A tal da "geração Y"

Nesse caso, não é problema da geração. É uma situação normal, e é obrigação de quem conhece procurar outro emprego mesmo.

O problema da geração Y é, de maneira geral, ter uma expectativa errada sobre si mesmo. É claro que há pessoas que são exceção (como em toda geração), mas não cabe falar de um perfil geral citando exceções.[/quote]

para ser honesto não cheguei nem nas exceções…acho que no minimo metade dos profissionais da geração Y estão trabalhando abaixo da sua capacidade.

E quais capacidades seriam essas, que seriam exclusivas da geração Y?

Estou perguntando para saber se você está falando de uma característica da geração ou de um problema sistêmico. O problema sistêmico seria no caso de maneira geral, haver grandes chances de qualquer pessoa, de qualquer geração, trabalhar abaixo de suas capacidades.

Ou você acredita que a geração Y seja mais capaz em alguns aspectos que o modelo criado pelas gerações anteriores não contempla. E se for o caso, que aspectos seriam esses?

E quais capacidades seriam essas, que seriam exclusivas da geração Y?

Estou perguntando para saber se você está falando de uma característica da geração ou de um problema sistêmico. O problema sistêmico seria no caso de maneira geral, haver grandes chances de qualquer pessoa, de qualquer geração, trabalhar abaixo de suas capacidades.

Ou você acredita que a geração Y seja mais capaz em alguns aspectos que o modelo criado pelas gerações anteriores não contempla. E se for o caso, que aspectos seriam esses?[/quote]

capacidade técnica, capacidade criativa, capacidade estratégica, capacidade de liderança.

o modelo que é usado hoje utiliza o tempo de experiência, a geração Y não se aplica a este modelo, a informação que antes era essencial na cabeça hoje é essencial no google. o tempo para se agregar a informação essencial é menor do que antigamente. hoje um profissional se torna produtível muito mais rápido do que antigamente. ele absorve somente a informação essencial.

E quais capacidades seriam essas, que seriam exclusivas da geração Y?

Estou perguntando para saber se você está falando de uma característica da geração ou de um problema sistêmico. O problema sistêmico seria no caso de maneira geral, haver grandes chances de qualquer pessoa, de qualquer geração, trabalhar abaixo de suas capacidades.

Ou você acredita que a geração Y seja mais capaz em alguns aspectos que o modelo criado pelas gerações anteriores não contempla. E se for o caso, que aspectos seriam esses?[/quote]

capacidade técnica, capacidade criativa, capacidade estratégica, capacidade de liderança.

o modelo que é usado hoje utiliza o tempo de experiência, a geração Y não se aplica a este modelo, a informação que antes era essencial na cabeça hoje é essencial no google. o tempo para se agregar a informação essencial é menor do que antigamente. hoje um profissional se torna produtível muito mais rápido do que antigamente. ele absorve somente a informação essencial. [/quote]

Não compartilho tanto dessa percepção …

O conflito que eu enxergo está mais relacionado a valores do que capacidade profissional propriamente dita. Basicamente “a geração Y” preza por coisas como flexibilidade de horários, organizações mais horizontais, informalidade na aparência, etc… o que acaba gerando uma certa dificuldade para as empresas tanto em termos de convívio com profissionais mais velhos como na questão de segurar/atrair profissionais para empresas.

Mas na boa mesmo, dizer que a geração Y “by default” é mais capacitada tecnicamente porque usa Google e framework (talvez eu tenha entendido errado), pelo amor de Deus , é um papo mais furado que queijo mineiro. Talvez o uso de tecnologia seja um grande diferencial para jovens de outras áreas, um contador que tenha feito contabilidade no papel durante 30 anos talvez se sinta ameaçado por um recém-formado que tenha mais traquejo com ferramentas informatizadas, mas sinceramente, eu não vejo tanto essa situação em TI. Quem tem seus 20-30 anos de desenvolvimento viu muito coisa nascer e morrer, de maneira geral são mais focados e tem uma base conceitual mais forte, e nem por isso deixam de acompanhar o que está acontecendo no mundo a sua volta. Sendo assim, eu duvido muito que um jovem recém-formado consiga superar um profissional mais experiente e de formação equivalente. Experiência e informação são dimensões separadas,e na minha opinião, é um erro terrível pensar que um pode substituir o outro.

