Luca:
Olá
Em uma visão superficial, o motivo do sucesso deles por ser devido a isto. Mas estudando a história de como eles chegaram até onde estão, se pode dizer que esta visão não procede.
O conceito lá foi de ilha de excelência. No meio de milhões de semi analfabetos, formaram uma elite em uma região com ótimas universidades. Seria como por exemplo no Brasil a cidade de Campina Grande na Paraíba fosse escolhida como grande centro de excelência. Na verdade Campina Grande tem uma ótima faculdade e saem de lá excelentes profissionais como já conheci vários. Mas o modelo brasileiro foi totalmente diferente diferente do indiano e 95% das nossas faculdades são piores do que as de lá (e acho que também do que a de Campina Grande).
[]s
Luca
Excelente exemplo histórico. O primeiro computador chegou em Campina Grande no final da década de 70, na antiga Escola Politécnica (atual Universidade Federal de Campina Grande) como primeiro computador de cartão perfurado, no Nordeste. Quanto à questão desse modelo, foram seguidos por estudantes da faculdade de engenharia a partir do início da década de 70.
Quanto ao “acho” do Luca, atualmente conheço pessoas de lá que são proeminentes em ramos de pesquisa que serão úteis em nosso futuro, dentre elas buscas de imagens baseadas em conteúdo, processamento de sinais (liderados pelo pessoal mestrando em engenharia elétrica, de forma competente) e computação quântica (meu antigo ramo de pesquisa em matemática aplicada).
Gosto desse tipo de “revival” por questões familiares: meu pai no final da década de 60, estudou um ano de FORTRAN em Campina Grande e lembra o quanto isso foi bom para sua percepção de organização e métodos; precisamos retomar esse senso de décadas, onde muitas coisas eram presumíveis e questionáveis sem rodeios desnecessários.
Nossa orientação a domínios do problema parece mais repetir mais do mesmo sobre muitos problemas de software que encontramos por aí. Nos resta como fazer tal coisa de maneira adequada.
Até tá vamos aprendendo, com quem pensou o óbvio e também pensou além,
Até,