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Giulliano wrote:
bruno souza wrote:O fato de existirem várias APIs Java para as diversas redes sociais é na verdade uma boa razão para se propor a padronização.
Padronização só funciona quando existem diversas implementações existentes, tentando resolver mais ou menos a mesma coisa (nesse caso, cada uma tenta acessar uma rede social diferente). Se não houvessem várias APIs, vários projetos, não faria sentido se falar em padronização......
É o poderoso java impondo a padronização nos players do mercado. Concordo que essa JSR ditaria um caminho para todas as redes, assim ao invés de termos VÁRIAS apis funcionando, cada qual do jeu jeito, teríamos uma parão. Sou a favor da API.
(ou até que as redes sociais deixem de existir, assim como foi com as salas de bate-papo, icq e outras febres)
Java é irrelevante para esse mundo. Ninguém anda fazendo webapp moderninha com Java. No máximo, no máximo nego usa uma linguagem que roda na JVM como Scala. Logo uma especificação de uma JSR é irrelevante para esse mercado. É perda de tempo.
Talvez a preocupação deveria ser em fazer a linguagem melhor, consertar porcarias como java.util.Date, consertar coisas estúpidas como não ter construções sintáticas adequadas para coleções, forçando você a usar métodos. Aí, talvez, e só talvez fosse interessante para startups usar java para construir produtos modernos.
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Caros,
Nossa reunião acontecerá AMANHÃ (16/12) às 16:30 no auditório Reginaldo Treigger, no sub-solo 1 do BNDES, situado na Avenida Chile, 100 - Rio de Janeiro.
Para se registrar no evento, por favor aceda ao sítio http://iasa-brasil.eventbrite.com/ onde você poderá fazer a inscrição gratuita.
Peço-lhes apenas o obséquio de não efetuarem inscrições em duplicidade, pois as vagas são limitadas.
Peço-lhes ainda que preencham todos os campos com seus dados, até mesmo para que possamos conhecer a todos melhor. E por último, mas não importante, peço-lhes que encaminhem esse anúncio apenas para pessoas que realmente trabalham como arquitetos de software ou gerentes de projeto e diretores com grande experiência em nossa área, lembro-lhes mais uma vez que o espaço é limitado.
SOBRE A REUNIÃO
Inicialmente, teremos um bate-papo sobre o que é IASA: Ou seja, o velho "de onde viemos, para onde queremos ir, etc...", e, é claro, como todos nós, juntos, podemos contribuir com a sociedade, com o avanço do Estado da Arte em nossa área, e é claro, como podemos evoluir profissionalmente sendo membros ativos e participantes da IASA.
SOBRE A PALESTRA
Depois desse papo inicial, Marcos Eliziário fará uma apresentação sobre uma maneira inovativa de se encarar decisões de arquitetura dentro do arcabouço da teoria de Opções Reais.
Nessa palestra ilustrar-se-á como a teoria de Opções Reais (que vêm a ser um ramo derivado do estudo de opções e deriva diretamente do trabalho Black, Scholes, Merton e outros) mostra que a flexibilidade cria valor econômico.
Mais específicamente, faremos uma visão rápida do que são opções, o que são opções reais, como se determina o valor de uma opção face a custos de oportunidade, incerteza e variáveis macro-econômicas. Em seguida demonstrarei como o pensamento de opções reais suplementa as técnicas de avaliação de projetos comumente usadas como o VPL. Especificamente, demonstrarei que na presença de incerteza, a flexibilidade tem valor real. De uma certa maneira, o objetivo dessa palestra é fornecer à vocês arquitetos, uma linha de argumentação que justifica o que todos sabemos, mas muitas vezes não conseguimos justificar econômicamente.
Como arquitetos ou desenvolvedores, entendemos intuitivamente que a qualidade do código e da arquitetura torna a mesma mais maleável à mudança. Como arquitetos entendemos que técnicas como testes automatizados facilitam a mudança. Mas muitas vezes nos falta uma linha de argumentação que fale ao bolso dos que pagam pelos projetos.
Podemos até mesmo ter experiência dos prejuízos causados por software escrito de maneira descuidada, dos custos de oportunidade incorridos por software que não consegue se adaptar rapidamente à novas condições de mercado por sua inflexibilidade, mas nos falta saber explicar o porquê disso. É objetivo dessa palestra oferecer uma linha de raciocínio que permita a audiência estudar mais sobre o assunto e enfrentar tais desafios de maneira mais adequada.
Não teremos tempo para abordar o assunto exaustivamente, mas forneceremos amplas referências para que depois vocês possam se aprofundar no assunto.
E após a reunião, teremos a oportunidade de confraternizar-mos e conhecermo-nos melhor.
