Eu costumo, em vez de forçar a amizade (usando herança ou o escambau), criar um pacote utilitário (digamos br.com.exemplo.util.gui) e deixar lá todas as classes que acabo reusando no projeto.
Nesse caso, o método de centralização de um JFrame é um método estático.
Como são relativamente poucas, acabo não justificando criar um jar só para isso.
É que se você não usar a herança (herdando de “JFrameCentralizado”) você acaba tendo de forçar a reimplementação de um mesmo método só porque você resolveu criar uma interface “Centralizado” e forçar que seu JFrame implemente essa interface - um problema sério do Java que foi consertado no Scala e outras linguagens que aceitam uma implementação default de uma interface, ou “mixins”.
No Java 8 iremos ter uma solução parcial desse problema (implementação default de uma interface), mas enquanto isso não está fechado, prefiro, no initComponents ou no método que o VEP, WindowBuilder ou o editor gráfico de sua preferência, chamar manualmente esse método de centralização de JFrame que incluo em alguma das classes utilitárias.