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Pedrosa wrote:
rmarin wrote:A coisa é simples: Tem Metroid? Não? Então não serve.
Kill Zone 2 faz Metroid parecer jogo de Atari, só jogando para saber do que estou falando!
Kill Zone 2? Não estou falando de uma versão específica, nem de nenhum console. Se tem metroid, e isso pode ser até para o telejogo, então pra mim serve.
Além do mais, faz muito tempo que não surge uma saraivada de jogos originais como na época do atari. Quem jogou
Sneak n' Peek Black SABE do que estou falando...
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A coisa é simples: Tem Metroid? Não? Então não serve.
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Lomboz? Minha nossa mãe de Deus! Faz uns 4 anos que não ouço mais falar desse cara.
Bom, procurei informações, parece que não há atualizações desde outubro de 2007, foge disso!
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Com relação a abrir projeto do Netbeans, não conheço nenhum plugin, se eu estivesse no seu lugar, eu colocaria o projeto no Maven, dessa forma, com o projeto configurado, você pode dar um mvn eclipse:eclipse, e ele constrói o projeto no padrão do Eclipse.
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Olha java.io.File.listFiles() só retorna null quando seu file não é um diretório.
Se eu fosse você eu verificaria se ele é um diretório antes
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Sparcx86 wrote:
rmarin wrote:Faz um teste, contrata um pedreiro que cobra por dia, tipo R$ 70 por dia.
Beleza, agora imagina que esse cara fuma, depois do almoço ele dá um cochilo de meia hora, e pelo menos uma vez ao dia ele vai ao bar tomar uma malvada, o que você faria? 
Não é o caso deles, eles saiam sempre no máximo alguns minutos para fazer um lanche depois voltavam para trabalhar. Sem falar que ficar pegando hora de catraca para um cara que não tem vinculo trabalhista eu acho que é totalmente ilegal.
Eles fizeram isso porque a empresa proibiu terminantemente dos caras comerem lá dentro, daí tinham que sair.
Os caras faziam mais de 12 horas por dia de trampo, nada a ver seu comentário não entendeu o contexto da situação deles.
Tem a ver descontarem o horário, e tem a ver pagarem a hora extra. É simples, hora trabalhada, é hora ganha, hora fora, é hora descontada. Se seguir assim, tenho certeza que vai ser bom para os dois lados.
Você tem que ver o lado da empresa também, concordo que não possuem vinculo empregatício, mas de qualquer forma de um jeito ou de outro, a empresa tem que poder medir as horas trabalhadas, seja por catraca ou não.
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Com o tempo, você vai perceber que ele perde no mínimo duas horas de trabalho! Está certo isso?
Penso o mesmo com consultores, muita gente adora trabalhar com hora aberta, pois dessa forma podem enrolar e atrasar o projeto. Não estou falando que é o caso dos seus amigos, o que acontece é que as empresas não são bobas, e sofrem por causa disso. Muitas vezes perdem dinheiro, pois muitos consultores sacaneiam, então, pra evitar esse tipo de problema, eles tentam fechar o cerco ao máximo.
Não acho errado descontarem horas de cafés, ou outras coisas, entretanto, se trabalharam em horários extra-oficiais, a empresa tem que arcar com esses valores, inclusive eles deveriam ser diferenciados, adicional noturno e etc. É óbvio que pra isso, isto deveria estar registrado em contrato.
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Faz um teste, contrata um pedreiro que cobra por dia, tipo R$ 70 por dia.
Beleza, agora imagina que esse cara fuma, depois do almoço ele dá um cochilo de meia hora, e pelo menos uma vez ao dia ele vai ao bar tomar uma malvada, o que você faria?
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Por isso eu disse "a forma mais simples".
Bom , eu não estou confundindo nada. Pare de acusar, preste atenção.
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ViniGodoy wrote:
Apesar de eu ter citado o exemplo de um framework de IoC, o Singleton continua não precisando de dependências externas, o que continua sendo uma vantagem.
E, ele também não depende de reflexão. Nem é comum utiliza-la. Então, porque essas vantagens não são válidas? As duas ainda se aplicam. Acho que o fato de também se aplicarem para o IoC, pelo menos em seu caso mais simples, não invalida elas para o Singleton, como sua frase deu a entender.
Não são válidas porque nenhum outro pattern precisa disso! Nem mesmo IoC. Seria o mesmo que dizer que Singletons são bons porque não precisa comer piza de calabresa, mas é claro, nenhum outro também precisa.
E reafirmo, IoC é um setter ou um argumento no construtor de sua classe. E um simples setter já inverteu o controle.
Inverter o Controle é: Não buscar as coisas sozinho, é receber de alguém. E como fazer isso? Injeção de dependências. E como fazer a Injeção de Dependências? Qual a forma mais simples? Um setter. ou um argumento no construtor.
Eu prefiro via construtor por motivos óbvios.
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Cara, relaxa, não precisa dar um milhão de exemplos, C++, livros do Franz Kafka. Observe o problema, e use suas palavras, acho mais convincente, mais franco.
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ViniGodoy wrote:
Em momento nenhum eu falei que IoC depende de um framework ou reflexão, embora o próprio artigo do fowler esteja recheado dela. IoC é um conceito mais abstrato.
Então suas vantagens 3 e 4 não são válidas, pois nem para os caras comparados você precisa do que foi mencionado.
E usando seu exemplo do Spring, na verdade ele é um contra-exemplo, pois por padrão os seus beans são Singletons, e nesse caso, você usou o tal framework.
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Muita gente complica o conceito de IoC. IoC é só mais um nome bonito, no fundo é um setter na sua classe, ou um argumento de um construtor.
Obs.: É óbvio que todo mundo prefere a abordagem por construtor.
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Não é reclamação não, é só preguiça de dar um new Locale("pt", "BR"), hehe...
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Essa anotação faz com que o hibernate adicone a clausula order by ao select.
Note que no seu exemplo ele vai ordenar de maneira ascendente.
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ViniGodoy wrote:
3. Não tem dependências externas (você não precisa anexar um framework de IoC para usa-lo).
4. Não depende de reflexão.
Mas IoC não depende de um framework pra utilizar, e nunca vi um padrão que precisasse de reflexão.
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O Brasil não é potência em consumo de tecnologia? Imagine se fosse...
Na verdade eu acho que o critério é mais ou menos assim, if é potencia && está acima da linha do Equador, então tem atalho pra locale bonitinho.
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Pô, faz tempo que não trabalho com locales, hoje, jurando que no Java 6 já existia uma constante para o Brasil na classe Locale, descobri que ainda não existe.
Sacanagem! Tem até locale pra Taiwan! Não que não mereça, é que eu acho que o Brasil é forte na tecnologia, e deveria ter o seu também.
Bobeira, eu sei, mas...
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