[quote=douglaskd]
capacidade técnica, capacidade criativa, capacidade estratégica, capacidade de liderança.

o modelo que é usado hoje utiliza o tempo de experiência, a geração Y não se aplica a este modelo, a informação que antes era essencial na cabeça hoje é essencial no google. o tempo para se agregar a informação essencial é menor do que antigamente. hoje um profissional se torna produtível muito mais rápido do que antigamente. ele absorve somente a informação essencial. [/quote]

Esse é o papo do consumidor de informação que falei. Do cara que sequer entende porque é ruim copiar, de que não entende que a informação está lá porque alguém a produziu. Demora a cair a ficha da geração y que o bom profissional é o que produz, não o quem consome. Essa banalização da experiência faz parte da cultura narcisista y. Eles fazem a coisa funcionar copiando e colando, e não necessariamente entendendo. Acreditam que por ter resultados a curto prazo tem capacidade técnica, mas esse é um erro gravíssimo de julgamento, e isso muitas vezes é o que os leva a frustração.

Faz tempo, anos, que as empresas não valorizam mais pura e simplesmente por tempo de casa. A geração x já passou por essa transição. Não vejo atributo de capacidade de liderança na geração y, e muito menos o de visão estratégica. Esses são aspectos mais individuais do que de uma ou outra geração em si. Eu vejo muita capacidade criativa na geração y. Eles são impulsionados por muito mais informação do que nós fomos, tiveram influências de mais culturas: americana, japonesa, européia.

Eu acho que esse novo pessoal tem muito potencial, mas será necessário uma boa dose de maturidade para que possam aproveita-lo em sua plenitude. Não é a toa pois os representantes fortes dessa geração estão entrando no mercado agora. Quem nasceu nos anos 80 ainda tem mais traços de x do que y. Mas ponto significativo dessa geração é que eles realmente tem menos medo de empreender - talvez pela melhor segurança familiar. Vamos torcer para isso gerar um empresariado forte no futuro, o Brasil precisa de um.

[quote=ViniGodoy][quote=douglaskd]
capacidade técnica, capacidade criativa, capacidade estratégica, capacidade de liderança.

o modelo que é usado hoje utiliza o tempo de experiência, a geração Y não se aplica a este modelo, a informação que antes era essencial na cabeça hoje é essencial no google. o tempo para se agregar a informação essencial é menor do que antigamente. hoje um profissional se torna produtível muito mais rápido do que antigamente. ele absorve somente a informação essencial. [/quote]

Esse é o papo do consumidor de informação que falei. Do cara que sequer entende porque é ruim copiar, de que não entende que a informação está lá porque alguém a produziu. Demora a cair a ficha da geração y que o bom profissional é o que produz, não o quem consome. Essa banalização da experiência faz parte da cultura narcisista y. Eles fazem a coisa funcionar copiando e colando, e não necessariamente entendendo. Acreditam que por ter resultados a curto prazo tem capacidade técnica, mas esse é um erro gravíssimo de julgamento, e isso muitas vezes é o que os leva a frustração.

Faz tempo, anos, que as empresas não valorizam mais pura e simplesmente por tempo de casa. A geração x já passou por essa transição. Não vejo atributo de capacidade de liderança na geração y, e muito menos o de visão estratégica. Esses são aspectos mais individuais do que de uma ou outra geração em si. Eu vejo muita capacidade criativa na geração y. Eles são impulsionados por muito mais informação do que nós fomos, tiveram influências de mais culturas: americana, japonesa, européia.

Eu acho que esse novo pessoal tem muito potencial, mas será necessário uma boa dose de maturidade para que possam aproveita-lo em sua plenitude. Não é a toa pois os representantes fortes dessa geração estão entrando no mercado agora. Quem nasceu nos anos 80 ainda tem mais traços de x do que y. Mas ponto significativo dessa geração é que eles realmente tem menos medo de empreender - talvez pela melhor segurança familiar. Vamos torcer para isso gerar um empresariado forte no futuro, o Brasil precisa de um.[/quote]

Para ser honesto, acho a maneira de agir da geração Y muito agressiva e auto-destrutiva, parece bom, inovador etc, mas a transformação que estão fazendo no mercado de trabalho pode acabar e na verdade já esta acabando com a tranquilidade que existia no passado, o excesso de informações que se submetem eu considero um exagero. não só o mercado de trabalho, mas também a saúde desses profissionais vai por água abaixo. essa cultura de banalização da experiência é uma fruta amarga que eles vão colher no futuro, infelizmente.

