Bom dia
Estou realizando algumas pesquisas para o inicio de um projeto, para isto alguns conceitos estão sendo estudados para verificar a sua viabilidade.
A muito se fala do conceito de persistência e um dos frameworks mais citados nas publicações encontradas é sobre o Hibernate, que consegui algumas informações bem úteis.
O projeto que iremos desenvolver tem um cenário que em partes se encaixa no conceito de persistência e em partes não, onde se possível, gostaria de trocar algumas ideias com você.
No cenário tradicional de muitos sistemas, cria-se uma estrutura em banco e trabalha-se na camada de aplicação tais entidades, onde o Hibernate também atende.
Existe outro cenário no Hibernate que possibilita o mapear as classes e com base destas classes gerar as entidades no banco;
No conceito de P.O.O. ao criar uma classe, crio as suas variáveis e métodos (Get´s e Set´s), utilizando o Hibernate Annotation é possível a partir dai gerar a entidade fisicamente no banco (até onde consegui apurar), entretanto o dilema é mais complexo para o meu projeto.
Os cenários comuns que pesquisei é que com base do que se precisa, monta-se as classes e gero as suas entidades.
No meu Cenário, as definições das Entidades (Tabelas, campos, indices, etc) estarão em um ‘xml’.
Ao acessar uma rotina, irá verificar neste XML quais são as tabelas e respectivos campos a serem utilizados e gerar o JavaBeans e disponibilizar os campos no processo;
Teremos um proceso paralelo para que seja possivel dar manutenção a este ‘XML’, onde será permitido alterar atributos de campos, criar novos campos, criar e alterar novos indices, etc, e replicar isso para o Banco, ao invés de dar manutenção diretamente no banco, pois o ‘XML’ é uma espécie de dicionário de dados, que serve de referência para o que deve ser replicado para o banco e serve como espelho para o que ser disponibilizado no sistema principal e consequentemente espelho dos JavaBeans.
Isso é possivel dentro da realidade do Java utilizando o Hibernate ou não se encaixaria neste framework ?
att