Para Desktop, Eclipse ou Netbeans?

Estou com uma dúvida cruel, gostei muito do Eclipse, mas para desenvolver com ele para Desktop utilizando Swing é muito pesado, porém gostei muito da flexibilidade e do controle do código. Já o Netbeans eu gostei muito da criação das telas que ao contrário do Eclipse é muito mais rápido e fácil, porém eu perdi o controle do código e flexibilidade. E agora? E se eu utilizo o Netbeans agora e depois num futuro eu arrumar um emprego? As empresas adotaram o Eclipse em sua maioria, fico com medo de perder os conhecimentos do Eclipse mal acostumado com a facilidade do Netbeans. Já que eu iniciei meus estudos no Java com o Eclipse da para eu manter um sistema desktop com o Eclipse com segurança e produtividade?

Não sei, prefiro usar o Eclipse (+ WindowBuilder) para desktop - o Netbeans para desktop é que me confunde horrores, porque se eu perder aquele arquivo .form estou perdido.

Oi, boa tarde.

Realmente, Swing não é muito a onda do Eclipse e o NetBeans apesar de facilitar o “arrastar” torna o código um horror de manter.

Certa vez tive que fazer algo em Swing, eu utilizei o Oracle JDeveloper, é bem prático pra Swing. Experimente:

http://www.oracle.com/technetwork/developer-tools/jdev/overview/index.html

Abraço,

Trabalho a anos como NetBeans para desktop e os resultados são ótimos. É possível ter produtividade mesmo com profissionais sem profundos conhecimentos em Swing.

[]s

eu ainda não entendo por que que o pessoal quer fazer layout de tela com o matisse e depois manter o mesmo sem o matisse… se usa o framework para fazer, use-o também para manter ué. E de preferencia não só grave como também versionalize os seus arquivos .frm da mesma forma que fazem com os fontes .java…

agora, se for codificar na mão, ai o editor do eclipse costuma ser mais interessante para a grande maioria…

para mecher no código, tem opção para você “codificar” como que o componente vai ser inicializado, colocar código para executar antes ou depois disso, quando eu mechia com isso achei bastante simples…

se você prefere codificar na mão más não gosta muito de swing, existe um gerenciador de layout do swing chamado miglayout, parece ser bem interessante, da uma pesquisada sobre ele… mas honestamente é coisa meio rara vaga de emprego pedindo conhecimento em swing…rs

Com certeza. O arquivo .form é um arquivo de código fonte e deve ter o mesmo tratamento que qualquer outro artefato no seu sistema.

[quote=maior_abandonado]
se você prefere codificar na mão más não gosta muito de swing, existe um gerenciador de layout do swing chamado miglayout, parece ser bem interessante, da uma pesquisada sobre ele… mas honestamente é coisa meio rara vaga de emprego pedindo conhecimento em swing…rs[/quote]

Temos cliente com vaga para júnior onde conhecimento Swing é mais do que bem vindo, já que o sistema é desktop.

[]s

[quote=maior_abandonado]
eu ainda não entendo por que que o pessoal quer fazer layout de tela com o matisse e depois manter o mesmo sem o matisse… se usa o framework para fazer, use-o também para manter ué. E de preferencia não só grave como também versionalize os seus arquivos .frm da mesma forma que fazem com os fontes .java…

agora, se for codificar na mão, ai o editor do eclipse costuma ser mais interessante para a grande maioria…

para mecher no código, tem opção para você “codificar” como que o componente vai ser inicializado, colocar código para executar antes ou depois disso, quando eu mechia com isso achei bastante simples…

se você prefere codificar na mão más não gosta muito de swing, existe um gerenciador de layout do swing chamado miglayout, parece ser bem interessante, da uma pesquisada sobre ele… mas honestamente é coisa meio rara vaga de emprego pedindo conhecimento em swing…rs[/quote]

eu disse vaga de emprego pedindo conhecimento em Eclipse.

Meu amigos, mais uma vez muito obrigado que Deus vos abençoe.
Vou ficar com o Eclipse.

Este ponto é totalmente irrelevante. Nunca vi uma empresa que tenha eliminado um candidato por conhecimento de um IDE ou outro. Isso deveria ser totalmente irrelevante, desde que você domine o código que você criou, mesmo que com auxílio de ferramenta. Minha experiência diz que a ferramente deve ser, sempre que possível, apenas um fator de produtividade, e não algo que engesse o profissional. Conheço pessoas que são altamente produtivas no NetBeans mas não no Eclipse, e ainda pessoas que gostam do IDEA ao invés das outras ferramentas.

Independente da ferramenta que você escolher, você deve conhecer e saber o que o código faz, sendo isso gerado automaticamente ou não.

[quote=entanglement]Não sei, prefiro usar o Eclipse (+ WindowBuilder) para desktop - o Netbeans para desktop é que me confunde horrores, porque se eu perder aquele arquivo .form estou perdido. [/quote]++

Eu sempre programei com o Eclipse, “na unha” ou com o Visual Editor (VE) e atualmente com o WindowBuilder (muito melhor que o seu avo VE mas ainda com alguns bugs…)

Decidi me aventurar com o NetBeans, estressá-lo um pouco e decidi manter-me com o conjunto Eclipse + Visual Editor:
Netbeans
Código gerado dificil de entender
Dificuldade de alteração do código fonte da tela para efetuar ajustes finos sem perder o controle que o Netbeans usa para manter a interface visual
Qualquer duplo click em um componente já adiciona um listener (não verifiquei se dá pra alterar)
Tela mais fácil de construir
(há outros itens mas não me lembro agora)

Eclipse
Código gerado mais próxima a codificação humana
Possiblidade de ajustes finos no fonte sem perder a interface visual (deve-se ter alguns cuidados aqui pois deve ser similar a construção do WindowBuilder)
Telas faceis de construir (mas requer um tempo para entender o funcionamento)
Existem diversos bugs no plugin ainda serem resolvidos (mas funciona razoavelmente bem).

Depois que a tela está construida, normalmente vou pro código-fonte para continuar a edição e, mais raramente vejo a tela na interface do WindowBuilder.

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Só complementando, se forem telas simples, não importa muito a IDE, porém se forem sistemas grandes, é preferível uma análise mais aprofundada quanto às ferramentas disponíveis
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