Aguardo a todos em nossa primeira reunião de nossa nova fase!
SOBRE A IASA
O Capítulo Rio de Janeiro da IASA é o representante para o Brasil e parte da América do SUL da IASA - International Association of Software Architects.
Nossa organização não possui fins lucrativos, não está afiliada a qualquer empresa e tem como objetivo promover a difusão do conhecimento, o aprimoramento profissional de seus membros, bem como contribuir com a sociedade através de atividades de disseminação do conhecimento, informação do público e tomada de posição em assuntos que envolvam tecnologia de informação e seus impactos sobre a sociedade.
Nossas metas incluem o desenvolvimento de atividades como reuniões periódicas com apresentações de interesse para a comunidade de arquitetos de TI, a criação de grupos de trabalho e estudo e a organização anual de conferências para a discussão de novas tendências.
Somos abertos à diversas concepções sobre o que significa arquitetura, tendo, como organização, uma postura agnóstica em relação à diversas concepções do que é arquitetura de TI e suas subdivisões. Ao contrário de outras organizações similares, não somos um consórcio de vendors, mas um grupo formado por arquitetos praticantes e para arquitetos.
abs,
Marcos Eliziário Santos
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pinto wrote:
Porém, tamanha ira e descontrole emocional não combinam com a imagem do Mestre Yoda, que você escolheu para o seu avatar.
Como fã de Star Wars, eu protesto!
Paz
Você não contou com a hipótese de que eu poderia estar usando o avatar do mestre yoda justamente em uma tentativa de desmoralizá-lo.
Mas blz, eu realmente estava puto com uma bizonhice que envolve anemic domain models e certos "professores" que propagam uma bizarrice que eles chamam de DLO (Data Logic Objects), mas que deveria ser chamado de PUOJ (Pascal Unit on Java)
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Só o amor constrói para a eternidade,.
Cuidado em quem você pisa ao subir porque você pode encontrar a mesma pessoal na descida
A Inveja é uma merda (um adesivo normalmente encontrado em corcel II 79)
Duh! Viu? também sei ser do bem e contribuir para a paz universal.
E aí? o que esses seus dois posts acrescentam além de nos informar sobre suas superiores e excelsas qualidades morais as quais os habilitam a desperdiçar banda e espaço em disco para nos dar uma lição de moral no meio da thread?
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sergiotaborda wrote:
Calculo lambda é um entre muitos tipos. Vc está generalizando o todo pela parte. Isso é uma falácia logica.
É obvio que, portanto, o seu argumento é falso.
O conhecimento científico tem a generalização como um de seus pilares. Sem generalização não há ciência. Nem toda generalização é falaciosa.
É meio bizarro acusar alguém de uma falácia cometendo outra.
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Luca wrote:Olá
Este tópico tenta provar que ter um cachorro morto enterrado no jardim é o maior barato. O cara tem mas não pode fazer nada com ele.
[]s
Luca
Luca,
Tecnicamente, é possível usar um cachorro morto enterrado no jardim para impressionar meninas góticas tendo em vista objetivos reprodutivos e para-reprodutivos. Embora eu nunca tenha testado isso, não vejo porque não funcionaria.
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ramilani12 wrote:
Marcio Duran wrote:
Diagrama de Classes podem ser usados em projetos com herança múltipla
Sinceramente nao entendi a sua pergunta.
Mas tentando entender pode ser utilizado sim, lembrando que UML é independentede linguagem de programação.
Não entender o Duran é algo normal. Aliás, a existência do Márcio Duran é um golpe seríssimo na hipótese subjacente ao teste de turing. Por exemplo, M-x doctor no emacs é muito mais inteligível que o Duran, então posso concluir que o emacs pensa?
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Marcio Duran wrote:
Sergio Lopes wrote:Ah e claro que se alguém tiver alguma sugestão, bugreport e coisas do tipo, pode mandar pra gente!
 Uma das coisas que gostaria de saber, você tem uma boa maneira de preparar material mas ao contrario da GlobalCode vocês, não oferecem mini-curso(Gratuito de Demonstração)
O que fica dificil conhecer a Equipe e o Tipo-Trabalho que vocês propõe a oferecer.....
 Porque não começar a fazer isso !!!!
Assunto como Spring, Ruby etc... é sempre algo de muito paradigma entre as Corporações, acho que algo no sentindo de fazer um View sobre assuntos que levantam muita polêmica em Forum não tornam tão presente.
Acho isso uma boa !!!!
Velho. A que horas você escreveu isso? sob que condições? Você não saiu pra dirigir depois né? Como faço para desencriptar o texto acima?
