Ritalina  XML
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Enquete
O que você usa para trabalhar mais?
Cafeína 35% [ 47 ]
Red bull e similares 7% [ 9 ]
Viagra 4% [ 6 ]
Guaraná 2% [ 3 ]
MP3 (???) 52% [ 70 ]
Total de Votos: 135
Autor Mensagem
dudaskank
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Concordo com Raissa e Luca, aliás se droga fosse bom não tinha esse nome...

Eduardo Oliveira

Toque a balada do amor inabalável, eterna love song de nós dois...

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maquiavelbona
JWizard
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Membro desde: 29/06/2006 09:06:51
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Bom dia!

Não existe fórmula mágica. Se quiseres produzir mais, cuide do produtor. Mesmo sendo feitas de metal, as máquinas também param, por que você não pode parar um pouco?
E sobre a Ritalina(um dos nomes comerciais para metilfenidato), não é a maravilha que é veiculada, vide link abaixo:

http://www.drugs.com/Methylphenidate/index.html

Outros links sobre a mesma droga e seus efeitos colaterais procurem por : side effects methylphenidate
, ou para os mais preguiçosos:
http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=side+effects+METHYLPHENIDATE&meta=

Vale ressaltar que eles NÃO sabem como funciona realmente o metilfenidato, só constataram que em homens saudáveis houve um aumento na produção de dopamina, substância produzida no cérebro, associada à sensação de bem-estar, euforia e estado de alerta.

Ainda creio que o melhor remédio seja uma bom prato de sopa, uma boa cama e um bom emprego.

Até!

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"Within a few years a simple and inexpensive device, readily carried about, will enable one to receive on land or sea the principal news, to hear a speech, a lecture, a song or play of a musical instrument, conveyed from any other region of the globe. "
Nikola Tesla - A means for furthering Peace (1905)

"Gedanken ohne Inhalt sind leer, Anschauungen ohne Begriffe sind blind."
Immanuel Kant - Kritik der reinen Vernunft (1781)
MarcioTavares
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Relato fantástico (e bem íntimo!) de uma pessoa comum, como qualquer um de nós, que descobriu o prazer de correr longas distâncias, retirado de um dos blogs sobre corridas de longa distância que eu leio.

Não tem muito a ver diretamente com o assunto do tópico, mas é bom pro pessoal aí que gosta de colocar coisas estranhas no corpo e ainda acham isso bom, ver que existem muitas outras coisas na vida que dão prazer imenso sem destruir o corpo, te ajudam a ser mais saudável, a ter uma qualidade de vida melhor e, aí sim o que tem a ver com o tópico, ainda te ajudam a ficar mais disposto para o trabalho.

Sei que tem um pessoal aqui no fórum, que corre ou já correu, que vai gostar desse texto.


Maratonando a vida

Conheçam Kinha. Kinha Costa, a Mamãe Noel atlética aí ao lado. Graças a uma prazerosa troca de e-mails, já posso dizer um bocado sobre essa brasileira, mãe de duas filhas, que há sete anos mora na África do Sul, atualmente em Durban. Mas ninguém faria isso tão bem quanto ela. E não só pelo óbvio "conhecimento de causa". Seu relato é irretocável. Deliciem-se.



"Tudo começou porque a minha cama andava muito pouco atraente. Os acasalados sabem do que estou falando. O maridão de tão estressado não se deitava, tombava. Quando não roncava em dois minutos, a leitura das duas parcas páginas do não-ficção, 'Os ditadores', tinha a função de puxar a cortina do sono e disfarçar o desejo. A trepada que andava marcada pro fim de semana sumiu como grana no bolso de duro. A coisa ficou tão lotérica, e as iniciativas abortadas me faziam tanto mal quanto a passiva espera, que resolvi levantar - como se a minha outrora aconchegante cama, estivesse recheada de formigas roceiras - pra gastar a energia acumulada em alguma coisa produtiva.

Tem mulher que corre pros shoppings pra queimar dinheiro como vingança besta pela ausência do falo. Outras vão pras academias levantar peso, a moral de alguns e o ego. Algumas arrumam um toyboy pra colocar as contas em dia e queimar a energia em excesso. Outras escrevem romances eróticos, umas choramingam pelos cantos, outras reclamam, reclamam e reclamam. Umas se dedicam às fofocas, outras à comida e crescem para os indesejados lados... Eu resolvi correr pra queimar o que me queimava.

Assim, num domingão, abri mão do improvável, e fui, somente de onda, participar de uma corrida de 21,1 km. Pra minha sorte, o senhor das águas resolveu abrir todas as torneiras dos reservatórios celestiais. O céu de compotas escancaradas cachoeirou divinamente enquanto eu, desconfiada, pensava que a água que caía era xixi dos habitantes das alturas. Porém, nunca me senti tão lavada e levada. De repente me vi pequenina entre lajes e ribanceiras a desafiar relâmpagos e trovões na minha longínqua Serra da Formiga. Abençoado xixi!

Terminei num tempo razoável para uma atleta de primeira corrida. Daí não parei mais. Fui subindo pra 25, 32, e cheguei finalmente à maratona de vera, 42,2 km. É chão!

