Linguagem do google
45 Respostas
ela tem tudo para estourar. Não precisa de máquina virtual e gera código nativo. A google só precisa lançar um ide decente e algum toolkit para montar interfaces gráficas.
Agora que estou aprendendo python lá está escrito que essa linguagem pode acabar com python e ruby, rs.
Mas a linguagem perece bacana pelo que li no site.
haha seria a nuvem negra parte 2?
Tem tudo pra ser mais um projeto do google que ninguém usa e com o tempo é abandonado.
é, nuvem negra - o retorno, hehehe
Tem uma outra linguagem do google que eu vi um tempo atrás chamada dart:
pelo que está escrito no wikipedia, essa aí é pra “substituir” o javascript:
fujam para as montanhas…
fora os comentários inúteis, o interessante dessa linguagem é que ela te dá recursos como garbage collection, é uma linguagem moderna e não precisa de máquina virtual, que só serve para encher espaço de hd.
Então você tem um runtime pequeno mas com uma quantidade razoável de ferramentas.
A google tem que investir agora em ferramentas de produtividade pra ela.
fora os comentários inúteis, o interessante dessa linguagem é que ela te dá recursos como garbage collection, é uma linguagem moderna e não precisa de máquina virtual, que só serve para encher espaço de hd.
Então você tem um runtime pequeno mas com uma quantidade razoável de ferramentas.
A google tem que investir agora em ferramentas de produtividade pra ela.
Até pq não se pode esperar que programadores que não sabem gerenciar sua propria memória irão saber usar algo sem ferramentas.
fora os comentários inúteis, o interessante dessa linguagem é que ela te dá recursos como garbage collection, é uma linguagem moderna e não precisa de máquina virtual, que só serve para encher espaço de hd.
Então você tem um runtime pequeno mas com uma quantidade razoável de ferramentas.
A google tem que investir agora em ferramentas de produtividade pra ela.Até pq não se pode esperar que programadores que não sabem gerenciar sua propria memória irão saber usar algo sem ferramentas.
bom, com essa não é preciso porque ela tem coletor de lixo. É semelhante a d nesse quesito, pois ambas geram código nativo.
Boa notícia… Que dessa vez venha pra valer.
O que dá pena é ler esse tipo de coisa:
De acordo com especialistas, a ?Go? pode acabar com linguagens como Ruby e Python.
Que especialistas ?? De quais empresas ??
Se formos pensar por essa linha, Java é um moribundo e Cobol já é um fantasma.
Enfim :roll:
sempre que penso em estudar uma nova tecnologia eu faço as seguintes perguntas:
Essa tecnologia faz algo MUITO superior do que a tecnologia que ja conheco?
A tecnologia que conheço está defasada e nao ira implementar essa novidade?
As empresas estao procurando profissionais com esse conhecimento?
Se esse Go fazer tudo que Java faz e mais um bocado de coisas e ter a comunidade como o Java tem e ter uma ide tão boa quanto o eclipse, ela vale a pena.
Se nao fazer isso, “fujam para as montanhas” (maior_abandonado) hehehe
Mais uma…linguagem…de…programação… :roll: :roll: :roll:
sempre que penso em estudar uma nova tecnologia eu faço as seguintes perguntas:Essa tecnologia faz algo MUITO superior do que a tecnologia que ja conheco?
A tecnologia que conheço está defasada e nao ira implementar essa novidade?
As empresas estao procurando profissionais com esse conhecimento?Se esse Go fazer tudo que Java faz e mais um bocado de coisas e ter a comunidade como o Java tem e ter uma ide tão boa quanto o eclipse, ela vale a pena.
Se nao fazer isso, “fujam para as montanhas” (maior_abandonado) hehehe
eu não vejo problemas em aprender mais uma não. Vou baixar o compilador e seguir a wiki para um test drive.
fora os comentários inúteis, o interessante dessa linguagem é que ela te dá recursos como garbage collection, é uma linguagem moderna e não precisa de máquina virtual, que só serve para encher espaço de hd.
Então você tem um runtime pequeno mas com uma quantidade razoável de ferramentas.
A google tem que investir agora em ferramentas de produtividade pra ela.Até pq não se pode esperar que programadores que não sabem gerenciar sua propria memória irão saber usar algo sem ferramentas.
