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Não entendo isso. Brasileiro é praga?
Por um acaso só americano e europeu que presta?
Eu hein...
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Alguém usa o Amazon RDS?
Eu queria saber se com uma instância disso, eu tenho só um banco de dados com um usuário ou se eu tenho uma instância do servidor onde posso criar quantos bancos e usuários eu quiser?
[]´s
Rodrigo C. A.
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Olá,
Alguém conhece alguma biblioteca que calcule a diferença entre strings ou arquivos de texto?
Alguma coisa assim:
String 1: O rato roeu a roupa do Rei de Roma.
String 2: O gato comeu a roupa nova do Rei.
Retornaria alguma coisa me possibilitasse formatar assim: O -rato roeu +gato comeu a roupa +nova do Rei -de Roma.
[]
Rodrigo C. A.
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Discussão de fanboy... uns estão na mão de operadoras, outros de fabricantes, outros da Apple, outros do Google, outros estão na mão de todo mundo... não tem lá muita diferença.
Todos os fabricantes, operadoras e o escambau sempre vão dar um jeito de fazer vc querer trocar de celular em no máximo 1 ano. Quem é geek e tem grana troca com menos tempo ainda. Todos eles lançam um celular já planejando o substituto e o que vai levar vc a largar o antigo e comprar o novo. É mercado, é capitalismo, é economia de consumo. Se vc fabricasse celular iria fazer a mesma coisa. É ilusão querer comprar um smartphone e querer atualização do sistema pro resto da vida.
Comprei o Xperia X10 com Android 1.6, atualizei pro 2.1 e sei que dificilmente vão atualizar pro 2.2. Vou me virar com o 2.1 até achar que vale a pena comprar outro e pronto.
Se tivesse comprado um iPhone seria a mesma coisa, ano que vem lançam outro modelo e vou ter que escolher se compro outro ou não.
Se isso fosse só com celular estava até bom...
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Entre colchetes não funciona?
Tenta: [Nome do Cliente]
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http://xstream.codehaus.org/ wrote:XStream is a simple library to serialize objects to XML and back again.
O XStream foi feito pra serializar e deserializar objetos em XML.
Não acho uma boa idéia usa-lo pra ler qualquer XML, principalmente XML que vc não conhece.
Se você quer ler XML use DOM com XPath que foi feito pra isso é bem fácil.
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davidbuzatto wrote:Acho engraçado o pessoal reclamar dos preços.
É, eu sei, são abusivos mesmo, mas existem alternativas.
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Voltando à história de reclamação de preços, eu falo que eu acho engraçado pq muita gente por ai não se importa em gastar um valor exorbitante em um celular da moda p/ falar para os amigos que tem ou mesmo para amaciar o ego, e o pior, quando sair o próximo celular da moda, a pessoa acaba comprando tbm. Ai, na hora de gastar 100,00 com algo que vai te dar horas e mais horas de diversão, a pessoa reclama, fala que é um absurdo, bla bla bla.
...
Mas tem que reclamar dos preços. Não dá pra não reclamar. Mesmo utilizando alternativas (legais), tem que reclamar dos preços.
Não só dos jogos e consoles, mas tb dos celulares que vc citou e outros produtos que tem uma diferença de preço incrivel entre aqui e lá fora.
Do mesmo jeito que me recuso a comprar um console aqui, tb me recuso a comprar um iPhone, por exemplo, por causa da diferença de preço.
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Onde que dá a exceção?
Mas pelo o que eu vi, no método populaContato vc tem que criar o endereço antes de popular.
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Eu me recuso a comprar console justamente por causa dos preços. São absurdos.
No PC nem lembro a última vez que joguei jogo pirata, tem muito tempo que parei com isso. Hoje sou cliente assíduo do Steam, que acho muito barato, e é muito melhor que ficar entulhando minha casa de CDs/DVDs.