Era Dia do Trabalho, o mundo queimava em manifestações de trabalhadores insatisfeitos. Gente apanhou e gente foi presa. Eu somente corri a maratona Vida e Liberdade. Fiz um percurso maravilhoso. A primeira metade ladeando o Oceano Índico e em seguida cortando o meu bairro. Passei pela minha rua, e juro, não senti vontade de me esconder no aconchego do meu rancho. Segui em direção ao centro e a chegada feliz ao estádio de atletismo no coração da cidade de Durban, depois de cinco horas e quinze minutos. Ufa!

Maratonando as ruas descobri que meus olhos mudaram em relação à cidade. As ruas e suas esquinas percorridas me contam histórias, relatam fatos. Cada ladeira me lembra alguma coisa específica: uma dor no músculo, parada para água, vontade de fazer xixi, menstruação escorregando pernas afora, minhas filhas na torcida... Descobri bairros nunca visitados, edifícios nunca vistos, casas nunca apreciadas, pontes nunca atravessadas, galerias nunca visitadas, restaurantes nunca sentados e bares nunca freqüentados. Estou descobrindo a minha cidade adotada. Os bairros populares, as favelas, a outra cidade que mora dentro da cidade e que vive a beira das ilhas reservadas aos que têm poder de consumo. Os pés que percorrem a cidade ficam alinhados com os olhos.


Botar as frustrações pra correr foi o que comecei a fazer e morri de rir quando uma amiga contou como foi iniciada no atletismo: durante a missa dominical, ela comentou alguma coisa com o marido, este muito compenetrado nas palavras do santo padre a discursar sobre o Evangelho de São Marcos, mandou-a calar-se, pondo o dedo indicador contra os lábios. No final da cerimônia, ela, ofendida com a forma que foi tratada, discutiu, ficou bicuda e resolveu voltar pra casa a pé, dispensando o conforto do carro e a companhia dos seus.

No seu dia de azar, coitada, ao sair da igreja começou a cair uma chuva fininha que engrossou e virou toró. Vestia um jeans branco e camiseta Guess da mesma cor, um colar laranja, bijou fina, dava um toque no figurino, que não foi criado para suportar maratona debaixo de chuva. O colar derretendo pintava a blusa Guess da cor da seleção da Holanda. Conquistando os quilômetros rumo a casa debaixo de chuva grossa, quase morreu de raiva quando foi ultrapassada pelo carro que transportava os seus e o motorista, seu amado esposo, deu adeuzinho sorrindo.

A atleta de última hora bufando acelerou as pernadas pra ganhar a corrida e cruzar a linha da chegada antes das quatro rodas. Mas, qual nada! Todos a esperavam na esquina a um quarteirão de sua casa. Foi então que o marido se chegando falou:

- Então, curtindo? Descobri o que você gosta de fazer quando está chateada. Tem gente que come, tem gente que dorme, tem gente que surfa e tem gente que corre!

Ele acertou. Ela passou a correr pra valer, mas quando aparece nas competições tem sempre um gaiato perguntando:

- Brigou em casa?




Na África do Sul as relações pessoais ainda funcionam em grupos étnicos e religiosos. Tudo ainda é muito branco com branco, preto com preto e indiano com indiano e de preferência zulu com zulu, xhosa com xhosa, mulçumano com muçulmano e hindu com hindu. É compreensível para um país que não faz muito tempo aboliu a lei que proibia o casamento entre pessoas de diferentes raças. Nesses anos, sempre me perguntei onde estava a democracia racial, a nação arco-íris que Mandela tanto lutou pra criar. Mas agora, vejo nas corridas essa mistura de cores, crenças e classes.

Os participantes têm os mais diversificados biótipos, crenças, cores e orientação sexual: tem gordinhos e gorduchos, pequenos, galalaus, magrelos, malhados, gays, barrigudos, sapatas, gente com tênis Nike e gente descalça. Já corri ao lado de um cara de pé amputado, outro com um caroço na coxa e uma moça com torso atrofiado. Perdi pra todos eles. Difícil traçar o perfil dos participantes. Na verdade é um caldeirão de gentes e culturas.

Uma outra coisa bacana é a premiação, tirando os três primeiros lugares, não existe diferença na hora de receber os presentes. A todos que terminam no tempo regulamentar cabe a mesma camiseta, todos recebem o mesmo copo plástico com chocolate ou chá, o mesmo saquinho com água que mais parece nosso dindin.

Estou viciada.

O problema é que a minha cama voltou à ativa e anda muito interessante, e o meu amor não entende as minhas escapulidas nas auroras dominicais pra ir ao encontro de outros viciados no ato de correr. Correr somente pelo prazer de conquistar pedaços de chão. Somente por sentir que o corpo funciona muito melhor depois de 10 km percorridos.

Chegar ao final de uma corrida por menor que seja é uma satisfação difícil de explicar. É como se o corpo produzisse um tipo de droga e, ao cruzar a linha de chegadas liberasse nos canos do atleta, produzindo uma sensação de profundo bem-estar.

Estou conseguindo administrar e aproveitar as duas coisas: a cama gostosa e as corridas aurorentas. E vale dizer que a combinação sexo-esporte tem funcionado bem melhor do que somente a fuga inicial que foi driblar 'a falta de'.

