter q utilizar OCI e o Expressa não da suporte a isso... ai dancei ... hehe
Bom... vou continuar tentando realizar a conexão OCI no 10g Express local... mas vou torcer para não precisar... ^^
De novo, esqueça conexão OCI. Use thin. Se você usa Oracle 10g Express dificilmente vai ter que usar OCI.
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PadrE wrote:
Se vc souber algum material q fale sobre essas diferenças de conexão eu agradeceria... justamente para ver se o projeto vai mesmo precisar usar OCI ou mesmo para que eu veja qual a melhor conexão no meu caso....
vlw !
Documentos do site de tecnologia da Oracle:
http://www.oracle.com/technology/docs/tech/java/sqlj_jdbc/index.html
Não sei se tem claramente quais são as vantagens e desvantagens de se usar um método ou outro, mas teoricamante via OCI deveria ser mais rápido. A única vez que tivemos real necessidade de usar o drive OCI foi para conectar em um Oracle RAC no Oracle IAS 10g (parace que o balanceamneto de carga no IAS só funciona se for OCI).
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paribe wrote:Olá pessoal,
sou iniciante no EA e tenho uma duvida :
- será que dá pra anexar um arquivo documento (feito no WORD) no diagrama de Caso de Uso pois tenho um levantamento de requisitos que queria deixar junto com o diagrama ...
Se alguém puder me ajudar agradeceria ....
abs
Em Properties do Use case, tem um aba chamada "Files". Lá você pode referenciar um documento qualquer.
Agora, se o que você queria era attachar o conteudo do documento dentro dos passos de um caso de uso, ai eu não sei se dá para fazer...
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PadrE wrote:E no 10g xe, como devo utilizar ???
jdbc:oracle:thin:host:sid
ou
jdbc:oracle:oci:banco
???
vlw !
Não é a versão do Oracle Server (8i, 9i 10g, 10g XE, Personal, etc) que vai determinar qual tipo de driver utilizar. Todas as versões suportam tanto conexão com client thin como OCI. Se onde você for rodar o seu programa não tiver um "Oracle client" (instalação de umas libs em codigo nativo de cada plataforma), use sempre o thin. Só use drive OCI em sistemas que necessitem de performance ou que rodem no Oracle IAS, pois só com este drive é possível usar de maneira correta um Oracle RAC.
Resumindo: use sempre o client thin. Só use OCI se for Oracle IAS ou o projeto exigir.
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Software de requisitos que já vi demos:
Borland Caliber
Compuware Optimal Trace
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info_god wrote:
brunoacpc wrote:rssss.....acho que voui fazer isso mesmo oyama, nao seria etico mas e essa inhaca ai que eles fizeram justifica.....
Vc não pode fazer isso. Se a instituição responsavel pelo codigo lhe mandou o arquivo, no ditado popular "se vira e usa" =).
Também acho que você deveria procurar a redecard e tentar negociar a mudança desta classe. Só de ter um metodo static (com as coisas que estão no main, sem os System.output) que retorna exception em caso de erro, já vai te ajudar muito.
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Putz!!! E não é só tem o metodo main mesmo. Que porcaria.
Por isso que não tem documentação mesmo. Nota 0 para quem fez este código. Onde já se viu que a unica forma de integração de um class e executando a classe. Por isso que integração é sempre uma %&$##@.
Bem, o jeito é fazer o que o thingol escreveu chamando o metodo main. Só que se der erro, você vai ter a maior dor de cabeça, pois o vai ter fazer parser do output, pois nem System.exit com código de erro foi setado.
[edit]Depois que eu vi que pelo menos em um caso o System.exit é setado para -1[/edit]
Uma saida seria você implementar o código, mas não seria muito etico.
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thingol wrote:Experimente fazer isso com um programa mais simples, do tipo "Hello, world".
a) Guarde o "standard output"
b) Abra um arquivo de saída e redirecione a saída padrão com System.setOut
c) Crie um array de strings, que são os parâmetros para main()
d) Chame CodVer.main() com o tal array
e) Feche o tal arquivo de saída.
f) Recupere o "standard output" obtido no passo a).
Peça o javadoc e/ou alguma documentação sobre a classe para o fornecedor. Acho o cumulo fazer integração "coorporativa" sem que o fornecedor mande pelo menos o javadoc da classe. Não é possivel que o unico jeito de usar a classe seja chamando o main. E pior ainda a unica saida seja o "standard output". Se der pau você vai ter que fazer parser do arquivo de saida?