No Brasil, acho muito dificil a pirataria dos jogos de consoles diminuir pq o preço é muito alto. Mas de PC não tem a desculpa do preço, não tem pq comprar pirata. Isso cultural, a velha mania de querer levar vantagem em tudo.
Se eu fosse desenvolver jogos, focaria o mercado externo, óbvio. E se fosse pra PC, focaria as vendas nos portais online como o Steam.
[]'s
Rodrigo C. A.
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Opinião minha, mas sinceramente, eu prefiro usar Grails sem IDE e sem "bibliotecas de componentes" do que usar JSF com tudo isso...
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jyoshiriro wrote:1. Não há ferramente de engenharia reversa "Banco -> GORM". Imagina criar centenas de classes "no braço" para mapear centenas de tabelas. Imagine depois o tempo testando se os mapeamentos estão corretos, visto que foram feitos manualmente.
Isso não me incomoda. Acho muito mais produtivo o contrário, depois só dou uma melhorada nos índices do banco. E sinceramente, as classes GORM são tão simples, que acho que daria pra fazer uma ferramenta pra gerar a partir de um banco rapidinho...
jyoshiriro wrote:2. Não há ferramenta de "autocompletar" os códigos de taglib nos GSPs. Você tem que ficar lendo PDF ou HTML de documentação das taglibs. Depois de quanto tempo o individuo consegue decorar tudo?
3. A funcionalidade de "autocompletar" em arquivos .groovy é muito ruim, não colocando parentesis, por exemplo. De pouquinho em pouquinho vai se irritando com isso.
4. Não há um "debug" a como como para Java no Eclipse ou NetBeans.
5. Enfim, não há IDE produtiva para Grails (eu sei que existe a corrente que vai dizer que possuo "IDE dependência", mas considero isso o mesmo que dizer que um bom engenheiro civil faz tudo sem AutoCad porque ele não quer "autocad dependência").
O IntelliJ Ultimate Edition tem tudo isso que vc falou... e pelo que dizem, o Netbeans melhou bastante o suporte a Grails, inclusive com debug, já deve ter a maioria dessas coisas que vc falou.
[]'s
Rodrigo C. A.
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http://docs.jquery.com/Frequently_Asked_Questions#How_do_I_select_an_element_by_an_ID_that_has_characters_used_in_CSS_notation.3F
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Se você quer vender produto, liberar o código fonte pode ser ruim dependendo do modelo de nogócio.
Mas se você desenvolve sob demanda, não vejo motivo de esconder o código fonte, já que provavelmente o código está bem acoplado com o negócio do cliente e dificilmente vai ser reaproveitado pra outra coisa. Sem contar que quem compra software sob demanda é porque quer ter um diferencial em TI, e por isso a última coisa que ele quer é outra empresa usando o software dele.
[]'s
Rodrigo Auler
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Se ainda tiver, também quero.
rcauler at gmail.com
Valeu!
[]'s
Rodrigo C. A.
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juliocbq wrote:O wine roda bem com a maioria dos jogos novos, e o mono é 90% compatível com .net. O único empecilho são os frameworks que usam pinvoke.
Quanto ao wine, sinceramente, não gosto do wine. Ele quebra o galho pra algumas coisas, mas dificilmente roda 100% igual ao Windows. Os jogos que fiz rodar no Wine ou ficavam lentos, eu dava alguns problemas de vídeo, nunca fica 100%. Alguns jogos mais antigos até ficam bom, mas os mais novos a maioria não.
Quanto ao mono, não dá pra confiar que o que vc desenvolveu no mono vá rodar plenamente no Windows com o Framework da Microsoft e vice-versa. Principalmente em ASP.Net. Já faz um tempo que testei o mono, mas na época nenhum projeto aqui da empresa em Asp.Net rodou no mono. Sem contar que eu prefiro desenvolver num ambiente o mais parecido possível com o de produção.
[]'s
Rodrigo Auler
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