E descobri que a vida é um emaranhado de maratonas. Meu Deus, tantas! Quantas? Correr contra a grana curta no final do mês é esporte duro que exige muita habilidade; correr contra o tempo - tempo, ah, corrida ingrata, essa ninguém ganha; correr pra cuidar da alma e crescer como espírito é ginástica de longa distância; correr contra a deadline de uma doença incurável é a mais angustiante das corridas; correr ao lado dos filhos adolescentes é exercício que precisa de muito alongamento, paciência e humildade. São tantas as maratonas na vida que correr somente pra conquistar um percurso é um grande barato."


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danieldestro
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Alguém ai vai fazer a Nike 10k?

gotjava?
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MarcioTavares
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Inscrições pro pessoal de SP:
http://www.nikecorre.com.br/

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Luca
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Olá

MarcioTavares wrote:Sei que tem um pessoal aqui no fórum, que corre ou já correu,


Eu corria diariamente durante mais de 20 anos. Fiz muitas provas dentre elas 12 maratonas (3 aí no Rio). Mas meu menisco foi pro brejo por uma pancada e não pude mais treinar meus 16 Km por dia. Depois um dia me apareceu uma arritimia em um teste ergométrico de rotina. E esta ano de abril para cá parei de correr e engordei 7 a 8 quilos.

[]s
Luca

Dare Obasanjo (Program Manager at Microsoft)
"The folks I know from across the industry who have to build large scale Web services on the Web today at Google, Yahoo!, Facebook, Windows Live, Amazon, etc are using RESTful Web services. The only times I encounter someone with good things to say about WS-* is if it is their job to pimp these technologies or they have already "invested" in WS-* and want to defend that investment."


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decker
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Membro desde: 16/06/2006 09:03:52
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Correr é bom.... Eu estou começando a praticar corrida.. =]

E o q uso para produzir é água e chocolate! =D Chocolate! hehehe No mínimo uma barra de 200g a cada 2 dias...

Giseli
MarcioTavares
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Membro desde: 09/11/2002 19:33:28
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Eu comecei a correr há 2 anos, depois de ficar quase 6 anos sedentário, e depois de ter chegado a jogar futebol nos juniores do Bonsucesso e Vasco. Parar de praticar esportes foi uma das piores coisas que eu fiz e voltar foi uma das melhores coisas que já fiz.
Ainda não cheguei a correr uma maratona, mas estou planejando correr a daqui do Rio no ano que vem. Queria ter corrido esse ano, mas algumas "correrias" no trabalho me impediram de treinar direito. Até hoje já corri 3 meia-maratonas (2 só nesse ano), uma São Silvestre e mais uma penca de corridas de 10km e outras de distâncias próximas a isso.

Luca wrote:Mas meu menisco foi pro brejo por uma pancada e não pude mais treinar meus 16 Km por dia. Depois um dia me apareceu uma arritimia em um teste ergométrico de rotina. E esta ano de abril para cá parei de correr e engordei 7 a 8 quilos.
Natação? Parar de fazer esportes depois de tanto tempo deve ser muito chato.

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jmp
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Membro desde: 04/04/2006 19:25:13
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anteontem eu corri, um avião bateu num prédio 2 blocos de onde eu moro, cara, eu corri muito, q vida é essa


eu costumava correr até 1 ano atrás, 4 km, 3 correndo e 1 andando pra esfriar. Não gosto muito de correr, parece que eu vou morrer. Prefiro pesos, etc

@eduardordm
Vegetto
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Membro desde: 22/06/2003 15:39:49
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Offtopic, mas citando Jakob Nielsen:

9. Forgetting That You Write for Your Future Boss

Whenever you post anything to the Internet -- whether on a weblog, in a discussion group, or even in an email -- think about how it will look to a hiring manager in ten years. Once stuff's out, it's archived, cached, and indexed in many services that you might never be aware of.

Years from now, someone might consider hiring you for a plum job and take the precaution of 'nooping you first. (Just taking a stab at what's next after Google. Rest assured: there will be some super-snooper service that'll dredge up anything about you that's ever been bitified.) What will they find in terms of naïvely puerile "analysis" or offendingly nasty flames published under your name?

Think twice before posting. If you don't want your future boss to read it, don't post.


Fica esperto
cassio
GUJ Master
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Membro desde: 19/06/2006 08:25:28
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Acredito que a melhor solução sejam os esportes. Não uso drogas, lícitas ou ilícitas. Acho isso uma fraqueza terrível, ou na melhor das hipóteses considero essa a saída mais fácil, pois é sinal de preguiça para procurar alternativas. A vida tem zilhões de coisas interessantes para se fazer. Para tirar o stress, só mesmo fazendo coisas que não tenham relação alguma com o que causa o stress, procurando ao máximo se concentrar nestas atividades, sem deixar aquele problema chato não solucionado no trabalho invadir sua cabeça quando não deve.
Eu sempre pratiquei esportes. Andei de skate durante os últimos 18 anos da minha vida. Mountain bike e basquete também estiveram presentes. Nunca gostei muito de correr, mas não é algo a descartar. De uns tempos para cá acabei cortando completamente os exercícios, por completa falta de tempo. Não há dúvidas de que minha qualidade de vida caiu muito. Mas acredito que isso seja uma fase apenas. Também não podemos adotar o estilo "Ah, amanhã eu começo", senão não começa nada. Preciso voltar a fazer esportes o mais rápido possível. Minha bike tá lá e aqui onde moro tem um monte de trilhas com cachoeiras...
Café ajuda às vezes, mas ultimamente tem me feito mais mal do que bem. Em comparação com uma noite bem dormida, fico com minha cama.
É claro que quem adotou nossa profissão tem pouco tempo, precisa estudar bastante... Muitos de nós ainda estão na faculdade, não sobra tempo para nada. O pouco que tenho passo com minha noiva e meu cachorro. Isso também me ajuda a desestressar (é assim que se escreve?), mas ainda sinto falta dos esportes... a melhor droga que existe é a endorfina, produzida pelo meu próprio corpo

