Marilena Chaui realmente é show…
O texto é realista demais…
Mas o problema dela assim como a maioria dos brasileiros é saberem dissertar sobre os problemas, mas não tomarem atitudes.
Só falar não resolve, tem que por em pratica.
Enquanto os brasileiros ficarem só reclamando da vida e não acordarem para reagir nessa sociedade nós ficaremos sempre neste marasmo socio-etnico-economico.
eric_jf
Como de costume Marilena Chauí dá um show.
Recomendo o livro dela:
Brasil: Mito Fundador e Sociedade Autoritária
Ironlynx
Não gosto dela.Fala o óbvio, e não teme defender com unhas e dentes o governo que entre outras coisas, é a favor da política de cotas racias, com uma ministra que a meu ver, é racista.
É de uma incoerência atróz… :roll:
eric_jf
Ironlynx:
Não gosto dela.Fala o óbvio, e não teme defender com unhas e dentes o governo que entre outras coisas, é a favor da política de cotas racias, com uma ministra que a meu ver, é racista.
É de uma incoerência atróz… :roll:
esse discurso eu já conheço … não li e não gostei.
então vc poderia nos dizer qual o problema dela defender a política de cotas?
e porque vc acha q a ministra é racista??
e qual a incoerência atróz??
e ainda mais … como ela pode falar o obvio e ser incoerente???
Ironlynx
Quem disse que não li?
Gera mais um problema do que uma solução.Minha cútis é branca, meu avô era mulato, qual a minha Etnia rapaz???
Se vc irá defender a cota para negros(cerca de 5% da população, pois a maioria são PARDOS), pq não defender as cotas para os Mancos,os Nerds , os homossexuais , os prognatas e os feios???
Pq ela acha normal um negro ser racista contra um branco.Racismo não é NORMAL.
E cotas não pagarão(nem apagarão) o passado.Essa história de indenização histórica é ignorância e oportunismo.A discriminação no Brasil é muito maior em relação ao rico frente ao pobre, do que do branco contra o negro.
e qual a incoerência atróz??
e ainda mais … como ela pode falar o obvio e ser incoerente???
A incoerência tá no que ela fala/escreve contra o que ela defende.É simples: Os partidos políticos tendem a ser clubes privados das oligarquias locais e regionais, sempre tomam a forma clientelística na qual a relação é de tutela e de favor.
O partido dela é o que??? :shock:
outro dela:
Os negros são considerados infantis, ignorantes, safados, indolentes, raça inferior e perigosa, tanto assim, que numa inscrição gravada até há pouco tempo na entrada da Escola de Polícia de São Paulo dizia: “Um negro parado é suspeito; correndo, é culpado”.
e aqui ela se pega:
Numa palavra, as classes populares carregam os estigmas da suspeita, da culpa e da incriminação permanentes.
Ora, as classes populares são qualquer um.Um negro de terno será beem mais respeitado do que um branquelo com camisa regata rasgada(já levei dura e sei disso).(Aqui no brasil!!!)
Para mim(IMHO), um(a) Intelectual que pertença(ou funde) qualquer partido político será sempre um intelectualóide, pois sempre terá a conivência dos seus pares, e não (o que é mais importante), das suas idéias.
eric_jf
Gera mais um problema do que uma solução.Minha cútis é branca, meu avô era mulato, qual a minha Etnia rapaz???
Se vc irá defender a cota para negros(cerca de 5% da população, pois a maioria são PARDOS), pq não defender as cotas para os Mancos,os Nerds , os homossexuais , os prognatas e os feios???
é dever do estado … regular a sociedade para que seja mais justa e democrática
uma dessas formas se chama ações afirmativas em que vc beneficia um grupo para q ele tenha melhores condições para equipara com aqueles que tem mais chance na sociedade, que é caso das cotas
os negro q historicamente sofreram inúmeras violências … e ainda hj sofrem de nosso legado histórico … negros e pardos q tem piores condições econômicas e são a maioria do povo brasileiro … tem o direito a essa ajuda …embora pouca
e reafirmo esse dever do estado em em pagar essa divida histórica com os negros e pardos.
e isso de dizer q 5% da população é negra é conversa pra inglês ver… por q na exclusão social … aquele q se dizem pardos, também são considerados como negros.
como descendente de negro vc terá direito as ações afirmativas.
vc como a mídia, deturpou o q foi dito pela ministra
o q ela disse que compreensível q isso aconteça … mas q é lamentável de acontecer
pagar nem apagar realmente não acontecerá … mas é possível pelo menos compensar
para ter uma vida mais digna.
mais uma vez distorce o q foi dito.
ela diz q tende a ser … e não todo são
o o PT partido q ela é afiliada, não eu, com certeza não é representante das oligarquias.
realmente parece q vc não leu … tira frases do contexto e deturpa o q foi dito
ela critica o q vc acabou de dizer.
porq no brasil criamos um mito de povo pacifico e ordeiro e tolerante
mas q agimos violentamente e discriminamos racialmente e também socialmente
vc ve isso mais claramente na policia … q vai parar mais negros do q brancos
e indo mais longe … porq q a policia “invade” o “morro” … mas nunca faz isso no “asfalto” … agindo violentamente???
Edufa
Li e não concordo.
Existe sim preconceito e racismo no brasil, falar q não é tapar o sol com a peneira. Ele existe em todos os lugares, contudo o maior problema do brasil não é o preconceito racial e sim social.
Ao invés de criar cotas para negros e indios nas faculdade, o governo deveria criar cotas para estudantes carentes e da rede de ensino publica.
Não concordo com a oposição entre as palavras ética e violência, pois ética está diretamente relacionada a uma sociedade e uma época, o q é ético no brasil pode não ser no eua, e vice-versa.
A explicação histórica do racismo dada por é tendenciosa.
Interessante que não foi citada nenhuma guerra ou genocidio entre negros, como em Ruanda. Mas sem problemas, não dá para citar todos.
Sendo bem exagerada a situação entre palestinos e judeus, está longe de ser um genocídio. Os judeus estão primeiramente como vítimas Afinal é inegável o exterminio de judeus na segunda guerra, mas logo em seguida eles são culpados, afinal os judeus (de acordo com o senso comum) fazem parte das minorias que oprimem.
Acho q ninguem supõe q não exista preconceito, o q as pessoas supões e estão certas é que existe menos preconceito no brasil que nos eua por exemplo, existe menos conflitos raciais.
Desconhece o racismo? Forçou demais.
Depois ela dá inúmeras provas de q o racismoe xiste, conrodo com as provas, mas não cocnordo como foram apresentadas, primeiro é óbvio que existe racismo, e a forma de combate-lo está clara através de educação. E não através de ações discriminatórias para equilibrar a balança.
Discordo, apesar de achar o sistema judiciário do brasil uma piada de mal gosto. O sistema não privilegia os grandes, a não ser nos casos de cela especial para quem tem faculdade, (mas não sei se essa lei ainda existe) tirando esse caso, a lei é a mesma. O q muda é a qualidade dos advogados, quem é pobre, não tem acesso a advogados e por tanto fica totalmente sem a cobertura das inumeras brechas da lei, essas brechas estão lá para serem usadas por todos, basta um bom advogado.
Não concordo com o mst e seus aparentados, eles invadem terras produtivas, destroem propriedade privada e saem ilesos, depois q um fazendeiro atira para proteger suas terras, sua família ele é o culpado.
