Mensagens enviadas por: ajaxinaction
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Não ter concorrentes não faz algo bom. Delphi foi tão significativo que os dois mercados eram Brasil e Rússia, em outros lugares do mundo ou se usava VB ou C++ (ou smalltalk...). Mas ok, ão opinões diferentes.


Trabalhei na GE nos EUA nessa época. VB era usado porque a Microsoft imperava (ops, ainda impera) lá. Jamais achei o VB melhor que Delphi. Visual C++ era excelente, ou melhor, ainda é, para o Windows, claro. Mas nada justificava os problemas que o VB causava e sua dependência de compilação no sistema operacional. Quando conheci o Delphi, desde a sua compilação, comunicação com os dados e tamanho do aplicativo, não queria mais ver VB em minha vida. Mas por mercado, não significa que Delphi fosse inferior a VB (pelo contrário). Marketing conta, afinal, muitos usam Windows, odeiam o Linux porque acham ele complexo e pensam que Mac OS não pode ser instalado em máquinas Intel. Se eu levasse em consideração mercado, não teria aprendido Java na época. Mas a questão aqui era qualidade de ferramenta e não linguagem ou marketing bem feito.

Não não, o JBuilder rodava perfeitamente na minha máquina e eu desenvolvia para desktop apenas. Ele sempre foi horrível com um modelo de componentes cheio de classes proprietárias (tinha um layout manager chamado VerticalFlow que eu só fui descobrir que não era adrão do Java quando fui tentar fazer deploy no cliente).


Sim, o JBuilder tinha muita coisa proprietária. Envolvia dinheiro ter uma licença (ainda envolve) e tinha seu mercado garantido em empresas (tanto que a Borland não era mal das pernas nessa época). Mas isso não significa que era uma "bomba" no sentido de não ser boa. O que não é bom pra você, não significa não ser bom para as empresas ( vide sua resposta sobre o IntelliJ e a minha abaixo).

Eu não falei que IntelliJ não vale o preco, pelo contrário vale sim. Para quem trabalha diariamente com uma ferramenta o modo com que ela faz as coisas importa muito, por isso existe mercado para IntelliJs e Textmates da vida.


Entendi mal sua colocação. Mercado sempre haverá. Para uma empresa de médio-grande porte, menos pra mim, U$ 400-4000 não é nada (mesmo multiplicando isso por 1000). Só de perdas planejadas, em um ano, muitas dessas empresas gastam mais que 1000 vezes uma ferramenta bem paga. Por isso há mercado para um pacote como o JBoss Developer Studio, JBuilder, IntelliJ e etc.
Mas concordo, são opiniões diferentes.
Eu discordo largamente. Meu primeiro projeto em java usava JBulder 4. Era uma bomba. Delphi sempre foi ótmo pra fazer um monte de coisa menos escrever código.

Discordo tb de ti. Lamentavelmente, para a época, Delphi não tinha um concorrente a altura. E realmente, não estou dizendo a respeito de código, pois nem mesmo padrões eram exercidos naquele tempo (se é quem use Delphi hoje exerça algo do tipo). Não podemos comparar o anterior e o atual. JBuilder, até 2001 não tinha concorrente. Os demais eram toscos e simplesmente pouco entendiam de Java. A "bomba" do JBuilder era que exigia máquina pra ele. Além do que, JBuilder era mais usado para desktop.


Assim como o IntelliJ não tem tanta coisa que um Eclipse bem configurado não tenha. A diferença é como as coisas são feitas e não o quê é feito.

Concordo 100%, IntelliJ não é uma ferramenta que justifique seu preço.

[]'s
pcalcado wrote:
bobmoe wrote: Veja por exemplo no RoR a ferramenta 3rdRail da Borland... toda linguagem que entra no mercado ganha uma dessas. Como sempre, se alguém quiser descobrir que é ruim, literalmente vai ter que pagar para ver.


Mais ou menos. A ferramenta da Borland é irrelevante, por fatia de mercado e porque a Borland tem uma tradicao de pessima qualidade e IDEs, mas existe uma divisao no mercado entre diversas ferramentas livres e o textmate, que eh considerada a melhor IDE para Ruby e eh pago. O mesmo para Java com Eclipse IntelliJ.