Cássio Marques

Blog
David
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Membro desde: 18/03/2005 13:10:33
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Infelizmente também parei de praticar esporte por falta de tempo... Além disso, depois que eu comprei um carro tenho andado menos e corrido menos pra pegar ônibus, então eu engordei um bocado. Quero tentar arranjar um tempo para voltar a correr. Com relação ao que uso para manter a concentração, eu usava café, mas estava fazendo mal ao estômago. Ultimamente simplesmente vou dormir mais cedo e venho tentando mudar minha alimentação, comendo mais frutas no lugar dos lanches.

David Pereira
Engenheiro de Computação - UFRN
Mestre em Engenharia Elétrica
Doutorando em Engenharia Elétrica
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Ana Franco
Smalltalk

Membro desde: 15/10/2006 01:59:14
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Ritalina
Cloridrato de metilfenidato

Uso adulto e em crianças acima de 6 anos


Forma farmacêutica e apresentação - Comprimidos sulcados: Embalagem contendo 20 comprimidos de 10 mg.

Composição - Cada comprimido contém 10 mg de cloridrato de metilfenidato. Excipientes: Fosfato tricálcico, lactose, amido, gelatina, estearato de magnésio e talco.

Informações ao paciente - Ação esperada do medicamento: RITALINA tem como substância ativa o metilfenidato que atua como um fraco estimulante do sistema nervoso central. Cuidados de conservação: O produto deve ser protegido da umidade e do calor (manter abaixo de 30°C). Prazo de validade: O prazo de validade está impresso no cartucho. Não utilize o medicamento após a data de validade. Gravidez e lactação: Como regra geral, nenhum medicamento deve ser administrado durante a gravidez, particularmente nos 3 primeiros meses. Informe ao seu médico sobre a ocorrência de gravidez ou lactação na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao seu médico se está amamentando. Cuidados de administração: Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. O medicamento deve ser administrado de preferência 30 a 45 minutos antes das refeições. Se o medicamento for administrado no final do dia, os pacientes com dificuldade para dormir devem tomar a última dose antes das 18 horas. Interrupção do tratamento: Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. A retirada do medicamento pode levar à depressão e a conseqüências de hiperatividade. Reações adversas: Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. Os pacientes em uso de RITALINA normalmente se queixam de desconforto abdominal, náusea, azia, nervosismo e insônia no início do tratamento. Essas queixas diminuem espontaneamente ou após alguns dias, tomando-se os comprimidos durante as refeições. RITALINA pode causar diminuição de apetite e isso pode resultar em perda de peso ou atraso de crescimento (peso e altura), especialmente em crianças. Podem ocorrer outras reações como dor de cabeça, sonolência, tontura, dificuldade na realização dos movimentos voluntários, alterações nos batimentos cardíacos, febre e reações alérgicas. A suspensão regular do medicamento nos fins de semana e nas férias ajuda a restringir os efeitos indesejados ao mínimo, mas tal esquema somente deve ser adotado sob orientação do médico. A retomada de crescimento normalmente ocorre após a descontinuação do tratamento. RITALINA pode causar insônia, se for administrado muito próximo da hora costumeira de dormir. A última dose diária de RITALINA deve ser tomada até 4 horas antes de dormir. Em caso de superdosagem, devem ser tomadas providências médicas imediatas. Ingestão concomitante com outras substâncias: Durante o tratamento, o paciente não deve ingerir álcool. Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento. Contra-indicações e precauções: RITALINA não deve ser usado para aliviar a fadiga normal. Os pacientes agitados, tensos ou ansiosos não devem ser tratados com RITALINA. Os pacientes que apresentam reações alérgicas ao metilfenidato ou a qualquer componente da formulação, portadores de glaucoma (aumento da pressão intra-ocular), de distúrbios cardíacos ou tireoidianos não devem tomar RITALINA. O produto não deve ser utilizado em crianças menores de 6 anos de idade. O abuso de RITALINA pode levar à tolerância acentuada e à dependência. Devem ser feitos exames de sangue periódicos durante os tratamentos prolongados. RITALINA pode causar tonturas e problemas de concentração. Ao dirigir veículos e/ou operar máquinas o paciente deve avaliar, com seu médico, os riscos e benefícios do tratamento antes de iniciá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Não tome remédio sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Informações técnicas

Farmacodinâmica - Classe terapêutica: Psicoestimulante. O metilfenidato é um fraco estimulante do sistema nervoso central, com efeitos mais evidentes sobre as atividades mentais que nas ações motoras. Seu mecanismo de ação no homem ainda não foi completamente elucidado, mas acredita-se que seu efeito estimulante é devido a uma estimulação cortical e possivelmente a uma estimulação do sistema de excitação reticular. O mecanismo pelo qual ele exerce seus efeitos psíquicos e comportamentais em crianças não está claramente estabelecido, nem há evidência conclusiva que demonstre como esses efeitos se relacionam com a condição do sistema nervoso central.