A culpa é do pulso fraco do governo q de um lado não faz reforma agrária e do outro não pune e não coibe os excessos desses movimentos (q amis parecem massa de manobra, afinal desaparecem as vésperas das eleições para não atrapalhar o candidato).
Não sou contra reforma agrária, mas não existe terras não produtivas suficientes para todo mundo, isso é um fato.
Que brasil é esse que pensa assim? Devem existir pessoas que pensam assim, mas isso é excessão e não regra…
Em suma o texto pinta um cenário horrível para o brasil, esse pais não é um mar de rosas, é obvio que quem etem dinhero está numa posição melhor é assim a lógica do capitalismo, e isso deveria servir como mola proulsora paar q queme stá por baixo cresca e suba, mas isso só é possível com educação de qualidade, ensino básico.
Eu vejo que é muito mais importante oferecer ensino de qualidade e quotas para quem tem baixa renda, ou vem de escola pública do que oferecer quotas para negros. Afinal não existe nenhuma lei que discrimine, é uma questão de oportunidades, pode ser q existam empresas q não queiram um negro como funcionário, mas se ele for um mega-power-funcionário, com trocentos certificados, mba, faculdade, mestrados, trabalhos publicados, etc, etc, etc ele será disputado a tapa, ou seja a discriminação racial não é tão forte qto pintam.
E por ultimo, sim a ministra foi preconceituosa e tendenciosa em sua declaração, pq ela defendeu o racismo de uma minoria oprimida contra o opressor, racismo é racismo não importa a direção.
eric_jf
Claramente ela diz q existe preconceito no brasil, se o problema do brasil e mais social do q racial, não é o escopo do texto.
“A ação ética é balizada pelas idéias de bom e mau, justo e injusto, virtude e vício, isto é, por valores cujo conteúdo pode variar de uma sociedade para outra ou na história de uma mesma sociedade, mas que propõem sempre uma diferença intrínseca entre condutas, segundo o bem, o justo e o virtuoso.”
como visto acima ela justamente diz q a ética é variável por cultura.
e explica o porq a violência exclui a ética … e preste atenção q ela redefine a ética com um significado próprio … não quer dizer q seja a mesma idéia sua de ética
A explicação histórica do racismo dada por é tendenciosa.
Porque ela seria tendenciosa?
Já q ela define: “a violência racista está determinada historicamente por condições materiais, isto é, econômicas e políticas.”
vc teria um contra exemplo??
O q ela critica é isso q ao dizer q o brasil e menos racista do q eua e outros lugares, criamos um mito onde o racismo q existe no brasil é tão diluído q pouco se ve
mas q na verdade é bem visível e ele está no nosso dia-a-dia
O sistema não privilegia os grandes,[…] basta um bom advogado.
essa vc forçou … além da obvia contradição acima … falar isso no brasil é piada
… tem gente q precisa de choque de realidade
Edufa:
Li e não concordo.
Existe sim preconceito e racismo no brasil, falar q não é tapar o sol com a peneira. Ele existe em todos os lugares, contudo o maior problema do brasil não é o preconceito racial e sim social.
Ao invés de criar cotas para negros e indios nas faculdade, o governo deveria criar cotas para estudantes carentes e da rede de ensino publica.
Não concordo com a oposição entre as palavras ética e violência, pois ética está diretamente relacionada a uma sociedade e uma época, o q é ético no brasil pode não ser no eua, e vice-versa.
A explicação histórica do racismo dada por é tendenciosa.
Interessante que não foi citada nenhuma guerra ou genocidio entre negros, como em Ruanda. Mas sem problemas, não dá para citar todos.
Sendo bem exagerada a situação entre palestinos e judeus, está longe de ser um genocídio. Os judeus estão primeiramente como vítimas Afinal é inegável o exterminio de judeus na segunda guerra, mas logo em seguida eles são culpados, afinal os judeus (de acordo com o senso comum) fazem parte das minorias que oprimem.
Acho q ninguem supõe q não exista preconceito, o q as pessoas supões e estão certas é que existe menos preconceito no brasil que nos eua por exemplo, existe menos conflitos raciais.
Desconhece o racismo? Forçou demais.
Depois ela dá inúmeras provas de q o racismoe xiste, conrodo com as provas, mas não cocnordo como foram apresentadas, primeiro é óbvio que existe racismo, e a forma de combate-lo está clara através de educação. E não através de ações discriminatórias para equilibrar a balança.
Discordo, apesar de achar o sistema judiciário do brasil uma piada de mal gosto. O sistema não privilegia os grandes, a não ser nos casos de cela especial para quem tem faculdade, (mas não sei se essa lei ainda existe) tirando esse caso, a lei é a mesma. O q muda é a qualidade dos advogados, quem é pobre, não tem acesso a advogados e por tanto fica totalmente sem a cobertura das inumeras brechas da lei, essas brechas estão lá para serem usadas por todos, basta um bom advogado.
Não concordo com o mst e seus aparentados, eles invadem terras produtivas, destroem propriedade privada e saem ilesos, depois q um fazendeiro atira para proteger suas terras, sua família ele é o culpado.
A culpa é do pulso fraco do governo q de um lado não faz reforma agrária e do outro não pune e não coibe os excessos desses movimentos (q amis parecem massa de manobra, afinal desaparecem as vésperas das eleições para não atrapalhar o candidato).
Não sou contra reforma agrária, mas não existe terras não produtivas suficientes para todo mundo, isso é um fato.
Que brasil é esse que pensa assim? Devem existir pessoas que pensam assim, mas isso é excessão e não regra…
Em suma o texto pinta um cenário horrível para o brasil, esse pais não é um mar de rosas, é obvio que quem etem dinhero está numa posição melhor é assim a lógica do capitalismo, e isso deveria servir como mola proulsora paar q queme stá por baixo cresca e suba, mas isso só é possível com educação de qualidade, ensino básico.
Eu vejo que é muito mais importante oferecer ensino de qualidade e quotas para quem tem baixa renda, ou vem de escola pública do que oferecer quotas para negros. Afinal não existe nenhuma lei que discrimine, é uma questão de oportunidades, pode ser q existam empresas q não queiram um negro como funcionário, mas se ele for um mega-power-funcionário, com trocentos certificados, mba, faculdade, mestrados, trabalhos publicados, etc, etc, etc ele será disputado a tapa, ou seja a discriminação racial não é tão forte qto pintam.
E por ultimo, sim a ministra foi preconceituosa e tendenciosa em sua declaração, pq ela defendeu o racismo de uma minoria oprimida contra o opressor, racismo é racismo não importa a direção.
Edufa
Olhe para mim muda tudo, pois a melhor forma de atacar o preconceito social é criando condições para os menos favorecidos. E a maneira mais eficiente de fazer isso é através da educação.
A polícia é formada predominantemente de brancos? Ricos? Policial é uma profissão nobre reservada apenas as pessoas nascidas nos melhores berços, uma minoria?
Tendenciosa pq ela não mostrou os casos q costumam ficar de fora, por exemplo a escravidão era pratica comum na áfrica muita antes dos portugueses chegarem lá. Tanto q eles foram auxiliados pelas proprias tribos africanas, os portugueses apenas continuaram o comercio de escravos e o globalizaram. Logicamente q isso não justifica de forma alguma a atrocidade da escravidão perpetuada pelos portugueses e espanhois, e outros. Contudo não se pode analisar os fatos sem ver o contexto histórico, para eles isso era algo normal, tal como foi para os romanos ou os egipcios, ou as tribos bárbaras, ou dezenas, centenas de outras civilizações. São períodos que hj são vistos como bárbaros, mas na época que aconteceram eram vistos com normalidade.