Sou obrigado a discordar de você. Imagino que o seu "tradição" esteja incorreto.
Antigamente, antes de Eclipse e NetBeans, o JBuilder era uma boa opção. Antes mesmo, o Delphi era uma boa ferramenta, na "era desktop". O que ocorreu foi uma posição cômoda da empresa com relação a concorrência. A não evolução a tornou péssima. Tanto que a mudança de estratégia e o abraço a microsoft, deixou com que seu carro chefe fosse pelo ralo.
Quanto ao TextMate, não vejo nada nele que num se obtenha em um Vi bem configurado. O que pra mim, num justifica ser cobrado. Assim como 3rdRails e outros, que no máximo, não deveriam cobrar mais que U$ 50.


dfsilva wrote:Boa noite,

Esse livro Desenvolvendo aplicações Web com JSP, Servlets, JavaServer Faces...AJAX é bom? Vale apena comprar?



Cara, faz o que o djemacao disse, vai lá, baixa os fontes e vê. Estagiários onde trabalho tem. Mas antes de comprar, vai numa livraria, tipo Cultura da vida, se morar em alguma capital que tenha, e dê uma olhada na explicação do código e tudo. Livros amigo, quantos mais tiver, maior a sua visão e entendimento.

[]'s


Mandou bem, valeu!
Everton Luiz Pascke wrote:Olá pessoal!

Alguem sabe me explicar a diferença entre os servidores de aplicação JBoss e GlassFishi v2?
Eu sei GlassFish é um open source application server que implementa as mais novas caracteristicas da plataforma Java EE 5.

Por que usar um ou outro?

Everton Luiz Pascke


Cara, num vou nem argumentar muito porque acho os dois simplesmente fantásticos. JBoss ainda é na minha humilde opinião, um alta performance. Mas o GlassFish vem evoluindo a passos largos, o que não imagino um Application Server mais indicado em pouco tempo.
JBoss é da Red Hat e como tal, nunca sabemos o próximo passo da empresa. Lembra do Linux Red Hat o que aconteceu? Simples é Open Source e Server é pago (bem pago, diga-se de passagem). O mesmo agora, recentemente do Red Hat Developer Studio, alterado para JBoss Developer Studio e cobrado.
Essa política de peço ajuda a comunidade e o melhor filé tem que pagar, está virando praxe na Red Hat, o que ao meu ver, não vai demorar para ocorrer com o JBoss (não sei como ainda não mudou, um verdadeiro milagre). Mesmo que outros venham e digam que "JAMAIS" isso vai ocorrer, olhe para o histórico da empresa, que vem dividindo a comunidade com seu conceito de "me ajuda", mas depois vou "te cobrar" para usar o produto final.

[]'s
brunoblas wrote:Galera,

Vi bastante tópicos sobre este livro, Utilizando UML e Padrões, do Craig Larman. Mas tenho umas dúvidas. Este livro ensina UML ou apenas usa a UML no seu decorrer. Quanto aos padrões de projeto, ele possui exemplos em qual linguagem?

Um outro livro que me pareceu ser muito bom também é Principios de Analise e Projeto de Sistemas UML, do Eduardo Bezerra. Eo que vcs me falam deste: Use a Cabeça Análise e Projeto Orientado ao Objeto

Lembrando que meu principal interesse é aprender efetivamente a modelar sistemas com UML. Muitos poderão me indicar o livro do Martin Flower, mas começei a ler e não gostei muito.

Desde já agradeço a colaboração!!!


Utilizando UML e Padrões, do Craig Larman

É bom, simples para iniciantes, adiciona informações gradativamente e atinge seu objetivo com muito didatismo. É focado em Java, o que talvez queira.

[]'s
emerleite wrote:Sim, muito obrigado. Tenho mais algumas dúvidas:

Como é o processo ?
Você simplesmente baixa o PDF igual na Pragmatic Programmers ou tem algum software específico, controle de cópias, etc ?

Pelo que eu vi na naming tem que instalar um software escrito em Java, nada que assuste, mas eu prefiro um PDF simples que eu possa fazer o que quiser com ele.


