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Tenho certa dificuldade ao escrever testes de aceitação em uma aplicação web... No meu caso trata-se de uma app desenvolvida em java com gwt, e tenho escrito alguns testes em ruby + watir webdriver.

Conseguir interagir com a aplicação (simular ações, capturar informações) não foi problema, minha dificuldade é como organizar os testes, que ferramentas utilizar (estou escrevendo os testes em cima do Test::Unit do Ruby), etc

Devo ter um único teste que testa um grande processo como um todo (ex: cadastrar produto -> lançar pedido -> emitir nota fiscal) ou o ideal é quebrar este processo em testes menores? Neste caso, posso roda-los em sequencia (ou seja, um teste depende do teste anterior) ou devem ser independentes como os testes de unidade?
Deve ser porque não estou passando o OutputStream? Como posso passar ele?

Basta ver como foi feito no exemplo que está funcionando.
Aparentemente, é só descomentar a linha que estaria fazendo isso
Ao que parece o jar jcommon não está no classpath, o jfreechart depende dele
http://www.jfree.org/jfreechart/download.html
Pessoal, desenvolvi uma aplicação com GWT e estava funcionando sem problema durante o desenvolvimento, onde uso Jetty. Porém, na hora de fazer o deploy para o Tomcat a aplicação não iniciou por não encontrar a classe javax.resource.ResourceException

Ela é utilizada no Jaybird, driver JDBC para Firebird que eu utilizo. Junto à aplicação está o jar geronimo-spec-j2ee que possui esta classe

Alguem tem alguma ideia do que pode estar errado?

Uma estratégia que costumo adotar é fazer isso por eventos.

Ao confirmar o login, a classe Login dispara um determinado evento

Em algum lugar da sua aplicação vai ter alguem escutando este evento e, ao recebe-lo, vai instanciar aquele que deverá ser o próximo JFrame e exibi-lo.

Assim o código fica bem desacoplado.

Você pode procurar as palestras do Ray Ryan sobre arquitetura de aplicações em GWT para o Google IO (se não me engano, do ano de 2009 ou 200 que ele fala disso em detalhes
Consegui fazer embutindo o Jetty nos testes e levantando ele durante a execução dos mesmos... É muito interessante, eu não sabia que existia essa possibilidade!

Obrigado a todos
Tenho uma situação onde uma classe precisa fazer uma requisição http a um servlet para enviar e receber algumas informações.

Como testar isso a nivel de unidade? Ou será que eu deveria testar isso apenas em testes de integração?
Uso o Google Guice para injeção de dependências, e em um determinado momento preciso injetar uma classe (veja bem, um java.lang.Class, não uma instância). É possível?

Sei que é possível você declarar uma anotação, e configurar o seu injector de forma que, sempre que encontrar um construtor com um parâmetro anotado com aquela anotação, passar nele um determinado valor constante (uma string, um inteiro, etc). No meu caso é quase isso, só que esse valor seria uma classe.
Até o momento realizo apenas testes de unidade, com JUnit e Mockito.
Para persistência uso o Hibernate, e quando os testes envolvem a camada de persistência eu configuro o Hibernate para utilizar um banco HSQL em memória
Minha opnião...mantenha o teste e continue com o próximo.
Sim, é o que estou fazendo

A minha pergunta foi por que talvez isso indique que eu estou fazendo algo errado, e portanto não estou aproveitando tudo que poderia com TDD...
Estou começando a praticar TDD, e as vezes acontece de eu escrever um teste e ele já estar passando, devido ao código que eu escrevi para passar algum teste anterior se aplicar tambem a este. Assim as vezes eu não consigo seguir o ciclo Red->Green->Refactor, acaba ficando Green->Refactor

Isso pode indicar que estou fazendo algo errado?
Obrigado a todos pelas respostas, esclareceu bastante
O que gostaria de saber é se a equipe trabalhar em um idioma diferente do idioma que o cliente usa (Ex: Português x Inglês, Português x Mandarim, etc), se isso vai contra o conceito de linguagem ubíqua.
Me fizeram essa pergunta e eu não soube responder (o que não é nenhuma surpresa )

No DDD há aquela questão da linguagem ubíqua, mas como fica isso em relação a diferentes idiomas?

Ex: Se a empresa adota o padrão de programar em inglês, mesmo atendendo usuários brasileiros, usando as traduções equivalentes para os termos que os usuários utilizam, estaria violando este princípio?

Se sim, então como ficaria por exemplo se eu tiver que desenvolver um software para atender a um grupo da china por exemplo, como eu poderia trabalhar com um modelo de domínio em mandarin?
É possível configurar o Maven para não ficar consultando os repositorios toda vez que eu executar algum goal?
É irritante isso, e quando minha internet está com algum problema isso acaba detonando minha produtividade.

Sei que tem o parâmetro "-o", mas isso faz com que o Maven deixe de baixar automaticamente as dependencias inexistentes.

Não dá pra configura-lo para tentar acessar os repositorios APENAS quando estiver faltando alguma dependência?
 
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