[quote=gomesrod]
Tem razão, o dinheiro é o objetivo final*, mas você pode pensar de duas formas:

  • Vou aprender bem esse ofício e fazê-lo muito bem feito, para que o cliente satisfeito pague um bom preço pelos meus serviços
    ou
  • Vou fazer esse curso aqui que tá dando mó grana, só ficar 3 anos no bar e depois já era mano, chego ganhando 5 pau. isshhh tiozão, isquema bem loco!

Eu concordo com o Júlio, o problema não está só na nossa área (infelizmente também está em outras bem mais críticas). Falta educação em casa - o jovem aprende que ele é o centro do universo - e falta educação na escola.

  • obs: concordo que o dinheiro é a razão de trabalharmos, mas também precisa lembrar que algumas áreas também deveriam envolver uma boa dose de vocação e amor pelo que se faz, por exemplo a medicina. E isso não se vê mais.[/quote]

Você pode pensar das duas formas. Mas apenas uma é a correta, a que vai dar mais dinheiro.

Você ganha mais dinheiro se chegar sabendo (ou fingindo saber) do que chegar todo humildizão dizendo que ainda está aprendendo.

[quote=lkbm]
Você pode pensar das duas formas. Mas apenas uma é a correta, a que vai dar mais dinheiro.

Você ganha mais dinheiro se chegar sabendo (ou fingindo saber) do que chegar todo humildizão dizendo que ainda está aprendendo.[/quote]

Acho que essa é uma impressão falsa, de quem vê o problema “de passagem”. Em alguns casos isso pode ser verdade por algum tempo, o cara que fala mais que faz se dar melhor do que o que faz, mas não fala.

O que funciona na verdade é ser humilde quando está aprendendo e dizer que está aprendendo e chegar falando que sabe quando pode mostrar que sabe. Qualquer coisa fora disso, cedo ou tarde, a casa cai.

Voltando ao “conflito” de gerações, eu concordo com o Viny quando ele diz que algumas características atribuídas a gerações, são muito mais individuais do que de gerações. Visão estratégica, facilidade no trato com as pessoas, comprometimento, etc… são muito mais características pessoais que de gerações.

Discordo do Viny em alguns pontos quando ele defende o modelo existente hoje (ainda que defenda a parte que funciona), que eu acho ultrapassado e só existe ainda pela falta de habilidade dos “chefes” em aprender a lidar melhor com um modelo não hierárquico. Eu não consigo ver benefício algum na hierarquia, nem acho que ela deve existir. O que deve existir é atribuição de responsabilidades, e perfeito entendimento dessas responsabilidades. Negar hierarquia não é pregar anarquia, é pregar relações horizontais em que as responsabilidades estejam claras e de forma transparente. É pregar uma prática que você, num cargo estratégico, não precise impor sua vontade, mas consiga convencer os outros de que essa sua vontade é de fato o melhor para empresa/projeto/qualquer coisa.

Onde eu trabalho eu posso ter a palavra final da parte técnica, mas tenho pessoas tão competentes quanto eu trabalhando comigo. Por tanto se eu não consigo convencer a maioria deles de uma decisão que eu ache a melhor, sabendo que todos tem a mesma informação que eu sobre o assunto, é melhor eu repensar essa decisão do que enfiar guela abaixo deles porque é provável que eu esteja errado e não eles. Ainda que eu tenha o “poder” de decidir.

[quote=adriano_si]
Digamos que o “mercado” (isso não existe) nos colocou nessa situação.

O que na verdade o Julio quis dizer é que hoje em dia só o que vale é “a grana no bolso final do mês” e se perderam outros valores.