Para comparar o racismo q temos, ela deveria pegar apenas casos mais recentes que estejam dentro do mesmo contexto histórico, eu diria que na linha q ela pegou seriam ótimos exemplos: estados unidos, holocausto judeu, genocideio na iuguslávia (motivação religiosa), massagre na armenia na segunda guerra mundial (motivação religiosa), iraque (sunitas x xiitas x curdos), entre outros. Apesar de culturas diferentes, eles estão dentro do mesmo contexto histórico que nós.
Sem contar q uma das maiores fontes de racismo que existem é a religião e nesse caso ela ataca independentemente da posição social.
O problema é q se vc considerar q existe “racismo racial” (fica estranho mas não achei palavra melhor) significa q não existe uma solução a curto prazo, pq negros não ficam brancos e nem vice-versa, e nesse contexto falar q negros podem se revoltar contra brancos pode ser natural conforme a ministra falou (apesar dela não apoiar). Contudo se vc ver o racismo q existe é o “racismo social”, esse sim pode ser minimizado através de campanhas de inserção, e através da educação.
É uma das maneiras, mas considero uma das mais erradas.
O mérito aqui é q o governo não fez o seu papel lá atrás, ele não educou estas pessoas. Por isso elas não passaram no vestibular, o governo não dispõe de vontade para criar uma educação de base de qualidade.
Eu discordo, acho q o governo não deve ajudar negros, deve ajudar os pobres (ajudar é diferente de dar esmolas como fome zero, bolsa familia, etc), governo tem de dar educação, saúda e criar condições de trabalho, fazendo isso a discriminação e o racismo diminuiriam drasticamente.
Afinal um branco morando numa favela, pobre, teve as mesmas oportunidades de um negro, pobre morando numa favelo, os pois de ambos não foram escravos, pq eles teriam de ter tratamento diferenciado?
Uma ministra nunca deveria ter dito q é compreensivel ocorrer a discriminação, não importa quem esteja discriminando nem as circunstancias, o trabalho dela é a igualdade sendo assim a discriminação em nenhum sentido deveria ser tolerada.
Ironlynx
O que vc chama de “regular”?Espero que não seja os exemplos “democráticos” da Venezuela,Do Equador e da Bolívia…
Ações afirmativas???Se o Grupo mais injustiçado são os pardos como é que beneficiando um grupo de 5% vc beneficia TODA a sociedade?
e reafirmo esse dever do estado em em pagar essa divida histórica com os negros e pardos.
RAPAZ, da onde vc tirou essa idéia de “pagar dívida histórica”?
Dívida histórica não se paga, pelo simples fato de que NÂO se volta no tempo.
Alguém vai conseguir trazer os 6 milhões de judeus mortos a vida?Vamos executar todos os católicos pelos erros da Santa Inquisição???
quote]vc como a mídia, deturpou o q foi dito pela ministra
[/quote]
Peraí cara, como a “mídia”?Tá falando como integrante do campo majoritário, se a mídia é favorável, é isenta.Se é contra, é das elites dominantes…
Eu li o contexto todo e achei extremamente racista.
Não se compensa o passado.Tenta não se repetir os mesmos erros no futuro, pois a máquina do tempo não foi inventada.
o o PT partido q ela é afiliada, não eu, com certeza não é representante das oligarquias.
Não é representante direto, mas não tem escrúpulos nenhum de se associar a elas.(não vou citar nomes para não transforma isso num debate político, mas se vc lê tanto assim, sabe aos quais me refiro…)
Pois eu já fui parado por estar mal vestido, e um negro bem vestido(amigo meu) passou da revista.Ou seja, é o que “vc parece ser”, não propriamente sua cor.
Concordo com vc.
Não concordo com o mst e seus aparentados, eles invadem terras produtivas, destroem propriedade privada e saem ilesos, depois q um fazendeiro atira para proteger suas terras, sua família ele é o culpado.
Quando novo, eu achava legal o MST, mas depois vc vai vendo cada coisa…
Destruíram 20 anos de trabalho de uma famosa agrônoma na aracruz celulose, mas o que mais me deixou puto, foi ver uma vez um assentamento com uma “carga” de cachaça para abrir uma
destilaria, e uma escola com doutrinação…para que aquilo?
mas isso só é possível com educação de qualidade, ensino básico.
Exato.Esse é o ponto.Um povo educado, não é dominado, e é mais ciente dos seus direitos e deveres como cidadão.
eric_jf
só q não só existe preconceito social … existe preconceito racial, que alias é o objetivo do texto mostrar isso.
dessa forma então vc concorda com ela … pois os negros e pardos são os menos favorecidos … e com as cotas vc vai ter justamente isso educação aos menos desfavorecidos, ou seja negros e pardos.
assim fica dificil, eu falo uma coisa e vc entende outra completamente difrente…
no brasil o racismo não é só da elite ele é permeado em todas as camada
inclusive na policia … q ainda hj faz o papel de capitão do mato
… realmente vc não entendeu o q foi escrito … vc está vendo chifre em cabeça de cavalo
ela só deu um exemplo para ilustrar … e se fossem esses q vc falou daria no mesmo, a ideia não mudaria com outros exemplos.
O problema é q se vc considerar q existe “racismo racial” (fica estranho mas não achei palavra melhor) significa q não existe uma solução a curto prazo, pq negros não ficam brancos e nem vice-versa, e nesse contexto falar q negros podem se revoltar contra brancos pode ser natural conforme a ministra falou (apesar dela não apoiar). Contudo se vc ver o racismo q existe é o “racismo social”, esse sim pode ser minimizado através de campanhas de inserção, e através da educação.
só q “racismo racial” existe sim, e é justamente isso o objetivo do texto, desmascarar esse discurso q não existe “racismo racial” no brasil somente “racismo social”
isso não quer dizer q o “racismo social” não exista … eles não são excludentes
mais uma vez vc diz coisas contraditorias, justamente o q as cotas fazem … dar acesso a uma melhor educação
e falar q vestibular seleciona os melhores é piada… justamente ele tende a escolher os mais tapados … os q decoram os q não tem criatividade e criticidade
inclusive é bom para a propria universidade… pois amplia a diversidade de pensamento
só pra saber … nos eua tem tem cota pra professor latino nas universidade … para aumentar a pluralidade de pensamento
o estado deve ajudar os q mais precisam … q justamente são os negros pobres
porq alem dele ser pobre … alem da intolerancia social … existe tambem a intolereancia racial.
te garanto q se compararmos um braco e um negro da mesma classe social … o branco vai ter mais chance do q o negro… pois ainda é racista.
leia de novo o q eu disse
" vc como a mídia, deturpou o q foi dito pela ministra o q ela disse que compreensível q isso aconteça … mas q é lamentável de acontecer "
como é compreensivel aqueles q vivem em meio a violencia q tambem sejam violentos.
é natural do comportamento humano … ficar violento quando o seu redor é violento.
J
julianostr
Se não me engano é na Alemanha. O governo abocanha quase 50% do salário do cidadão mas é utilizado de maneira correta, ou seja, paga a escola e médico deles.
é piada o q o vc falou!!! … vc acredita mesmo q 5% da populção é negra???
com certeza uma grande parte dos q se definiram como pardos … são considerdos como negros pela população
RAPAZ, da onde vc tirou essa idéia de “pagar dívida histórica”?