Farmacocinética - Absorção: Após a administração oral, a substância ativa (cloridrato de metilfenidato) é rápida e quase completamente absorvida. Pelo extenso metabolismo de primeira passagem, sua disponibilidade sistêmica é de apenas 30% (11%-51%) da dose. Sua ingestão junto com alimentos acelera a absorção mas não tem efeito na quantidade absorvida. Concentrações plasmáticas máximas de aproximadamente 40 nmol/litro (11 ng/ml) são obtidas em média 1 a 2 horas após a administração de 0,30 mg/kg. As concentrações plasmáticas máximas variam acentuadamente entre os pacientes. A área sob a curva de concentração plasmática (AUC) e a concentração plasmática máxima (Cmáx) são proporcionais à dose. Distribuição: No sangue, o metilfenidato e seus metabólitos são distribuídos entre o plasma (57%) e os eritrócitos (43%). A ligação com as proteínas plasmáticas é baixa (10% a 33%). O volume de distribuição aparente é de cerca de 13,1 litros/kg. Biotransformação: A biotransformação do metilfenidato é rápida e extensiva. As concentrações plasmáticas máximas do principal metabólito diesterificado, o ácido alfa-fenil-2-piperidino acético são atingidas aproximadamente 2 horas após a administração e são 30 a 50 vezes mais altas do que as da substância inalterada. A meia-vida do ácido alfa-fenil-2-piperidino acético é cerca de duas vezes a do metilfenidato e seu clearance (depuração) sistêmico médio é de 0,17 litro/h/kg. Apenas pequenas quantidades dos metabólitos hidroxilados (p. ex.: hidroximetilfenidato e ácido hidroxiritalínico) são detectáveis. A atividade terapêutica parece ser exercida principalmente pelo composto precursor. Eliminação: O metilfenidato é eliminado do plasma com meia-vida média de 2 horas. O clearance (depuração) sistêmico médio aparente é de 10 litros/h/kg. Após a administração oral, 78% a 97% da dose administrada são excretados pela urina e 1% a 3% pelas fezes sob a forma de metabólitos, em 48 a 96 horas. Apenas pequenas quantidades (< 1%) de metilfenidato inalterado aparecem na urina. A maior parte da dose é excretada na urina como ácido alfa-fenil-2-piperidino acético (60%-86%). Características em pacientes: Não há diferenças aparentes na farmacocinética do metilfenidato entre crianças hiperativas e voluntários adultos sadios. Dados de eliminação de pacientes com função renal normal sugerem que a excreção renal do metilfenidato inalterado dificilmente seria diminuída na presença de redução da função renal. Entretanto, a excreção renal do metabólito ácido alfa-fenil-2-piperidino acético pode ser reduzida.

Dados de segurança pré-clínicos - O metilfenidato mostrou ser teratogênico em coelhos quando administrado em doses de 200 mg/kg/dia, as quais são aproximadamente 167 e 78 vezes mais elevadas do que a dose máxima recomendada para humanos em mg/kg e mg/m2 , respectivamente. Os efeitos teratogênicos não foram observados em ratos que receberam a droga em doses de 75 mg/kg/dia, que são 62,5 e 13,5 vezes, a dose máxima recomendada para humanos em mg/kg e mg/m2 , respectivamente. Em um estudo de carcinogenicidade a longo prazo realizado em camundongos B6C3F1, o metilfenidato causou um aumento de adenomas hepatocelulares (tumor benigno) e, somente em machos, levou a um aumento de hepatoblastomas (tumor maligno), administrando-se doses diárias de 60 mg/kg/dia (cerca de 30 vezes e 2,5 vezes a dose máxima recomendada para humanos, respectivamente e em mg/kg e mg/m2).Não houve um aumento generalizado no número de tumores hepáticos malignos. A cepa de camundongo utilizada é particularmente sensível ao desenvolvimento de tumores hepáticos, e o significado destes resultados em humanos é ainda desconhecido. Estudos similares em ratos F344 não mostraram nenhuma evidência de carcinogenicidade. Em um teste in vitro com uma cultura de células ovarianas de hamsters observou-se um aumento nas aberrações cromossômicas e na troca das cromátides irmãs, mas não houve efeitos mutagênicos em outros dois testes in vitro realizados (teste de mutação reversa de Ames, teste de mutação progressiva de linfomas de camundongos). Não houve evidências de clastogenicidade ou efeitos aneugênicos em um estudo in vivo sobre o efeito do metilfenidato em células de medula óssea de camundongo (teste de micronúcleo), às quais foram administradas doses superiores a 250 mg/kg. Esta cepa utilizada no ensaio in vivo foi a de camundongos B6C3F1, que produziram resposta positiva no estudo de carcinogenicidade. O FDA (Food and Drug Administration) analisou as informações referentes ao centro de vigilância, epidemiologia e resultados finais (CVERF) entre os anos de 1973 e 1991. Através das mesmas, obteve-se um índice de hepatoblastoma na população em geral de não mais que 1 em 10 milhões de pessoas por ano. Um total de 174 casos de hepatoblastoma foram relatados pelo CVERF para o período de 1973 a 1995. A taxa de incidência ajustada à idade é bastante baixa (0,0382/100.000 pessoas/anos). A maioria dos casos (149 de 174) foram diagnosticados entre o grupo com faixa etária de 0 a 4 anos, o que está de acordo com a história natural da doença. Para o grupo com faixa etária de 5 a 24 anos, as taxas de hepatoblastoma são muito baixas, com poucos ou nenhum casos relatados. Baseando-se nos dados mercadológicos de RITALINA, não há evidência que esta incidência seja maior para os pacientes que utilizam este medicamento.

