7 coisas que a gente fala mas nem sempre vê

14 respostas
Luca

Olá

Há coisas que a gente fala ou ouve falar (bem ou mal mesmo sem ter usado de verdade). Às vezes lemos e até experimentamos um Hello World. Mas usar mesmo no dia a dia a maioria de nós nunca fez.

Vou listar algumas destas coisas que eu ainda não usei para valer e que gostaria de pelo menos saber se tem alguém usando:

1. REST, Restlet, etc.
Alguém aí tem experiência em algum projeto que use REST? O que pode dizer para nós e o que usa? Java, Ruby?

2. SOA, EDA, ESB
Alguém aí tem experiência em algum projeto que use SOA, EDA, ESB? O que pode dizer para nós e o que usa? Qual ESB?

3. SCA, SDO, Apache-Tuscany
Alguém aí tem experiência em algum projeto que use SCA, SDO, Apache-Tuscany? O que pode dizer para nós e o que usa?

4. API de web services do JEE
Alguém aí tem experiência em algum projeto que use a API de web services do JEE? O que pode dizer para nós e como a usa?

5. SEDA
Alguém aí tem experiência em algum projeto que use o SEDA? O que pode dizer para nós e como o usa?

6. Linguagens funcionais como Haskell, Erlang, etc.
Alguém aí tem experiência em algum projeto que use linguagens funcionais como Haskell, Erlang, etc.? O que pode dizer para nós e como as usa?

7. Ruby
Alguém aí tem experiência em algum projeto que use Ruby? O que pode dizer para nós e como o usa?

Poderia aumentar a lista com produtos comerciais famosos como o Aqualogic por exemplo que atrai muito a minha curiosidade. Mas fico nestes aí em cima.

[]s
Luca

14 Respostas

PadrE

Verdade… ta ai uma penga de tecnologia que eu li sobre algumas e outras… mas na prática, nunca usei… deve ser porque estou a menos de um ano trabalhando… ^^

Mas vou ver se minha mãe conhece… tenho certeza que ela usa esse SEDA ai… :smiley:

rockstorm

SOA - (Service Oriented Architecture) Resumindo seria um orquestrador de serviços e hoje utilizo para orquestrar vários Webservices em projetos onde o foco é Orientação a Serviços.

plentz

A dúvida é no uso efetivo deles, e não na definição de cada um.

Luca

Olá

Certíssimo Diego. Como ninguém disse como está usando algumas destas coisas, continua valendo o título do tópico.

E o pior é que eu gostaria de usar a maioria delas.

Por exemplo: este Apache-Tuscany é coisa do Demo. E o que ele faz virá dentro do WebSphere 7.0 mas já pode ser feito com Websphere 6.1 baixando:
IBM Service Component Architecture Explorer Tool
http://www.alphaworks.ibm.com/tech/scaexplorer
e
IBM WebSphere Application Server Version 6.1 Feature Pack for SOA
https://www14.software.ibm.com/iwm/web/cc/earlyprograms/websphere/soawas61/.

Para uma definição de SCA vejam o início do artigo http://dev2dev.bea.com/blog/wgroth2/archive/2005/11/sca_and_the_fut.html

Falta pouco para a BEA soltar a sua implementação e a Oracle está evoluindo o EDA suite para fazer isto. Vejam as implementações em:
http://www.osoa.org/display/Main/Early+Implementation+Examples+and+Tools

Usar o Tuscany é uma chance de testar arquiteturas SCA/SDO que é coisa de gente chique. Vai além do SOA para quem usa somente componentes Java ou C++. Por enquanto nada de C#.

Vejam:
http://xml.coverpages.org/ni2005-12-07-a.html

[]s
Luca

fmeyer

Luca:
Olá
Por exemplo: este Apache-Tuscany é coisa do Demo.

O Websphere é coisa do demo… nem o pessoal da IBM entende ele …

Luca

Olá

Falei no bom sentido! :stuck_out_tongue:

Só conheci bem as versões 3.53 e 4. Da versão 4 eu gostei. Mas era um comedor de recursos de máquina. Eu fazia todos os deployments com o Ant usando linha de comando porque se tentasse usar o tal de AAT ou o Manager dele precisava ter muita paciência para esperar 1 minuto cada Next que eu teclava. Eu gostaria de experimentar este WAS 6.1 que usa o Tuscany por baixo dos panos. Coloca o próximo estagiário da Solvo para descobrir como faz isto. :twisted:

[]s
Luca

pcalcado
  1. Sim, projeto de análise de risco para publicar e consumer feeds de informações de mercado financeiro. Java EE.