Gerenciar memória é trabalho braçal, e trabalho braçal nunca deixou ninguém inteligente.
Ferramentas são essenciais para tornar os desenvolvedores mais produtivos em qualquer linguagem.
Mais uma…linguagem…de…programação… :roll: :roll: :roll:++
YAPL
Gerenciar memória é trabalho braçal, e trabalho braçal nunca deixou ninguém inteligente.Ferramentas são essenciais para tornar os desenvolvedores mais produtivos em qualquer linguagem.
Não é “trabalho braçal”, apenas inconveniente. Mas como programador Java isso deveria ser o menor das suas preocupações. Quer linguagem menos produtiva do que essa? Em linguagens não-gerenciadas reclamar memória dá tanto trabalho quanto alocar um objeto. Se essa não foi sua experiência talvez seu design seja apenas confuso.
Mas não estou defendendo que devemos todos usar linguagens sem gerenciamento memória. Só espero nunca trabalhar ou dar manutenção em código escrito por programadores que passaram a vida toda comprometendo design por um pouco produtividade. 
Gerenciar memória é trabalho braçal, e trabalho braçal nunca deixou ninguém inteligente.Ferramentas são essenciais para tornar os desenvolvedores mais produtivos em qualquer linguagem.
Não é “trabalho braçal”, apenas inconveniente. Mas como programador Java isso deveria ser o menor das suas preocupações. Quer linguagem menos produtiva do que essa? Em linguagens não-gerenciadas reclamar memória dá tanto trabalho quanto alocar um objeto. Se essa não foi sua experiência talvez seu design seja apenas confuso.
Mas não estou defendendo que devemos todos usar linguagens sem gerenciamento memória. Só espero nunca trabalhar ou dar manutenção em código escrito por programadores que passaram a vida toda comprometendo design por um pouco produtividade. ;)
Nem inconveniente. É como você disse, é uma questão de design. Se no código inteiro de um projeto existe uma quantidade exorbitante de “new” e “delete” pode ter certeza que esse já foi por água abaixo. Você pode modelar um objeto para fazer tudo isso automaticamente, aliás um coletor de lixo.
Gerenciar memória é trabalho braçal, e trabalho braçal nunca deixou ninguém inteligente.Ferramentas são essenciais para tornar os desenvolvedores mais produtivos em qualquer linguagem.
Não é “trabalho braçal”, apenas inconveniente. Mas como programador Java isso deveria ser o menor das suas preocupações. Quer linguagem menos produtiva do que essa? Em linguagens não-gerenciadas reclamar memória dá tanto trabalho quanto alocar um objeto. Se essa não foi sua experiência talvez seu design seja apenas confuso.
Mas não estou defendendo que devemos todos usar linguagens sem gerenciamento memória. Só espero nunca trabalhar ou dar manutenção em código escrito por programadores que passaram a vida toda comprometendo design por um pouco produtividade. ;)
O problema não é alocar memória, é desalocar a memória. Embora desalocar memória manualmente para objetos que nascem e morrem no mesmo escopo seja uma tarefa simples, o buraco é um pouco mais embaixo quando se trata de objetos que devem ficar na memória durante uma sessão de usuário ou durante o ciclo de vida da aplicação.
Gerenciar memória é trabalho braçal, e trabalho braçal nunca deixou ninguém inteligente.Ferramentas são essenciais para tornar os desenvolvedores mais produtivos em qualquer linguagem.
Não é “trabalho braçal”, apenas inconveniente. Mas como programador Java isso deveria ser o menor das suas preocupações. Quer linguagem menos produtiva do que essa? Em linguagens não-gerenciadas reclamar memória dá tanto trabalho quanto alocar um objeto. Se essa não foi sua experiência talvez seu design seja apenas confuso.
Mas não estou defendendo que devemos todos usar linguagens sem gerenciamento memória. Só espero nunca trabalhar ou dar manutenção em código escrito por programadores que passaram a vida toda comprometendo design por um pouco produtividade. ;)
O problema não é alocar memória, é desalocar a memória. Embora desalocar memória manualmente para objetos que nascem e morrem no mesmo escopo seja uma tarefa simples, o buraco é um pouco mais embaixo quando se trata de objetos que devem ficar na memória durante uma sessão de usuário ou durante o ciclo de vida da aplicação.
