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![[Post New]](/templates/default/images/icon_minipost_new.gif) 11/04/2011 15:08:00
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osmio
Java Ninja
Membro desde: 22/08/2006 20:27:54
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Conceitualmente falando, e furando um pouco a DDD, quais as "regras" que são quebradas trazendo algumas regras de negócio para as entidades (persistentes).
Exemplo:
Objeto Serviço, possui alguns atributos (nome_servico, nome_executavel, data_inicio, data_fim, ...)
Uma especialização de Serviço, por exemplo Servidor WEB, possui os mesmos dados persistentes de um Serviço qualquer, porem, muda a implementação de seu método executar() (exemplo);
Imaginem isso:
Obs. Em partes, o tratamento é parecido com Thread/Runnable, porém, sem a integração da persistência.
Lembrando que os atributos "exclusivos" de ServidorWeb não são persistidos na mesma camada de Serviço.
Quais os prós e contras desse tipo de abordagem?
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"O pensamento lógico pode levar você de A a B, mas a imaginação te leva a qualquer parte do universo."
- Einstein, Albert |
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marcosvinicius.rj
JavaChild
Membro desde: 23/02/2011 10:53:29
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Não tem nenhum contra essa abordagem. Se acha que serve pode experimentar. Para referencia, o nome do padrão é command.
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![[Post New]](/templates/default/images/icon_minipost_new.gif) 29/04/2011 12:39:51
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amhfilho
JavaTeenager
Membro desde: 26/01/2005 08:23:41
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Localização: São José dos Campos - SP
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Tirando o trocadilho de lado , não acha que sua entidade Servico deveria ser um Service e não um Entity?
Na verdade não é Command, tá mais parecido com Strategy. Não vejo nenhum problema nesta abordagem.
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