Mensagens enviadas por: farribeiro
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Boaglio wrote:
KDE 4 ou Windows 7
O alerta soou até no Jornal da Globo nesta madruga

Fique atentos!
Anota aí... artigos/tutoriais e curiosidade da linguagens e lista de assuntos do momento e uns enigmas para iniciantes desenvolver talentos

E se procurar uma editora pois eu boto fé... eu compraria, entretanto tem que ser aberto seu conteúdo e diversas mídias
Luca wrote:
Mas ainda tem uns poucos e raros sites em que o Chrome não abre corretamente.
Luca


Ou seja, o site está mal codificado!

umas das coisas besta que notei e acho que todo mundo notaria é que o chrome se falta fechar uma tag ou é FEITO PARA O IE(em geral que não segue o W3C) ele não renderiza e zica a página, no firefox parece que tratam o erro. Tem que fazer o código sem gambita e praticamente sem erros!

Mas muita gente fala bem do SAFARI para desenvolvimento, em contrapartida o mesmo também é WEBKIT. Acreditando que se funfa neste funfa em qualquer outro.
chun wrote:Traduzir uma IDE em qualquer aspecto é algo horrivel.

Acresente uma opção na hora de carregar sua IDE

edite o seu netbeans.conf no diretório etc e acresente nas opções


Espero que goste da dica
Sobre AIFONE e CLONES

Cara por um celular para encantar os amigos... botar um dedinho cheio de gordura(principalmente na balada) na tela. Dá vontade de deixar em casa na caixa para nem arranhar seu vidro...

Imaginem então uma mina de unhas(estilo zé do caixão) brincando em qualquer apretecho touchscreen

Pra que vocês precisa de foto em celular? compre uma camera, serve uma semi-profissional fi... não há motivos para uma péssima foto mesmo que seja nas férias!

Pow quer jogar em qtos num tela de 2"? Já sei.. vc joga e o povo fica babando! Pega um WII... pelo menos diversão está garantida para mais de 2 pessoas

Questão ESPACIAL para AIFONE: Para um que tah somente no seu iMundinho... sem contato com mundo exterior. ACREDITEM! ET NON EZICTES

Para os cheios da grana: Quanto mais INVEJAM do que carrega, a probabilidade de algo acontecer como um ROUBO/FURTO pelo pobre MORTAL favelado

Só isso que queria expressar. Um sentimento de que falta bom senso e até HUMILDADE

Percebo que até um E63 daria muito bem para a necessidade básicas

[]'s
---
Use somente o necessário, pois menos é mais
KISS
Michel_Sancovich wrote:Entenda primeiro como funciona o mercado de acoes:


Uma vez, num vilarejo, apareceu um homem anunciando aos aldeões que
compraria macacos por R$ 10,00 cada. Os aldeões sabendo que havia muitos
macacos na região, foram à floresta e iniciaram a caça aos macacos. O homem
comprou centenas de macacos a R$ 10,00 e então os aldeões diminuíram seu
esforço na caça.
Aí, o homem anunciou que agora pagaria R$ 20.00 por cada macaco e os
aldeões renovaram seus esforços e foram novamente à caça. Logo, os macacos
foram escasseando cada vez mais e os aldeões foram desistindo da busca.
A oferta aumentou para R$ 25,00 e a quantidade de macacos ficou tão
pequena que já não havia mais interesse na caça. O homem então anunciou que
agora compraria cada macaco por R$ 50.00! Entretanto, como iria à cidade
grande, deixaria seu assistente cuidando da compra dos macacos.
Na ausência do homem, seu assistente disse aos aldeões:
- - Olhem todos estes macacos na jaula que o homem comprou. Eu posso
vender
por R$ 35,00 a vocês e quando o homem retornar da cidade, vocês podem
vender-lhe por R$ 50,00 cada.
Os aldeões, espertos, pegaram todas as suas economias e compraram todos
os macacos do assistente.
Eles nunca mais viram o homem ou seu assistente, somente macacos por
todos os lados.

Assim funciona o mercado de ações.

