Acabo de ler e tenho pontos de discórdia:
Os modelos de Gestão priorizam as pessoas, que sempre terão sua importância destacada em qualquer organização. Os bons profissionais sempre serão valorizados e são peças chave em qualquer processo.
Isso não é verdade. Todas as empresas que trabalhei que tinham esses modelos pesados pregavam que com os processos bem definidos os "recursos" podem ser trocados. Vejam, "recursos" e não pessoas. Quando começa assim já está tudo errado.
Se pensarmos bem, não faz sentido imaginar que existem dois caminhos: Ágil e "não ágil"...
IMO, não explicou muito essa frase.
E o que não é tão óbvio para alguns é que bons processos são flexíveis o suficiente para terem partes de seu conteúdo suprimidas ou adaptadas para projetos considerados menores (ciclos curtos como uma semana por exemplo). E isso varia de organização para organização. Tudo isso para ao final, entregar um produto com qualidade (inteiro ou em partes, dependendo do cenário), validado e de acordo com o que foi solicitado.
Aqui ele coloca duas opções: (1) Desenvolver tudo e fazer uma única entrega, o que sabemos que não tem nada de ágil e (2) Releases curtos. Achei contraditório com o tema do artigo.
Se chegaram até aqui, guardem a mensagem: Não existem "metodologias ágeis", mas sim metodologias! E também não existe gestão ágil, e sim GESTÃO... são um MEIO para um FIM (qualidade do produto final).
Sinceramente ele quis filosofar muito. Agile surgiu pois as metodologias da época eram pesadas. Agora juntar tudo no mesmo saco não dá.