Citando os médicos, fica claro o descaso de alguns com suas profissões antes tão respeitada…

Entendi o que o Júlio falou, pois embora o money no final do mês seja o que eu aguardo, procuro não fazer disso O FIM de tudo, senão a frustração realmente aparece.

Se envolver nos problemas de seus clientes e realmente tentar solucioná-los é um dos meios que vejo pra fuga dessa armadilha de se trabalhar UNICAMENTE pelo $$$$.

Isso é fato, essa nova geração não tem, eles já chegam na empresa pensando quando que vão sair com uma proposta maior.[/quote]

Até onde sei a solução pra isso é simples, basta contratar pessoas da geração anterior.

Em que momento defendi um modelo hierarquico rígido?

Eu sempre fui partidário da chefia por convencimento, distribuição de tarefas, como você falou. Mas isso não deixa de ser um modelo hierarquico, uma vez que você tem alguém responsável por coordenar o trabalho, decidir prioridades e dividir tarefas. É impossível haver uma equipe sem alguém assim. E o pessoal da geração Y, muitas vezes combate essa pessoa por se achar muito mais especial do que realmente é.

É claro que um bom chefe vai conseguir lidar com isso com tato. Eu mesmo sou professor de 40 alunos desse tipo todo ano, tenho funcionários novos e não tenho evasão reclamações do pessoal.

Eu não disse que você defende um hierarquia rígida, disse que você defende hierarquia. Nesse ponto, por exemplo, você defende.

Eu vejo hierarquia como algo malefício, hierarquia para mim dá a entender automaticamente que A é superior a B pelo cargo que ocupa e não pela competência. Mas aqui talvez seja mais um questão semântica que de ideias, nem vale levar a discussão por esse caminho.

De resto eu concordo com você até na necessidade da coordenação de tarefas etc. Só não acho que isso possa ou deva ser visto como hierarquia, mas como uma responsabilidade de um dos membros da equipe. O acúmulo dessa função caberia aquele notoriamente mais capacitado para isso, sem no entanto precisar de alguém especificamente para essas tarefas de coordenação e menos ainda usar um “gerente de pessoas” para tal coordenação.

Realmente, é só uma questão semântica. Afinal, os membros da geração y tendem a não entender essa figura, independente se num modelo rígido (reforçado pelo cargo), ou num modelo menos rígido, reforçado só pelo papel.

[quote=lkbm]Até onde sei a solução pra isso é simples, basta contratar pessoas da geração anterior.
[/quote]
Não sei você, mas não enxergo isso como uma guerra de gerações e nem acho que isso é benéfico.

Todo mundo precisa de um pouco de X e um pouco de Y.

Pra ser sincero acho que esses rótulos acabam dificultando algumas coisas, já que somos todos pessoas com seus defeitos, experiências, alegrias e decepções.

No final das contas será o mal eterno. A geração atual reclamará da próxima quando adquirir maturidade suficiente, pois verá a ânsia da próxima e encarará como um “mal” da nova geração… Loop infinito…

Mas não, não vejo como solução o que você descreveu, pois mesmo muitos da nova geração ainda serão empregados a vida toda.

Abs []

Não dá para olhar só para os pontos negativos da nova geração também, eles são bem criativos, tem uma cultura contemporânea boa, tem mais gente sabendo linguas estrangeiras (talvez não falar fluentemente, mas se virar nelas) e tem pouquíssima resistência a usar um computador - mesmo no caso de terem que aprender coisas novas.

Também são pessoas que em geral não tem medo de expressar a própria opinião. Do contrário da geração anterior, onde havia repressão, sempre se sentiram livres para contribuir e dar idéias e isso pode ser usado a favor de qualquer time.

[quote=ViniGodoy]Não dá para olhar só para os pontos negativos da nova geração também, eles são bem criativos, tem uma cultura contemporânea boa, tem mais gente sabendo linguas estrangeiras (talvez não falar fluentemente, mas se virar nelas) e tem pouquíssima resistência a usar um computador - mesmo no caso de terem que aprender coisas novas.