Um texto mais especifico

A HISTORIA DO JOHN: A CRISE AMERICANA DE FORMA DIDÁTICA

John comprou uma casa, no começo dos anos 90, por 300.000 dólares, financiada em 30 anos.
Em 2006 a casa do John tinha valorizado e estava valendo 1,1 milhão de dólares, uma fantástica valorização.
Mesmo ainda faltando 20 anos para quitar a casa, um banco perguntou pro John se ele não queria uma grana emprestada, algo como 800.000 dólares, ou seja, uma segunda hipoteca.
Ele aceitou o empréstimo, fez a nova hipoteca e pegou os 800.000 dólares.
John não precisava do dinheiro, tinha um emprego estável , morava numa simpática casa no subúrbio de uma grande cidade, mas como todo americano, não podia escutar a palavra crédito.

Com os 800.000 dólares e ainda sem saber o que fazer com esse dinheiro, John soube por um amigo que o mercado imobiliário continuava valorizando.

Era construir, anunciar, vender e lucrar. Um ótimo negócio e, como disseram pro John, não havia riscos.
John comprou 3 casas em construção, na parte mais nobre da cidade, dando como entrada 300.000 dólares e imediatamente fez mais 3 hipotecas, uma pra cada casa.

Porém no acordo feito, o valor recebido pelas 3 hipotecas era pequeno, o suficiente para terminar a construção das casas.

A diferença, 500.000 dólares, que John recebeu do banco, ele gastou: comprou carro novo (alemão) pra ele. Deu um carro (japonês) para cada filho.

E com o resto do dinheiro comprou 8 TVs de plasma de 600 polegadas cada uma (coreanas), 8 notebooks(chineses), uma jacuzzi de 30.000 dólares (vietnamita, fabricada com trabalho escravo infantil).

E um lindo ponney (mexicano) para sua filha caçula, financiado em 25 anos (o companheiro ponney irá para o céu dos ponneys e o John ainda estará
pagando as prestações).

Alem de realizar seu grande sonho de viagem, ir a Paris, ficando hospedado no Ritz pagando 600 euros a diária. (Mesmo estando na cidade com alguns dos melhores restaurantes do mundo e com grana, emprestada, no bolso, John não abria mão do seu hambúrguer no jantar)

Tudo comprado em longas prestações, com entradas bem pequenas, tudo a crédito.
Uma farra.
A esposa do John, sentindo-se rica, sentou o dedo nos seus 28 cartões de crédito.
Aproveitou para fazer algumas cirurgias plásticas, pra ser exato 18.
Seus seios ficaram lindos, os 3.
John era o sonho americano em forma de pessoa.
O tempo passou, o tempo, esse malvado, sempre passa!!
No começo de 2007 começaram a correr boatos que os preços dos imóveis estavam caindo.
As casas que o John tinha comprado e estavam em fase final de construção caíram vertiginosamente de preço e não tinham liquidez.
O negócio que o John tinha se metido era... refinanciar a própria casa, usar o dinheiro para comprar outras casas em começo de construção e revendê-las com lucro repassando as hipotecas.
Fácil. Parecia fácil. Sempre parece fácil.

Só havia um probleminha com o negócio do John.
Todo mundo teve a mesma idéia ao mesmo tempo.

As taxas de juro das hipotecas que o John pagava começaram a subir (as taxas eram pós- fixadas) e o John percebeu que seu investimento em imóveis se transformara num desastre.
Milhões tiveram a mesma idéia do John.

Tinha casa pra vender como nunca.

John foi agüentando as prestações da sua casa refinanciada, mais as das 3 casas que ele comprou para revender, mais as prestações dos carros, dos notebooks, das tv de plasma, da jacuzzi milionária, do ponney e dos cartão de créditos.

Aí as casas que o John comprou para revender ficaram prontas e ele tinha que pagar uma grande parcela.
Só que o John tinha gasto o dinheiro.

No momento da parcela maior, John achava que já teria revendido as 3 casas.

Mas os compradores tinham desaparecido.

John se danou.

Começou a não pagar aos bancos as hipotecas da casa que ele morava e das 3 casas que ele havia comprado como investimento.

