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Toda ação judicial de até 20 salários mínimos pode ser impetrada num Juizado Especial do seu Estado. Essa ação dispensa advogado pois corre num rito processual diferente das demais ações da Justiça. Porém, o acordo deve ser feito na primeira audiência de conciliação senão você será obrigada a levar advogado na segunda audiência em diante.
Qualquer informação eletrônica (e-mails, captura de telas, documentos eletrônicos, sites de internet, mensagens de orkut, etc) para ser considerada num processo judicial deve ser testemunhado por um oficial de justiça. Sendo assim, você pode ir num cartório especializado no seu Estado e solicitar uma Ata Notarial, reconhecendo as informações em um documento válido pela Justiça.
Você também pode dar uma queixa numa delegacia especializada em crimes econômicos e deixar a Polícia investigar e autuar o infrator. Já existem também em alguns Estados delegacias especializadas em combate a crimes eletrônicos.
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GMail em papel e Wi-Fi pela privada?
O Google anunciou hoje duas novidades: o 'GMail Paper', em que o usuário tem a opção de receber todos os seus emails em papel, por correio; e o 'Dark Porcelain', serviço de banda larga Wi-Fi via esgoto.
Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Colunas/0,,7424,00.html
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Também passei por isso. Resolvi acrescentando no web.xml:
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Na última edição da revista Java Magazine tem um tutorial sobre como criar um serviço web e um cliente usando o NetBeans IDE.
Fiz o tutorial e tudo correu bem. Em menos de 5 minutos tava tudo funcionando. Aí eu resolvi complicar e fui pegar uma aplicação web já existente e criar serviços web para acessar de um cliente Swing.
As classes que foram criadas por mim e que possuem associação com outras classes não estão sendo reconhecidas corretamente pelo cliente da web service.
Pesquisando um pouco mais no Google, descobri que é um bug da versão 2.0 e que está sendo corrigido na versão 2.1. Só que o NetBeans só funciona bem com a versão 2.0.
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Olá!
Eu baixei o Swingbean 1.1 e fui fazer o exemplo da matéria da MundoJava enquanto lia. O Eclipse ficou reclamando de algumas classes que não existiam mais e de métodos inexistentes. Fui adaptando e no final consegui fazer o exemplo do matéria.
Também estou sentindo falta de um tutorial e uma documentação melhor para poder aprender a usar esse framework. Ele tem muito potencial de uso aqui na empresa que trabalho. Parabens pelo trabalho!
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Versão GA na comunidade Struts significa versão final homologada.
Quanto ao JDK 1.4, tem como usar ele com o Struts 2. Na pasta j4 dentro do pacote zip "All", tem um README.txt que diz assim:
STRUTS 2 FOR JAVA 4
Struts 2 is targeted for Java 5, but a "backported" version to Java 4 is being made available,
using the RetroTranslator tool.
To use Struts 2 with Java 4 (preferably Java 1.4.2), place the enclosed Struts, XWork,
RetroTranslator, and backport-util-concurrent JARs on your classpath. For complete details on
using RetroTranslator JARs, see the RetroTranslator site.
* http://retrotranslator.sourceforge.net/
NOTE: The Struts 2 and XWork 2 JARs are complete replacements for the corresponding standard
Java 5 JARs. Do not use both sets of JARs in the same environment!
If you discover any issues using the Struts 2 for Java 4 JAR, please report them to the Struts
Dev list or JIRA ticket ww-1391.
* http://struts.apache.org/mail.html
* https://issues.apache.org/struts/browse/WW-1391
Cheers!
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Você pode usar o alternativo ao Manager do Tomcat, o Lambda Probe.
http://www.lambdaprobe.org
Saiu uma reportagem sobre ele na Java Magazine desse mês. Estamos usando ele aqui na empresa, muito bom para o pessoal do suporte gerenciar o serviço do Tomcat.
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Bom, eu pessoalmente gosto de vários releases lançados assim porque os bugs podem ser mais rapidamente resolvidos em sua aplicação.
Nesta versão o Tiles funciona perfeitamente bem, estou usando aqui na minha aplicação.
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Eu estava tendo problemas em usar o Tiles também com a versão 2.0.1.
Baixem a versão 2.0.3 em http://people.apache.org/builds/struts/2.0.3/ .
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Sim, o Tiles não estava funcionando muito bem na versão 2.0.1 mas a partir da 2.0.2 está ok.
Sugiro que baixem no momento a versão 2.0.3 em http://people.apache.org/builds/struts/2.0.3/ . É uma versão mais estável do Struts 2 e quase foi promovida a versão GA (produção). Existe já uma versão 2.0.4 em andamento para ser lançada nos próximos dias.
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Complementando este tópico...
Dia 20 deste mês, alguém perguntou na lista de usuário Struts sobre este assunto:
"(...) as far as I see struts2 has very little to do with struts1. Why is it called struts2 at all (and not webworks2)?"
Ted Husted, um dos desenvolvedores do projeto, respondeu:
"Essentially, Patrick Lightbody (of WebWork) suggested that instead of
a WebWork 3, that we all work together on creating Struts 2, and the
rest of us agreed."
Ele ainda forneceu dois links que explicam melhor o assunto:
"For a summary, see
http://www.oreillynet.com/onjava/blog/2006/10/my_history_of_struts_2.html
For the nitty-gritty details, see
http://opensource.atlassian.com/confluence/oss/display/STRUTS2/Home
"
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Aqui na empresa usamos esse esquema de usuário no banco de dados.
Devido ao legado do mainframe, os usuários são criados num software (Hackf) ligado ao sistema operacional do mainframe (MVS). Quando o usuário é criado nesse software, tanto o S.O. como o banco de dados (DB2) passam a usá-lo para controlar as permissões. Esse software define tudo com relação a permissões de arquivos, tabelas e elementos dentro do mainframe.
Assim, não podemos utilizar um pool de conexões aqui na empresa porque os DBAs e os administradores do mainframe querem saber o que cada usuário está fazendo dentro do mainframe e auditar isso com outro software do mainframe.
Nas nossas classes DAOs, os métodos recebem um objeto da classe Usuario que contém o usuário autenticado no momento na aplicação. Isso é usado para abrir uma conexão com o banco de dados (passando o login e a senha do usuário), executar o que tem que ser feito e fechar essa conexão. No momento em que esse método do DAO está sendo executado, os DBAs conseguem ver no console do mainframe o que está sendo executado pelo usuário e assim poder tomar uma providência se der algo de errado.
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A GenericAction é apenas para diminuição de código. Todas as minhas Actions tem os gets e sets da paginação e um get para obter o usuário logado na aplicação. Então, deixei isso numa action genérica e todas as actions herdam dela estes métodos.
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String é uma classe. As instâncias de uma classe é que são os objetos.
Portanto, se o código for assim:
String é a classe e palavra é o objeto.
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