Também são pessoas que em geral não tem medo de expressar a própria opinião. Do contrário da geração anterior, onde havia repressão, sempre se sentiram livres para contribuir e dar idéias e isso pode ser usado a favor de qualquer time.[/quote]
Concordo.
Acrescentando uma boa formação, esse geração inicia com uma vantagem competitiva significativa.

[quote=A H Gusukuma][quote=ViniGodoy]Não dá para olhar só para os pontos negativos da nova geração também, eles são bem criativos, tem uma cultura contemporânea boa, tem mais gente sabendo linguas estrangeiras (talvez não falar fluentemente, mas se virar nelas) e tem pouquíssima resistência a usar um computador - mesmo no caso de terem que aprender coisas novas.

Também são pessoas que em geral não tem medo de expressar a própria opinião. Do contrário da geração anterior, onde havia repressão, sempre se sentiram livres para contribuir e dar idéias e isso pode ser usado a favor de qualquer time.[/quote]
Concordo.
Acrescentando uma boa formação, esse geração inicia com uma vantagem competitiva significativa.[/quote]

Com essa palavra mágica(“boa formação”). O problema é que hoje isso é escasso, e grande parte entra numa universidade sem ao menos saber ler, escrever e calcular corretamente.

Estamos produzindo uma geração de dummies, e não é só eu que concordo com isso.

ps* - essa tag do youtube não serve para nada aqui.

E por qual outro motivo a pessoa sairia da sua casa para um lugar neutro, largando a familia, amigos, e pegando transito TODO DIA… se não pelo interesse financeiro?[/quote]

Você mesmo respondeu inconscientemente.
Por 3 motivos nessa mesma ordem:

  1. Pela família dela;

  2. Por ela mesma(conseguir capacitação, se tornar alguém de verdade, ganhar conhecimento, uma infinidade de motivos pessoais…)

  3. Por dinheiro

Se o seu fim for dinheiro, você vai sempre ser um nada desprovido de capacidade intelectual. Estamos no mundo para nos desenvolvermos, então $$ precisa ser um meio.

[quote=juliocbq]
Você mesmo respondeu inconscientemente.
Por 3 motivos nessa mesma ordem:

  1. Pela família dela;

  2. Por ela mesma(conseguir capacitação, se tornar alguém de verdade, ganhar conhecimento, uma infinidade de motivos pessoais…)

  3. Por dinheiro

Se o seu fim for dinheiro, você vai sempre ser um nada desprovido de capacidade intelectual. Estamos no mundo para nos desenvolvermos, então $$ precisa ser um meio.[/quote]

Com dinheiro você pode fazer o que quiser, inclusive comprar conhecimento.

Mas agora surgiu uma dúvida, se apessoa estiver disposta a ir vender sua mão de obra para uma empresa ou alguém que tem uma idéia, isso não é usar o dinheiro como fim?

Depende do que levou essa pessoa a preferir uma empresa no lugar de outra. Você pode trocar um emprego que tem uma remuneração por outro que tenha um pouco menos, mas melhores condições de trabalho, melhores projetos, tecnologias mais interessantes, etc.

[quote=lkbm][quote=juliocbq]
Você mesmo respondeu inconscientemente.
Por 3 motivos nessa mesma ordem:

  1. Pela família dela;

  2. Por ela mesma(conseguir capacitação, se tornar alguém de verdade, ganhar conhecimento, uma infinidade de motivos pessoais…)

  3. Por dinheiro

Se o seu fim for dinheiro, você vai sempre ser um nada desprovido de capacidade intelectual. Estamos no mundo para nos desenvolvermos, então $$ precisa ser um meio.[/quote]

Com dinheiro você pode fazer o que quiser, inclusive comprar conhecimento.

Mas agora surgiu uma dúvida, se apessoa estiver disposta a ir vender sua mão de obra para uma empresa ou alguém que tem uma idéia, isso não é usar o dinheiro como fim?
[/quote]

Então vamos comprar o conhecimento, abrir a cabeça de alguém e colocá-lo lá. O que acha?

Relacionar qualidade de vida “diretamente” ao dinheiro é um erro comum, mas grave. Se você sai da sua casa, entra em alguma empresa apenas com o pensamento no dinheiro sem se importar com sua vida, seu desenvolvimento intelectual, profissional e pessoal não saia de casa.