Existem várias estratégias para isso. Você pode criar desde simples smartpointers até algoritmos complexos para resolver esse tipo de problema. A parte boa do java, go, d e c# é que você ganha um desses “algoritmos complexos” de quebra. Mas maioria dos projetos, até mesmo alguns de grande porte exigem apenas smartpointers. É só uma questão de design adequado.
Gerenciar memória é trabalho braçal, e trabalho braçal nunca deixou ninguém inteligente.Ferramentas são essenciais para tornar os desenvolvedores mais produtivos em qualquer linguagem.
Não é “trabalho braçal”, apenas inconveniente. Mas como programador Java isso deveria ser o menor das suas preocupações. Quer linguagem menos produtiva do que essa? Em linguagens não-gerenciadas reclamar memória dá tanto trabalho quanto alocar um objeto. Se essa não foi sua experiência talvez seu design seja apenas confuso.
Mas não estou defendendo que devemos todos usar linguagens sem gerenciamento memória. Só espero nunca trabalhar ou dar manutenção em código escrito por programadores que passaram a vida toda comprometendo design por um pouco produtividade. ;)
Todos os algoritmos para isso já foram feitos. O trabalho de “gerenciar memória” é apenas o trabalho de aplicá-los manualmente, ou seja, braçal.
Java é bastante produtiva, por causa de diversas características próprias. Um dos problemas mais comuns é a organização de projetos. Em outras linguagens, assim como em C, você pode colocar quantas funções quiser em quantos arquivos quiser. Isso quando não se usa pré-processador, etc. Isso significa que para trabalhar em um projeto precisa-se aprender praticamente uma linguagem nova. Em Java tudo é previsível, pois existe apenas uma class pública por arquivo, arquivos organizados por pacotes em uma hierarquia de diretórios, etc.
Isso já é melhor do que 99% das linguagens mundo afora.
Desenvolver software não é a mesma coisa que digitar código. O que percebo é que muitas linguagens dinâmicas, como por exemplo JavaScript, são “write-only”. Ou seja, faz-se um software gambiarra cuja manutenção será difícil.
Por isso que no opensource existe tanta “reinvenção da roda”. No Gnome 3 reescreveram um monte de coisas justamente porque é mais fácil fazer isso do que consertar o que já existe.
Gerenciar memória é trabalho braçal, e trabalho braçal nunca deixou ninguém inteligente.Ferramentas são essenciais para tornar os desenvolvedores mais produtivos em qualquer linguagem.
Não é “trabalho braçal”, apenas inconveniente. Mas como programador Java isso deveria ser o menor das suas preocupações. Quer linguagem menos produtiva do que essa? Em linguagens não-gerenciadas reclamar memória dá tanto trabalho quanto alocar um objeto. Se essa não foi sua experiência talvez seu design seja apenas confuso.
Mas não estou defendendo que devemos todos usar linguagens sem gerenciamento memória. Só espero nunca trabalhar ou dar manutenção em código escrito por programadores que passaram a vida toda comprometendo design por um pouco produtividade. ;)
Todos os algoritmos para isso já foram feitos. O trabalho de “gerenciar memória” é apenas o trabalho de aplicá-los manualmente, ou seja, braçal.
Java é bastante produtiva, por causa de diversas características próprias. Um dos problemas mais comuns é a organização de projetos. Em outras linguagens, assim como em C, você pode colocar quantas funções quiser em quantos arquivos quiser. Isso quando não se usa pré-processador, etc. Isso significa que para trabalhar em um projeto precisa-se aprender praticamente uma linguagem nova. Em Java tudo é previsível, pois existe apenas uma class pública por arquivo, arquivos organizados por pacotes em uma hierarquia de diretórios, etc.
Isso já é melhor do que 99% das linguagens mundo afora.
Desenvolver software não é a mesma coisa que digitar código. O que percebo é que muitas linguagens dinâmicas, como por exemplo JavaScript, são “write-only”. Ou seja, faz-se um software gambiarra cuja manutenção será difícil.