Cara, nunca comprei nada que não fosse em PDF. As vezes, ele vem marcado. Por exemplo, quando compro no Safari, e o livro está em formato Cut (ainda em desenvolvimento), ele é gerado em PDF com meus dados. Quer dizer, se eu distribuir, meu nome e e-mail vai em todas as páginas. Na Apress, o PDF é gerado e com senha. A senha é seu e-mail (claro que é super simples remover essa chata senha de abertura com softwares específicos, mas num vou dizer para evitar pirataria).
A Manning também é PDF. Da Pragmatic também é PDF. A menos que tenham mudado de ontem pra hoje, sempre foram PDF. Alguns, mas a muito tempo não compro, como a Wrox, costumava vender em CHM. Mas até ai, você poderia escolher em PDF também.

É isso, abraços e boa compra .
Bom, pra você não se preocupar, eu compro os meus na Apress, Manning e por ai vai.
Você pagou, ou te mandam o link com o local para baixar ou tem uma área de downloads. Tudo muito simples. Basta ter cartão internacional e um abraço.


Mais alguma informação?


O povo acha Java vai acabar?
Nossa, se Cobol até hoje tá ai. E mais, um bom programador de Cobol ganha mais que bons programadores de Java (juntos). Vai diminuir o mercado, mas em menos de 2 anos, desacredito.
Eu apostei atualmente no RoR, mais especificamente no JRuby on Rails. Mas o JVM vai se adaptando. No fim, a simplicidade vai imperando. Não foi assim com a adoção do Groovy como segunda linguagem do JVM?
Acho que no futuro muitos falarão o tal "Javanês" em diferentes linguagens (tudo rodando sobre JVM).

Cara, num vai por ai com essa de NotePad para mostrar que é "ninja" no negócio.
Se você tem tempo "acadêmico" de ficar codificando e depois compilando pra ir na linha com ... e ficar procurando, beleza. Mas se quer a realidade empresarial, tempo é dinheiro. Então, recomendo pra iniciante Eclipse para Java. Ninguém fica mais "burro" por codificar em um ambiente que "colore sua sintaxe".
O que a pessoa tem que ter em mente é aprender bem os fundamentos das boas práticas de desenvolvimento e esquecer esse negócio "decoreba" a "lá escola".

Editado: Esqueci de dizer que o NetBeans não é um ambiente ruim, mas que traz uma falsa impressão ao iniciante de que ele é a resolução do problema com seu Visual Web e seus applications servers integrados. Depois o cara num sabe nem subir sua aplicação na Web.

[]'s
sergiotaborda wrote:
rubinelli wrote:Ele tem um monte de features legais, ainda mais na versão 1.5. Não ter tipos primitivos é um deles.


hehe para linguagem de script não ter tipos primitivos é otimo. Não sei se é tão bom usar BigDecimal para tudo, mas ok. Eu me referia ao Groovy como subtituição do Java. Java tem primitivos porque em certas circunstâncias eles são necessários. Como o Goovy usa toda a API java ele se benificia do uso de primitivos das API, mas essas API não poderão ser escritas em Groovy. Por isso, ele nunca substituirá o Java.

É algo diferente das várias linguagens .NET que seguem +- os mesmos padrões só mudando a sintaxe. Os ports de scripts para JVM não seguem os mesmos padrões. Exactamente por isso são interessantes, mas tb , exactamente por isso não podem substitui a linguagem Java.

Como linguagem de script é otimo. As ideias são boas. Agora, como implementação e eficiência é outra conversa.
A eficiência tende a aumentar tal como a da JVM a implementação mudará com as novas tecnologias da JVM.

Eu só não usei o groovy ainda por que ainda não consegui pensar numa forma util de o integrar num projeto, mas quem é da moda "on Rails" tlv goste do Grails (Goovy On Rails). Tem o mesmo conceito do Ruby on Rails
mas em java , com a sintaxe java e podendo usar toda a API do java e Application Servers


Observe bem que Groovy não é tão somente uma linguagem de scripts. É também a segunda linguagem oficial de Java, o que isso quer dizer? Que segue as características do Java, mas com as vantagens imensas de ser no modelo script. JRuby é provavelmente a terceira linguagem que em breve se tornará oficial do Java.
Grails é bacana, mas não substitui as facilidades de Rails. Eu uso JRuby on Rails e sinceramente, dá conta do recado e, inclusive, acesso toda a API do Java.

[]'s
bbviana wrote:62 anos e usa ironias de crianças


Cara, quem me conhece desse fórum sabe que num defendo ninguém. Mas desta vez, estou com o Luca. Uma pena, não sei sua idade. Mas sinceramente, vejo o Luca um jovem, da mesma forma que, se você for um jovem, lamento por sua percepção ou...falta dela.

