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Qual o menor trecho de codigo que vc pode representar aqui pra demonstrar o problema?
(Nem todo mundo vai ter acesso a uma maquina rodando Windows, btw)
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deniswsrosa wrote:Hahah... todo mundo sabe que a empresa é bacana, mas o fato descrito provavelmente é extremamente raro.
Depende do que vc define como "raro". Mais de 2-3 vezes por ano?
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Bump!
Muitas vagas continuam em aberto; a TW Brasil esta crescendo loucamente ainda, e precisamos de todos os tipos de profissional. Ja mencionei no OP, mas aqui vai o link de novo:
http://www.thoughtworks.com/current-opportunities
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Chapisco wrote:
java.lang.JJunior wrote:
"72. Java language end of life" tá quase lá, corram para as colinas. hahahaha
Má notícia para os programadores Java da Thoughtworks, mas para o resto de nós Javeiros a linguagem continua firme e forte no mercado!
Olá, programador Java na ThoughtWorks falando aqui.
Nao eh ma noticia nenhuma. Faz tempo que a grande maioria dos programadores Java daqui ta de saco cheio da linguagem (desnecessariamente verbosa, sem features realmente interessantes ha MUITO tempo, etc).
Pelo contrario, se mais gente adotar a JVM como plataforma e se livrar da linguagem, pra gente melhor.
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Sim.
Pode elaborar melhor a pergunta?
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As classes que estao mockadas nao estao sendo utilizadas, logo nao deveriam ter cobertura nenhuma...
Acho que eu nao entendi a duvida direito, pode esclarecer melhor qual o numero que esta errado?
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Luiz Aguiar wrote:O refactoring do TextMate é tão bom quanto do notepad rs
=)
Obrigado pela sua contribuição à conversa. Foi muito edificante.
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nayaracf wrote:Olá galera, preciso de uma idéia para fazer um exemplo usando a metodologia TDD, mais não pode ser algo que já tem na net, tipo calculadora, números primos, etc... Mais teria quer ser algo fácil, e mais rápido de implementar, pq é pra um trabalho urgente.
Pega a implementacao de qualquer algoritmo e manda ver. Listas, filas, arvores e ate pesquisa ou busca sao bacanas (e relativamente faceis) de implementar com TDD.
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otaviojava wrote:A verdade que isso não é apenas para o ruby, mas todas as linguagens dinâmicas dificilmente encontramos uma ide com ótimos recursos.
Todas, não. Passe um tempinho num ambiente de smalltalk decente e volte pra dizer
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PedroTOliveira wrote:Eu discordo que singleton é um padrão ruim para aplicações WEB.
Muito pelo contrário em um contexto de injeção de dependências e se tratando da camada de serviços, singleton são bem aceitos.
Primeira vez que eu vejo alguem dizer isso sem um smilie na frente pra indicar que era piada. Eu vacilei e nao percebi o sarcasmo, ou vc ta mesmo falando serio?
Injecao de dependencias existe EXATAMENTE pra nao ter que ficar com estado global/estatico compartilhado entre instancias. Vai totalmente contra a ideia de que "singletons sao bem aceitos".
PedroTOliveira wrote:O que não são recomentados são Static Singletons.
Static Singleton? Porréssa? E o que seria um Dynamic Singleton, diga-se?
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javaly wrote:Pelo que li, em Scrum of Scrums, é muito recomendado que uma equipe seja muiltidisciplinar, onde um time deveria ser capaz de executar uma estória sozinho, mesmo que essa estória tenha atividades de software embarcado, serviços, web e etc... Correto? Sendo assim, antes de propor uma mudança na estrutura das nossas equipes, no caso eu teria de montar equipes que fossem compostas por analistas de todas as especialidades (C/C++, HTML, Services, C#, Design etc..), o que não seria nada fácil (não que seja fácil de outra forma), gostaria de pedir a ajuda dos experts nesse assunto para fazer essa adaptação.
