Pessoal,
aqui na empresa temos uma aplicação desktop em Swing muito utilizada por toda a corporação. Utilizamos Java Web Start pra fazer a atualização e distribuição do sistema. A função dela basicamente é receber um arquivo xml ( 30mb em média) e processá-lo fazendo algumas verificações e montar um report pro user…
Todavia, o código é aquela macarronada que o Swing nos oferece, e como não foi utilizado nenhum conceito de reflection, temos muita, mas muuuuuuuuiitaaa repetição de código (DRY, i wish… HEHEHE).
Fui contratado para remodelar o sistema, e a manutenção do Java e Swing se fazem necessárias por uma série de razões que não é o objetivo deste tópico.
Bom, fiz um curso recente na CAELUM e tive a oportunidade de conviver com um pessoal do ITA, que conhecia um cara que eu particularmente sou muita fã… o “desconhecido” Eduardo Guerra.
Na revista da MJ - 34, ele faz uma introdução e cita uma frase muita interessante… Ele fala um pouco que a diferença entre aplicações de pequeno porte e de grande porte estão basicamente na preocupação que se dá entre RF e RNF e cita:
" … O conhecimento de como lidar com essas questões não-funcionais é o que separa os homens dos meninos…"
Baseado nesta linha de pensamento, gostaria de saber se alguém aqui já utiliza o framework SwingBean em aplicações corporativas e se sim como está sendo sua experiência em relação aos RNF (reusabilidade, manutenibilidade, flexibilidade, desempenho), pois creio que os RF’s o framework tira de letra…