Essa é uma prática comum em curriculos acadêmicos, até porque, é o formato padronizado pelo cnpq. Se for fazer um currículo para um mestrado, ou para participar de uma feira, vale a pena até colocar participações em banca (não a sua própria, mas caso tenha ajudado a avaliar um aluno), participações em feiras, publicações, etc.
Em currículos não acadêmicos, procure deixar o currículo sucinto. Cite publicações que tenham grande relevância para o cargo que está pretendendo.
Geralmente, como o pessoal falou, é uma boa olhar o que a vaga que se pretende pede, e colocar as tecnologias que são relevantes nessas áreas. Também vale a pena colocar seus últimos empregos, em ordem cronológica reversa. Não coloque o seu segundo grau, a menos que tenha sido técnico (primeiro grau, então, nem se fala). Use o bom senso. Se você já atua como sênior numa empresa, não tem porque escrever sobre seu estágio, a menos que tenha sido num local muito reconhecido.
Procure também descrever a natureza dos trabalhos que você já fez. Cansei de pegar currículos que a pessoa dizia trabalhar em grandes empresas, mas não dava a mínima noção de que gênero era o trabalho.
Não esqueça de citar seu conhecimento em línguas estrangeiras e experiências no exterior (obviamente, não viagens turísticas).
Dependendo da área em que for atuar, pode ser necessário também apresentar um portfólio. É muito comum, por exemplo, na área de jogos e em alguns institutos de computação científica.
Se seu currículo está vazio, vale a pena citar as tecnologias que você já “passou por cima” na área de “habilidades gerais”. Mas cuidado para não ultrapassar uma ou duas linhas… Outras habilidades que valem a pena mencionar, caso você as tenha é: facilidade para escrita e facilidade para trabalhar em grupo.