Pois é, acho que lá de harmony só saiu o título do post ehehe.
Mas vamos lá,
tive a oportunidade de trocar algumas palavras com o Bruno de Souza no 2° JAVAC semana passada aqui em Cuiabá, que nós do CAJU organizamos.
Segundo ele a idéia é antiga, e faltava um pontapé inicial para lançar a idéia, o que aconteceu no café brasil em Brasília durante conversas paralelas.
E que não seri uma cocorrencia jamais ao Jav, pois se implementa a especificação vai continuar sendo java, não deixa de ser java porque outra pessoa implementou.
Me parece que é um foco um pouco politico, mas também um pouco verdadeiro, realmente não podemos ficar dependentes de uma única distribuição, imagina se sofremos embargo do EUA? se a SUN quebra? é vendida entre outras coisas, como fica?
Acho que estão tentando se antecipar há alguma tragédia deste tipo, pois se acontece algo, e só ai começar a tentar implementar uma versão alternativa, daria muita dor de cabeça além de alguns anos perdidos, então por que não começar agora?
Tá bom uma tragédia pode nunca ocorrer, tá bom eles podem não conseguir, mas pelo menso tentaram, certo?
Acho também que o Brasil hoje tem um papel importantissimo nisso, pois o governo não vai aprovar uma dependencia de Java única e expecificamente de uma empresa, e ter uma alternativa, talvez até visionáriamente brasileira a SUN, seria um passo muito grande para autonomia do brasil no quesito tecnológico.
Pois para mim hoje a posição do SERPRO no JCP é única e exclusivamente condicional a adesão do brasil a linguagem e nada mais do que para observar oque se passa lá dentro, como uma forma de confiar no que é feito.
Enfim, só opiniões um pouco conturbadas de minha parte.