Dívida histórica não se paga, pelo simples fato de que NÂO se volta no tempo.
Alguém vai conseguir trazer os 6 milhões de judeus mortos a vida?Vamos executar todos os católicos pelos erros da Santa Inquisição???
só q tem um “pequeno” detalhe, ainda hoje os negro e pardos são vitimas desse legado historico
e é preciso hoje melhorar as condições deles
Peraí cara, como a “mídia”?Tá falando como integrante do campo majoritário, se a mídia é favorável, é isenta.Se é contra, é das elites dominantes…
Eu li o contexto todo e achei extremamente racista.
Então mostre a parte que ela foi racista, sem descontextualizar
Quando novo, eu achava legal o MST, mas depois vc vai vendo cada coisa…
Destruíram 20 anos de trabalho de uma famosa agrônoma na aracruz celulose, mas o que mais me deixou puto, foi ver uma vez um assentamento com uma “carga” de cachaça para abrir uma
destilaria, e uma escola com doutrinação…para que aquilo?
mas isso só é possível com educação de qualidade, ensino básico.
Exato.Esse é o ponto.Um povo educado, não é dominado, e é mais ciente dos seus direitos e deveres como cidadão.
ficou confuso … pois o q vc comentou acima não fui eu q disse…
Roger75
Não li o texto, mas sobre o regime de cotas para negros nas universidades públicas eu, particularmente, sou contra.
Acho que o governo deveria dar iguais condições para que todos pudessem disputar com igualdade uma vaga na faculdade.
Mas aí dizem que se não for dessa forma nunca teremos mais negros sendo juízes, engenheiros, médicos, etc. Entretanto acho que acaba gerando mais preconceito porque vão dizer que fulano conseguiu a vaga naquele curso concorrido apenas porque sua pele é negra, azul, verde, amarela…
Essa questão é e sempre será muito polêmica.
Mantu
ironlynx:
Não se compensa o passado.Tenta não se repetir os mesmos erros no futuro, pois a máquina do tempo não foi inventada.
Pergunta inocente: Nenhum crime então deveria ser punido e nenhuma vitma de crime deveria então ser “ressarcida”? Muitos crimes e injustiças só se resolvem muito tempo depois do fato ocorrido. Mesmo um crime em flagrante, segundo essa lógica sugerida acima, não mais seria passível de condenação, uma vez que a lógica acima sugerida torna a premissa do in dubio pro reo totalmente sem sentido.
A Ministra não disse que é normal o negro ser racisca com o branco.
A Ministra não fez comentário algum sobre normalidade de qualquer coisa.
A Ministra disse que “não é racismo quando um negro se insurge contra um branco”.
São coisas bem diferentes.
Em tempo:
insurgir: Amotinar(-se), revoltar(-se), sublevar(-se)
ironlynx:
A incoerência tá no que ela fala/escreve contra o que ela defende.É simples:
Os partidos políticos tendem a ser clubes privados das oligarquias locais e regionais, sempre tomam a forma clientelística na qual a relação é de tutela e de favor.
O partido dela é o que???
Em momento algum Marilena exclui o partido dela.
Em momento algum Marilena aponta determinados partidos.
Marilena afirma que o partido político, seja qual for, tende a ter essa característica.
ironlynx:
outro dela:
Os negros são considerados infantis, ignorantes, safados, indolentes, raça inferior e perigosa, tanto assim, que numa inscrição gravada até há pouco tempo na entrada da Escola de Polícia de São Paulo dizia: “Um negro parado é suspeito; correndo, é culpado”.
O “outra dela” sugere que o colega acredita que o trecho por ele citado de Marilena seja “coisa da cabeça dela”, que só ela vê. O colega acredita, por acaso, que aquilo seja apenas um mito?
ironlynx:
e aqui ela se pega:
Numa palavra, as classes populares carregam os estigmas da suspeita, da culpa e da incriminação permanentes.
Ora, as classes populares são qualquer um.
“Popular” é algo característico do povo, algo comum, usual entre o povo. O significado dessa palavra, junto com um pequeno exercício de bom senso, nos permite entender o termo “classes popular” como as classes que representam a maioria numérica da população. Quem dera a dita “classe popular” fosse formada por pessoas “de terno”, mas infelizmente o popular é a camiseta, calça jeans, bermuda e regata(nos dias de calor). Por essa coincidência, historicamente o termo “classes populares” assume a semântica de classes mais humildes, e daí englobando também as classes mais desfavorecidas. Creio que isto mostre que as “classes populares” não são qualquer um. Aliás, se fosse, o termo “classe” seria inapropriado, pois não haveria divisão.
ironlynx:
Um negro de terno será beem mais respeitado do que um branquelo com camisa regata rasgada(já levei dura e sei disso).(Aqui no brasil!!!)
Creio que o colega talvez não perceba que o lamentável ocorrido com ele próprio apenas corrobora o que diz Marilena. O que o colega ignora é que o texto não é exclusivamente sobre preconceito racial, e sim sobre preconceito de forma ampla.
IMHO, esta é uma visão preconceituosa em relação a pessoas que se dispõe a fazer política. A política há muito tempo é vista de forma preconceituosa. Isso atende a certos interesses, pois faz com que as massas “não mexam com política”, porque “todo político é bandido, sujo”, porque “todo político aliena seus ideais aos interesses de seus pares”. Realmente, é difícil resistir a tentação de pensar dessa forma maniqueísta, pois, como disse Marilena, o partido político tende a ser clientelista, etc. Mas o problema não está na política em si, e sim na forma como grande parte dos políticos se deixam levar pela tendência mencionada por Marilena. Assim, creio que seja um “pré conceito” julgar uma pessoa que estuda e faz política como sendo uma pessoa “inferior”, desqualificada do ato de pensar e refletir sobre a sociedade onde vive. Esse comportamento é análogo ao da época em que a AIDS era tida como uma “peste gay”.
eric_jf:
vc como a mídia, deturpou o q foi dito pela ministra
o q ela disse que compreensível q isso aconteça
Mais uma vez, a Ministra não disse que é compreensível que um negro seja racista com um branco.
Discordo, apesar de achar o sistema judiciário do brasil uma piada de mal gosto. O sistema não privilegia os grandes, a não ser nos casos de cela especial para quem tem faculdade, (mas não sei se essa lei ainda existe) tirando esse caso, a lei é a mesma. O q muda é a qualidade dos advogados, quem é pobre, não tem acesso a advogados e por tanto fica totalmente sem a cobertura das inumeras brechas da lei, essas brechas estão lá para serem usadas por todos, basta um bom advogado.
Talvez o colega não tenha percebido, mas acabou por esmiuçar a frase de Marilena por ele citada: “Para os grandes, a lei é privilégio, uma vez que podem dispor de bons advogados capazes de explorar as brechas.”
Edufa:
Em suma o texto pinta um cenário horrível para o brasil, esse pais não é um mar de rosas, é obvio que quem etem dinhero está numa posição melhor é assim a lógica do capitalismo, e isso deveria servir como mola proulsora paar q queme stá por baixo cresca e suba, mas isso só é possível com educação de qualidade, ensino básico.
