Recebi por email, achei legal 
Um experimento científico foi realizado anos atrás por cientistas; ele >consistiu no seguinte:
Cinco macacos foram colocados numa sala. Além do necessário para >seus habitantes viverem e sentirem-se confortáveis na mesma, ela >continha algumas caixas espalhadas pelo chão e, pendurado no teto por >uma corda, havia um caixo de bananas.
Alguns dias se passaram até que um dos macacos teve a brilhante idéia >de empilhas as caixas para alcançar a desejada fruta, e assim o fez. >Caixa por caixa ele empilhou, até que pôde alcançar o alvo. No >momento em que pegou as bananas, consequentemente puxando a >corda, uma ducha de água fria saiu de pequenos chuveiros no teto, >molhando desagradavelmente todos os macacos, além de fazer com >que o causador da esbórnia caisse e não pegasse as bananas.
Todos perceberam o que tinha acontecido e, desde então, toda vez que >algum dos macacos começasse a empilhar as caixas, todos os outros >davam uma surra nele, até que desistisse da idéia.
E mais alguns dias se passaram, até que os cientistas retiraram um dos >macacos experientes e colocaram um novo na sala. Invariavelmente, >este novo habitante teve a mesma idéia brilhante para pegar as frutas >mas, quando começou a empilhar as caixas, tomou uma surra dos 4 >outros macacos, sem nem ao menos saber o porquê.
E assim continuou, de tempos em tempos, os cientistas foram >substituindo os macacos experientes por novos, e toda vez que este >tentava pegar as bananas, os outros o surravam, mesmo aqueles que >nunca tomaram a ducha fria.
No fim das contas só haviam macacos que não sabiam o que >aconteceria caso algum deles puxasse a corda, mas mesmo assim >espancavam qualquer um que tentasse fazê-lo.Quantas vezes fizemos o mesmo? Surramos, julgamos, olhamos feio, >excluímos, sentamos longe, deixamos de ajudar, seguimos a tradição >cegamente sem nem ao menos saber o porquê de estarmos agindo >desta forma? Quantas vezes apenas fazemos o que nos foi dito, >mostrado, ensinado, sem nenhuma iluminação das razões por trás >daquilo? Em muitos casos, nem o instrutor sabe.
Há uma linha fina que separa a experiência da verborragia.
Saibamos a hora de respeitar e aceitar, mas também saibamos >diferenciar os verdadeiros mestres dos autômatos; basta questioná-los. >Qualquer professor que se negue a responder às ávidas perguntas de >um aluno, afirmando que sempre foi assim ou que é falta de respeito >questionar tal conhecimento, não passa de um charlatão, um robô que >simplesmente aceitou o que lhe foi dito. Não façamos o mesmo.
] e não achei graça nenhuma. Legal rever-lo aqui