Benner Solution é boa para trabalhar?

Olá pessoal!

Fui convidado para uma entrevista para Analista de Sistemas Júnior nesta empresa. Acredito que meu perfil esteja bem alinhado à vaga, então talvez eu não tenha muitos problemas.

Mas eu me pergunto, é um bom lugar para trabalhar? Os profissionais desta empresa possuem um bom nível? A empresa é bem organizada?

Faço essa pergunta porque estou um tanto “traumatizado” de trabalhar em empresa ruim. Já trabalhei num lugar muito bem organizado (que aplicava metologias de desenvolvimento, design patterns, UML, documentação, etc) e sinto falta disso nos meus últimos empregos, principalmente no meu emprego atual.

Portanto, busco aqui indicações de quem já trabalhou ou conhece alguém que já trabalhou neste local.

Se você não conseguir resposta aqui sobre a empresa, na hora da entrevista não deixe de perguntar tudo isso que você gostaria que fosse, só não caia em respostas do tipo que “estamos planejando trabalhar assim” ou se falarem algo vago. Na resposta você vai sentir a firmeza ou não se é real.

Se a entrevista for num local isolado como em sala de reunião, pede pra olhar o ambiente de trabalho, observe se o ambiente é tenso/frio ou se é caloroso, se as pessoas estão relaxadas, se rola conversas, se tem gente tranquila na internet, etc.

Essa empresa é daqui de Blumenau. E sim, até onde eu sei, é uma empresa muito boa!

Tenho um ex-colega de trabalho que há poucos dias começou a trabalhar lá. E ele justamente decidiu ir pra lá por recomendação de gente que trabalha lá.

Tive um outro amigo que também trabalhou lá por cerca de 3 anos, e nunca teve do que reclamar.

É uma das grandes empresas do polo em informática aqui em Blumenau. Quanto à questão de metodologias e afins, não sei te dizer se aplicam isso lá. Mas essa é uma coisa que seria bem pertinente você perguntar na entrevista. :wink:

Mas você vai se mudar pra cá ou a Benner tem mais escritórios pelo país?

[quote=Ruttmann]Essa empresa é daqui de Blumenau. E sim, até onde eu sei, é uma empresa muito boa!

Tenho um ex-colega de trabalho que há poucos dias começou a trabalhar lá. E ele justamente decidiu ir pra lá por recomendação de gente que trabalha lá.

Tive um outro amigo que também trabalhou lá por cerca de 3 anos, e nunca teve do que reclamar.

É uma das grandes empresas do polo em informática aqui em Blumenau. Quanto à questão de metodologias e afins, não sei te dizer se aplicam isso lá. Mas essa é uma coisa que seria bem pertinente você perguntar na entrevista. :wink:

Mas você vai se mudar pra cá ou a Benner tem mais escritórios pelo país?[/quote]

Ela tem escritórios em SP também.

[quote=Júlio Murta][quote=Ruttmann]Essa empresa é daqui de Blumenau. E sim, até onde eu sei, é uma empresa muito boa!

Tenho um ex-colega de trabalho que há poucos dias começou a trabalhar lá. E ele justamente decidiu ir pra lá por recomendação de gente que trabalha lá.

Tive um outro amigo que também trabalhou lá por cerca de 3 anos, e nunca teve do que reclamar.

É uma das grandes empresas do polo em informática aqui em Blumenau. Quanto à questão de metodologias e afins, não sei te dizer se aplicam isso lá. Mas essa é uma coisa que seria bem pertinente você perguntar na entrevista. :wink:

Mas você vai se mudar pra cá ou a Benner tem mais escritórios pelo país?[/quote]

Ela tem escritórios em SP também.[/quote]

Legal, não sabia disso. :slight_smile:

Acho que o mais interessante a se fazer é ir lá fazer a entrevista e já observar como é o ambiente, perguntar sobre esses aspectos que você julga interessantes.