Eu vejo que é muito mais importante oferecer ensino de qualidade e quotas para quem tem baixa renda, ou vem de escola pública do que oferecer quotas para negros. Afinal não existe nenhuma lei que discrimine, é uma questão de oportunidades, pode ser q existam empresas q não queiram um negro como funcionário, mas se ele for um mega-power-funcionário, com trocentos certificados, mba, faculdade, mestrados, trabalhos publicados, etc, etc, etc ele será disputado a tapa, ou seja a discriminação racial não é tão forte qto pintam.
Edufa:
Olhe para mim muda tudo, pois a melhor forma de atacar o preconceito social é criando condições para os menos favorecidos. E a maneira mais eficiente de fazer isso é através da educação.
Concordo com o colega no que diz respeito a educação. Esta é o alicerce de qualquer grande país. Concordo com algumas ressalvas que uma qualificação profissional e acadêmica acabe por diminuir os efeitos do racismo e do preconceito. Mas não creio que seja trivial para um jovem “classe popular”, lá pelos seus 25, 28 anos de idade conseguir alcançar tal nível de excelência profissional/acadêmica hoje. O investimento em educação e, principalmente, no acesso a ela é essencial para uma melhor distribuição de oportunidades entre os cidadãos em um futuro de longo prazo. Porém, não podemos esquecer que até lá, existem e existirão pessoas que continuarão em um patamar desigual, sem acesso à educação de qualidade, que abre as portas para a transformação em um “mega-power-funcionário”. Daí o propósito das cotas. A “cota racial” é, de certa forma, uma cota social, pois o escravismo, que se aplicava majoritariamente sobre os negros, foi responsável pelo desfavorecimento social de grande parte da comunidade afro-brasileira de hoje.
As oportunidades na lógica - perversa - do captalismo são livros em prateleiras de diversaas alturas, e as pessoas nem sempre dependem apenas de sua capacidade de pular mais alto para capturá-los, mas também do quão próximos das tais prateleiras eles se encontram.
Eu não me canso. Pela terceira vez: A Ministra não defendeu nenhum tipo de racismo. Ela diz que não é racismo quando um negro se insurge contra um branco.
O foco não é “beneficiar toda a sociedade”, e sim corrigir uma carência de parte dela, consolidando e reforçando assim a democracia. A propósito, concordo com quem disse que quem salva uma Vida, salva o Mundo. Me recuso a acreditar que o colega só ache válida a correção de uma carência de parte da sociedade se toda a sociedade receber algum benefício.
Mantu
Roger75:
Não li o texto, mas sobre o regime de cotas para negros nas universidades públicas eu, particularmente, sou contra.
Acho que o governo deveria dar iguais condições para que todos pudessem disputar com igualdade uma vaga na faculdade.
Mas aí dizem que se não for dessa forma nunca teremos mais negros sendo juízes, engenheiros, médicos, etc. Entretanto acho que acaba gerando mais preconceito porque vão dizer que fulano conseguiu a vaga naquele curso concorrido apenas porque sua pele é negra, azul, verde, amarela…
Essa questão é e sempre será muito polêmica.
Mas afinal, o mérito está no ingressar ou no se formar em uma faculdade?
Houve pesquisas com estudantes da UNB contrariando todo aquele palavrório de que os cotistas, por terem menos preparo para ingressar em um curso superior, forçariam uma queda na qualidade dos profissionais e até mesmo dos cursos. O que se viu foi, na maioria dos casos, performance igual e por vezes até superior dos cotistas em relação aos não-cotistas.
E isto eu já sabia que aconteceria, pois quando fiz minha graduação, convivi com pobres e ricos, em maior ou menor grau, e percebia certo desleixo de uma grande parte dos mais abastados e, inversamente, uma aplicação mais forte por grande parte dos menos abastados. Exceções haviam, claro, mas aquela historinha de “quem tem asa não quer voar e quem quer voar não tem asa” rolava muito.
Ironlynx
Propagando discriminação???
Leia o texto.Temos um problema de interpretação aqui.Ou é meu, ou é seu.
É fato consumado.
ficou confuso … pois o q vc comentou acima não fui eu q disse…
Não estou respondendo necessariamente a vc.Só os posts.
Não tergiverse.Você consegue ressucitar Hitler e matá-lo 6 milhões de vezes? Acho que fui bem claro, mas vou ser mais: qualquer indenização é pouca para os 200 anos de Escravidão, oferecer migalhas, e a chance de ser um profissional humilhado por ser cotista não é certo.
E muitos jamais serão resolvidos.E…? :roll:
Distorção do que eu falei pouca é bobagem… e você tem argumentos melhores do que isso!
E para alguns crimes, nenhuma pena é proporcional(como Genocídio).O que se faz é amenizar.
Eu fui bem claro, mas como você não entendeu vai de novo:
NÃO SE RESOLVE UM PROBLEMA, CRIANDO OUTRO, QUE PODE SE TORNAR MAIOR.
quote]Marilena afirma que o partido político, seja qual for, tende a ter essa característica.
[/quote]
Pena que o que a Marilena vê o problema como o todo, e não vê o dos seus…
Interessante não?
Não não é.É a institucionalização pelo Estado do racismo.
A miscigenação no nosso povo é grande, e QUEM dirá que o indivíduo é negro?
E pq não a cota para os feios?Quem é feio tem dificuldade de arranjar emprego pela sua apresentação?Cota para os estrábicos, os gays, os…
Não creio que institucionalizar a discriminação seja uma boa idéia.
Nenhum amigo meu gostaria de ser chamado de “médico de cota”.Imagine a discriminação com os formados…
Em grande parte sim, pois eram cursos fracos(pedagogia, letras…).
Você não recupera um mal ensino de 10,12 anos de matemática em 6 meses.Veja o resultado em Cálculo do pessoal… quem conseguir com aulinhas de reforço sair de equações do 1º para a Integração, facilmente passaria no Vestibular.
A minha pergunta matadora: Quem dirá se eu sou negro ou branco?O Estado???(Só rindo…) :roll:
dreamspeaker
Esse é um tópico tão OFF que tive que buscar no Houaiss essa:
Tergiversar
Acepções
■ verbo
intransitivo
1 virar de costas
Ex.: ouviu, sem t., toda a acusação que lhe faziam
intransitivo
2 usar de evasivas ou subterfúgios; procurar rodeios
Ex.: isso terá de ser feito, não adianta t.
Etimologia
lat. tergiversáre pelo v.dep. lat. tergivérsor,áris,átus sum,ári ‘esquivar-se, buscar desculpa, usar subterfúgio’; ver terg(i)- e vers(i/o)-
Gramática
a respeito da conj. deste verbo, ver -ersar
Mantu
Só pra esclarecer, não sou cara-pálida, sou o Mantu. Aliás, acabo de voltar da praia, todo torrado. 8)
Tergiversar?
No mínimo, se o colega diz que minha pergunta acima é evasiva, creio que seu próprio argumento sobre feios, estrábicos, gays, etc também seja evasiva. A menos que em algum momento da história brasileira estes “grupos” foram escravizados por 200 anos e, depois de libertos, excluidos e discriminados pela da sociedade, trazendo seqüelas visíveis até hoje.
ironlynx:
Você consegue ressucitar Hitler e matá-lo 6 milhões de vezes?
Até onde eu sei, não. Se bem que a memória dele vai sempre estar marcada pelos seus atos monstruosos. Mas por que o colega me pergunta isso? Qual o ponto?