Fácil != possível.
Dá pra montar uma equipe multidisciplinar, mesmo que no esquema do "vamos implementar so essa historia, e ver no que da"? Se sim, faça isso, colha o feedback e itere.
Se nao... o que vc, realisticamente, pode tentar fazer?
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PedroTOliveira wrote:No momento eu estou utilizando o próprio selenium IDE para gravar meus "macros (Metadados)" dos testes para depois importar os mesmos dentro da IDE utilizando o JUnit para executá-los.
Selenium IDE foi uma puta burrada. Nao use essa merda
A ideia eh que a linguagem do Selenium eh simples o suficiente pra um bom testador poder simplesmente usar uma linguagem de script pra escrever os testes. Ai, os testes automatizados viram codigo de verdade e vc pode aproveitar todas as coisas boas que uma linguagem de programacao de verdade tem pra oferecer: refactoring, condicionais, loops e capacidade de abstracao decente.
O "codigo" que o Selenium IDE gera nao tem nada disso, e vira um macarrao gigante MUITO rapido. Sai fora disso, para de achar que ta ganhando tempo ao usar um truque desses e programa de verdade
PedroTOliveira wrote:Porém também estou estudando a ideia de escrever e automatizar os testes utilizando o FitNesse em sintax wiki.
O comentario acima tb se aplica. FitNesse eh bom, mas pra outro caso: quando vc quer tornar os testes faceis de ler/editar por um PO / Cliente. Por baixo, ainda precisa de alguem programando e criando abstracoes, simplificando e refatorando o tempo todo. Fica lindo, mas a equipe precisa se esforcar pra caralho pra manter o conjunto de abstracoes consistente.
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PedroTOliveira wrote:Pessoal também estou estudando como desenvolver e automatizar os meus testes de aceitação.
Nas minhas pesquisas al'ém do Selenium eu achei interessante o FitNesse: http://fitnesse.org/FrontPage
Alguém ai conhece as duas ferramentas e pode fazer comparativos?
Conheco bem Fit/FitNesse e cheguei a escrever uns tecos do Selenium... e sim, sao ferramentas otimas, mas que se completam (uma faz os testes rodar, outra simula um usuario do browser).
Carlos_ds_jar, eu comecaria comprando um bom livro e tomando tempo pra me familiarizar com as ideias dele antes de sair experimentando loucamente com alguma ferramenta. Claro, usando ferramentas pra validar o que se esta aprendendo no livro, mas nao saia dando murro em ponta de faca a toa... gente bem mais esperta ja parou pra documentar os erros e acertos, e nao tem motivo pra nao pagar uma graninha num livro como o Agile Testing:
http://www.amazon.com/Agile-Testing-Practical-Guide-Testers/dp/0321534468
Sobre o exemplo de documentacao de testes de aceitacao, da uma olhada na documentacao do Cucumber: http://cukes.info
Boa sorte!
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AlexandreGama wrote:Então, como os testes de aceitação são os testes realizados por último no projeto
Nessa sua metodologia estranha aí
O resto da galera ? que faz mais questao de entregar software funcionando direito do que seguir uma papelada escrita por burocratas ? prefere escrever os testes ao mesmo tempo que a implementacao
Carlos, o que especificamente vc esta procurando? Ferramentas de teste ou uma estrategia pra fazer a coisa toda funcionar?
Como esta a sua integracao continua?
A galera esta escrevendo testes unitarios? Integracao? Funcionais? Performance?
Tem analistas de qualidade (QAs) na sua equipe? O que eles sabem / fazem?
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Nunca tive resultados muito bons com o DBUnit... se vc vai mockar os metodos do DAO, nao eh melhor envolve-los em uma pequena camada de servicos, e ai sim mockar os servicos nos testes unitarios... e depois escrever testes que falam com um banco de dados de verdade (integracao) pra testar que os servicos e DAOs estao funcionando?
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