Indicações - Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH): O TDAH era anteriormente conhecido como distúrbio de déficit de atenção ou disfunção cerebral mínima. Outros termos utilizados para descrever essa síndrome comportamental incluíam: distúrbio hipercinético, lesão cerebral mínima, disfunção cerebral mínima, disfunção cerebral menor e síndrome psicorgânica de crianças. RITALINA é indicado como parte de um programa de tratamento amplo que tipicamente inclui medidas psicológicas, educacionais e sociais, direcionadas a crianças estáveis com uma síndrome comportamental caracterizada por distractibilidade moderada a grave, déficit de atenção, hiperatividade, labilidade emocional e impulsividade. O diagnóstico deve ser feito de acordo com o critério DSM-IV ou com as normas na CID-10. Os sinais neurológicos não-localizáveis (fracos), a deficiência de aprendizado e EEG anormal podem, ou não, estar presentes e um diagnóstico de disfunção do sistema nervoso central pode, ou não, ser assegurado. Considerações especiais sobre o diagnóstico de TDAH: A etiologia específica dessa síndrome é desconhecida e não há teste diagnóstico específico. O diagnóstico correto requer uma investigação médica, neuropsicológica, educacional e social. As características comumente relatadas incluem: história de déficit de atenção, distractibilidade, labilidade emocional, impulsividade, hiperatividade moderada a grave, sinais neurológicos menores e EEG anormal. O aprendizado pode ou não estar prejudicado. O diagnóstico deve ser baseado na história e avaliação completas da criança e não apenas na presença de uma ou mais dessas características. O tratamento medicamentoso não é indicado para todas as crianças com a síndrome. Os estimulantes não são indicados a crianças que apresentem sintomas secundários a fatores ambientais (em particular, crianças submetidas a maus tratos) e/ou distúrbios psiquiátricos primários, incluindo-se psicoses. Uma orientação educacional apropriada é essencial e a intervenção psicossocial é geralmente necessária. Nos locais em que medidas corretivas isoladas forem comprovadamente insuficientes, a decisão de se prescrever um estimulante deverá ser baseada na determinação rigorosa da gravidade dos sintomas da criança. Narcolepsia: Os sintomas incluem sonolência durante o dia, episódios de sono inapropriados e ocorrência súbita de perda do tônus muscular voluntário.

Contra-indicações - RITALINA é contra-indicado para pacientes com ansiedade, tensão, agitação, hipertireoidismo, arritmia cardíaca, angina do peito grave e glaucoma. RITALINA não deve ser administrado a pacientes com conhecida hipersensibilidade ao metilfenidato ou a um dos componentes da formulação. Também é contra-indicado a pacientes com tiques motores, ou com irmãos com tiques ou ainda com diagnóstico ou história familiar de síndrome de Tourette.

Advertências - RITALINA não deve ser utilizado em crianças com menos de seis anos de idade, uma vez que a segurança e a eficácia nessa faixa etária não foram estabelecidas. RITALINA não deve ser utilizado para tratar depressões exógenas ou endógenas graves. A experiência clínica sugere que a administração de RITALINA pode exacerbar os sintomas comportamentais e as alterações de pensamento em crianças psicóticas. O abuso crônico de RITALINA pode conduzir à tolerância acentuada e dependência psicológica com graus variados de alterações comportamentais. Episódios de psicose franca podem ocorrer, especialmente com o abuso por via parenteral. Os dados clínicos indicam que as crianças que receberam RITALINA não possuem maior probabilidade de dependência do medicamento em relação aos adolescentes e aos adultos.

