Sensacional o tom socrático!!
Compartilho da mesma opnião. Ainda mais considerando que a sintaxe, ao que me pareceu nas minhas curtas viagens ao mundo C#, são muito parecidas.
Como eu sempre digo (digo porque ouvi falarem e me parece muito sensato): Não se prendam a tecnologias. Seria ótimo pro seu gerente se você fosse capaz de indicar a melhor solução para resolver o problema dele/cliente.
Já fui apaixonado pelo Basic, DBase III Plus programado, Clipper, Delphi e hoje amo o Java. Mas sou promíscuo. Amanhã posso estar amando outra. Isso é adaptação, sobrevivência.
No meu penúltimo emprego tinha cabra apaixonado pelo Win98 (em pleno 2005). Advinhou? A máquina dele era a que dava a maior dor de cabeça. Não estou dizendo para mudar de tecnologia como muda-se de roupa (Até hoje não uso o Vista pq achei uma m****), mas a partir do momento que foi provado que a tecnologia está estável, pq não mudar??
Muito mais se dá com linguagens contemporâneas e que possuem a mesma eficiência para requisitos diferentes. Pq o preconceito? Abrir a cabeça, este é o ponto. Ainda mais quando estamos num momento de aprendizado, como a maioria de nós estamos.
Outro exemplo: Estou querendo melhorar a minha arquitetura, minha OO. Assim, a assinatura do victorwss (Acho que é isso): “Arquitetura de sistemas: Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opnião formada sobre tudo”, foi uma coisa que me fez pensar. Todos os dias estou descobrindo uma forma melhor de fazer as coisas, aí eu pergunto: Pq não refatorar? Crio um sistema piloto, vejo se a bagaça faz sentido e refatoro mesmo, sem dó nem piedade. E tem funcionado.
Aprendam a programar bem, entendam a OO. Assim, creio eu, tecnologias, sintaxes, não serão mais do que um empecilho de 15 dias.
E vamos que vamos!!
Abraços