Virar desenvolvedor JAVA sem experiência em JAVA mas com muita experiência em outras linguagens

[quote=Impossivel]Estamos?[/quote]Corrigindo: ESTOU.

Mas digamos que não, então essa pergunta já começou fora de contexto a partir do momento que ele está estudando Java.

Abs []

Se o contratante não sabe quanto tempo leva pra aprender uma linguagem talvez ele não seja a pessoa mais indicada pra estar contratando desenvolvedores.

[quote=Impossivel]Se o contratante não sabe quanto tempo leva pra aprender uma linguagem talvez ele não seja a pessoa mais indicada pra estar contratando desenvolvedores. [/quote]Mais uma vez concordo… Mas é muito “talvez” numa frase só e a vida real não é o fantástico mundo de Bob.

No final das contas, o cara quer alguém que chegue e já se adapte no menor tempo possível. Um cara que chega hoje aqui onde trabalho e em uma semana já está comentando a arquitetura e dando ideias de melhorar, esse cara pra mim é um Sênior e merece ganhar como tal, já outro que chega aqui pra ainda aprender a linguagem e faz perguntas como tal, nada contra ele (afinal um dia também fui assim), esse cara será considerado um Júnior e deve ganhar como tal. Simples assim.

Pode-se argumentar que empresas deveriam parar de fazer essa distinção e que deveriam buscar profissionais poliglotas e que saibam resolver problemas e tals, etc e tal e blá blá blá… Concordo com TUDO, repito, TUDO. Mas empresas assim são 10% (sendo otimista) das vagas que vemos por aí. Por isso digo, quem acha uma dessa, não largue, pois o que sobra são os 90% restante, que normalmente pagam mais, mas são do lado negro da força. Paciência.

Agora se eu concordo com tudo que vocês falaram ou falarão daqui pra frente sobre como uma empresa pode ser melhor? CONCORDO COM TUDO.

Acho que deveria ser assim? ACHO.

Faço algo pra mudar o local onde estou? TENTO.

Vai mudar do dia pra noite? NÃO.

E é isso que nosso colega vai enfrentar pela frente. Ele pode logo de cara na primeira entrevista pegar uma das empresas dos 10% que trabalham correto? Pode, mas vindo do mundo corporativo de onde vem, acho bem difícil (só contextualizando as respostas dadas até aqui). Infelizmente.

[quote=adriano_si]Eu como gestor poderia até te contratar levando em consideração seu tempo de atuação, mas por pelo menos 6 meses ia querer saber o que você tem a oferecer pra mim com Java. Aumentaria ou não seu salário de acordo com isso, mas logo de cara? Porque eu pagaria sendo que posso pagar o mesmo por um cara que tem a experiência, mesmo que menor, mas na tecnologia que eu uso???
[/quote]

Você como gestor não iria longe na profissão.

Gestores não valorizam tanto conhecimento em Java quanto vc acredita. Pra eles tanto faz a linguagem se vc apresentar outras características que são mais desejadas. Experiência na área é uma delas, demonstrar confiança, saber se comunicar. hehe conhecimento de Java pra eles não tem quase nenhum valor.

[quote=adriano_si][quote=Impossivel]Se o contratante não sabe quanto tempo leva pra aprender uma linguagem talvez ele não seja a pessoa mais indicada pra estar contratando desenvolvedores. [/quote]Mais uma vez concordo… Mas é muito “talvez” numa frase só e a vida real não é o fantástico mundo de Bob.

No final das contas, o cara quer alguém que chegue e já se adapte no menor tempo possível. Um cara que chega hoje aqui onde trabalho e em uma semana já está comentando a arquitetura e dando ideias de melhorar, esse cara pra mim é um Sênior e merece ganhar como tal, já outro que chega aqui pra ainda aprender a linguagem e faz perguntas como tal, nada contra ele (afinal um dia também fui assim), esse cara será considerado um Júnior e deve ganhar como tal. Simples assim.

Pode-se argumentar que empresas deveriam parar de fazer essa distinção e que deveriam buscar profissionais poliglotas e que saibam resolver problemas e tals, etc e tal e blá blá blá… Concordo com TUDO, repito, TUDO. Mas empresas assim são 10% (sendo otimista) das vagas que vemos por aí. Por isso digo, quem acha uma dessa, não largue, pois o que sobra são os 90% restante, que normalmente pagam mais, mas são do lado negro da força. Paciência.

Agora se eu concordo com tudo que vocês falaram ou falarão daqui pra frente sobre como uma empresa pode ser melhor? CONCORDO COM TUDO.

Acho que deveria ser assim? ACHO.

Faço algo pra mudar o local onde estou? TENTO.

Vai mudar do dia pra noite? NÃO.