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when once you proceed down the dark path, forever will it dominate your destiny.
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J.E.Z wrote:essa eh pra quem conhece C++...
FEITO POR UM PROFESSOR SUBSTITUTO EM SALA DE AULA:
Como mostrar o endereço de um pointer:
Cada um é cada um neh!?
E só pra ser chato: embora usar stdio seja perfeitamente legal em C++, o apropriado, sob ponto de vista de estilo, em C++ é usar iostream. Ainda mais para um professor que estava dando aula de C++, esse printf é imperdoavelmente feio. Dê uma porrada nele por favor.
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Euler Homero wrote:
Esse barulho em volta do Ruby me é muito familiar. Lá pelos idos dos anos 90 eu ouvia coisas muito parecidas sobre uma outra "tecnologia" que viraria o mundo de cabeça para baixo e acabaria com o Windows. Ela se chamava Linux. O tempo e o hype passaram, agora até antigos defensores de Linux como eu xingam aquela porcaria por várias razões (como, por exemplo, ele ter uma usabilidade lixo, coisa que em mais de 10 anos não conseguiram resolver por motivos filosóficos). Se não fosse a IBM e a Oracle, que usam linux para vender mainframe e DB, o Linux estaria na lata do lixo da história.
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Não entendo o pq do seu ataque ao linux, usuabilidade ele tem, depende do seu conhecimento e interesse em aprender sobre esse excelente SO, uso linux a muito tempo e se não fosse debates como esse nem lembraria da existencia do windows.
Eu trabalho como arquiteto senior de uma das maiores empresas de varejo do Estado do Rio de Janeiro, e uma das que mais crescem no Pais. Recentemente nós migramos TODAS as estações e servidores das mais de 80 lojas para Linux. Com o linux nós pudemos nos dar ao luxo de ter uma distribuição própria, customizada baseada em Debian, o que permite que qualquer máquina numa loja possa ser colocada no ar em exatamente 15 minutos. No desespero, um gerente pode pegar uma máquina qualquer no estoque e em 15 minutos ter um PDV TOTALMENTE OPERACIONAL....
Pra menininha de 15 anos que fica trocando trojans e worms pelo MSN e pelo orkut, linux não é muito usável mesmo.... Mas pro mercado que nos interessa aqui, Linux não é o futuro, Linux já é a realidade.
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É 14-bis e Boeing. Não 14-biz e Boeng.
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A passagem de argumentos é sempre por valor. As variáveis de tipo objeto em java são sempre referências. Coloca a porra da referência na pilha, tira a porra da referência da pilha. Catzo! qual a dificuldade em se entender isso?
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Maurício Linhares wrote:
eliziario wrote:[No Brasil? pode ser. Mas a primeira linguagem orientada a objetos realmente popular foi C++. E Java provavelmente só se tornou tão popular assim lá fora por causa de popularidade de C++, uma vez que Java lembra C++ (embora tenha coisas de Objective C como Interfaces que são muito parecidas com Protocols)
Isso foi só pra discordar um pouco nessa thread monótona, marcada pela civilidade e pela concórdia 
Mas a galera que começou a mexer com C++ conseguia programar "menos" orientado a objetos do que os programadores get/set do Java
Não necessariamente. Alguns dos melhores programadores que eu conheci vieram de C++. Muitos podiam até não escrever código OO apropriado, mas os programadores C++ que eu conheci tem boa noção de modularidade, de ocultamento dos dados internos do módulo. Mesmo em C puro é possível escrever bom código, e código legível, e a própria "aspereza" da linguagem acaba forçando o programador à ser bem cuidadoso. Eu não sou um Kernel Hacker, mas já fiquei horas lendo o código de scheduling do linux, e te garanto que aquele Cezão brabo ali é muito mais bem escrito/legível/modular que grande parte do código de uma série de projetos FOSS em Java cujo nome não mencionarei.
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Maurício Linhares wrote:
Um dos grandes responsáveis pelo disseminação da orientação a objetos (para o bem e para o mal, quanto mais gente, mais gente sem competência) foi o surgimento e o crescimento do Java como linguagem mainstream, eu duvido muito que se não fosse o Java nós tivéssemos tanta gente por aí enchendo a boca pra dizer que "programa orientado a objetos".
No Brasil? pode ser. Mas a primeira linguagem orientada a objetos realmente popular foi C++. E Java provavelmente só se tornou tão popular assim lá fora por causa de popularidade de C++, uma vez que Java lembra C++ (embora tenha coisas de Objective C como Interfaces que são muito parecidas com Protocols)
Isso foi só pra discordar um pouco nessa thread monótona, marcada pela civilidade e pela concórdia
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