Galera, vamos esquentar isso aki hehehe
Na opinião de vcs, o q o mercado de trabalho ‘prefere’.
[b]Certificação (SCJP, SCWCD…)
ou
Experiência profissional (Java EE, Servlet, JPA, Struts…)
[/b]
Os 2 seria ótimo né kkkk
Valeu pessoal !!!
Galera, vamos esquentar isso aki hehehe
Na opinião de vcs, o q o mercado de trabalho ‘prefere’.
[b]Certificação (SCJP, SCWCD…)
ou
Experiência profissional (Java EE, Servlet, JPA, Struts…)
[/b]
Os 2 seria ótimo né kkkk
Valeu pessoal !!!
Minha opinião:
Se tivermos o Zezinho com as certificações e ainda sem experiência e o Joaozinho com experiência e sem certificações, o Joaozinho ganha, porque a prática é bem mais proveitoso do que a teoria.
Agora se tiver os dois é mais provável de levar a melhor.
Eu concordo com o javabuntu.
O mercado anda muito competitivo… diferenciar um novato de um experiente eh facil, mas quando voce esta disputando uma vaga de senioridade, as chances de um cara experiente com certificação ganhar do que é apenas experiente são muito altas. Até pelo valor que a certificação agrega para a própria empresa, pois muitas vezes o cliente exige profissionais certificados.
Conheço algumas pessoas que são excelentes profissionais e nunca prestaram certificação.
No meu caso vejo a certificação como um “abre portas”. Sou iniciante e quero trabalhar com Java, então estou apostando que a certificação vai me facilitar a vida.
A experiência conta mais do que qualquer coisa.
Depende do tempo de experiência. Se pegasse um cara com 01 ano de experiência e um cara com certificação porém sem experiência EM JAVA (porém com experiencia em programação), daria oportunidade para o candidato certificado.
certificação ajuda… mas como complemento… não é nenhuma bala de prata.
eu considero certificação válido como critério de desempate.
Conheço pessoas que tem certificação e não sabem programar… o cara apenas decorou um livro qualquer e fez a prova.
Mas se tiver tempo pra tirá-la, vale a pena… você vai acabar aprendendo muitos detalhes que nunca se atentou.
Tinha que ser o João mesmo!!!
Que tal trabalhar? Vagal ahuoehuioae
Eu não tenho certificação.
Algumas certificações, como a da CISCO, são muito fortes no mercado. Na programação, nunca vi uma contratação de seniores que exigisse isso. Exceto, claro, em empresas com programas de parceria, como o Microsoft Partnership Program, que dá descontos nas ferramentas de acordo com o número de profissionais certificados que a empresa tenha.
Também é muito raro um cliente exigir prossionais certificados para atendê-lo. O cliente pouco quer saber sobre o processo de desenvolvimento de uma determinada empresa. As certificações que contam para ele geralmente são da empresa em si, como o CMMI e a ISO, e não dos profissionais que nela atuam.
Agora, a certificação tem um papel fundamental para quem está entrando no mercado de trabalho. Quando se tem o currículo praticamente vazio de dois canditados a um cargo júnior na mão, vamos bucar que cursos o cara já fez. E aí, as certificações são fatores diferenciais. Muitas empresas, com a que eu trabalho, também fazem provas para esse candidato, como uma forma auxiliar de avaliação. Estágios e fluência em inglês também tem papel fundamental no processo, assim como se dar bem em uma entrevista.
No caso de uma vaga para seniores, geralmente o cara tem uma lista de projetos onde atuou, descreve as tecnologias que utilizou e consegue se expressar muito bem numa entrevista. Ele também tem uma noção melhor da área que quer atuar e de que tipo de carreira quer seguir. Mesmo nem sempre sendo obrigatório, certificações, especializações e mestrados tem seu peso, pois mostram que ele procura manter-se atualizado, mas discute-se muito mais o potencial dele para a função que ele vai desempenhar. Fora que, geralmente, a contratação desses profissionais envolve retirar o cara de uma empresa onde ele já é atuante. Logo, ocorre também a avaliação inversa. Não é incomum um sênior vir a uma entrevista e negar a oportunidade de emprego após entender exatamente do que se trata.
Uma coisa é fato, para um programa de certificação funcionar bem é necessário que ele seja reconhecidamente rigoroso, e capaz de selecionar alguém. Infelizmente, esse não me parece ser o caso do SCJP.
E no caso de Java Pleno?
Experiência profissional ++
Ou então que não conhecem o assunto profundamente, mas só de “ouvir dizer” - como é o caso de vários assuntos que estudei para as provas de Microsoft Certified Professional - depois que fiz a prova, esqueci tudo e só sei que tenho de procurar na Technet ou no MSDN.
Em vários tópicos a dúvida é ?EXPERIÊNCIA OU CERTIFICAÇÃO?. O estudo para a certificação pode ser feito individualmente através de livros, apostilas, cursos, tutoriais e o auxílio de alguns fóruns. Mas quanto à experiência? Como as pessoas começam a programar? Estágio, indicação de amigo, necessidade da empresa, seguir profissão de alguém da família…
Gostaria de saber de outros programadores mais experientes como fizeram para dar o primeiro passo para começar a trabalhar nessa área e como foram os primeiros meses.
Uma coisa coisa que acho legal é vc passar numa prova de certificação em inglês pois ai vc mostra que além de conhecer a linguagem tb tem conhecimento no idioma pois como todo mundo sabe tem um monte de picareta por aí que fala que sabe inglês e na hora do vamo vê num sabe nem o verbo “to be”.
Erich2008, o ideal é tentar um estagio, em uma boa empresa, os primeiros meses são só estudos, mas é importante a empresa estar ciente q vc é iniciante no assunto, não adianta colocar no currículo q sabe e não sabe. Acredito q esse é o melhor caminho. Porem nem sempre isso é possível, outra possibilidade seria estudar por conta e tentar entrar como trainee ou Junior, se vc demonstrar alguma experiência, mesmo q adquirida somente com estudo…
Conheço algumas pessoas com certificação em inglês que ficam apenas no how are you.
Certificações perdem seu valor quando o cara vira Senior, onde o que importa são os projetos em que ele atuou.
Claro que tem muita empresa por ae que da valor a certificação, porém, muitas destas parcitipam de licitações que exigem profissionais certificados.
Agora dizer que a certificação separa o joio do trigo já é um exagero, quase que uma mentira.
E trabalhar durante um longo periodo em uma so empresa isto é mal para o curriculo? pois um senior que trabalhou uns 3 anos em uma só empresa e em um só projeto só trabalhou com uma determinada tecnologia… isto seria mal para seu curriculo?
ja o cara que vive pulando de galho em galho empresa a empresa ficaria tachado ou como um cara que não se adapta a lugar nenhum, ou um incompetente que empresa nenhuma quer ou um mercenario que vai onde pagam mais…
E trabalhar durante um longo periodo em uma so empresa isto é mal para o curriculo? pois um senior que trabalhou uns 3 anos em uma só empresa e em um só projeto só trabalhou com uma determinada tecnologia… isto seria mal para seu curriculo?
ja o cara que vive pulando de galho em galho empresa a empresa ficaria tachado ou como um cara que não se adapta a lugar nenhum, ou um incompetente que empresa nenhuma quer ou um mercenario que vai onde pagam mais…
Sobre ficar na mesma empresa eu tenho uma experiência um pouco diferente, fiquei 6 anos na mesma empresa e trabalhei com diversas tecnologias e utilizei algumas linguagens de programacao.
Sobre pular de galho em galho, acho que isso não influencia, pois ninguem e obrigado a aturar certas empresas por muito tempo, porem isto vai da cabeça de quem esta contratando.
Experiência profissional + Referencias Positivas dos ex-empregadores, para não contratar gente maluca que urra com os colegas quando é criticado, ou que não gosta mesmo de tomar banho, etc.
Acho que vc resumiu bem, eu mesmo nao gosto de trocar de empresa antes de no minimo 6 meses de permanencia, acho que fica chato no curriculo. Mais se vc fez um bom trabalho e esta saindo de boa, com um carta de recomendação do seu patrão esta tudo bem.
Estou lendo um livro - daqueles do tipo de administração de carreira - onde o autor comenta uma coisa que eu concordo plenamente.
