(Banner Caelum) O Mercado de Trabalho pede qualificação?

25 respostas
Marcio_Duran

Uma coisa que estou vendo aqui no site do GUJ é agora essa chuva de banners que não tinha, mas a observação não é essa, o tema é O Mercado de Trabalho pede qualificação, observando a Grade do Caelum em vista curso de pôs-graduação a Caelum esta muito mais próxima das necessidades das empresas, todavia e o valor de ter um pôs-graduação ?(pouco pratico), realmente não é o que conta.
É difícil ou então não vejo aqui alguns instrutores debater o assunto, mas em vias de especialização nos deparamos com uma qualificação assustadora perto de um salário também pouco satisfatório, em base nisso já havia colocado vagas no exterior e salários que atingem até 15.000,00 reais mês dependendo da especialidade.Mas o que se qualifica e o que devemos ficar atentos, e para que campo estaríamos investindo, abrir-se aqui, um leque de opções cujo o pensamento é algo como uma “pós-graduação ?” para determinado assunto, e ai saindo ganhando ou investindo em outros ramos da tecnologia da informação…
- Complexo ? deixo aqui as minhas colocações …

25 Respostas

victorwss

Marcio Duran:
Uma coisa que estou vendo aqui no site do GUJ é agora essa chuva de banners que não tinha, mas a observação não é essa, o tema é O Mercado de Trabalho pede qualificação, observando a Grade do Caelum em vista curso de pôs-graduação a Caelum esta muito mais próxima das necessidades das empresas, e o valor de ter um pôs-graduação ?(pouco pratico), realmente não é o que conta.
É difícil ou então não vejo aqui alguns instrutores debater o assunto, mas em vias de especialização nos deparamos com uma qualificação assustadora perto de um salário também pouco satisfatório, em base nisso já havia colocado vagas no exterior e salários que atingem até 15.000,00 reais mês dependendo da especialidade.Mas o que se qualifica e o que devemos ficar atentos, e para que campo estaríamos investindo, abrir-se aqui, um leque de opções cujo o pensamento é algo como uma “pós-graduação ?” para determinado assunto, e ai saindo ganhando ou investindo em outros ramos da tecnologia da informação…
- Complexo ? deixo aqui as minhas colocações …

Porque você considera “pouco pratico”, ainda mais se você mesmo diz que é uma “qualificação assustadora”?

qmx

Marcio, o assunto é interessante, mas vc tá escrevendo igual ao gerador de lero-lero, mal dá pra entender o que vc realmente quis dizer!

Falando de mercado de trabalho, duvido que alguma pós habilite alguém pro mercado de trabalho; eu enxergo pós graduação como algo que vai melhorar um excelente profissional, não consertar um NNPP

Já no caso de uma gama de treinamentos como caelum / globalcode / <whateaver>, o cara vai aprender algo do “0”, enquanto em uma pós-graduação ele vai aprimorar a pesquisa em algo que ele já tem alguma noção.

IMHO, sempre

Marcio_Duran

victorwss:

Porque você considera “pouco pratico”, ainda mais se você mesmo diz que é uma “qualificação assustadora”?

Uma pôs-graduação, você cursa ela 1 ano e os assuntos não são proporcionais aos assuntos e as necessidades colocadas ao mercados de trabalho, ter uma empresa plugada com as questões tão atuais e ainda criar um ambiente qualificatório em tão pouco tempo, é bem mais válido, as informações são estrategicamente colocadas as sua disposição é isso é business na certa.
Em vista do que dizer sobre a"qualificação assustadora" é pra onde você pisa, para onde sedimenta seus objetivos, consultor e consultoria é algo muito estreito e fechar negócio rápido e com proficiência de treinamento é o que todos querem.

Marcio_Duran

qmx:
Marcio, o assunto é interessante, mas vc tá escrevendo igual ao (bla…bla…bla…)
Já no caso de uma gama de treinamentos como caelum / globalcode / <whateaver>, o cara vai aprender algo do “0”, enquanto em uma pós-graduação ele vai aprimorar a pesquisa em algo que ele já tem alguma noção.
IMHO, sempre

Não estou falando nisso, é necessário fazer uma pesquisa e ter noções sobre mercado, não estou me direcionando a sonhos ou idealismo estou me colocando no business da questão, tecnologia é algo caro pra ser investido e você precisa de informações que sejam estratégicas para sobreviver.

rmendes08

Sinceramente Duran, ainda não entendi aonde você quer chegar.