John começou a não pagar suas milhares de contas.

Os bancos ficaram sem receber de milhões de especuladores iguais ao John.

E também das milhões de pessoas que compraram essas casas dos que tiveram a idéia antes do John.

John optou pela sobrevivência da família.

John entregou aos bancos as 3 casas que comprou como investimento perdendo tudo que tinha investido.

John quebrou.

Ele e sua família pararam de consumir. Um sem número de Johns deixaram de pagar aos bancos os empréstimos que haviam feito baseado nos preços dos imóveis.

Os bancos haviam transformado os empréstimos de milhões de Johns em títulos negociáveis.

Com a inadimplência dos Johns, esses títulos passaram a valer pó.
Bilhões e bilhões em títulos passaram a nada valer e esses títulos estavam disseminados por todo o mercado, principalmente nos bancos americanos, mas também em bancos europeus e asiáticos.

Os imóveis eram as garantias dos empréstimos, mas esses empréstimos foram feitos baseados num preço que esses imóveis não valiam mais.

Os preços dos imóveis eram uma bolha, um ciclo que não se sustentava. A inadimplência dos milhões de Johns atingiu fortemente os bancos americanos e europeus que perderam centenas de bilhões de dólares.

A farra do crédito fácil acabou.

Com a inadimplência dos milhões de Johns, os bancos pararam deemprestar por medo de não receber. Os Johns pararam de consumir porque não tinham crédito.

Mesmo quem não devia dinheiro, não conseguia crédito nos bancos e quem tinha crédito não queria dinheiro emprestado. O medo dos Johns de perder o emprego fez a economia travar.

Recessão é sentimento, é medo do futuro.

Mesmo quem pode, pára de consumir.

O FED começou a trabalhar de forma árdua, reduzindo fortemente as taxas de juros e as taxas de empréstimos interbancários. O FED também começou a injetar bilhões de dólares no mercado, provendo liquidez.

O governo Bush lançou um plano de ajuda à economia sob forma de devolução de parte do imposto de renda pago, visando incrementar o consumo.
Porém, ainda não se sabe o resultado prático dessas medidas na economia real.

Essas ações foram corretas e, até agora, não é possível afirmar que os EUA estão tecnicamente em recessão. O FED trabalhava. O mercado ficava atento e as famílias esperançosas.

ATÉ QUE O IMPENSÁVEL ACONTECEU!!!

O pior pesadelo para uma economia: crise bancária, correntistas correndo para sacar suas economias, boataria geral, pânico.
Um dos grandes bancos da América, o Bear Stearns, amanheceu quebrado, insolvente.
O FED, de forma inédita, fez um empréstimo ao Bear, apoiado pelo JP Morgan Chase, para que o banco não quebrasse.
Depois disso o Bear foi vendido para o JP Morgan .
Mais recentemente as financiadoras de hipoteca FREDDIE MAC e FANNIE
MAE também se viram em situação de quase insolvência.
Rapidamente o congresso aprovou um plano de ajuda às duas empresas.
Se elas quebrassem, teríamos um efeito cascata e o sistema desmoronaria.
O mercado e as pessoas seguem sem saber o que esperar.
O que começou com o John, hoje afeta o mundo inteiro.
A coisa pode estar apenas começando.
Só o tempo poderá dizer o que vai acontecer.
E o John e sua família? Você deve estar se perguntando.
John devolveu todos os bens para as financeiras.
E ainda ficou devendo um dinheirão.
Mas o que ele mais queria devolver, ele não conseguiu.
As plásticas da esposa, essas não tiveram jeito
felipeguerra wrote:Eu não compraria ações nesse momento.

Digamos que o gráfico da crise é uma parábola, e não chegamos no ponto de inflexão (não me lembro se é esse o nome mesmo...).

Agora, é óbvio que com essa crise o paradigma tem que ser mudado. Vemos que o neo-liberalismo não funcionou, ou seja, quem acreditava em livre-mercado, com a total desregulamentação por parte do Estado, se vê obrigado a colocar o rabinho entre as pernas (ou pedir para cagar e sair...).