Concordo que seja impossível indenizar de forma plenamente justa 200 anos de escravidão. Porém, acho justo tentar fazer o máximo possível para amenizar e reparar as conseqüencias danosas deste período de barbárie. Muito mais justo do que simplesmente dizer que 200 anos de escravidão são impossíveis de se indenizar.
O colega deveria perguntar para algum cotista se ele se sente humilhado, e depois explicar para o mesmo por que ele acha que o cotista deveria se sentir humilhado. Eu não sou apto a ser cotista, pois não tenho descendência africana alguma, mas posso imaginar que uma pessoa que seja beneficiada pelas cotas deve encará-las como uma justiça tardia que vem para amenizar os efeitos da escravidão e da conseguinte exclusão/discriminação. Humilhante é ter seus descendentes passados por 200 anos de escravidão e então, depois de libertos, jogados à margem da sociedade, expostos à pobreza que em muitos casos se propaga até hoje em numerosas famílias descendentes dos escravizados, e ficar tudo por um simples reconhecimente de que essas atrocidades são impossíveis de se indenizar, ficar tudo por isso mesmo. Creio que o colega acharia cômoda e confortável o cenário - até mesmo desejado, aparentemente - em que os “cotáveis” se sentissem ofendidos pelas cotas, porém essa não é a realidade.
A pergunta do colega me assusta, pois me leva a crer que ele acha que crimes e injustiças insolúveis respaldam ou justificam crimes e injustiças solúveis, nos quais vítima e algoz são bem identificados. Espero muito que eu esteja errado na interpretação do comentário e da pergunta, aparentemente irônica, do colega. Espero mesmo.
Queira me desculpar o colega se pareceu que distorci suas palavras, mas não foi minha intenção e tão pouco foi o caso. Segundo a lógica do colega, de que “Não se compensa o passado”, nenhum crime é passível de condenação, pois é impossível punir um crime no exato momento em que ele ocorre, uma vez que o segundo seguinte ao crime já é passado. Ou acha o colega que, valesse tal premissa por ele enunciada, um “bom” advogado não se valeria de tal argumento? A menos, claro, que o bom senso deva ser utilizado para que entedamos por “passado” um tempo remoto, distante. Neste caso, gostaria que o colega sugerisse o “prazo de validade” para estes casos. Se for o caso de haver um prazo de validade, o colega então demonstra que o do crime de escravidão é de mais ou menos 319 anos. Fico imaginando qual o prazo de validade que o colega acha justo para os crimes cometidos pelas ditaduras, pelos genocídios. Imagine só então, que daqui a uns 1000 anos poderá se dizer a respeito do nazismo que “Não se compensa o passado”, ou que a menos tempo ainda - senão menos que o 319 anos do escravismo - poderá se dizer o mesmo às familias de brasileiros que tiveram entes queridos sumidos nos porões da ditadura. Se assim for, então reconheço que o colega tem razão ao disqualificar meu discurso ao dizer que
ironlynx:
você[Mantu] tem argumentos melhores do que isso!
.
Se o colega concorda então que certos crimes são impossíveis de se compensar de forma plenamente justa, plenamente compensável, qual o problema que o colega vê em “amenizar” a situação das vítimas dos crimes? Se o colega por acaso - não sei - crê que a “amenização” não é válida, ou que não valha à pena para as vítmas, sugiro, por exemplo, que procure a historiadora Janaína Teles, filha de ex-presos políticos, e questione-a sobre por que ela é uma das autoras de uma ação declaratória contra um coronel reformado do Exército acusado de tortura. Tal ação serve apenas para declarar oficialmente o réu como sendo um torturador. Isso passa longe de ser uma solução/ressarcimento justamente compensável, mas pergunte às pessoas que movem tal processo o quão válido é isso.
ironlynx:
Eu fui bem claro, mas como você não entendeu vai de novo:
NÃO SE RESOLVE UM PROBLEMA, CRIANDO OUTRO, QUE PODE SE TORNAR MAIOR.
Eu já havia entendido o ponto de vista do colega, embora ele não tenha percebido, pois agora me desqualifica sutilmente - não sei se propositadamente - ao dizer que não entendi algo que foi claramente por ele exposto. Não queira o carlo colega assumir que minha discordância de seu ponto de vista traduz-se ou reflete alguma incapacidade intelectual de minha parte.
Eu mesmo acredito nas cotas como uma solução de curto e médio prazo, inócua se não for associada a investimentos em educação, os quais são de longo prazo. Mas gostaria que o colega fosse tão claro como foi em sua critica ao apontar uma solução tão ou mais apropriada para a questão das seqüelas deixadas pelo escravismo seguido de exclusão social. A menos, claro, que o colega não vaja aí “questão” alguma.
Ironlinx:
Mantu:
Marilena afirma que o partido político, seja qual for, tende a ter essa característica.
Pena que o que a Marilena vê o problema como o todo, e não vê o dos seus…
Interessante não?
Não entendi o que o colega quis insinuar. Se Marilena vê um problema como um todo, e o todo neste caso diz respeito aos partidos políticos em sua totalidade, de que forma o colega consegue enxergar que Marilena não vê o problema do partido do qual ela faz parte?
Talvez - posso estar errado - o colega quiz dizer que ela não age corretamente ao criticar um partido - o partido - político sendo ela participante de um destes. Bom, creio então que seja incorreto um turco criticar o não reconhecimento do genocídio armênio pelo governo de seu país, bem como seja errado um alemão criticar o Nazismo, ou então um italiano criticar as relações escusas de Berlusconi, ou um americano criticar a política belicista do Jr., ou mesmo um brasileiro criticar a política Médici, Collor, Sarney, washington Luis, Franco, FHC, ou Lula.
Não sei ao certo o que exatamente “tatibitati” quer dizer, mas creio que seja algo do tipo “pao furado”, “blablabla” ou algo assim. Assumindo isso, discordo do colega. Não acho que seja “tatibitati” refletir sobre o conceito das coisas, sobre seu significado, sua importância, seus impactos, sua gênese.
Quanto ao Mea culpa, não entendo tal reclamação do colega. Não foi ele mesmo quem disse que “não se compensa o passado”? O que quer o colega com essa tal mea culpa? Quer ele por acaso que indenizemos de alguma forma a escrevidão lá do passado remoto? Quer ele por acaso que estabeleçamos cotas para seus descendentes? Qual a mea culpa esperada - ou almejada - pelo colega?
Aqui:
Aqui:
ironlynx:
Pena que o que a Marilena vê o problema como o todo, e não vê o dos seus…
Interessante não?
E aqui:
Talvez eu tenha desrespeitado um pouco o sentido da palavra maniqueísmo, mas de fato o colega assume que se a pessoa está envolvida em política, já é suspeita. Algo parecido - eu disse parecido - com “um político refletindo é supeito, politicando é ladrão”. Familiar isso, não?
Ah! Mais uma vez: meu nome não é Cara-Pálida. Minha mão não tem mal gosto para nomes.
Trata-se de uma inversão perversa. Errado é discriminar um profissional por ser cotista. Se um cotista realmente não é capaz de se formar, ele não irá se formar, uma vez que as cotas são para o ingresso e não para a conclusão de graduação. Hoje já existem “cotas” de intercâmbio, e nunca ninguém questionou, nem aqui, nem lá fora, a qualidade destes alunos - que, pasmem, conseguem se formar, mesmo sem terem passado pelo crivo do vestibular.