L

Ele quer chegar no seguinte ponto, eu acho:

Pra ele fazer pós-gradução é uma grande perda de tempo, pois demora muito! Ele acredita que ele pode fazer cursos rápidos conforme a demanda, e que isso é muito melhor que fazer uma pós. Por exemplo, alguém pede pra ele, que é consultor, um projeto feito em Erlang, dai ele vai lá, faz um curso de Erlang, aprende e faz o projeto. Por isso ele questiona um curso de pós, no qual ele acha que vai perder tempo e vai aprender coisas superficiais, que ele vai ter que aprofundar mais pra aplicar no mercado.

Bom, ao menos foi isso que eu entendi!

Não preciso nem falar que eu discordo totalmente! Mas, respeito a opinião dele, se é isso que eu entendi mesmo né! :slight_smile: hehehehe

rmendes08

Bem, eu acho que é importante distinguir que tipo de pós-graduação estamos falando: se é stricto-sensu ou a latu-sensu, e mais importante ainda é que cada um tem que saber o que quer. Criticar um curso mestrado ou doutorado por não te qualificar para o mercado de trabalho é exatamente a mesma coisa que reclamar de um alicate que não aperta parafusos. Ou seja, não é a finalidade desses cursos treinar o indivíduo em uma tecnologia ou ferramenta, são cursos para formarem docentes e pesquisadores. Ponto!

Também acho que 80% das vagas em TI poderiam ser muito bem preenchidas por profissionais que tenham um BOM curso técnico. Porém, a educação básica no Brasil está tão ruim, tão ruim que as empresas estão exigindo curso superior para conseguir alguém que saiba fazer as 4 operações básicas.

Não podemos nos esquecer também que qualificação também é um mercado. A mediocridade da nossa educação básica é tal que se criou uma demanda na parte da população que ingressa no mercado de trabalho e que é suprida pelos mais diversos cursos (já vi até um tal de pós-técnico :shock: ). Francamente, eu acho um absurdo o número de vagas de ensino superior e pós-graduação que se abrem no Brasil, é muito cacique pra pouco índio.

victorwss

Discordo de você neste ponto. Eu acho que o ideal seria ter vagas para todos, DESDE QUE os candidatos a graduação provem que tem capacidade de enfrentá-la (algo mais ou menos como um vestibular, mas sem concorrência, apenas você por você, e cobrando algum tipo de conhecimento mais útil e pé-no-chão do que um vestibular) E TAMBÉM que todos os cursos fossem de excelente qualidade e de fato conseguissem preparar um profissional em toda a sua plenitude.

E quanto a stricto-sensu vs. lato-sensu. Deixa eu falar. Já fiz uma pós (especialização, lato-sensu) em desenvolvimento java na CEFET-MT. Foi um curso bom e proveitoso. Apesar de ter havido alguns problemas e algumas deficiências no curso, na minha opinião valeu muito a pena.

Hoje faço mestrado (stricto-sensu) na USP. E digo que está sendo excelente (apesar de bem puxado e estressante). Comecei o curso a apenas um mês, e já consegui melhoras significativas no meu conhecimento técnico, que decerto eu demoraria pelo menos (jogando bem por baixo) o triplo do tempo para conseguir sozinho.

Ah, e de acordo com a interpretação do lavh do texto do Duran, eu também discordo do Duran!

rimolive

Discordo de quem disse que Pós-graduação é pesquisa.

Pra quem não sabe, Lato-Sensu é específica a áreas do mercado de trabalho enquanto Strictu-Senso é mais voltada a pesquisas.

Eu fiz Pós-graduação em Desenvolvimento de Soluções Corporativas Java, e me acrescentou muito mesmo com 4 anos de Java, pois havia disciplinas das quais eu não tinha experiência no Mercado (ex.: J2ME e SOA).

Portanto, se eu considero válido fazer uma pós-graduação ou um treinamento, eu primeiro faço a seguinte pergunta:

“Você quer conhecer de tudo um pouco ou se especializar em algo?”