Não é por questões ideológicas que o pacote 'anti-crise' não foi aprovado. Há rumores de que a sociedade estadunidense se mobilizou no mundo virtual para que isso não ocorresse, é lógico que os congressistas sem viram obrigados a respeitar a opinião pública!
Ou seja, dinheiro do contirbuinte para salvar especulador?

Sem contar que comprar títulos podres (do sub-prime) pelo valor de face? Quem seria tão estúpido em fazer isso?

Talvez os amigos dos especuladores (que injetam milhões de dólares em campanhas políticas...mas essa é outra história).

Cara tenho uma recomendação de leitura

Crises sempre são oportunidades - Dinheirama

uma fonte muito boa que repasso aqui!

Até
Existe algum telefone no mercado brasileiro que suporta este SO? Onde encontro o Android para colocar no celular?

Quero ver vai ser vaporware e se vai dar para substituir um WINDOWS MOBILE (preferível) ou Synabian ou ainda o PALM OS

O iphone que tah sendo lançado hj num conta, cheio de travas para todo lado, pois num vale nem o hardware contra o nokia n95.

Eu desconfiava do android e hoje já dá para ver o que ele está deixando as especulações. Mas por ser muito relativo então que a cada dia a concorrência lance produtos melhores para nós

Até...
Colocando mais lenha na fogueira... em resposta do chrome e seu v8!

Introducing SquirrelFish Extreme

Instalei o safari aqui e apliquei o nightly build e usando o SunSpider ferramenta de testes javascript feito pelo pessoal do webkit e colocam lado a lado os atuais concorrentes para ver quem levava a vantagens e sabe no que deram?

http://summerofjsc.blogspot.com/2008/09/squirrelfish-extreme-has-landed.html wrote:
...

SquirrelFish Extreme: 943.3 ms
V8: 1280.6 ms
TraceMonkey: 1464.6 ms

...


E tb falam da importância de um recursos de "abas blindadas" incluso no chrome em Multi process architecture

Fonte: Planet WebKit

***ATENÇÃO! ***
É expressamente não recomendável de produtos em fase alpha e nightly build em produção ou uso diários.

Beta pode ser mais seguros, pois antecedem o release final, ou seja, finalização do trabalho. Entretanto os BETAS do google nem se fala a qualidade nesses produtos que nunca se congelam

luistiagos wrote:
Já ouviu falar de WEB, Computação nas nuvens e web 2.0?

realmente não entendi este seu argumento...
o que emperra com muitos é a descompatibilidade

Primeiro... vou ser um chato! "Descompatibilidade" se for falar oralmente não fica bem aos ouvidos!
luistiagos wrote:em algumas coisas de navegadores... principalmente em relação ao mozilla e ie que são os mais utilizados... em algumas coisas tenque-se criar 2 versões de paginas para os 2 navegadores...

Opa! Não, não é verdade! Não necessita fazer duas versões da mesma mas fazer workarround(famosa gambita) que todo webdesigner destesta... mas não quer dizer que os navegadores não seguem a especificação, pois ...
destaco em negrito extraído do aurélio(versão online):
Aurelio wrote:compatibilidade
[De compatível + -(i)dade, seg. o padrão erudito.]
Substantivo feminino.
1.Qualidade ou condição de compatível.
2.Inform. Capacidade de um computador operar com programas gerados para outro.
3.Inform. Capacidade de um dispositivo de ser us. em computadores para os quais não foi originariamente projetado.
4.Inform. Capacidade de um programa de operar com dados e/ou instruções originalmente preparados por outro programa, ou outra versão do mesmo programa.
5.Lóg. V. coerência (7).
6.Lóg. Relação de coincidência total ou parcial, seja entre as extensões de conceitos, seja das significações de proposições. [Cf., nesta acepç., incompatibilidade (2).]
7.Mat. Propriedade de um sistema de equações que admite pelo menos uma solução; consistência.

luistiagos wrote:por exemplo alinhamentos de tabelas verificando x tamanho em cada cedula estes valores são aproximados entre os navegadores distintos porem não são 100% identicos...

