Pare e pense: qual foi o último smartphone que você viu apresentar uma grande inovação? Tirando alguns ajustes de software, uma câmera melhor e uma leve melhoria de hardware a cada geração de dispositivos, todas as empresas estão praticamente estagnadas e desenvolvendo aparelhos cada vez mais parecidos entre si.
E foi por isso que o anúncio do Ubuntu Edge, o primeiro projeto de smartphone da Canonical, brilhou após sua revelação. O dispositivo não se limitaria a ser um celular com dual-boot de Ubuntu Phone e Android, mas funcionaria como um PC completo quando conectado a um monitor.
Além de chutar para o alto toda e qualquer disputa sobre especificações, ostentando (ainda teóricos) 4 GB de memória RAM e 128 GB de armazenamento, a empresa promete a inclusão do que houver de mais rápido em processadores multi-core no mercado, sem especificar um modelo.
Com estas configurações, o Edge não só lideraria a corrida por celulares cada vez mais interessantes, como se compararia a PCs de médio desempenho e tornaria a integração entre o dispositivos ainda mais lisa e a experiência unificada. Seu nível de inovação forçaria outras fabricantes a correrem atrás para trazer novidades além de pequenos retoques na versão anterior de seus dispositivos, como acontece atualmente.
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Será que se concretiza?
