Olá pessoal,
bem, a história é a seguinte: não satisfeito com o Struts, resolvi criar meu próprio framework para construir aplicações para web usando a arquitetura MVC. <propagandinha_básica>Este framework permite que você se concentre apenas na construções dos objetos de negócio (nota: por motivos pessoais contra o hype do EJB, eles não são suportados). Nem na construção da camada de visão você precisa se preocupar muito, pois o framework também provê uma pequena biblioteca de tags que resolve a maior parte dos problemas na hora de criar código para exibição de informações (sem falar que você pode usar qualquer outra biblioteca de tags). Nem com conexão a DBMS o usuário precisa se preocupar, pois tem um pool de conexões implementado (mais tarde estou pensando em separar esta camada de banco de dados em um outro framework à parte, que implemente a especificação JSR-12, JDO, para tornar a persistencia algo muito mais transparente). </propagandinha_básica> Bem, terminado o momento “merchandising”, gostaria de pedir a colaboração de vcs no batizado deste framework, ou seja, ajudem-me a dar um nome a ele.
Batizado
8 Respostas
eheheh, nao sei, mas a que eu to bolando como kernel de uma maior eu vou chamar the YAWF = Yet another web framework 
lembre-se q para ser MVC mesmo, o M poderia ser o que voce quiser, inclusive EJB
posta onde o projeto ta pro pessoal ver
então, o projeto ainda não foi publicado (lazy boy). Mas, em breve, vai estar na seção “workspace” neste endereço: http://grad.icmc.usp.br/~daniel/index.htm.
“lembre-se q para ser MVC mesmo, o M poderia ser o que voce quiser, inclusive EJB” (Paulo Silveira)
Sim, eu sei disso. Mas eu tenho certas restrições com relação a EJB. Tecnicamente, a idéia é boa. O problema é que muitos dos “enterprise architects” (tucanaram o analista de sistema), movidos pelo “hype do EJB”, resolvem usá-los à torto e à direito. (nota: eu não pretendo transformar este tópico em uma cruzada dos “pró-EJB” contra os “contra-EJB”; isso é uma discussão que vai muiiiiito longe).
O framework insira_aqui_uma_sugestão_para_o_nome_do_framework visa auxiliar na construção de aplicações bem menos “complexas” (JSP, Servlets, etc etc…), que não precisem de um servidor de aplicação completo para ser “deployed”.
Olá.
Não gostei do
“enterprise architects” (tucanaram o analista de sistema). Os “Enterprise Architects” são realmente necessários hoje em dia, onde o lema é “evolução e integração de sistemas com qualidade”. E nós não saimos usando “EJB” a torto e direito.
Infelismente, grande parte de “analistas de sistemas Java” que conheci, não teêm a mínima noção do que é um sistema distríbuido.
Entretando o FrameWork dos EJB, é muito poderoso realmente, e em algumas situação pode-se estar usando um “canhão” para matar “mosquitos”… Ou seja, um sitema meia-boca com meia-duzia de usuários não tem que ter EJB mesmo. É mais simples sem eles. E ser a aplicação não é crítica, e necessita ser distribuida, pode-se usar o RMI ou CORBA no lugar deles.
Entretando se você quiser usufruir dos reais benefícios da J2EE (TransacionManagement, ConcurrenceManagement, ResourceManagement, SecurityMangement, PersistenceManagement, FailOver, etc) garantindo a performance da aplicação e minimizando a quantidade código que vai ser escrita, vai ter que usar EJB mesmo, sem dó, isso sem falar nos sistemas que precisam ser garantir a escalabiliade, de Alta-Disponibilidade e Alta-Capacidade, que rodam em “Cluster”.
Por isso, o MVC é tão importante, pois se você quiser tirar os JavaBeans + DAO e subistituir por EJB + DAO ou só EJB, fica mais símples, e garante a evolução da Aplicação.
Batize o seu framework de WebObjectsApplicationsMVC-Based.
E não me leve a mal. A J2EE 1.3 já possui um execelente modelo de persistência automática de objetos, o EJB CMP 2.0 com CMR e EJBQL, por que voce está reinventando a roda?
Não seria mais fácil adaptar o seu FrameWork para a J2EE 1.3 e garantir que ele esteja mais aderente as específicações da J2EE, e assim você poder usá-lo num número maior de projetos?
Isso sim é uma preocupação dos “enterprise architects”, não de analistas meia-boca.
[]´s
Não foi minha intenção aborrecê-lo, Oziel… portanto, paz
…
E também, acho que você entendeu o que eu quis dizer com aquele comentário ácido: a maioria dos EAs hoje não sabe aplicar devidamente os recursos que a J2EE possui, e eles acabam criando aplicações desnecessariamente grandes (lotadas de SFSB/SLSB+CMPEB+MDBs). Acho EJB uma tecnologia muito boa (com certa restrição aos Entity Beans), mas eu sou contra a banalização dela. E ponto.
Como eu havia dito, o framework (aliás, boa sugestão para o nome) se destina para aquelas aplicações J2EE (vale lembrar que Servlet e JSP são parte da J2EE spec., já que muitos confundem EJB com J2EE) em que o uso de EJBs seria desnecessário, o que, na minha opinião, é o perfil da maioria das aplicações para web.
Portanto, creio que não estaria reinventando a roda quando eu digo que pretendo criar um outro mecanismo de persistência de objetos, já que quando você só tem JSP+Servlets, a opção mais freqüentemente usada é JDBC (claro, tem também XML, Prevalência, Serialiação - argh!..), que não é nada transparente, convenhamos.
Então, acho que agora estamos entendidos?
fala ae daniel, td bom?
vem ca, q lingua ta escrito na tua assinatura? bem off topic mesmo…
sobre o projeto, sugiro algo em portugues q nao faca sentido algum, veja o Struts, o Velocity, o Ant, e qq otro projeto (mesmo sem ser jacarta, como o scarabs) ou de conexao remota com o que seu projeto faz… pq projetos do tipo: ApplicationAutomater e coisas do genero sao tao batidos que ja existem milhoes por ai com nomes parecidos q fazem coisas muito diferentes…
abracao
Guilherme Silveira
e aí, Guilherme, blz?
primeiramente, sobre a assinatura: ela está escrita em islandês e é uma frase que está escrita no encarte do álbum “ágætis byrjun”, da banda Sigur Rós. Pode ser traduzida como “Eu lhe dei esperança e você me desapontou. Bem, pelo menos é um bom começo”. O site da banda é www.sigur-ros.co.uk.
sobre o nome, eu realmente pensei em algo que fugisse do “clichê” do inglês e tbm me passou pela idéia de usar nomes aparentemente “non-sense”. But i still haven’t found what i’m looking for. Portanto, sugestões são muito bem-vindas.
Auf Wiedersehen, mein Freund
Daniel, c eh o primeiro q fala de banda islandesa sem ser Bjork… eu tenho um amigo islandes q trabalhou no consulado islandes no brasil e agora no consulado na alemanha…
Com o nome do projeto… boa sorte entao 
Machs gut