Por isso que no opensource existe tanta “reinvenção da roda”. No Gnome 3 reescreveram um monte de coisas justamente porque é mais fácil fazer isso do que consertar o que já existe.
eles reescreveram o gtk inteiro e criaram uma linguagem baseada no c# para não precisarem usar c em projetos muito grande que é a linguagem vala. Ela também possui gerenciamento automático de memória mas é por contagem de referência. Um compilador gera código c para ser compilado posteriormente pelo gcc. Então o executável final é muito pequeno e consome pouca memória.
Na minha opinião é uma das melhores linguagens que vi aparecer nesses últimos tempos.
Desenvolver software não é a mesma coisa que digitar código. O que percebo é que muitas linguagens dinâmicas, como por exemplo JavaScript, são “write-only”. Ou seja, faz-se um software gambiarra cuja manutenção será difícil.Por isso que no opensource existe tanta “reinvenção da roda”. No Gnome 3 reescreveram um monte de coisas justamente porque é mais fácil fazer isso do que consertar o que já existe.
Hm… bem vindo ao mundo das linguagens populares entre programadores inexperientes, mesma situação que se encontra Java.
Não consigo ver o que isso tem a ver com ser estático ou dinâmico, você acha mesmo que projetos em Java são todos bem projetados e de fácil manutenção?!?
Desenvolver software não é a mesma coisa que digitar código. O que percebo é que muitas linguagens dinâmicas, como por exemplo JavaScript, são “write-only”. Ou seja, faz-se um software gambiarra cuja manutenção será difícil.Por isso que no opensource existe tanta “reinvenção da roda”. No Gnome 3 reescreveram um monte de coisas justamente porque é mais fácil fazer isso do que consertar o que já existe.
Hm… bem vindo ao mundo das linguagens populares entre programadores inexperientes, mesma situação que se encontra Java.
Não consigo ver o que isso tem a ver com ser estático ou dinâmico, você acha mesmo que projetos em Java são todos bem projetados e de fácil manutenção?!?
Mas isso não depende da linguagem, depende exclusivamente dos programadores. Porém, a linguagem pode tornar a vida do programador mais produtiva ou menos produtiva. Como nosso amigo disse, gerenciamento de memória é um trabalho braçal, é código boiller plate, ou você usa o que está pronto ou então você implementa seu próprio gerenciador de memória, mas já que estamos falando em facilidade de manutenção, código para alocar/desalocar memória misturado com regras de negócio não me parece facilitar em nada a leitura do código. Assim como código que faz prompt, avalia regra de negócio e controla transação tudo junto misturado.
Desenvolver software não é a mesma coisa que digitar código. O que percebo é que muitas linguagens dinâmicas, como por exemplo JavaScript, são “write-only”. Ou seja, faz-se um software gambiarra cuja manutenção será difícil.Por isso que no opensource existe tanta “reinvenção da roda”. No Gnome 3 reescreveram um monte de coisas justamente porque é mais fácil fazer isso do que consertar o que já existe.
Hm… bem vindo ao mundo das linguagens populares entre programadores inexperientes, mesma situação que se encontra Java.
Não consigo ver o que isso tem a ver com ser estático ou dinâmico, você acha mesmo que projetos em Java são todos bem projetados e de fácil manutenção?!?
Mas isso não depende da linguagem, depende exclusivamente dos programadores. Porém, a linguagem pode tornar a vida do programador mais produtiva ou menos produtiva. Como nosso amigo disse, gerenciamento de memória é um trabalho braçal, é código boiller plate, ou você usa o que está pronto ou então você implementa seu próprio gerenciador de memória, mas já que estamos falando em facilidade de manutenção, código para alocar/desalocar memória misturado com regras de negócio não me parece facilitar em nada a leitura do código. Assim como código que faz prompt, avalia regra de negócio e controla transação tudo junto misturado.
Facilita sim. Ter um contador de referencia já ajuda muito. Mas hoje vamos citar qual framework não possui algum tipo de gerenciador de memória:
vcl(delphi) - contagem de referência
qt(c++) - implicit sharing (semelhante ao de cima com mais alguns ítens)
gtk+(vala) contagem de referência
stl(c++) - vários tipos de smartpointers
d lib(linguagem d) - coletor de lixo
go lib(google go) - coletor de lixo
objective c - coletor de lixo
A única linguagem que fica de fora é a c sem contar frameworks. Isso “entre aspas” porque c++, objective c, vala são supersets dela.
