Empresas irresponsaveis de Curitiba PR

[quote=JDesenvolvedor][quote=drsmachado]Acho que mudar a visão de “empregado” para a visão de “empreendedor” é o primeiro passo para qualquer um que pretenda evoluir na carreira.
Nesse aspecto, acho que as instituições de ensino, faculdades e afins são bons pontos de partida. Não precisa fazer algo na área de TI, qualquer curso superior te dará mecanismos para entender que o mundo não é mais se tornar funcionário de uma empresa ainda jovem e se aposentar lá.
Investir em si mesmo, procurar aperfeiçoar, procurar manter-se atualizado é um desafio em qualquer profissão. A nossa é apenas uma das que exigem isso. Um médico não pode tratar as mesmas doenças hoje como tratava há 10 anos, houve muitas melhorias e avanços na medicina. Um engenheiro não pode construir prédios com as mesmas técnicas que usava há 15 anos, houve muito avanço nessa área. É a realidade.
Precisamos nos ajustar à realidade e entender que, tirando funcionalismo público, não existe estabilidade em emprego, mas, estabilidade profissional. Se você é bom profissional, dificilmente fica sem oportunidades no mercado.[/quote]

Pra evitar a desmoralização moral basta demitir os gerentes da sua vida, não precisa se tornar empreendedor.

[/quote]
Ahn? Pode expandir sua argumentação? Pode ser mais claro?

[quote=regis_hideki]Concordo com tudo o que o Vini apontou. Cada um é responsável por sua carreira. Esse negócio de esperar que a empresa cuide da carreira dos empregados é pensamento da geração passada ou retrasada, onde o sonho era entrar em uma grande empresa e trabalhar nela até aposentar. E olhe lá.

Alguém citou que é errado a empresa “iludir” o candidato. Isso é, mas não é exclusividade dela. Pessoal mente em entrevista, mente quando vai sair mais cedo pra fazer entrevista em outra empresa…[/quote]

Quando foi pra justificar o cerco aos PJs o principal argumento é que nesse esquema de contratação a empresa não “cuidava” o suficiente do empregado. Engraçado como a “tendência” muda tão rápido. :smiley:

A empresa cuida sim, da sua carreira. Mas enquanto existir a necessidade de trabalho.
O contrato não chama-se “contrato de trabalho” à toa.

A argumentação é justamente contra achar que uma empresa deve se responsabilizar por um empregado, mesmo que não haja trabalho. É claro que há uma preocupação em sempre manter projetos e em crescimento (pois isso significa mais lucro para o empresário) mas nem sempre a empresa consegue. A falha da empresa vai, necessariamente, impactar em demissões e o empregado TEM que estar preparado para isso.

[quote=JDesenvolvedor][quote=regis_hideki]Concordo com tudo o que o Vini apontou. Cada um é responsável por sua carreira. Esse negócio de esperar que a empresa cuide da carreira dos empregados é pensamento da geração passada ou retrasada, onde o sonho era entrar em uma grande empresa e trabalhar nela até aposentar. E olhe lá.

Alguém citou que é errado a empresa “iludir” o candidato. Isso é, mas não é exclusividade dela. Pessoal mente em entrevista, mente quando vai sair mais cedo pra fazer entrevista em outra empresa…[/quote]

Quando foi pra justificar o cerco aos PJs o principal argumento é que nesse esquema de contratação a empresa não “cuidava” o suficiente do empregado. Engraçado como a “tendência” muda tão rápido. :D[/quote]

A questão do cerco aos PJs é muito mais abrangente que esse teu argumento de duas linhas.

O resumo disso é a famosa “dou a mão e já quer o braço”. PJ é contrato de serviço. Às vistas da legislação, é uma empresa prestando serviço à outra. Mas como na prática o relacionamento é muito mais pessoal, teve empresa contratante que decidiu dar uns agrados aos PJs que contratava. Logo, os PJs que não tinham isso nas empresas em que prestavam serviço, ficaram com “dor de cotovelo”.

E como no Brasil bom senso não existe, começou o “bafafá”. No fim das contas decidiram endurecer a fiscalização pra coibir isso, cortando o mal pela raiz.

O grande problema disso é o conceito de empresa. É difícil você ter uma empresa de uma pessoa só. Pelo menos duas pra se ajudar.

O que aconteceu é que teve gente sem planejamento que caiu de cabeça na onda dos PJs, que quando se viu em apuros (doença, impossibilidade de férias, ausência de 13º) se desesperou e malhou o pau em quem mais iria se ferrar nessa relação: as empresas contratantes…

E hoje em dia, pelo menos aqui no Sul, nenhuma grande empresas quer saber de PJ. Abominam totalmente essa prática.

[quote=Ruttmann][quote=JDesenvolvedor][quote=regis_hideki]Concordo com tudo o que o Vini apontou. Cada um é responsável por sua carreira. Esse negócio de esperar que a empresa cuide da carreira dos empregados é pensamento da geração passada ou retrasada, onde o sonho era entrar em uma grande empresa e trabalhar nela até aposentar. E olhe lá.