Cada um tem suas particularidades, seus defeitos e suas qualidade. Óbvio, não?
luistiagos wrote:no por exemplo no ie vc pode pegar por exemplo o valor de um campo texto pelo name deste campo... ja no firefox so pega pelo id... são coisas geralmente pequenas porem geram muita dor de cabeça... para mim um navegador deve seguir um padrão especifico...

A especificação é uma parte, e por ser um pouco extensa... cada coisa tem seu tempo, eles melhoram a cada versão e mais tem que coorrigir bugs e dar features para ficar bacana, neh? Pq vc acha que só fazer o backend e não porpocionar recursos e facilidades para o usuário? Outra o user num está nem aí se a coisa presta... ele quer o mais fácil e e para muitos vc já sabe... e para onde direciona quem desenvolve para web, a MASSAS! para nós aqui como early adopters(quem adota precocemente, GEEK) devemos idicar direcionar a MASSAS o que é melhor, ou seja... EVANGELIZAR
luistiagos wrote:

Enganou-se de novo... se utiliza e dá aporte aos dois engines, gecko e webkit para utilizar a mesma especificação, onde há despadronização? E mais alguns webdesigner mais atenados utilizam o webkit(SAFARI, idem CHROME) para fazer de base de seus sites, pois mais chega perto dos padrões W3C

então tem algum esquema de configuração das engines que tenque ser configurado???
pois como disse em meus testes em paginas que funcionam perfeitamente no ie e no mozilla não funcionaram no chrome... ou ate funcionou mas td zuado... pq???


Se vc num sabe pq zua, pergunte em quem foi pensado? qual era o alvo?
Se você que desenvolve os sites recomendo seguir os "padrões web"(W3C) e recomendo este para pegar o jeito... só para pegar leve:
Tableless
Revolução.etc
Majour

E aí gostou?
luistiagos wrote:

Chama IE6 de padrão? Até o Mozilla "sai menos feio" mas pq ainda tem muita coisa dos padrões web ainda não é implementada, já o ie6, um browser deste merece uma disputa a altura, então o jeito é evangelizar! Para alguns o Chrome não quer dizer muita coisa


IE6 e totalmente despadronizado... sendo que aqui na empresa em varias telas temos que fazer uma versão para o IE6 e outra para o Mozilla... o padrão mesmo é o Mozilla ele sim é o padrão...


Corrigindo e acresentando...

Mozilla tb num é padrão e nenhum outro browser é padrão! padrões web é especificação da W3C
[Atualização]
Webkit segue praticamente(quase acabado) a implementação o W3C, Mozilla segue parcialmente... o IE6 tah fora de mercado! IE7 tah melhorzinho... o IE8 promete(mas não tudo)
[/Atualização]
E o qual mais chega perto recentemente é o WEBKIT, forjado do KHTML para apple(safari) e adotado pelo Chrome por ser a melhor engine atualmente. o interpretador javacript é animal ultima palavra, neh?

O que eles queriam é apimentar o mercado para fazer melhores e mais melhores... a fundação Mozilla já deu seu parecer, mas não união de força(tratando de software semi-livre... pow uma licença BSD já tava de bom tamanho) nesta briga o TraceMonkey vs javascript v8 e mais gecko vs webkit... haja coração(eita) torcer para um deles é fo**

luistiagos wrote:
porem ja temos o IE para foder com o padrão dos broswers agora o google nos decepciona criando outra porcaria completamente despadronizada com ambos... agora vc tera que fazer 3 versões para uma app


Enganou-se de novo... se utiliza e dá aporte aos dois engines, gecko e webkit para utilizar a mesma especificação, onde há despadronização? E mais alguns webdesigner mais atenados utilizam o webkit(SAFARI, idem CHROME) para fazer de base de seus sites, pois mais chega perto dos padrões W3C

luistiagos wrote: q utiliza um broswer uma para o mozilla, outra para o ie e outra para o chrome... dai onde esta a multiplataforma??? ou seja as apps webs agora estão dependendo de plataforma... dos broswers...