E é isso que nosso colega vai enfrentar pela frente. Ele pode logo de cara na primeira entrevista pegar uma das empresas dos 10% que trabalham correto? Pode, mas vindo do mundo corporativo de onde vem, acho bem difícil (só contextualizando as respostas dadas até aqui). Infelizmente.[/quote] Mano, esquente muito com o Impossível não. Ele é troll (:

[quote=adriano_si]
No final das contas, o cara quer alguém que chegue e já se adapte no menor tempo possível. Um cara que chega hoje aqui onde trabalho e em uma semana já está comentando a arquitetura e dando ideias de melhorar, esse cara pra mim é um Sênior e merece ganhar como tal, já outro que chega aqui pra ainda aprender a linguagem e faz perguntas como tal, nada contra ele (afinal um dia também fui assim), esse cara será considerado um Júnior e deve ganhar como tal. Simples assim.[/quote]

Simples no mundo de bob… no mundo das mega corp ninguem começa a produzir em 1 semana, leva meses pra isso acontecer.

[quote=adriano_si]
Pode-se argumentar que empresas deveriam parar de fazer essa distinção e que deveriam buscar profissionais poliglotas e que saibam resolver problemas e tals, etc e tal e blá blá blá… Concordo com TUDO, repito, TUDO. Mas empresas assim são 10% (sendo otimista) das vagas que vemos por aí. Por isso digo, quem acha uma dessa, não largue, pois o que sobra são os 90% restante, que normalmente pagam mais, mas são do lado negro da força. Paciência.

Agora se eu concordo com tudo que vocês falaram ou falarão daqui pra frente sobre como uma empresa pode ser melhor? CONCORDO COM TUDO.

Acho que deveria ser assim? ACHO.

Faço algo pra mudar o local onde estou? TENTO.

Vai mudar do dia pra noite? NÃO.

E é isso que nosso colega vai enfrentar pela frente. Ele pode logo de cara na primeira entrevista pegar uma das empresas dos 10% que trabalham correto? Pode, mas vindo do mundo corporativo de onde vem, acho bem difícil (só contextualizando as respostas dadas até aqui). Infelizmente.[/quote]

Não sei o que disse que fez vc achar que estou sugerindo reformas nas empresas. TI é maravilhoso do jeito que está, ele só precisa saber negociar e não aceitar qualquer coisa como muitos profissionais fazem. como aceitar receber menos no período de experiência, por exemplo.

E eu não sei??? http://www.guj.com.br/java/309551-conselhos-de-um-velho-programador-antissocial-e-ranzinza

Eu não ligo não, pois ainda até hoje (inclusive enviando MP pra ele e tudo) estou esperando o Portfólio dele pra avaliar o quão fantástico ele é como Desenv. Já que ele trabalha na Secreta “Fantástica fábrica de jogos.”… Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

[quote=Impossivel]Você como gestor não iria longe na profissão.[/quote]Deus é pai e me livrou dessa BUCHA que eu odiaria fazer… Ainda bem que você me avisou, não sei o que faria sem esse conselho… \o/

[quote=Impossivel]Gestores não valorizam tanto conhecimento em Java quanto vc acredita. Pra eles tanto faz a linguagem se vc apresentar outras características que são mais desejadas. Experiência na área é uma delas, demonstrar confiança, saber se comunicar. hehe conhecimento de Java pra eles não tem quase nenhum valor.[/quote]Eu realmente estou ficando velho ou trabalhando somente em lugares errados… Na verdade não, trabalhei em uma startup já e realmente lá isso que você falou é verdade… O problema é fora desse ambiente… Acho que você deve sair mais da Secreta Fantástica fábrica de Jogos que você trabalha para ver como anda o mercado corporativo…

Ah e só pra constar, o mercado corp. normalmente contrata com o bond andando, mesmo tendo sua equipe inicial e no final das contas, quer caras que cheguem jogando sim… Na boa, como você disse em outro post, você trabalha em um ambiente perfeito, portanto não meta seu bedelho onde não conhece.

Ao criador do tópico, peça uma vaga para o Impossível, pois na empresa dele tudo funciona perfeito, os profissionais são fantásticos e os processos são perfeitos, aí você não se preocupa com mais nada senão com o tempo de carreira que você tem… Eu só não sei o nome da empresa e nem site ela tem, mesmo sendo uma empresa que desenvolve jogos… Mas enfim, isso é só um mero detalhe né?

Porém, se quer concorrer à metade das vagas “ruins”, dos meros mortais da TI, se prepare pra ter sim uma pequena queda no seu slário atual, afinal como desenv Java, sua experiência em Java vai contar.

Abs []

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Incrível como algumas pessoas estão dispostas a se desvalorizar hoje por uma promessa de que o mundo vai girar ao seu redor no futuro.

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Incrível como algumas pessoas estão dispostas a se desvalorizar hoje por uma promessa de que o mundo vai girar ao seu redor no futuro.[/quote]

Não vejo problema algum em, eventualmente, aceitar um salário menor por um tempo, se o objetivo de se tornar um desenvolvedor Java for alcançado. Não tem nada de mais, isso acontece. E, espero, que todo mundo aqui seja bem crescidinho para saber que o mundo não gira em torno de si, nem vai girar.
Ah, e outra coisa, uma coisa é aprender uma linguagem outra bem diferente é ser produtivo na dita cuja. A menos que o objetivo seja fazer alguns programinhas simples.