Essa pra mim é a diferença entre pós-graduação e treinamento.

(Nem sei se esse é o tema do post, mas acho que seria interessante mencionar isso :smiley: )

Marcio_Duran

victorwss:

Ah, e de acordo com a interpretação do lavh do texto do Duran, eu também discordo do Duran!

A grade dos curso da Caelum é mais forte que a pós-graduação da FIAP http://www.fiap.com.br/portal/int_cda_conteudo.jsp?ID=116777&canalID=358 , veja as duas grades e faça a comparação.O que ocorre é o publico de uma pra outra, quem faz a Caelum pode ter tanto o 2º Colegial como ser um Graduado em qualquer área, veja você mesmo http://www.caelum.com.br/curso/formacao-consultor-java-ee-avancado/ , sem contar com outros cursos que você também pode intercalar, você faz seu perfil profissional.

Marcio_Duran

Inteligência em informação.

leandronsp

Quando terminei o curso de graduação eu percebi o seguinte: que graduação é um “guia”, que te pega pela mão e apresenta aquele mercado, mostra os caminhos na qual vc deve escolher.

Claro que tem pessoas que conseguem ter essa percepção antes mesmo da graduação. Contudo acho que graduação é isso: um guia que te ensina a pensar de forma diferente.

A pós - graduação já é a especialização, ou seja, vc sai da graduação, escolhe um caminho e faz a pós. E de pós em pós vc vai tendo conhecimentos mais específicos.

Fora isso tem os cursos de especialização. Que focam uma determinada área/rotina/coisa.
Há cursos que são tão bons que a proposta da grade supera muitas expectativas.

No momento essa é minha visão. Desculpem-me se disse algo incorreto, e me corrijam se necessário.

[]´s

leandronsp

Li em algum lugar que o mercado valoriza quem tem mais tempo de estudo. Ou seja, qto mais diploma vc tem, mais vc vale no mercado.

Vocês concordam que, quem tem um CV com pós, tem mais peso doq um CV com apenas curso de especialização (contando que os dois são graduados)?
Sim ou não? Ou depende?

Marcio_Duran

rimolive:

Essa pra mim é a diferença entre pós-graduação e treinamento.
(Nem sei se esse é o tema do post, mas acho que seria interessante mencionar isso :smiley: )

É diferente e muito diferente, até parece que estou vendendo solução aqui ou curso e não é isso, o que digo é inteligência de mercado, inteligência em informação. Segmento na área de tecnologia é ainda um abismo gigante para o consultor, se estou colocando que pós-graduação não é negócio para muitos aqui que me questionam foi negocio tirar uma maratona de certificações Sun Microsystems [color=red]“Não questiono respeito a decisão”[/color], ao meu ver não agrega muita coisa, para mim atualmente estou estudando muito Inglês.O que quero dizer é [color=blue]“como ser mais estratégico para atingir objetivos profissionais.”[/color]

leandronsp

Marcio Duran:

se estou colocando que pós-graduação não é negócio para muitos aqui que me questionam foi negocio tirar uma maratona de certificações Sun Microsystems [color=red]“Não questiono respeito a decisão”[/color], ao meu ver não agrega muita coisa, para mim atualmente estou estudando muito Inglês.

?

peczenyj

O mercado pede muitas coisas. Mas quem pede nem sempre verifica.

Marcio_Duran

O que estou colocando é profissionalismo é algo que tem um ponto de vista bem diferente, não estou colocando essa carreira acadêmica linear que todos acham que é o melhor caminho. Estou querendo ter aqui uma visão orientado ao consultor que precisa se destrinchar de situações complexas com informações que não são privilegiadas de forma pratica.

sergiolopes

Eu acho que pós-graduação / graduação / treinamento são coisas diferentes, para momentos e necessidades diferentes, e com públicos diferentes.

Eu por exemplo nunca faria uma pós graduação como essa da FIAP que você linkou Márcio. Pós/Mestrado pra mim é em relação à pesquisa e não pra ficar estudando Java e frameworks. É o foco no título que vai ser válido pra você daqui 40 anos (e Java não vai ser util daqui 40 anos).