Já ouviu falar de WEB, Computação nas nuvens e web 2.0?

luistiagos wrote:seria bem mais simples e facil se fissesem o chrome seguindo o padrão W3C que é o padrão usado pelo mozilla dai não precisavamos ter apps dependendo de navegadores... tirando fora o IE pois IE não merece ser chamado de navegador...


E qual é a corrida? Chegar ao W3C primeiro
luistiagos wrote:cara testei este google Chrome para uma app aqui da empresa a qual roda no IE6 e no Mozilla e realmente ele não funcionou... zoou tudo com a tela... percebi q ele e mais rapido porem por ser mais rapido q os outros acredito q ele não deva implementar todas as funcionalidades padrões destes navegadores... não sei bem... so sei q ele zoou inteiro com a app aqui...


Chama IE6 de padrão? Até o Mozilla "sai menos feio" mas pq ainda tem muita coisa dos padrões web ainda não é implementada, já o ie6, um browser deste merece uma disputa a altura, então o jeito é evangelizar! Para alguns o Chrome não quer dizer muita coisa

tchapine wrote:Ele se saiu muito bem com o Google Docs (!), com alguns sites de bancos (Bradesco, Itau e Unibanco).
Inclusive na empresa onde eu trabalho nós utilizamos o jCompany e foi direitinho nas aplicações geradas/customizadas por ele.


Tempos atrás mal tinha suporte até para o opera, usava o safari por uns tempo, olha que é webkit, num rolava nem a pal e num faz 3 meses que estava usando o Docs(!)
saoj wrote:

Achei a usabilidade muito restrita. Não consigo organizar meus bookmarks, algo totalmente básico. Não consigo abrir uma tab blindada como eu li na historia em quadrinhos, aquela que ia matar todos os cookies e informações quando fechada.


Te dou uma dica... olha no botão "folha" que tem algo escrito parecido anonimo
Eu estou acreditando na tese que como não existe uma lei para crimes para internet e qualquer "meios eletrônicos", achou que precisava fechar esta lacuna e excedeu bastante na dose, o que contraria muita gente

segue no que se baseio
Notebooks Blog wrote:No mundo ocidental, há dois tipos básicos de sistema legal: o Direito Civil ou Codificado (Civil Law) e o Direito Comum ou Consuetudinário (Common Law); clique aqui para mais detalhes. O Brasil e demais países latinos adotam o Direito Civil, derivado da antiga Roma; países anglo-saxões e germânicos adotam o Direito Comum, originário dos antigos povos bárbaros. Os romanos queriam que houvesse uma lei uniforme para todo o seu Império; os bárbaros dividiam-se em grupos menores, e por isso era necessária uma maior flexibilidade na formulação das leis.

Uma das conseqüências desse processo histórico é que nos países de Direito Civil deve haver uma definição prévia de todos os crimes; ou seja, antes que uma conduta seja considerada crime, deve existir uma lei que a tipifique como tal (isso está explícito no inc. XXXIX do art. 5 da Constituição Federal: ?não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal?). Nos países de Direito Comum, os costumes podem configurar uma conduta como criminosa, ainda que não exista lei que assim determine; cabe ao Juiz (e não ao Parlamento) interpretar uma conduta em seu contexto e decidir se ela foi criminosa ou não.

Vejamos, por exemplo, o caso do hacker que envia vírus por email, obtém uma senha e a utiliza para transferir dinheiro de forma não autorizada. Nos Estados Unidos, qualquer Juiz consideraria isso crime gravíssimo, já que afronta os costumes geralmente aceitos. No Brasil, como ainda não existe lei que tipifique a conduta, ela não é crime (ainda que afronte também nossos costumes); os hackers são processados, mas não por roubo ou furto, e sim por estelionato; o estelionato, além de receber penas mais brandas que o furto, é mais difícil de provar (daí não ser surpresa que hackers brasileiros que roubam dinheiro sejam postos rapidamente em liberdade, enquanto hackers americanos vão para a cadeia).

http://www.notebooks-site.com/blog/lei-define-crimes-na-internet/
 
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