Creio que também entondo sua posição, a julgar pelo emoticon. Mas ambos estamos errados: Você por envolver um assunto que não tinha a ver com a discussão, e eu por contra-argumentar.
ironlynx:
Mantu:
Me recuso a acreditar que o colega só ache válida a correção de uma carência de parte da sociedade se toda a sociedade receber algum benefício.
Eu não disse isso…
Desculpe se entendi errado o que você quiz dizer com
Presumo que o colega tenha escrito de forma muito clara, mas que eu não tenha entendido novamente. Gostaria que o colega explicasse de forma um pouco mais clara, mais acessível ao meu intelecto. Ou então que ele simplesmente repita exatamente o que disse, mas dessa vez em maiúsculas, como fez antes.
ironlynx:
Mas não se resolvem problemas de longo curso, e longo prazo, com medidas que possam gerar problemas futuros e extremos.
Já pagamos muito em carga tributária, e querem aumentar mais.O problema não é a quanto vc arrecada, e sim como vc distribui.
O problema não é apenas de longo prazo, nem apenas ou conjuntamente de curto prazo. É atual, constante, e deve ser atacado com medidas emergenciais de curto prazo(cotas, ou algo melhor) e de longo prazo também(investimento em educação).
Se nós como sociedade assumimos que parte de nós foi injustiçada e que deve ser ressarcida, alguém tem de pagar o ressarcimento. Nem você nem eu escravizamos nenhuma pessoa, mas enquanto sociedade, há uma dívida insolúvel - como o colega mesmo parece concordar - com esta parcela e sequelas dessa dívida que podem ser amenizadas pela sociedade atual. Concordo que temos uma carga tributária alta e que os recursos daí provenientes são mal geridos, mas isto não justifica - creio eu - uma negação de assistencia à uma parcela da população que tem uma carência provocada historicamente pela própria sociedade. Deve-se sim gerir de forma mais eficiente os recursos provenientes da tributação, de forma que se possa pagar tanto as dívidas interna, externa e social.
Racismo não é um fenômeno sociológico? A escravidão seguida de exclusão social não inflingiu danos - além de morais - socio-econômicos aos descendentes de escravos que se estendem até hoje?
ironlynx:
Quem ver vc falar(no caso escrever), dá a entender que estamos no Congo, e que não existem negros ricos no país.
Eu jamais vi problemas aqui do tipo: “você não é capaz, pq vc é negro”, como existe nos EUA(por parte dos WASP, claro…).A política de cotas importará isso para cá.
Existem negros ricos? Sim, existem, porque, graças a Deus, os tempos são outros e a marginalização do negro não é tão intensa quanto foi outrora. Mas é inegável o fato de que há descendentes de escravos negros que sofrem ainda hoje as consequências da exclusão social histórica infligida a seus ascendentes.
Realmente, no Brasil, onde o preconceito é um mito, você nem ninguém viu mesmo - será? - alguém dizer “você não é capaz porque você é negro”, mesmo porque isso seria crime. Mas já cansamos de ver “As cotas vão baixar a qualidade do ensino superior”. Das duas uma: Ou quem diz isso crê firmemente que negros não são capazes de acompanhar e/ou aprender o conteúdo de uma graduação, ou então o proferidor diz isso por concluir que os negros não têm - não por uma questão racial, mas por uma questão de oportunidade - preparo para concluir uma graduação. Se o pessoa que diz a frase acima se enquadra neste último caso, então é uma pessoa que sabe que “algo de errado” existe para que ele possa tão seguramente afirmar que negros não tiveram oportunidade para adquirirem “o necessário” para serem capazes de concluir uma graduação. Muito provavelmente ele crê que os negros não tiveram acesso a um estudo de qualidade, por algum motivo qualquer(!). Ele (Ele = Quem diz que cotas baixariam a qualidade das graduações) sabe que há também não-negros que não tiveram oportunidade de se “capacitarem” a concluir uma graduação, mas no caso dos negros ele tem certeza, senão ele não se oporia de forma tão firme, natural, instantânea, automática às cotas com tal argumento. Estabelece então uma relação quase intrínseca entre ser negro e ser disprovido de maios de se preparar para um nível superior de educação. Quase por que há as exceções de negros que conseguem fazer fortuna ou terem um mínimo necessário para quebrar tal “intrinsecidade” educando seus filhos de forma mais eficiente, mais apropriada para um futuro enveredamento no meio acadêmico. Mas, enfim, será então mera coincidência esta relação “quase-intrínseca” observada, ou melhor, “sentida” entre “ser negro” e “não ser capaz de concluir uma graduação”?
Eu, particularmente, acho que que diz que cotas baixam a qualidade do ensino superior equivoca-se, enquadre-se ele no primeiro ou no segundo caso acima expostos. O primeiro caso, dispensa comentários. O segundo caso, porque mesmo que a pessoa não tenha preparo para entrar numa universidade, ela pode estudar duro para se manter e terminar seu curso.
ironlynx:
Mantu:
O que se viu foi, na maioria dos casos, performance igual e por vezes até superior dos cotistas em relação aos não-cotistas.
Em grande parte sim, pois eram cursos fracos(pedagogia, letras…).
Você não recupera um mal ensino de 10,12 anos de matemática em 6 meses.Veja o resultado em Cálculo do pessoal… quem conseguir com aulinhas de reforço sair de equações do 1º para a Integração, facilmente passaria no Vestibular.
O modus operandi do colega na sua argumentação é - vejo agora - bastante respaldado na desqualificação das outras partes. Ele simplesmente classifica cursos como pedagogia e letras - e sabe-se lá quais outros sob o véu da reticência - como cursos fracos. Fracos? Como assim, fracos? O quer dizer o colega com fraco? Será que ele se baseia no fato se ser - aparentemente - mais fácil passar no vestibular para um curso destes do que de um curso da nossa área? Hmmm, isso faria provavelmente o nosso curso um curso “forte”? Não é possível que a regua do colega que mede a “força” de um curso seja o vestibular, porque se fosse, como ele mediria os cursos em países em que não há vestibular? Bom, fico intrigado, tentando entender porque um curso como pedagogia, que traz toda a teoria educacional, imprescindível para que nossas crianças de hoje possam ter professores, educadores capacitados a capacitá-las a se graduar - ou, pelo menos, a passar no bendito vestibular -, seja um curso fraco, por exemplo.
Meu ensino básico sempre foi cursado em escolas estaduais meia-boca, quando não barra-pesadas. Fiz um técnico super meia-boca de contabilidade. Não vi quase nenhuma matéria que “cai em vestibular”; as poucas que vi, vi superficialmente. Fui me meter a besta e prestar Unicamp. Descubro então, ali, na mesa da prova da primeira fase, que em física se estudava eletricidade ao me deparar com uma questão falando de lâmpadas e pedindo para eu calcular coisas como voltagem e resistência das mesmas. Fiz então um cursinho noturno (mais barato) para tentar entrar na faculdade. Consegui. Absorvi em menos de um ano (4 horas por noite) o conteúdo de 10 12 anos e entrei na universidade, da qual saí bacharel, com algumas reprovações, confesso, mas ninguém é perfeito. E olha que eu nem era nem nunca fui um aluno aplicado.
Pode ser somente eu, mas eu consegui o que o colega diz não ser possível. Inclusive, não bombei em Cálculo I, e em Cálculo II bombei por falta.
ironlynx:
A minha pergunta matadora:
Quem dirá se eu sou negro ou branco?O Estado???(Só rindo…)
Eu riria também, se não fosse trágico. Quem dirá se você é negro ou não é a educação que você teve até agora, que te deu brios e consciência para não se declarar negro só para se aproveitar de um benefício que na verdade não é um benefício, e sim uma reparação de uma carência presente em nossa sociedade, a qual desbalanceia seu caráter democrático.