  2. Sim, com plataforma de ESB da Tibco e sem ESB.

3., 4., 5. não

  1. Common Lisp não é exatamente uma linguagem funcional ma schega próximo e no início do ano eu tive bastante cotnato no dia-a-dia, nada profissional se esta for a pergunta

  2. Profissionalmente um shell para controle e admisntiração de clusters de servidores de aplicação Java, alémd e vários pet projects

Luca

Olá

Beleza Phillip! Matou muita gente aqui de inveja a começar comigo.

Usar BusinessWorks/Tibco nesta área serviços talvez seja muito instrutivo.

REST também deve ser uma experiência interessante. Com certeza foi um projeto que começou do zero já arquitetado para REST, certo? Não sei como refatorar um sistema web para usar REST.

[]s
Luca

louds

Sim, para integrar com a plataforma de distribuição de conteúdo de um fornecedor global.

Usei em um projeto ano passado para um servidor tcp/ip, depois de muito benchmark, código dificil de escrever e testes de todo tipo, voltei a aplicação ao modelo tradicional de 1 socket por thread. SEDA, e NIO em geral , apenas compensa se a aplicação for manter milhares de sockets ativos (transmitindo dados) e você precisa dessa escalabilidade.

SEDA é a descrição genérica para uma arquitetura orientada a eventos. Esse ano eu desenvolvi uma aplicação que opera desta fora para gerar conteúdo, ela gera mais de 2mil queries e 40 documentos por segundo. Se não fosse pela organização nesse modelo não seria possivel obter essa escalabilidade.

Apenas pessoal, com Erlang e Scheme. Scheme é divertido usar, já erlang é facinante, a plataforma e a forma de operar da linguagem é muito diferente e interessante para quem precisa de alta escalabilidade e, principalmente, confiabilidade/disponibilidade.

Uso Ruby para duas coisa, primeiro foi para mastigar toneladas de log e extrair montes de métricas que eu precisava. A outra foi para escrever um mock-up de um web-service de terceiro p/ podermos desenvolver o client.

rockstorm

Realmente não entendi essa… A pergunta foi bem clara e a resposta mais objetiva ainda…

Luca

Olá

Quando escrevi a sua resposta tinha sido a única dizendo que usa algum dos itens. Então o título “mas nem sempre vê” ainda estava válido. Depois das respostas do Phillip e do Louds, já deu para ver mais alguma coisa.

Apesar de não usar no meu dia a dia, discordo um pouco da definição de que SOA seja um orquestrador. Pelo que tenho lido, SOA não é um executor de ações e sim uma arquitetura onde alguns componentes executam ações de acordo com algumas regras. Aliás, na definição inicial do Gartner quando cunhou o termo, falava em estilo de arquitetura.

[]s
Luca

rockstorm

Bom dia,
Em momento algum disse que SOA seria um executor, como o próprio nome já diz “Architecture”. Mais uma palavra dificil para quem se interessar “BPEL”. Qualquer duvida no assunto estou a disposição.

Luca

Olá

rockstorm

Agradeço a disposição e continuo interessado em saber mais detalhes de como usa SOA. BPEL eu nem citei porque sei pessoalmente que alguns aqui usam. Mas se você quiser escrever sobre isto eu também agradeceria.

Quanto a executor, não vou polemizar sobre língua portuguesa mas você usou o termo orquestrador.

[]s
Luca

Kenobi

Caros, estou em meio a um processo de integração de uma aplicação do Banco com diversas outras plataformas heterogêneas.

2- Estaremos expondo os serviços da aplicação central (escrita em Java), usando o approach SOA Integrados a um ESB com filtros às respectivas tecnologias / protocolos, conversando diretamente com os serviços (WebServices).

O ESB que escolhi para essa tarefa foi o Mule, que implementa o conceito SEDA de processamento, e possui uma configuração simplificada em conjunto com o Spring - framework utilizado pela plataforma central.

Para os serviços, vamos fazer uso do XFire, que além de possuir uma performance 4x superior ao Axis, possibilita uma fácil integração com o framework referido - Spring.

7- Comecei a desenvolver um sistema para agência de publicidade de uma amiga minha, mais para ter contato com o RubyOnRails e saber quais são suas vantagens e desvantagens para aplicabilidade no mundo real.

Criado 13 de setembro de 2006
Ultima resposta 15 de set. de 2006
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