Aliás, estudar Java, frameworks, tecnologias, são os focos de um treinamento como os que temos na Caelum.

Marcio_Duran

Sergio Lopes:
Eu acho que pós-graduação / graduação / treinamento são coisas diferentes, para momentos e necessidades diferentes, e com públicos diferentes.

Eu por exemplo nunca faria uma pós graduação como essa da FIAP que você linkou Márcio. Pós/Mestrado pra mim é em relação à pesquisa e não pra ficar estudando Java e frameworks. É o foco no título que vai ser válido pra você daqui 40 anos (e Java não vai ser util daqui 40 anos).

Aliás, estudar Java, frameworks, tecnologias, são os focos de um treinamento como os que temos na Caelum.


Concordo com as suas colocações, e achei que você foi bem sincero, a situação é agora e sem expertise de mão de obra não existe a oportunidade para quem tem pressa a exercer como consultor Java no mercado de trabalho.O que fico a questionar é se Ruby vai se alastrar muito rápido, outra coisa é que o Curso de Java Consultor não tem Scrum embutido, poderia colocar no Consultor Java Avançado, em outra questão vocês também iniciaram um novo curso de logica de programação (O que fizeram vocês pensarem nesse curso, que ainda envolve já Ruby e JavaScript).

D

Marcio Duran:
Sergio Lopes:
Eu acho que pós-graduação / graduação / treinamento são coisas diferentes, para momentos e necessidades diferentes, e com públicos diferentes.

Eu por exemplo nunca faria uma pós graduação como essa da FIAP que você linkou Márcio. Pós/Mestrado pra mim é em relação à pesquisa e não pra ficar estudando Java e frameworks. É o foco no título que vai ser válido pra você daqui 40 anos (e Java não vai ser util daqui 40 anos).

Aliás, estudar Java, frameworks, tecnologias, são os focos de um treinamento como os que temos na Caelum.


Concordo com as suas colocações, e achei que você foi bem sincero, a situação é agora e sem expertise de mão de obra não existe a oportunidade para quem tem pressa a exercer como consultor Java no mercado de trabalho.O que fico a questionar é se Ruby vai se alastrar muito rápido, outra coisa é que o Curso de Java Consultor não tem Scrum embutido, poderia colocar no Consultor Java Avançado, em outra questão vocês também iniciaram um novo curso de logica de programação (O que fizeram vocês pensarem nesse curso, que ainda envolve já Ruby e JavaScript).

Eu usaria, particularmente, o Python para ensinar alguém a programar. Acho muito mais fácil de compreender e de ajudar um iniciante.
Outro detalhe que deve ser levado em conta Márcio, é que Ruby não ficou conhecido por méritos da linguagem e sim por causa de UM framework. É como se Java ficasse famoso por causa do VRaptor ou do JSF. Não estou desmerecendo o Ruby, pelo contrário, é uma ótima linguagem, mas o tempo é o verdadeiro sábio da previsão do que vai acontecer. Tem gente prevendo de tudo, mas de uma coisa eu sei, dificilmente uma linguagem que ganha méritos e holofotes por causa de um framework sobreviverá as demais se não houverem mais novidades envoltas sobre ela.
Java não possui somente um framework de desenvolvimento de aplicações Web e isso lhe da vantagem. O tempo e quantidade de pessoas envolvidas para desenvolver tantas coisas, a tornaram grande, não pela linguagem, mas pelas ferramentas que dispõe para serem usadas. Tanto que temos o JRuby.
Podemos ver similarmente no PHP, que não é falado sobre o modo de desenvolver através de frameworks, mas possui uma gama de bibliotecas que o tornam muito usado. Ruby precisa ter isso, senão vai nadar até desgastar o Rails e vai morrer antes de chegar na praia. Exemplo disso foi a união com o Merb. Se não se une, acho que o Merb derrubava o Rails.
Mas, para quem desenvolve com Java e aprendeu esse meio através desta linguagem, Ruby é o céu, claro.

rmendes08

Bem agora ficou mais claro!

Eu acho que isso depende muito do que a pessoa quer. Para quem quer ir para uma multinacional, ou para uma empresa que tem clientes estrangeiros, o inglês fluente será fundamental, uma vez que você não conseguirá trabalhar sem se comunicar, mesmo que você tenha um conhecimento básico de programação.

