[quote=fredericomaia10]Realmente é opinião pessoal. Faz tempo que trabalhei com VS (bastante tempo), mas do que me lembro o debug era muito melhor, em tempo de debug você pode alterar qualquer código e voltar a execução para determinada linha, pode alterar valores e etc. A integração com toda a plataforma .NET. Recursos para visualizar o seu modelo em diagramas UML, acesso ao SQL Server era bem fácil e tudo dentro da própria IDE, debugador JS, autocomplete melhor e não costumava dar erro ao instalar plugins adicionais.
A minha maior queixa no eclipse é a instabilidade dos plugins, utlizar maven com ele vira e meche dá algum problema, não te ajuda muito na integração com frameworks, você pode usar ele só não te ajuda, no autocomplete de alguns arquivos de configuração por exemplo. Autocomplete e detecção de erro no frontend (HTML, CSS e JS) ele também é ruim. Evolução dele é lenta também se você quer usar Groovy e Scala principalmente, esquece. Ou usar AnjularJS, LESS, SAAS, frameworks como Play… enfim tudo opinião pessoal baseado nas experiências que já tive a na de vários colegas de trabalho.
Com Intellij não tenho nenhum dos problemas citados acima, além de possuir inúmeras outras features, como Injected code completion por exemplo. “Ahhh mas meu eclipse funciona bem, tenho vários plugins e etc”. Sim quando agente consegue ajeitar e deixá-lo estável é melhor guardar esta versão e sempre utilizá-la, já passá-la pro restante da equipe também para que não percam horas configurando suas IDE’s.
Quem usa o Eclipse a muito tempo acaba gostando, eu gostava até usar o Intellij. No começo foi estranho, não gostava, algumas semanas depois não conseguia entender mais pq usar Eclipse quando se tem uma IDE tão boa. É paga sim e pra mim vale cada centavo.[/quote]
Eu costumo ver esse problema do Eclipse mais ou menos assim: a culpa não é dele e, sim, da sua filosofia de ser uma plataforma!
Explicando melhor. O Eclipse é uma plataforma, ao passo que o NetBeans, o Intellij e o VS são produtos. A filosofia é um pouco diferente entre eles. O Eclipse prima por prover uma plataforma sólida para que os fabricantes possam customizar com seus plugins e formar um produto (o WSAD, o MyEclipse, o JBoss Developer Studio, etc.) e o NetBeans e companhia primam por fornecer algo pronto para uso a partir de uma instalação. Eu sempre fui muito fã do Eclipse, mas a filosofia de uma plataforma customizável acaba sendo ruim quando você trabalha com uma série de tecnologias cujos plugins não se dão muito bem e, quando isso acontece, partir para um produto pode ser melhor (mesmo que seja um produto em cima do Eclipse). O Eclipse é uma plataforma fantástica e tem uma arquietura de plugins excelente, o problema é que alguns plugins acabam manchando a reputação dele por conta disso (na minha época era o M2Eclipse).
Antigamente o Eclipse não tinha o WebTools, tínhamos aquele maluco do Lomboz, mas o plugin que a IBM vendia no WSAD era superior e, como o Eclipse tava levando um ferro por causa disso, o WebTools entrou em cena (se não me falha a memória foi no início das “luas de Saturno” e não posso confirmar se foi o mesmo projeto da IBM, mas o estopim foi o grande salto dos concorrentes em suporte ao J2EE). Hoje podemos até dizer que temos alguns produtos Eclipse (vide os diversos tipos de downloads dele na página do projeto), mas sempre fica faltando algum pluginzinho que precisamos pegar de fora e este pode ser a raíz de muitas dores de cabeça, o que dá a sensação de que o NetBeans é superior quando se compara no geral. Quando eu passei a usar o JBoss Developer Studio em vez de instalar o JBoss Tools em uma instalação minha do Eclipse, eu notei uma estabilidade maior da IDE e a integração dos plugins foi comparável à integração dos plugins do NetBeans (tanto que hoje, se for para desenvolver em cima da stack JBoss, não tem nada melhor do que ele - IMHO).
É muito complicado comparar IDEs com filosofias distintas. Isso é mais ou menos o que ocorre quando o Firefox parece pior do que o Chrome, mas tem uma penca de plugins nele que acabam com o seu desempenho.
…
Mas, depois de toda essa bobagem ai de cima, eu fico com o Intellij mesmo.