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Incrível como algumas pessoas estão dispostas a se desvalorizar hoje por uma promessa de que o mundo vai girar ao seu redor no futuro.[/quote]

Não vejo problema algum em, eventualmente, aceitar um salário menor por um tempo, se o objetivo de se tornar um desenvolvedor Java for alcançado. Não tem nada de mais, isso acontece. E, espero, que todo mundo aqui seja bem crescidinho para saber que o mundo não gira em torno de si, nem vai girar.
Ah, e outra coisa, uma coisa é aprender uma linguagem outra bem diferente é ser produtivo na dita cuja. A menos que o objetivo seja fazer alguns programinhas simples.
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Acredito que o ponto seja bem esse mesmo … Produtividade. E para ser produtivo em java não tem segredo , tempo , estudo…Empresas querem profissionais produtivos , querem pessoas que cheguem e produzam o mais breve possível , e na maioria das vezes a metrica e avaliar se funcionario esta se pagando… ou seja produz mais do que ganha.

[quote=Hebert Coelho][quote=GeorgeGomesSilva]javaflex, depois que você falou isso eu pensei bem. Tenho 6 anos de experiência em desenvolver soluções, para se adaptar em outra linguagem é bem mais fácil, ou seja, não sou um júnior. Então não devo ganhar como se fosse.
Vlw cara acabei tendo uma outra visão. [/quote] Eu já cansei de ver isso acontecendo. Pessoa sendo sênior em uma tecnologia e virar júnior em outra.

Se você na entrevista ñ mostrar que tem base no necessário de Java, não vão te contratar para um cargo alto.[/quote]
Burrice aceitar. Já passei por situações parecidas sem diminuir salário, muito pelo contrário, sempre negociava a mais. Conseguia o conhecimento necessário mas sem nenhuma experiência profissional anterior na tecnologia específica, inclusive ocorreu com Java, passando só por um curso da Caelum. Depois é bola pra frente conforme a equipe já trabalha. Claro que numa situação dessas não se deve entrar num projeto pra ser “o cara” principal que vai tocar o barco, isso ai na entrevista tem que ficar claro para ambas as partes. No caso de Java também tem que ter cuidado com lugares que usam canhões pra matar formiga ou salada de frameworks sem necessidades, ainda é muito comum.

Eu não me considero “Programador .NET”, mas Analista de Sistemas (que fica de fato na CTPS), atualmente trabalhando com projetos utilizando tecnologia .NET, sem deixar de acompanhar por alto outras plataformas. Então sem essa de rotular experiência por uma única tecnologia. Senão eu teria que ser sênior só se trabalhasse com Delphi. Fora isso nem sempre a solução é somente programar. Lógico que existem lugares com entrevistadores topeiras que não entendem isso, ou os que são pressionados a conseguir uma pessoa com muita experiência específica imediatamente, o que geralmente é para entrar na chapa quente. Uma coisa é certa, a pessoa tem que de fato conhecer o que se pede na entrevista, salvo vagas que treinam.

Se mantem empregado, mas se preparando para algum outro que use a tecnologia que está querendo.

Na realidade ninguém é pago baseado na produtividade (que não pode ser medida no caso de trabalhadores do conhecimento, como programadores), mas baseado em quanto outros profissionais na mesma posição ganham, + ou - algum % baseado no seu nível de experiência (não só de java), reputação, e quão desesperado a empresa esta para preencher a posição.

[quote=Impossivel][quote=pedroazin]
Acredito que o ponto seja bem esse mesmo … Produtividade. E para ser produtivo em java não tem segredo , tempo , estudo…Empresas querem profissionais produtivos , querem pessoas que cheguem e produzam o mais breve possível , e na maioria das vezes a metrica e avaliar se funcionario esta se pagando… ou seja produz mais do que ganha.

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Na realidade ninguém é pago baseado na produtividade (que não pode ser medida no caso de trabalhadores do conhecimento, como programadores), mas baseado em quanto outros profissionais na mesma posição ganham, + ou - algum % baseado no seu nível de experiência (não só de java), reputação, e quão desesperado a empresa esta para preencher a posição.[/quote]

Estava me referindo à capacidade de produção, isso evidentemente comparado com outros profissionais.
Quanto à impossibilidade de medir produtividade, discordo. Pode-se usar diversas métricas, como prazos cumpridos, qualidade do que se produz, problemas corrigidos, satisfação dos clientes, etc.
Sem considerar que o grande volume de programação demandada pelo mercado hoje é “commoditizável”, infelizmente.

[quote=A H Gusukuma]
Estava me referindo à capacidade de produção, isso evidentemente comparado com outros profissionais.
Quanto à impossibilidade de medir produtividade, discordo. Pode-se usar diversas métricas, como prazos cumpridos, qualidade do que se produz, problemas corrigidos, satisfação dos clientes, etc.
Sem considerar que o grande volume de programação demandada pelo mercado hoje é “commoditizável”, infelizmente.[/quote]

Certo. Estou me referindo a trabalhadores do conhecimento. Quem trabalha com software comoditizavel é apenas um trabalhador convencional e pode ter sua produtividade medida por gerentes sim, vc tem razão.