Eu, como entrevistador, acharia bem legal uma pessoa que me fizesse esse tipo de perguntas. Demonstra interesse. :smiley:

[quote=Ruttmann][quote=Júlio Murta][quote=Ruttmann]Essa empresa é daqui de Blumenau. E sim, até onde eu sei, é uma empresa muito boa!

Tenho um ex-colega de trabalho que há poucos dias começou a trabalhar lá. E ele justamente decidiu ir pra lá por recomendação de gente que trabalha lá.

Tive um outro amigo que também trabalhou lá por cerca de 3 anos, e nunca teve do que reclamar.

É uma das grandes empresas do polo em informática aqui em Blumenau. Quanto à questão de metodologias e afins, não sei te dizer se aplicam isso lá. Mas essa é uma coisa que seria bem pertinente você perguntar na entrevista. :wink:

Mas você vai se mudar pra cá ou a Benner tem mais escritórios pelo país?[/quote]

Ela tem escritórios em SP também.[/quote]

Legal, não sabia disso. :slight_smile:

Acho que o mais interessante a se fazer é ir lá fazer a entrevista e já observar como é o ambiente, perguntar sobre esses aspectos que você julga interessantes.

Eu, como entrevistador, acharia bem legal uma pessoa que me fizesse esse tipo de perguntas. Demonstra interesse. :D[/quote]
Como se alguém fosse dizer “Ah, a empresa possui CMMI nível X, mas na prática, não aplica, é só para o auditor ver. ISO? Vish… COBIT? Nunca… Documentar algo? Raramente, é tudo feito nas coxas mesmo.”
Temos que lembrar que quem entrevista, invariavelmente, é alguém que está comprometido com a empresa e, por sua visão e experiência, talvez ignore fatos (que podem nos parecer) ruins.
Lógico que vestir a camisa é o que se espera de um funcionário, mas, sabemos que senso crítico faria muita diferença em nossa área.
Por que digo isso? Oras, eu trabalho numa das maiores empresas de telecomunicações do país, utilizo Java 7, Drools, SOA/BPM e muitas outras coisas fantásticas. Mas não há documentação, não há gerenciamento ou gestão de processos :smiley:

[quote=drsmachado][quote=Ruttmann][quote=Júlio Murta][quote=Ruttmann]Essa empresa é daqui de Blumenau. E sim, até onde eu sei, é uma empresa muito boa!

Tenho um ex-colega de trabalho que há poucos dias começou a trabalhar lá. E ele justamente decidiu ir pra lá por recomendação de gente que trabalha lá.

Tive um outro amigo que também trabalhou lá por cerca de 3 anos, e nunca teve do que reclamar.

É uma das grandes empresas do polo em informática aqui em Blumenau. Quanto à questão de metodologias e afins, não sei te dizer se aplicam isso lá. Mas essa é uma coisa que seria bem pertinente você perguntar na entrevista. :wink:

Mas você vai se mudar pra cá ou a Benner tem mais escritórios pelo país?[/quote]

Ela tem escritórios em SP também.[/quote]

Legal, não sabia disso. :slight_smile:

Acho que o mais interessante a se fazer é ir lá fazer a entrevista e já observar como é o ambiente, perguntar sobre esses aspectos que você julga interessantes.

Eu, como entrevistador, acharia bem legal uma pessoa que me fizesse esse tipo de perguntas. Demonstra interesse. :D[/quote]
Como se alguém fosse dizer “Ah, a empresa possui CMMI nível X, mas na prática, não aplica, é só para o auditor ver. ISO? Vish… COBIT? Nunca… Documentar algo? Raramente, é tudo feito nas coxas mesmo.”
Temos que lembrar que quem entrevista, invariavelmente, é alguém que está comprometido com a empresa e, por sua visão e experiência, talvez ignore fatos (que podem nos parecer) ruins.
Lógico que vestir a camisa é o que se espera de um funcionário, mas, sabemos que senso crítico faria muita diferença em nossa área.
Por que digo isso? Oras, eu trabalho numa das maiores empresas de telecomunicações do país, utilizo Java 7, Drools, SOA/BPM e muitas outras coisas fantásticas. Mas não há documentação, não há gerenciamento ou gestão de processos :D[/quote]

Pelo menos onde você trabalha o pessoal sabe programar. Conheço “programador sênior” que não sabe o que é orientação a objeto.