Gostei do que o pessoal está falando do RoR. Eu mesmo, venho trabalhando em um projeto onde estou, feito em JRuby on Rails. Começou instável, devido a falta da evolução do JRuby no princípio e agora, com as melhorias da nova versão do JRuby, vem acelerando.
Eu diria que Ruby é ótima e o framework Rails bem bolado. Conheci Ruby em 2003 e não dei tanta bola na época, aprendi para um projeto Linux e parei por ai. Preferi o Python (e ainda prefiro) como linguagem.
Bom, vejo todos falando como se Java fosse ser enterrado, mas não penso assim. Acredito que a Sun está chegando em um novo estágio. Eu costumo fazer uma analogia ao meu modo de vida de antigamente. Eu gostava muito de jogar games de mesa . Com o passar do tempo, perdi a vontade de jogar e passei apenas a assistir e ensinar. A Sun está fazendo o mesmo. Veja o Groovy, é a primeira vez que surgiu uma segunda linguagem oficial para a plataforma JVM (isso poderia ter sido feito a muito tempo). Creio que a terceira será JRuby e a quarta....
Bom, enfim, a plataforma Java agora terá novos rumos. Focar na excelência da Virtual Machine e deixar com que os outros criem seus próprios "jogos" sobre ela. Isso eu chamo de amadurecimento.
Quanto a frameworks, minha nossa, Java tem demais isso. De certa forma, foi incentivo deles mesmos, uma vez que a linguagem não ajudava na produtividade. De repente, aparece RoR. Isso me lembra uma outra história, do imã da porta da geladeira. Enquanto uma empresa norte-americana havia desenvolvido a porta da geladeira com abertura pela parte de dentro (crianças morriam antigamente se ficassem presas dentro da geladeira) e JÁ estava treinando as pessoas em como usar, veio uma invenção simples, de um imã em uma borracha que além de vedar, não deixava a porta presa. Bom, dá pra imaginar o resto.
O problema é que muitos estão comparando o novo com o velho. Não dá pra comparar RoR com JSF, porque o último nasceu pra combater o ASP.NET, que na minha humilde opinião, não fez ainda jus ao seu legado, pois o .NET é melhor, mais simples e mais rico que o JSF.
RoR não parece com outros frameworks Java, mesmo o Grails com suas características similares (mas ainda nada tão fácil), porque este paradigma ainda não existia. Mas vejam que outros frameworks estão sendo criados partindo agora deste princípio "novo" e acredito que em breve surgirão vários fazendo o mesmo (em Java mesmo). Isso não é exclusividade mais do RoR, caiu na comunidade, vai ser imitado até que "alguém", sei lá quando, inove novamente.
Agora, vejo o pessoal da ThoughtWorks comemorando o empenho do JRuby com o site feito para a Oracle. Convenhamos, uma empresa grande como a Oracle (meu momento "visão empresário"), claro que tem que saber o potencial de uma "novidade" como JRuby. JRuby ainda não foi testado a ferro e fogo em sistemas com grandes requisições. Mas todos sabemos que a ThoughtWorks tem tudo para dar certo, uma vez que um de seus desenvolvedores é nada mais que Ola Bini, que participou do projeto diretamente.
Agora porque JRuby e não Ruby? Meus amigos, todos sabemos que o potencial da JVM. E a integração com Java é simples.
Agora, porque muitos gostam de RoR? Bom, a verdade é nua e crua. Qualquer sistema, seja qual for, tem sempre as mesmas características básicas centrais (pra não dizer banais). Passamos a maior parte do tempo desenvolvendo e resolvendo isso.
RoR é fácil, mais que fácil, é quase "humano". Agora é mais simples desenvolver qualquer coisa pra Web que usar PHP do modo mais macarrônico que existe.
A pergunta que fica é: Quantos de vocês acreditam que no futuro, profissionais desenvolvedores sejam bem pagos, como ocorre com Java hoje, uma vez que RoR não exige que tenhamos alguns "anos" de experiência para se tornar bons em "corrigir" problemas?

[]'s a todos e bom debate
Fala rapaz, beleza?
Eu uso esse abaixo:

http://myfaces.apache.org/tomahawk/calendar.html

Mas tem outros. Ele faz como quer.

[]'s
 
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