Quando se fala em produção de software para as maiores empresas do mundo, normalmente se pensa na Índia. Mas há uma forma de o Brasil dar certo nessa área: com os captive centers.
Os captive centers são fábricas de software paticulares, criadas por subsidiárias de companhias globais para atender às encomendas de software de suas matrizes. São operações offshore que podem funcionar em vôo solo ou incorporar outsourcing, envolvendo empresas convencionais de serviços de software.
Hoje o Brasil já hospeda vinte desses captive centers, na estimativa de Mauricio Minas, vice-presidente da CPM, uma das empresas locais já beneficiadas pela propagação dos captive centers. Ele fez a estimativa hoje, numa apresentação do INFO Financial Meeting, no Costão do Santinho, Santa Catarina.
Entre as companhias que estão trabalhando com captive centers no Brasil estão a Rhodia e a Philips. São os brasileiros exportando software para o resto do mundo. Bons empregos de TI podem vir por aí se a mania pega…
Postado por - Sandra Carvalho - 26/05/2006 - 15:41
revista INFO
Acho essa idéia de OFFSHORING muito favorável para muitos profissionais que querem uma carreira INTERNACIONAL. Claro que existem muitas empresas nacionais ótima, mas nenhuma chega ao porte de empresas globais. Em Curitiba o HSBC irá abrir um GLT, no mesmo modelo da China e India. Todo trabalho realizado aqui será exportado, mas a riqueza gerada (em se tratando de $) ficará por aqui mesmo.