[quote=Júlio Murta]
Pelo menos onde você trabalha o pessoal sabe programar. Conheço “programador sênior” que não sabe o que é orientação a objeto.[/quote]
Depende do paradigma e da linguagem que usa.

[quote=A H Gusukuma][quote=Júlio Murta]
Pelo menos onde você trabalha o pessoal sabe programar. Conheço “programador sênior” que não sabe o que é orientação a objeto.[/quote]
Depende do paradigma e da linguagem que usa.[/quote]

C# e VB.Net, ambas são orientadas à objeto.

[quote=Júlio Murta][quote=A H Gusukuma][quote=Júlio Murta]
Pelo menos onde você trabalha o pessoal sabe programar. Conheço “programador sênior” que não sabe o que é orientação a objeto.[/quote]
Depende do paradigma e da linguagem que usa.[/quote]

C# e VB.Net, ambas são orientadas à objeto. [/quote]

Aí vai depender de outros fatores, sempre programaram nessas linguagens ou não? Estão começando a carreira ou estão quase no fim?

[quote=A H Gusukuma][quote=Júlio Murta][quote=A H Gusukuma][quote=Júlio Murta]
Pelo menos onde você trabalha o pessoal sabe programar. Conheço “programador sênior” que não sabe o que é orientação a objeto.[/quote]
Depende do paradigma e da linguagem que usa.[/quote]

C# e VB.Net, ambas são orientadas à objeto. [/quote]

Aí vai depender de outros fatores, sempre programaram nessas linguagens ou não? Estão começando a carreira ou estão quase no fim?
[/quote]

Como eu disse, é um sênior. E migrou do VBA para VB.Net há quase 7 anos. Obviamente, nesse período, poderia ter aprendido certo ou, pelo menos, refeito da forma correta já que lançou diversas versões do produto após esse período. Fez gâmbia porque é porco mesmo.

[quote=Júlio Murta][quote=A H Gusukuma][quote=Júlio Murta][quote=A H Gusukuma][quote=Júlio Murta]
Pelo menos onde você trabalha o pessoal sabe programar. Conheço “programador sênior” que não sabe o que é orientação a objeto.[/quote]
Depende do paradigma e da linguagem que usa.[/quote]

C# e VB.Net, ambas são orientadas à objeto. [/quote]

Aí vai depender de outros fatores, sempre programaram nessas linguagens ou não? Estão começando a carreira ou estão quase no fim?
[/quote]

Como eu disse, é um sênior. E migrou do VBA para VB.NEt há quase 7 anos. Obviamente, nesse período, poderia ter aprendido certo ou, pelo menos, refeito da forma correta já que lançou diversas versões do produto após esse período. Fez gâmbia porque é porco mesmo.[/quote]
Se está falando de código legado, esse é um problema não tão simples.
Poucas empresas optam por reescrever programas que estão funcionando.
Mais pelo risco de inserir erros nos novos códigos, e também pelos recursos para refazer o software.

[quote=A H Gusukuma][quote=Júlio Murta][quote=A H Gusukuma][quote=Júlio Murta][quote=A H Gusukuma][quote=Júlio Murta]
Pelo menos onde você trabalha o pessoal sabe programar. Conheço “programador sênior” que não sabe o que é orientação a objeto.[/quote]
Depende do paradigma e da linguagem que usa.[/quote]

C# e VB.Net, ambas são orientadas à objeto. [/quote]

Aí vai depender de outros fatores, sempre programaram nessas linguagens ou não? Estão começando a carreira ou estão quase no fim?
[/quote]

Como eu disse, é um sênior. E migrou do VBA para VB.NEt há quase 7 anos. Obviamente, nesse período, poderia ter aprendido certo ou, pelo menos, refeito da forma correta já que lançou diversas versões do produto após esse período. Fez gâmbia porque é porco mesmo.[/quote]
Se está falando de código legado, esse é um problema não tão simples.
Poucas empresas optam por reescrever programas que estão funcionando.
Mais pelo risco de inserir erros nos novos códigos, e também pelos recursos para refazer o software.[/quote]

O problema é que os códigos novos saem com os mesmos erros do código legado. É muito Ctrl C + Ctrl V em coisa antiga, além da falta de vontade em se aperfeiçoar.