Além do mais, a impressão que se tem nesse tópico quando fala-se “necessidades do mercado” é que o mercado fala em uníssono: “precisamos de Java”, “precisamos de Ruby”, como se todas as empresas migrassem da tecnologia X para a Y de um dia para o outro.

Eu acho que basicamente, existem dois momentos na vida de um profissional: a fase da colocação, que é quando procuramos o 1 emprego. Aí sim, procuramos estudar aquilo que fica bonito no currículo. E 2 fase, que é quando devemos definir nossos objetivos e trabalhar de acordo com eles.

Marcio_Duran

djemacao:

Eu usaria, particularmente, o Python para ensinar alguém a programar. Acho muito mais fácil de compreender e de ajudar um iniciante.
Outro detalhe que deve ser levado em conta Márcio, é que Ruby não ficou conhecido por méritos da linguagem e sim por causa de UM framework. É como se Java ficasse famoso por causa do VRaptor ou do JSF. Não estou desmerecendo o Ruby, pelo contrário, é uma ótima linguagem, mas o tempo é o verdadeiro sábio da previsão do que vai acontecer. Tem gente prevendo de tudo, mas de uma coisa eu sei, dificilmente uma linguagem que ganha méritos e holofotes por causa de um framework sobreviverá as demais se não houverem mais novidades envoltas sobre ela.
Java não possui somente um framework de desenvolvimento de aplicações Web e isso lhe da vantagem. O tempo e quantidade de pessoas envolvidas para desenvolver tantas coisas, a tornaram grande, não pela linguagem, mas pelas ferramentas que dispõe para serem usadas. Tanto que temos o JRuby.
Podemos ver similarmente no PHP, que não é falado sobre o modo de desenvolver através de frameworks, mas possui uma gama de bibliotecas que o tornam muito usado. Ruby precisa ter isso, senão vai nadar até desgastar o Rails e vai morrer antes de chegar na praia. Exemplo disso foi a união com o Merb. Se não se une, acho que o Merb derrubava o Rails.
Mas, para quem desenvolve com Java e aprendeu esse meio através desta linguagem, Ruby é o céu, claro.

Muito bem colocado, acho que devo dizer que você respondeu exatamente aquilo que eu queria ler, e foi bem categórico mesmo, demonstrando que sabe o que diz e tem muito conhecimento.

Marcio_Duran

Bem agora ficou mais claro!

Eu acho que isso depende muito do que a pessoa quer. Para quem quer ir para uma multinacional, ou para uma empresa que tem clientes estrangeiros, o inglês fluente será fundamental, uma vez que você não conseguirá trabalhar sem se comunicar, mesmo que você tenha um conhecimento básico de programação.

Além do mais, a impressão que se tem nesse tópico quando fala-se “necessidades do mercado” é que o mercado fala em uníssono: “precisamos de Java”, “precisamos de Ruby”, como se todas as empresas migrassem da tecnologia X para a Y de um dia para o outro.

Eu acho que basicamente, existem dois momentos na vida de um profissional: a fase da colocação, que é quando procuramos o 1 emprego. Aí sim, procuramos estudar aquilo que fica bonito no currículo. E 2 fase, que é quando devemos definir nossos objetivos e trabalhar de acordo com eles.
Você razão , acho que o tópico fico bem esclarecido para todos, ao menos as colocações finais foram excelentes.
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Marcio_Nogueira

Especialização nunca é demais, lembre-se que com um mercado altamente competitivo só sobrevive quem estiver atualizado, e atenda as necessidades do mercado.
Quem quer ir para a área acadêmica deve cursar um mestrado / doutorado. Para quem pretende seguir carreira no mercado, uma pós-graduação combinada com uma ou mais certificações é o caminho a seguir. :wink:

Marcio_Duran

sim.

Concordo…


Para quem pretende seguir carreira no mercado, uma pós-graduação combinada com uma ou mais certificações é o caminho a seguir. :wink:

[color=red]“Discordo”[/color] Onde fazer essa pós-graduação ???

Criado 2 de abril de 2009
Ultima resposta 6 de abr. de 2009
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