Fazer programas para celular é algo bem complicado.
Veja só: já colocaram aí 3 plataformas completamente distintas.
E delas, podemos reparar no seguinte:
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iPhone: programas para aparelhos de uma única empresa (e que te obriga a ter um equipamento dessa empresa, já que até onde me consta, o SDK roda apenas em Mac). Hoje, os aplicativos rodariam nos iPhone e nos iPod Touch (neste se não necessitarem de uma rede de telefonia). Mas você ficará limitado aos aparelhos da Apple…
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Symbian: plataforma dominante no mundo dos celulares, com milhares de aplicativos (portanto meio difícil aparecer algo revolucionário, a menos que seja para algum aparelho novo, o que limita bastante o escopo).
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Android: uma plataforma que “promete”, e nada mais, visto que não existe nenhum aparelho à venda, hoje em dia, com ele.
Eu particularmente acredito que desenvolver para o iPhone pode dar algum retorno.
Desenvolver para o Android, é apostar numa promessa. E no mundo dos celulares, sinceramente, o que mais importa são as características do aparelho, e não do software que ele roda. Portanto, o Android só dará certo se forem lançados BONS aparelhos com ele (e não aparelhos “comuns”).
Com o Symbian você também pode ter um retorno. Tudo depende do que você pretende fazer. Mas o fato de ser o sistema dominante não significa por outro lado que tenha os programas mais utilizados. Tem gente que possui um smartphone com Symbian e jamais instalou um único aplicativo…
Se eu tivesse que escolher entre um destes 3, ficaria com o Symbian. E em segundo lugar, com o iPhone. E o motivo para isso é que ambos podem usar o C como base (o que, teoricamente, facilitaria programar para uma plataforma ou para outra, pois a base da linguagem já seria conhecida).
Ao contrário do Android que usa um “dialeto” do Java (o que pode te ajudar se você já conhece o Java, mas como disse antes, por enquanto, ele é uma promessa apenas).