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brunoacpc wrote:Pessoal.......
Estou implementando um sistema de pagamento por cartão de credito de uma loja virtual, estamos usando a operadora Redecard.
O problema é o seguinte:
Em uma das etapas preciso gerar um codigo de verificação da compra, a redecard me passou uma classe java (CodVer.class) que gera esse codigo de verificação, então precisso que meu servlet execute essa classe no servidor e me retorne um arquivo(codver.out) para que eu possa ler esse arquivo e colocar o codigo de verificação gerado no formulario de envio para a operadora.
Com esse codigo consigo gerar o cod verificação e depois é so ler o arquivo gerado, isso usando jse. Mas quando tento fazer esse comando com o tomcat nao consigo gerar o codigo.
Então a pergunta é, como fazer isso no servidor??
grato
É muito "bizarro" o que você está tentando fazer (dar um exec uma classe em java dentro de um código java). Não dá para instanciar a classe e chamar o metodo que gera o output?
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hugov wrote:Estou desenvolvendo um sistema para transformar uma consulta no oracle em um arquivo DBF.
E estou tendo problema aondo coloco o arquivo jar no oracle.Será que alguem poderia me ajudar.
Vitor Hugo Brito de Oliveira
Você está falando de Java Stored Procedure?
http://www.oracle.com/technology/tech/java/jsp/index.html
Se não for, eu não entendi qual o seu problema.
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bluetooth wrote:Bom estou sem saber oq fazer, tenho uma classe que captura dados de um arquivo xml, e a saida estou conseguindo fazer em html mas as tags esta sendo concatenada uma variavel junto com os dados, depois salvo como *.html. Mas o problema é que para dar manutenção fica dificil, alguem teria alguma alternativa a me indicar?
Não entendi bem qual o seu problema, mas XSLT não o resolveria?
http://www.w3schools.com/xsl/default.asp
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O esquema de algoritmo assimetrico (RSA, DSA) preve que existe uma chave publica e outra privada. A chave publica é distribuida para qualquer pessoa através de um certificado. A chave privada deve ser guardada a sete chaves, pois só o receptor deveria ter acesso a chave privada.
Quando alguém quer mandar uma mensagem utiliza a chave publica para encriptar a mensagem. Isto garante a confidencialidade da mensagem.
Neste seu esquema de client/server, tanto o client quanto o server deveriam ter o seu proprio par de chaves, sendo que para mandar uma mensagem de um ponto a outro deve-se usar a chave publica do outro.
Um algoritmo assimetrico garante também a reciproca: criptografar com a chave privada e decriptografar com a chave publica. Isto não garante confidencialidade, pois teoricamente todo mundo sabe a sua chave publica e poderia decriptografar a mensagem.
No seu esquema, se você gostaria que tanto o client quanto o server utilizem a mesma chave, utilize um algoritmo simetrico (DES, TripleDES, RC4, IDEA). Daí tanto o client quanto o server usam a mesma chave para criptografar e para decriptografar a mensgem. Só que ai não dá para usar Keystore para armazenar a chave. Utilize um algoritmo PBE (Password-Based Encrypt).
msamartini wrote:po...naum entendi direito a parte de gerar outra chave!!!
cmo assim?!?!
precisava q o cliente manda um dado, o servidor decriptografa. dai o sevidor manda a resposta criptografada para o cliente e ele decriptografa.
soh q preciso q cda um criptografe com a publica e decriptograve com a privada!!!
tem alguma ideia!??!
abraco
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msamartini wrote:alguem pod m ajudar...
consigo criptografar uma msg do cliente e o servidor decriptografa!
e o contrario?
o servidor manda uma msg criptografada e o cliente decriptografa!
cmo faço?!?!?!
Você poderia usar o mesmo par de chaves e criptografar a mensagem no servidor usando a chave privada e decriptografar usando a chave publica, só que assim a mensagem não seria "confidencial", pois teoricamente todo mundo teria acesso a chave publica de alguém (este é o principio, mas nada impede você de manter a sua chave publica "confidencial").
O correto é gerar um outro par de chaves, sendo que a chave privada fica com o cliente e a publica no servidor. Dai é só usar o codigo do cliente no servidor e vice-versa.
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