Ironlynx
Sim, são discriminados bem antes e até hoje.Você não consegue ver???Mancos,gays, mulheres… são discriminados desde o início da humanidade.
Eles não serão ofendidos diretamente,até pq quem nada possui(ou pouco
possui), aceita qualquer migalha.A discriminação maior virá depois…
O meu ponto é simples: se realmente quisessem promover uma inclusão para
quem não é beneficiado, começariam pelo ensino básico.Mas é claro, criança
de 7 anos não vota né…
É raro um brasileiro não ter algum tipo de descendência afro.Vc deve pertencer a imigrantes recentes.
Não é uma JUSTIFICATIVA, é uma AFIRMAÇÃO.O que eu quis dizer é que não é possível abraçar o mundo com as pernas.
Por isso, deve-se priorizar ações que funcionem como um todo, sem riscos maiores do que os ganhos.Já que vc voltou da praia:
-Se sua namorada perde a parte de cima do bikini(o top), vc arranca a debaixo para cobrir-lhe os seios???
O que eu quero deixar bem claro aqui é: Não existe indenização histórica, pelo simples fato de pertencer a um tempo que não volta atrás.
Como vc cobraria do Papa, as centenas de anos da Santa Inquisição?Vamos lá pessoal, vamos fazer um filme pornõ no Vaticano???(hahaha…)
E você não está propondo simplesmente “amenizar”, você é a favor do racismo institucionalizado, que é o feito pelo Estado.Dou um exemplo: faculdades meia-boca, são preteridas até hoje em processos de seleção de pessoal, se vc criar cotas, essas serão “inclusas” nas listas.
E o nosso povo é tão inteligente, que condena parte das células tronco, o aborto e o casamento do mesmo sexo, mas é a favor da pena de morte.(Imagina a quantidade de pobre que "rodará’ com uma pena de morte no país…)
O que eu critico nela é simples:“Faça o que eu digo, não faça o que eu faço”.Filósofa de conveniência não…
Imagine o Bin Laden pregando a Paz mundial e cantando “We are the world”!
Deixa de ser maniqueísmo quando ela apóia(ou se cala, o que é pior), grupos que fazem aquilo que suas palavras e textos condenam.Se eu não me engano, filósofo(tradução literal se não me engano…) seria algo como “amigo do saber”, e isso não é próprio de um partido político(cujo único “saber” é a conveniência).E o que eu condeno na sua filiação política, é a diferença entre o ideológico, e o REAL(apóia segregação no campo, racial… tudo para gerar uma dicotomia que outrora era inexistente).As idéias são maiores dos que os seres, e a partir do momento que esses seres corrompem suas idéias, é hora de “deixá-los” na mão…
Enigma fácil:
Se você quer ser mais justo economicamente, o que você faz:
taxa a classe média em 10% e os ricos em 50%, não é isso?
Claro que não, até pq os ricos correriam o seu dinheiro para um país que
lhe fosse menos custoso.
Sim e não.Sim, historicamente, mas aqui(Brasil) um negro de terno será mais respeitado do que um branco mal-trapilho.(Nos EUA não…)
Você está tentando usar o seu caso de sucesso como uma generalização, o que não é a verdade.E quando eu falei curso fraco, me referi principalmente as com alto nível de conclusão e baixo de evasão.
Se você conseguiu resolver anos de deficiência escolar com apenas um ano de curso, meus parabéns a você, pois você é um vencedor.Mas a realidade cotidiana é muito cruel, e na maioria das cidades, o que possuímos é o analfabeto funcional, que escreve o nome e que passou de ano por bondade dos professores. E alunos formados em escolas particulares acabam bombando em muitas matérias, veja as médias de aprovação de cálculo(ou melhor, reprovação…)
E isso ainda criaria um problema para os professores:
Se a grande maioria dos egressos da política de cotas forem reprovados,
poderá gerar pressões incríveis sobre esses docentes…
Cotas, na minha opnião, é coisa de quem não quer resolver o problema, e sim criar outros…
Como eu falei aqui: criança de 7 anos não vota né…
Se criariam injustiças em processos de seleção, pois só há uma forma de saber se alguém é majoritariamente negro: geneticamente.E isso seria caro…
OBS.:Vc não é cara-pálida, assim como eu não sou o ironlinx.
K45T
e ver que uma pessoa que tem a mesma capacidade que eu tenhu pegou a minha vaga só pq é negra e eu não???
Rafael_Nunes
Estamos em um fórum público, por favor não esqueçam os bons modos e repeito no vocabulário.
J
julianostr
Jesus não tem dentes no país dos banguelas.
clodoaldoaleixo
Caramba…to até vesgo de tanto ler posts aqui nesse tópico…o pessoal está levando a sério mesmo a discussão.
A maior prova de racismo na minha opinião, é tratar os negros de forma diferente, mesmo que querendo fazer algo bom pra eles, é racismo, é esfregar na cara de todos que eles são diferentes de nós(os tais homens brancos), quando na verdade não são.
Todos deveriam ser tratados iguais, negros, brancos, pobres, ricos…eu sei que é meio utopia, mas enfim, assim deveria ser.
Concordo plenamente com você amigo. Sou negro e por experiência dou o seguinte exemplo : Durante o tempo que ninguém fica me lembrando que sou negro, seja a mídia, revistas, jornais … não me sinto excluído pois sou tratado bem (talvez pela classe social) em todos os lugares que vou.
Agora toda vez que leio sobre “racismo”, vejam entrevista do último exemplar da revista IstoÉ … sei la parece que a cor começa a pesar e você começa a se sentir desconfortável. Você fica pensando “nossa será que garota X não olha pra mim porque sou negro?” ou aidna “será que não consegui aquela venda por causa de minha cor ?”. Ridículo, claro.
Acredito que existem sim pessoas “racistas”, que não gostam de negros, outras que não gostam de estrangeiros, anti semitas que não gostam de judeus … enfim, mas acredito que esse tipo de gente forma a minoria da sociedade, no máximo 10% (1% em uma estimativa otimista).
O resto, os 90% (inclusive eu mesmo) temos alguns tipos de pré-conceito. Mas logo que você troca idéia com um negro gente fina ou um judeu sangue bom, ou um mulçumano camarada, a chance de virarem amigos é grande.
O exemplo típico … um policial pode revistar um negro e um branco não devido ao pré-conceito, não porque ele odeia negros (racismo) e sim porque parte do pré suposto lógico que existe uma chance (como mostram pesquisas) maior de que o negro seja suspeito. Claro ele pode se enganar se basear-se nesse pré conceito.
Agora posso dizer com toda certeza , pré conceito sempre existiu e sempre existirá, mas o racismo propriamente dito acredito que tende a diminuir cada vez mais.
K45T
que falta de consideração alguem pode me dizer se eu posso processar a faculdade por não me aceitar e pular outro da fila só pq eu sou branco ?
MarcoFloriano
Cara, não só pode como DEVE processar. Se você consegue provar que foi expulso por causa de sua cor, como mencionado, é seu DEVER processar esta instituição. Perante a constituição não importa se você é índio, negro, pardo, ou mesmo branco … Vai em frente e lute por seus diereitos.