Não existe essa conversa de que linguagens que possuem compiladores de código nativo são mais complicadas que as outras. É tudo mito. Todo framework que já trabalhei possui uma espécie de gerenciamento de memória automática. Se eu esqueci algum framework que não possui podem citar.
Go até parece uma linguagem legal, pena que é do Google, porque isso significa que não vai durar muito…
Não entendi a afirmação do Botocudo.
as vezes o google fala q vai criar algo revolucionario… lança o serviço e morre rapido, como por exemplo o googlo wave.
Normal, voce lança um produto, se ele não tem aceitação não tem porque ficar gastando dinheiro para mante-lo vivo! Mata ele e parte para a próxima aposta! Como o Google tem dinheiro ele fica neste loop sempre.
Normal, voce lança um produto, se ele não tem aceitação não tem porque ficar gastando dinheiro para mante-lo vivo! Mata ele e parte para a próxima aposta! Como o Google tem dinheiro ele fica neste loop sempre.
correto. As vezes é mto propaganda e promessa e pouca coisa pratica.
Normal, voce lança um produto, se ele não tem aceitação não tem porque ficar gastando dinheiro para mante-lo vivo! Mata ele e parte para a próxima aposta! Como o Google tem dinheiro ele fica neste loop sempre.
correto. As vezes é mto propaganda e promessa e pouca coisa pratica.
comércio é questão de marketing e nem tanto de qualidade ou utilidade.
Porque será a google utilizou a linguagem java no android? Porque ela é melhor que as outras ou porque ela é muito popular?
Google é uma empresa de propaganda. Eles usam produtos e serviços gratuitos para atrair usuários mas logo abandonam o projeto e partem para outra oportunidade de criar burburinho.
Não chega ser um problema pra quem quer viver de burburinho, mas quem pretende fazer um investimento (comprar celulares android, aprender uma nova linguagem) é melhor não passar raiva e apostar em tecnologias de empresas com modelos mais sustentáveis.
putz, falar que Android é burburinho… Falar que o google vive de burburinho…
Pelo amor de Deus, qualquer empresa que vive de publicidade e serviços gratuítos precisam de usuários. O google tem em sua veia o objetivo de ser inovador, de ser o primeiro a pensar nas coisas, e não de ser uma empresa de uma coisa só.
e aquele sistema operacional do google alguem usa ou morreu?
lista de alguns serviços/produtos descontinuados
putz, falar que Android é burburinho… Falar que o google vive de burburinho…Pelo amor de Deus, qualquer empresa que vive de publicidade e serviços gratuítos precisam de usuários. O google tem em sua veia o objetivo de ser inovador, de ser o primeiro a pensar nas coisas, e não de ser uma empresa de uma coisa só.
Se você analisasse o que falei sob um ponto de vista menos emocional verá que foi isso que falei, que para atrair usuários, empresas de publicidade fazem uso de burburinho.
Quanto ao google ser inovador eu até concordo, mas no final quem dita as regras são os anunciantes, e não você sr. usuário gratuito (que é quem se fode quando um projeto é cancelado ou celular não é mais suportado).
Voltando ao assunto da linguagem…
Ontem eu testei ela (no próprio site) ela me pareceu uma mistura de C/C++ com PL/SQL e Delphi, sem ponto e virgula rsrs… Acredito que se o Google não investir em uma boa IDE, eu acho que essa linguagem não pega…
Uma coisa que não entendo é quem roda o coletor de lixo se a linguagem não tem uma máquina virtual?
Voltando ao assunto da linguagem…Ontem eu testei ela (no próprio site) ela me pareceu uma mistura de C/C++ com PL/SQL e Delphi, sem ponto e virgula rsrs… Acredito que se o Google não investir em uma boa IDE, eu acho que essa linguagem não pega…
acho q o := não tras boas lembraças p algumas pessoas rsrs
Voltando ao assunto da linguagem…Ontem eu testei ela (no próprio site) ela me pareceu uma mistura de C/C++ com PL/SQL e Delphi, sem ponto e virgula rsrs… Acredito que se o Google não investir em uma boa IDE, eu acho que essa linguagem não pega…
Mas é isso mesmo, bem parecido com pascal. A questão de pegar é a curva de aprendizado quem dita. Mas somente se trazer inovações. Pelo que li no site é uma ferramenta muito boa para web. É difícil achar uma linguagem com conceitos funcionais que gera código nativo e ainda por cima possui um bom framework para soluções cliente servidor.
Voltando ao assunto da linguagem…Ontem eu testei ela (no próprio site) ela me pareceu uma mistura de C/C++ com PL/SQL e Delphi, sem ponto e virgula rsrs… Acredito que se o Google não investir em uma boa IDE, eu acho que essa linguagem não pega…
acho q o := não tras boas lembraças p algumas pessoas rsrs
rsrsrs… pra mim no caso que também gosto muito de object pascal.
putz, falar que Android é burburinho… Falar que o google vive de burburinho…Pelo amor de Deus, qualquer empresa que vive de publicidade e serviços gratuítos precisam de usuários. O google tem em sua veia o objetivo de ser inovador, de ser o primeiro a pensar nas coisas, e não de ser uma empresa de uma coisa só.
Se você analisasse o que falei sob um ponto de vista menos emocional verá que foi isso que falei, que para atrair usuários, empresas de publicidade fazem uso de burburinho.
Quanto ao google ser inovador eu até concordo, mas no final quem dita as regras são os anunciantes, e não você sr. usuário gratuito (que é quem se fode quando um projeto é cancelado ou celular não é mais suportado).
Hehehe, logo ve-se que vc não entende muito do mercado publicitário. O google é o google pq os usuários gratuítos o amam, e não pq os anunciantes o amam. Os anunciantes amam o povo, então por tabela o google é útil aos anunciantes, apenas isso, mas quem manda nisso tudo mesmo, são os usuários gratuítos.
Voltando ao assunto da linguagem…Ontem eu testei ela (no próprio site) ela me pareceu uma mistura de C/C++ com PL/SQL e Delphi, sem ponto e virgula rsrs… Acredito que se o Google não investir em uma boa IDE, eu acho que essa linguagem não pega…
acho q o := não tras boas lembraças p algumas pessoas rsrs
rsrsrs… pra mim no caso que também gosto muito de object pascal.
Eu trabalhei com Delphi durante algum tempo, gostei bastante… Sai fora pq o Delphi demorou para acordar… E quando acordou já era tarde de mais… rsrs… Vamos esperar a IDE dessa linguagem do google, pq usar o bloco de notas só os “ogros” srrs…
Voltando ao assunto da linguagem…Ontem eu testei ela (no próprio site) ela me pareceu uma mistura de C/C++ com PL/SQL e Delphi, sem ponto e virgula rsrs… Acredito que se o Google não investir em uma boa IDE, eu acho que essa linguagem não pega…
acho q o := não tras boas lembraças p algumas pessoas rsrs
rsrsrs… pra mim no caso que também gosto muito de object pascal.
Eu trabalhei com Delphi durante algum tempo, gostei bastante… Sai fora pq o Delphi demorou para acordar… E quando acordou já era tarde de mais… rsrs… Vamos esperar a IDE dessa linguagem do google, pq usar o bloco de notas só os “ogros” srrs…
tá aí uma boa oportunidade para quem vive reclamando que não acha projeto open-source para participar …
Uma IDE pra linguagem do google? Era uma boa.
Se você analisasse o que falei sob um ponto de vista menos emocional verá que foi isso que falei, que para atrair usuários, empresas de publicidade fazem uso de burburinho.Quanto ao google ser inovador eu até concordo, mas no final quem dita as regras são os anunciantes, e não você sr. usuário gratuito (que é quem se fode quando um projeto é cancelado ou celular não é mais suportado).
Hehehe, logo ve-se que vc não entende muito do mercado publicitário. O google é o google pq os usuários gratuítos o amam, e não pq os anunciantes o amam. Os anunciantes amam o povo, então por tabela o google é útil aos anunciantes, apenas isso, mas quem manda nisso tudo mesmo, são os usuários gratuítos.
Alguém ainda discute a sério com nosso amigo multi-nick? hehehehe
Bom, quanto ao assunto do tópico eu engrosso o time dos que preferem aguardar a popularização da linguagem antes de dispender valioso tempo estudando algo que talvez nunca use.