Precauções - O tratamento com RITALINA não é indicado em todos os casos de TDAH e deve ser considerado somente após levantamento detalhado da história e avaliação da criança. A decisão de prescrever RITALINA deve depender da determinação da gravidade dos sintomas e de sua adequação à idade da criança, não considerando somente a presença de uma ou mais características anormais de comportamento. Onde estes sintomas estiverem associados a reações de estresse agudo, o tratamento com RITALINA usualmente não é indicado. RITALINA deve ser usado com cautela em pacientes com epilepsia, já que a experiência clínica tem demonstrado que o medicamento pode causar um leve aumento na freqüência das crises em alguns destes pacientes. Se a freqüência das crises aumentar, RITALINA deve ser descontinuado. Tem sido relatado uma moderada redução no ganho de peso e um ligeiro retardo no crescimento com o uso prolongado de estimulantes em crianças, embora não tenha sido confirmada uma relação causal. Recomenda-se cautela em pacientes emocionalmente instáveis, tais como aqueles com história de dependência de drogas ou alcoolismo, pois eles podem aumentar a dose por iniciativa própria. A pressão arterial deve ser monitorizada a intervalos apropriados em todos os pacientes em tratamento com RITALINA, especialmente naqueles com hipertensão. Os dados de segurança e eficácia a longo prazo sobre o uso de RITALINA não são completamente conhecidos. Conseqüentemente, os pacientes que necessitam de terapia a longo prazo devem ser cuidadosamente monitorados e submetidos, periodicamente, à contagem completa e diferencial de células sangüíneas e de plaquetas. É necessária supervisão cuidadosa durante a retirada do fármaco, uma vez que isso pode precipitar depressão, assim como conseqüências de hiperatividade. O acompanhamento a longo prazo pode ser necessário em alguns pacientes.

Gravidez e lactação - Estudos para estabelecer o uso seguro de metilfenidato em mulheres grávidas não foram conduzidos. Em estudos realizados em animais, nenhum efeito teratogênico foi observado em ratos que receberam a droga em doses de 75 mg/kg/dia, que são 62,5 e 13,5 vezes a dose máxima recomendada para humanos em mg/kg e mg/m2, respectivamente. Entretanto, em outro estudo, o metilfenidato mostrou ser teratogênico em coelhos que receberam doses de 200 mg/kg/dia, que são aproximadamente 167 e 78 vezes mais elevadas do que a dose máxima recomendada para humanos em mg/kg e mg/m2, respectivamente. RITALINA não deve ser administrado a gestantes, a menos que o benefício potencial supere o risco ao feto. Não há comprovação de que a substância ativa de RITALINA e/ou seus metabólitos passem ao leite materno, mas por razões de segurança, as mães que estejam amamentando não devem utilizar RITALINA.

Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas - RITALINA pode causar tontura e sonolência. Aconselha-se tomar os devidos cuidados ao dirigir, operar máquinas ou envolver-se em outras atividades de risco.

Interações medicamentosas - RITALINA deve ser utilizado com cautela em pacientes tratados com agentes que aumentam a pressão arterial e com inibidores da MAO. Estudos farmacológicos em seres humanos mostraram que RITALINA pode inibir o metabolismo de anticoagulantes cumarínicos, alguns anticonvulsivantes (fenobarbital, fenitoína, primidona), fenilbutazona e antidepressivos tricíclicos. Pode ser necessária a redução da dosagem desses fármacos. RITALINA pode diminuir o efeito anti-hipertensivo da guanetidina. O álcool pode exacerbar os efeitos adversos de fármacos psicoativos no SNC, inclusive de RITALINA. É portanto recomendável que os pacientes abstenham-se de álcool durante o tratamento.

Reações adversas - Freqüência estimada: Muito comuns: ³ 10%; comuns: ³ 1% a < 10%; não- comuns: ³ 0,1% a < 1%; raras: ³ 0,01% a < 0,1%; muito raras: < 0,01%. O nervosismo e a insônia são reações adversas muito comuns. Ocorrem no início do tratamento, mas podem usualmente ser controladas pela redução da dose e/ou pela omissão da dose da tarde ou da noite. A diminuição de apetite é também comum, mas geralmente transitória. Sistema nervoso central e periférico: Comuns: cefaléia, sonolência, tontura e discinesia; raras: dificuldades de acomodação da visão e visão embaçada; muito raras: hiperatividade, convulsões, cãibras, movimentos coreoatetóides, tiques ou exacerbação de tiques preexistentes e síndrome de Tourette, psicose tóxica (algumas vezes com alucinações visuais e tácteis), humor depressivo transitório, arterite e/ou oclusão cerebral. Têm sido recebidas poucas informações sobre a síndrome maligna neuroléptica. Na maioria destes relatos, os pacientes estão recebendo outros medicamentos, tornando-se difícil predizer os efeitos de RITALINA nestes casos. Trato gastrintestinal: Comuns: dor abdominal, náusea e vômito. Ocorrem usualmente no início do tratamento, podendo ser aliviados pela ingestão concomitante de alimentos. Boca seca; muito raras: função hepática anormal, estendendo-se desde um aumento de transaminase até um coma hepático. Sistema cardiovascular: Comuns: taquicardia, palpitação, arritmias, alterações da pressão arterial e do ritmo cardíaco (geralmente aumentado); rara: angina pectoris. Pele e apêndices: Comuns: rash (erupção cutânea), prurido, urticária, febre, artralgia e perda de cabelos da cabeça; muito raras: púrpura trombocitopênica, dermatite esfoliativa e eritema multiforme. Sangue: Muito raras: leucopenia, trombocitopenia e anemia. Diversas: raras: redução moderada do ganho de peso e leve retardamento do crescimento, durante uso prolongado em crianças.