Alguém citou que é errado a empresa “iludir” o candidato. Isso é, mas não é exclusividade dela. Pessoal mente em entrevista, mente quando vai sair mais cedo pra fazer entrevista em outra empresa…[/quote]

Quando foi pra justificar o cerco aos PJs o principal argumento é que nesse esquema de contratação a empresa não “cuidava” o suficiente do empregado. Engraçado como a “tendência” muda tão rápido. :D[/quote]

A questão do cerco aos PJs é muito mais abrangente que esse teu argumento de duas linhas.

O resumo disso é a famosa “dou a mão e já quer o braço”. PJ é contrato de serviço. Às vistas da legislação, é uma empresa prestando serviço à outra. Mas como na prática o relacionamento é muito mais pessoal, teve empresa contratante que decidiu dar uns agrados aos PJs que contratava. Logo, os PJs que não tinham isso nas empresas em que prestavam serviço, ficaram com “dor de cotovelo”.

E como no Brasil bom senso não existe, começou o “bafafá”. No fim das contas decidiram endurecer a fiscalização pra coibir isso, cortando o mal pela raiz.

O grande problema disso é o conceito de empresa. É difícil você ter uma empresa de uma pessoa só. Pelo menos duas pra se ajudar.

O que aconteceu é que teve gente sem planejamento que caiu de cabeça na onda dos PJs, que quando se viu em apuros (doença, impossibilidade de férias, ausência de 13º) se desesperou e malhou o pau em quem mais iria se ferrar nessa relação: as empresas contratantes…

E hoje em dia, pelo menos aqui no Sul, nenhuma grande empresas quer saber de PJ. Abominam totalmente essa prática.[/quote]

A questão é que contratação PJ é fraude. Simples assim.

Uma empresa pode contratar outra para fazer algum serviço, desde que esse serviço não seja a atividade principal dela mesma. Mas ao contratar outra empresa ela não pode cobrar horarios, presenças, obediência nem nenhum outro tipo de relação patrão/empregado.

A empresa cuida sim, da sua carreira. Mas enquanto existir a necessidade de trabalho.
O contrato não chama-se “contrato de trabalho” à toa.

A argumentação é justamente contra achar que uma empresa deve se responsabilizar por um empregado, mesmo que não haja trabalho. É claro que há uma preocupação em sempre manter projetos e em crescimento (pois isso significa mais lucro para o empresário) mas nem sempre a empresa consegue. A falha da empresa vai, necessariamente, impactar em demissões e o empregado TEM que estar preparado para isso.[/quote]

Ja foi o tempo em TI que a pessoa era funcionário pra não ter que se preocupar com nada.

Mas TI não é atividade principal, se fosse desenvolvedores não seriam demitidos na primeira oportunidade.

[quote=JDesenvolvedor][quote=YvGa]

Uma empresa pode contratar outra para fazer algum serviço, desde que esse serviço não seja a atividade principal dela mesma. Mas ao contratar outra empresa ela não pode cobrar horarios, presenças, obediência nem nenhum outro tipo de relação patrão/empregado.

[/quote]

Mas TI não é atividade principal, se fosse desenvolvedores não seriam demitidos na primeira oportunidade.[/quote]

ué, depende da empresa, até hoje só trabalhei em empresas que tem TI como atividade fim …

[quote=rmendes08]
ué, depende da empresa, até hoje só trabalhei em empresas que tem TI como atividade fim …[/quote]

Eu tambem. E essas consultorias, por mais que disfarcem, tem desenvolvimento de sistemas como atividade fim, logo não podem terceirizar.

[quote=rmendes08][quote=JDesenvolvedor][quote=YvGa]

Uma empresa pode contratar outra para fazer algum serviço, desde que esse serviço não seja a atividade principal dela mesma. Mas ao contratar outra empresa ela não pode cobrar horarios, presenças, obediência nem nenhum outro tipo de relação patrão/empregado.

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Mas TI não é atividade principal, se fosse desenvolvedores não seriam demitidos na primeira oportunidade.[/quote]

ué, depende da empresa, até hoje só trabalhei em empresas que tem TI como atividade fim …[/quote]

Sem dúvida, o que estou dizendo é que antes existia opção de ter uma relação empresa->empresa e funcionário->empresa. Agora só funcionário->empresa, e o argumento usado pra justificar essa diminuição de liberdade é que algumas pessoas precisam ser "cuidadas".

Pelo visto essa visão mudou.

[quote=YvGa][quote=rmendes08]
ué, depende da empresa, até hoje só trabalhei em empresas que tem TI como atividade fim …[/quote]

Eu tambem. E essas consultorias, por mais que disfarcem, tem desenvolvimento de sistemas como atividade fim, logo não podem terceirizar.[/quote]

Já que é bom em descobrir disfarces, alguma dica pra diferenciar esse tipo de empresa agora que todas trabalham com CLT?

Pelo menos quando “disfarçadas” eu podia verificar a forma de contratação na descrição da vaga. :smiley: