Greve dia 21/02

[quote=JDesenvolvedor]Claro que desenvolver software não é pra todo mundo e a maioria prefere ser alimentado na boquinha por gerentes, mas isso não é problema por que de todo esse peso morto o mercado toma conta.

Estou alertando aqueles que querem algo melhor pra si, pra entenderem que vender código é melhor que vender mão de obra, e contando que aquele que tem o conhecimento e a motivação vai perceber a oportunidade.
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Você fala como se não houvesse risco nenhum em vender código. E como se, da noite para o dia, qualquer um pudesse sair vendendo código, e haveria milhares de empresas prontas para comprar qualquer coisa que você oferecesse. A realidade é longe disso.

Há muitos riscos em empreender, especialmente no Brasil. Até por isso, a maioria prefere ir para uma indústria. Além disso, nem toda empresa é ruim para se trabalhar, e nem todo mundo que trabalha em empresa é “peso morto”.

Mas para gerar empregos é preciso alguém que lhe venda mão de obra, certo? E aí veja a contradição: o cara resolve montar um negócio porque é radicalmente contra os programadores venderem mão de obra (apenas medíocres fazem isso!). Só que para o negócio funcionar ele vai precisar contratar gente que aceite vender sua mão de obra. E aí, vai colocar um medíocre para criar o seu produto?

Alguém pode se dedicar a tentar lançar o Próximo Grande App © da Internet e ficar rico com isso. Pensando no indivíduo isso é um objetivo válido, mas não se pode generalizar para toda a população de desenvolvedores a regra “ser um bom profissional = ter o próprio negócio ou trabalhar em uma startup cool”. As grandes e pequenas empresas vão continuar precisando de seus sistemas, sistemas desenvolvidos por grandes equipes contratadas. E querendo ou não são essas empresas que fazem o dinheiro, são os funcionários delas que vão comprar seu aplicativo ou que vão visitar seu site.

[quote=A H Gusukuma][quote=javaflex][quote=A H Gusukuma][quote=YvGa][quote=javaflex]
Você tem razão nesse aspecto. Mas acho que ele está se referindo a gerentes inúteis de fábrica de softwares que só fazem o papel de intermediar e mandar, e não o gerente cliente da atividade fim a qual temos que respeitar as decisões sim como você falou, que é o importante de fato, TI é só o meio.[/quote]

Com certeza ele está. E concordo com ele. Concordo também quando ele fala que vender código é melhor que vender mão de obra.

Mas isso, da mesma forma que dizer que se não gosta da empresa, vá pra outra, é bem mais fácil de falar do que de fazer.

Tanto deixar de vender mão de obra, quanto sair de uma empresa ruim para ir para uma boa, pode levar anos. A gente sempre fala, procure uma empresa melhor, mas na verdade o certo seria dizer: Comece a se preparar melhor para logo ser aceito num empresa melhor.

Então, para quem trabalha, numa empresa com gerente inúteis eu digo: “Mude de empresa”. O que ná prática siginifica: “Comece a levar sua profissão mais a sério par que você possa daqui a um ano ou dois encontrar uma empresa melhor.”[/quote]

Ou, então, faça mais para ser promovido, e faça diferente para melhorar a empresa.[/quote]
Acho que o ideal é fazermos o melhor para nossas vidas primeiramente. Para a empresa os resultados vem de um bom ambiente, estrutura, cultura de relacionamento humano, escolha de bons profissionais e não lidar com os profissionais como se fossem crianças.[/quote]
Onde foi dito para fazer isso, de tratar profissionais como se fossem crianças?
Pode explicar melhor essa de primeiramente fazer o melhor para nossas vidas? Sempre achei que isso ocorre concomitantemente…
[/quote]
Em relacao a criancas, foi reforçando pelo que eu mesmo falei do exemplo do gerente que só faz o papel de mandar e intermediar ou o “chefe babá”.

Em relacao a “primeiramente buscar o melhor para nossas vidas”, foi por você ter falado “faça diferente para melhorar a empresa”. Acho que ao invés de se desdobrar pela empresa “ruim”, melhor já entrar num lugar que seja o melhor para a pessoa, então fica primeiramente bom pra ela. Quem tem que se esforçar por históricos problemas estruturais da empresa é o empreendedor. Quem opta por ser empregado geralmente não quer lidar com desvantagens do lado empreendedor. Cada lado aproveita suas vantagens.

Alguém pode se dedicar a tentar lançar o Próximo Grande App © da Internet e ficar rico com isso. Pensando no indivíduo isso é um objetivo válido, mas não se pode generalizar para toda a população de desenvolvedores a regra “ser um bom profissional = ter o próprio negócio ou trabalhar em uma startup cool”.[/quote]
Pois é. Nem todo analista de sistemas quer se dedicar por essas coisas.

[quote=javaflex][quote=A H Gusukuma][quote=javaflex][quote=A H Gusukuma][quote=YvGa][quote=javaflex]
Você tem razão nesse aspecto. Mas acho que ele está se referindo a gerentes inúteis de fábrica de softwares que só fazem o papel de intermediar e mandar, e não o gerente cliente da atividade fim a qual temos que respeitar as decisões sim como você falou, que é o importante de fato, TI é só o meio.[/quote]

Com certeza ele está. E concordo com ele. Concordo também quando ele fala que vender código é melhor que vender mão de obra.

Mas isso, da mesma forma que dizer que se não gosta da empresa, vá pra outra, é bem mais fácil de falar do que de fazer.

Tanto deixar de vender mão de obra, quanto sair de uma empresa ruim para ir para uma boa, pode levar anos. A gente sempre fala, procure uma empresa melhor, mas na verdade o certo seria dizer: Comece a se preparar melhor para logo ser aceito num empresa melhor.

Então, para quem trabalha, numa empresa com gerente inúteis eu digo: “Mude de empresa”. O que ná prática siginifica: “Comece a levar sua profissão mais a sério par que você possa daqui a um ano ou dois encontrar uma empresa melhor.”[/quote]

Ou, então, faça mais para ser promovido, e faça diferente para melhorar a empresa.[/quote]
Acho que o ideal é fazermos o melhor para nossas vidas primeiramente. Para a empresa os resultados vem de um bom ambiente, estrutura, cultura de relacionamento humano, escolha de bons profissionais e não lidar com os profissionais como se fossem crianças.[/quote]
Onde foi dito para fazer isso, de tratar profissionais como se fossem crianças?
Pode explicar melhor essa de primeiramente fazer o melhor para nossas vidas? Sempre achei que isso ocorre concomitantemente…
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Em relacao a criancas, foi reforçando pelo que eu mesmo falei do exemplo do gerente que só faz o papel de mandar e intermediar ou o “chefe babá”.

Em relacao a “primeiramente buscar o melhor para nossas vidas”, foi por você ter falado “faça diferente para melhorar a empresa”. Acho que ao invés de se desdobrar pela empresa “ruim”, melhor já entrar num lugar que seja o melhor para a pessoa, então fica primeiramente bom pra ela. Quem tem que se esforçar por históricos problemas estruturais da empresa é o empreendedor. Quem opta por ser empregado geralmente não quer lidar com desvantagens do lado empreendedor. Cada lado aproveita suas vantagens.[/quote]
O que faz a diferença sempre é o fator humano. Essa de a empresa de um lado e o funcionário de outro, é antigo, velho, arcaico. O que faz diferença, é o que a pessoa agrega além do que está sendo paga para fazer. Isso é muito diferente de se matar pela empresa e se esquecer de si próprio. Veja os casos de sucesso de pessoas que entraram em um cargo baixo e subiram até os mais altos.

[quote=A H Gusukuma][quote=javaflex][quote=A H Gusukuma][quote=javaflex][quote=A H Gusukuma][quote=YvGa][quote=javaflex]
Você tem razão nesse aspecto. Mas acho que ele está se referindo a gerentes inúteis de fábrica de softwares que só fazem o papel de intermediar e mandar, e não o gerente cliente da atividade fim a qual temos que respeitar as decisões sim como você falou, que é o importante de fato, TI é só o meio.[/quote]

Com certeza ele está. E concordo com ele. Concordo também quando ele fala que vender código é melhor que vender mão de obra.

Mas isso, da mesma forma que dizer que se não gosta da empresa, vá pra outra, é bem mais fácil de falar do que de fazer.

Tanto deixar de vender mão de obra, quanto sair de uma empresa ruim para ir para uma boa, pode levar anos. A gente sempre fala, procure uma empresa melhor, mas na verdade o certo seria dizer: Comece a se preparar melhor para logo ser aceito num empresa melhor.

Então, para quem trabalha, numa empresa com gerente inúteis eu digo: “Mude de empresa”. O que ná prática siginifica: “Comece a levar sua profissão mais a sério par que você possa daqui a um ano ou dois encontrar uma empresa melhor.”[/quote]

Ou, então, faça mais para ser promovido, e faça diferente para melhorar a empresa.[/quote]
Acho que o ideal é fazermos o melhor para nossas vidas primeiramente. Para a empresa os resultados vem de um bom ambiente, estrutura, cultura de relacionamento humano, escolha de bons profissionais e não lidar com os profissionais como se fossem crianças.[/quote]
Onde foi dito para fazer isso, de tratar profissionais como se fossem crianças?
Pode explicar melhor essa de primeiramente fazer o melhor para nossas vidas? Sempre achei que isso ocorre concomitantemente…
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Em relacao a criancas, foi reforçando pelo que eu mesmo falei do exemplo do gerente que só faz o papel de mandar e intermediar ou o “chefe babá”.

Em relacao a “primeiramente buscar o melhor para nossas vidas”, foi por você ter falado “faça diferente para melhorar a empresa”. Acho que ao invés de se desdobrar pela empresa “ruim”, melhor já entrar num lugar que seja o melhor para a pessoa, então fica primeiramente bom pra ela. Quem tem que se esforçar por históricos problemas estruturais da empresa é o empreendedor. Quem opta por ser empregado geralmente não quer lidar com desvantagens do lado empreendedor. Cada lado aproveita suas vantagens.[/quote]
O que faz a diferença sempre é o fator humano. Essa de a empresa de um lado e o funcionário de outro, é antigo, velho, arcaico. O que faz diferença, é o que a pessoa agrega além do que está sendo paga para fazer. Isso é muito diferente de se matar pela empresa e se esquecer de si próprio. Veja os casos de sucesso de pessoas que entraram em um cargo baixo e subiram até os mais altos.
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Entendo seu lado. Mas nem todo mundo quer isso.