[quote=Júlio Murta]

O problema é que os códigos novos saem com os mesmos erros do código legado. É muito Ctrl C + Ctrl V em coisa antiga, além da falta de vontade em se aperfeiçoar.[/quote]

Casos assim são complicados, alguma coisa deve ter acontecido pelo caminho, e o cara acabou perdendo a motivação.

[quote=A H Gusukuma][quote=Júlio Murta]

O problema é que os códigos novos saem com os mesmos erros do código legado. É muito Ctrl C + Ctrl V em coisa antiga, além da falta de vontade em se aperfeiçoar.[/quote]

Casos assim são complicados, alguma coisa deve ter acontecido pelo caminho, e o cara acabou perdendo a motivação.
[/quote]

Acho que não é bem a falta de motivação. Às vezes a pessoa monta uma empresa sem ter muita experiência e acaba programando tudo de qualquer jeito por falta de convivência com o código dos outros. E quando contrata um novo técnico é sempre estagiário. Então conceitos desatualizados + falta de interesse pelos estudos + código de estagiário = pequeno monstrinho. Para esta pessoa está tudo bem programar assim, afinal, ela programou assim a vida toda.

[quote=Júlio Murta][quote=A H Gusukuma][quote=Júlio Murta]

O problema é que os códigos novos saem com os mesmos erros do código legado. É muito Ctrl C + Ctrl V em coisa antiga, além da falta de vontade em se aperfeiçoar.[/quote]

Casos assim são complicados, alguma coisa deve ter acontecido pelo caminho, e o cara acabou perdendo a motivação.
[/quote]

Acho que não é bem a falta de motivação. Às vezes a pessoa monta uma empresa sem ter muita experiência e acaba programando tudo de qualquer jeito por falta de convivência com o código dos outros. E quando contrata um novo técnico é sempre estagiário. Então conceitos desatualizados + falta de interesse pelos estudos + código de estagiário = pequeno monstrinho. Para esta pessoa está tudo bem programar assim, afinal, ela programou assim a vida toda. [/quote]

Essa empresa tem um bom potencial? É viável?

[quote=A H Gusukuma][quote=Júlio Murta][quote=A H Gusukuma][quote=Júlio Murta]

O problema é que os códigos novos saem com os mesmos erros do código legado. É muito Ctrl C + Ctrl V em coisa antiga, além da falta de vontade em se aperfeiçoar.[/quote]

Casos assim são complicados, alguma coisa deve ter acontecido pelo caminho, e o cara acabou perdendo a motivação.
[/quote]

Acho que não é bem a falta de motivação. Às vezes a pessoa monta uma empresa sem ter muita experiência e acaba programando tudo de qualquer jeito por falta de convivência com o código dos outros. E quando contrata um novo técnico é sempre estagiário. Então conceitos desatualizados + falta de interesse pelos estudos + código de estagiário = pequeno monstrinho. Para esta pessoa está tudo bem programar assim, afinal, ela programou assim a vida toda. [/quote]

Essa empresa tem um bom potencial? É viável?[/quote]

Não e não. Por isso quero sair.

Nem se os sistemas fossem reescritos?

Já reescreveram o sistema uma vez. O que fizeram? Ctrl C + Ctrl V. O que mudou? Praticamente nada. Eu acho que dificilmente a “alta cúpula” cairá em si e passará a ver a importância de se fazer as coisas da forma correta.

Se a empresa fosse viável economicamente, com bom fluxo de caixa, valeria propor uma parceria.