Segundo o autor: competências pessoais como trabalho em grupo, capacidade de adapção a mudanças, motivação, curiosiadade, disciplina, facilidade de comunicação, entre outras fazem parte dos excelentes profissionais em detrimento dos profissionais apenas competentes que podem até possuir boa formação acadêmica, experiência e certificações técnicas mas não possuem os requisitos comportamentais que mencionei antes.
Com relação ao fato de permanecer pouco tempo nas empresas eu concordo que pode ser pouco produtivo, por vários motivos, e o ideal é você permanecer pelo menos 1 ano, pois pra mim os funcionários demoram em média 6 meses para se adaptar a cultura da empresa e render o que podem.
Neste ponto eu as vezes fico arrependido, pois eu sou exemplo justamente do contrário… ou talvez eu não tenha tido sorte… rs 
É raro ficar o tempo todo no mesmo projeto, mas mesmo assim, não pega mal, principalmente se o profissional consegue evoluir no papel que ele desempenha dentro do projeto.
Estou lendo um livro - daqueles do tipo de administração de carreira - onde o autor comenta uma coisa que eu concordo plenamente.…
Neste ponto eu as vezes fico arrependido, pois eu sou exemplo justamente do contrário… ou talvez eu não tenha tido sorte… rs :(
Eu acredito que seja relativo, o tempo de permanência em uma empresa. Isso tudo vai depender do momento profissional (e pessoal) que você está vivendo e principalmente das oportunidades que irão aparecer.
Eu por exemplo, no ano passado, troquei de empresa 2 vezes, ficando 6 meses em cada uma delas. Mas não foi por não me adaptar, foi sim por oportunidade. Eram projetos/propostas interessantes tanto profissionalmente como financeiramente, pois acredito que tem oportunidades na vida que não podemos deixar passar, pois não sabemos quando elas vão bater em nossa porta novamente.
Penso também que em alguns casos, dependendo da empresa que você trabalha, para você evoluir (principalmente financeiramente) você tem que trocar de empresa. Vejo por mim, teve uma empresa que trabalhei já a algum tempo, eu entrei como programador junior, passados quase dois anos, eu já era analista e lider de equipe de desenvolvimento e meu salário continuava o mesmo, e a empresa não queria aumentar, foi quando resolvi sair, pois aquilo me desmotivava muito, e via que meu trabalho não estava sendo valorizado.
Bom, essa é a minha opinião.
Voltando ao foco do tópico, acredito que a certificação pode ser diferencial no início de carreira, porque mostra o mínimo de interesse pela tecnologia em questão.
Também concordo que possa ser usada como “desempate” em caso de profissionais de “mesmo nível”. Pensem em uma vaga de arquiteto com candidatos aparentemente de mesma bagagem. Provavelmente o que possui SCEA deva ficar com a vaga.
Concordo plenamente com g4j.
"Pensem em uma vaga de arquiteto com candidatos aparentemente de mesma bagagem. Provavelmente o que possui SCEA deva ficar com a vaga. "
A certificação profissional é algo que vai muito além de conseguir um emprego. É uma maneira do profissional aprender mais coisas sobre a tecnologia que utiliza, ter disciplina para estudar e, medir o seu nível de conhecimento. A experiência é aliada da certificação e vice-versa. É óbvio que alguém com experiência e certificações oficiais na tecnologia será mais bem visto do que outros que não têm. Portanto, devemos todos estudar e conseguir as nossas… tanto certificações quanto experiências… pois… as duas separadas são importantes e juntas são imbatíveis.
Abraço a todos.
“Cuide do seu conhecimento, tenha firmeza em querer estudar algo sozinho e se dedicar a aprender idiomas também, e sabe ter bons relacionamentos, expertise é o que você viveu em projetos anteriores e sabe como aplica-los em projetos futuros.”
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E o que aconteceria se o tempo utilizado para estudar para certificação fosse utilizado para aprender coisas mais uteis, como padroes, metodologias, boas praticas?
Eu ao selecionar alguem verificaria estes pontos, pois um cara que tem 10 certificações e poucos anos de experiencia nao deve saber muito alem do teorico.
Já pensou em obter experiência profissional enquanto se prepara para a certificação? 