Posologia - A dose de RITALINA deve ser individualizada de acordo com as necessidades e respostas clínicas dos pacientes. No tratamento do TDAH, procura-se adaptar a administração do medicamento aos períodos de maiores dificuldades escolares, comportamentais e sociais para o paciente. RITALINA deve ser iniciada com doses menores, com incrementos em intervalos semanais. Doses diárias acima de 60 mg não são recomendadas. Se não for observada melhoria dos sintomas após a titulação de dose após o período de um mês, o medicamento deve ser descontinuado. Se os sintomas se agravarem ou ocorrerem outras reações adversas, a dosagem deverá ser reduzida ou, se necessário, pode-se descontinuar o medicamento. Se o efeito do medicamento não permanecer até o início da noite pode ocorrer insônia ou perturbações no comportamento. Para solucionar este problema, pode-se administrar, no início da noite, uma dose reduzida. RITALINA deve ser periodicamente descontinuada a fim de se avaliar a criança. A melhora pode ser mantida, quando o fármaco é descontinuado temporária ou permanentemente. O tratamento medicamentoso não pode e não precisa ser indefinido. Deve geralmente ser descontinuado durante ou após a puberdade. Entretanto, o TDAH pode estender-se até a fase adulta e assim, o tratamento com RITALINA pode ser benéfico a estes pacientes, mesmo após a puberdade. Adultos: A dose média diária é de 20-30 mg, administrada em 2 a 3 doses. Alguns pacientes podem necessitar de 40-60 mg diários, enquanto para outros, 10-15 mg diários serão adequados. Pacientes com dificuldade para dormir, se a medicação for administrada ao final do dia, devem tomar a última dose antes das 18 horas. Crianças (6 anos de idade ou acima): Iniciar com 5 mg, uma ou duas vezes ao dia (p. ex.: no café da manhã e no almoço), com incrementos semanais de 5 a 10 mg. A dosagem diária total deve ser administrada em doses divididas.

Superdosagem - Sinais e sintomas: Os sinais e sintomas de superdosagem aguda, causada principalmente pela superestimulação do sistema nervoso central e simpático, podem incluir: vômitos, agitação, tremores, hiperreflexia, espasmos musculares, convulsões (possivelmente seguidas por coma), euforia, confusão, alucinações, delirium, sudorese, rubor, cefaléia, hipertermia, taquicardia, palpitação, arritmias cardíacas, hipertensão, midríase e secura das membranas mucosas. Procedimento: O procedimento no tratamento consiste na aplicação de medidas de suporte, prevenindo o paciente contra a auto-agressão e protegendo-o dos estímulos externos, que poderiam aumentar a hiperestimulação já presente. Se os sinais e sintomas não forem muito graves e o paciente estiver consciente, o conteúdo gástrico deve ser esvaziado por indução de vômito ou lavagem gástrica. Se a intoxicação for grave, uma dose cuidadosamente titulada de barbitúrico de curta ação deve ser administrada, antes de executar a lavagem gástrica. Deve ser ministrado cuidado intensivo para se manterem adequadas a circulação e as trocas respiratórias; procedimentos de resfriamento externo podem ser necessários para reduzir a hipertermia. Não foi estabelecida a eficácia da diálise peritoneal ou da hemodiálise para se tratar a superdosagem de RITALINA.

Atenção - Pode causar dependência física ou psíquica.

Venda Sob Prescrição Médica.

Só pode ser vendido com a retenção da receita.

Fabricado de acordo com o processo original de Novartis AG, Suíça; resultante da fusão de Ciba-Geigy e Sandoz.

Marca registrada de Novartis AG, Basiléia, Suíça.

Serviço de Informações ao Cliente: 0800-113003 (Ligação gratuita).

Registro no M.S. 1.0068.0080.

NOVARTIS Biociências S/A.


LI VÁRIOS COMENTÁRIOS SOBRE O ASSUNTO, ESTE REMÉDIO SÓ DEVE SER TOMADO COM ORIENTAÇÃO MÉDICA, E É SIM UM TIPO DE ANFETAMINA, É UM MEDICAMENTO QUE CAUSA DEPENDÊNCIA, É SÓ LER...
giulianocosta
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Nunca usei outra droga a não ser o alcool. Faço musculação ha seis anos 5 a 6 vezes por semana. Em tempos que nao posso fazer parece que minha ansiedade aumenta, cansaço, irritabilidade. Hoje em dia não consigo me imaginar sem praticar um esporte. As vezes quando falo pra galera que por causa da academia nao faço todas as cadeiras da facul ou que não vou a um happy com o pessoal do serviço, o pessoal me olha e me acha estranho... As vezes me tiram pra boa vida ou vagabundo...hehehe... To nem ai, acho que temos que conquistar as coisas mas não podemos deixar de fazer as coisas de que gostamos...

Giuliano Costa
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Eu fazia academia, parei tem uns meses já. Ultimamente o que tenho usado para desestressar é estudar música, tocar guitarra. Antes eu chegava do trabalho e já corria pro computador pra programar/estudar alguma coisa. Cansei disso! Agora eu chego e vou tocar (ou fazer outra coisa), já tinha parado com a música a um bom tempo por causa dessas lombras de estudar/trabalhar o dia inteiro e até altas horas da noite. Agora estudando música tou tendo um gás novo no trabalho (fora os dias que me empolgo e passo da hora de dormir), e a música também ajuda na concentração fora outros benefícios (http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u3911.shtml). Ano que vem começo meus estudos no violão clássico pra coisa ficar mais interessante.
 
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