Olá pessoal meu nome é jean, e eu tenho uma empresa que está com um projeto interessante gostaria de saber o que vcs acham.
O Projeto consiste em contratar programadores online, cadastrando eles no site da empresa, onde esse programadores iriam trabalhar nos projetos da empresa.
porém ai que vem a vantagem, os programadores teriam metas definidas para desenvolver, porém iriam desenvolver em suas casas mesmo e sem horario fixo.
Cada associado iria ganhar uma remuneração variavel de acordo com a participação do projeto.
Bem pessoal esse é apenas um resumão do projeto tem mais detalhes, mas gostaria da opnião de todos, os contras e se alguem curtiu a ideia. Pois a empresa é minha, e estou querendo fazer esse projeto, tem mais os programadores iriam se cadastrar via processo seletivo, onde cada um iria trabalhar na area que goste mais, ou na sua especialidade, por isso esse projeto abrange não apenas desenvolvedores mas engenheiros de software e diversas linguagens, tambem desenvolvedores de web design como desenhistas em photoshop e outras areas.
Caso alguem se interessa, ficaria feliz em compartilhar maiores detalhes.
Um abraço, lembrando que como se trata de um vinculo associativo cada programador tera liberdade de horario e receberá sua remuneração por projeto vendido na empresa.
Assim vc so ganha se a empresa vender o projeto. Porém ha liberdade de tempo, e muitas outras novidades, considerando esse projeto como renda extra, onde vc podera ter seu emprego tradicional e nas horas vagas programar e ganhar dinheiro… Os direitos reservados de todos os programadores serão respeitados e considerados…
Tive a mesma impressão. Pensei “Ih, lá vem um anúncio do BBom ou Telexfree…”.
De qualquer forma, sempre tem alguém querendo ganhar em cima do trabalho dos outros. Como atravessador, qual será o teu percentual? Quanto fica para quem programa ou põe a mão na massa? Os contratos serão abertos a quem vai fazer a coisa andar ou será “no fio do bigode”?
Ter uma oportunidade de trabalhar em casa é essencial para mães de família como eu que precisam trabalhar e não tem quem deixar os filhos.Eu trabalho há 3 anos e apoio essa idéia, claro, que escolhi minha empresa com cautela e estou muito satisfeita.
Pessoal estarei trocando o titulo da mensagem, porém quero deixar claro que é um projeto que será bem analisado, a porcentagem dos programadores será garantida em contrato, todos terão uma equipe online de auxilio e gerenciamento de projeto, e sim a porcentagem será definida de acordo com a equipe escolhida para o projeto em questão. E claro que nem todos irão trabalhar no mesmo projeto, como toda empresa serão varios projetos divididos para varios associados online.
LEMBRANDO que é um projeto serio, e como tal precisamos de pessoas que saibam programar, com certo nivel minimo de pratica na area, porém alunos de cursos de faculdades sem experiencia tambem podem participar.
Gostaria apenas de divulgar essa ideia, para até cinquenta pessoas. Assim prevemos a primeira equipe com cinquenta pessoas, todos que quiserem participar por favor, envie um email para jeanfbs302@gmail.com, com o titulo "QUERO PARTICIPAR ", coloque o nome, linguagem que domina, idade, cidade, e email de contato.
grato!!!
“ASSIM QUE CONSEGUIRMOS CINQUENTA CONFIRMAÇÕES ESTAREMOS DANDO MAIORES INFORMAÇÕES”
Olá GUJnautas, novamente estou aqui para esclarecer mais sobre projeto descrito acima, algumas pessoas tem interessado e tem nos procurado, bem pedimos que envie seus currículos para o e-mail descrito acima, estaremos tirando qualquer duvida necessária.
É que o interesse na ideia vai vir conforme ela vai ficando mais clara. A ideia em si não é boa nem ruim porque não conseguimos ver reais vantagens em aderí-la no lado mão-na-massa, mas ela pode ser muito interessante para o lado mediador-da-situação.
Isso porque como a empresa é sua, você terá a responsabilidade legal pelos sistemas, logo, podemos concluir que o percentual pago aos “associados” será baixo. Não sabemos como será montada a equipe e como será a seleção. São muitas coisas que ainda estão meio obscuras.
Outro ponto complicado é que a remuneração só será paga caso o projeto venda, ou seja, sua empresa será de produtos de prateleira? Não terá nada sob demanda? Eu não gostaria de trabalhar bastante em um projeto e só receber a grana se o projeto vender. Você está contratando o serviço de alguém para desenvolver algo, mas não paga se ele desenvolver, logo, esse percentual pago deveria ser maior do que pensamos, já que estamos juntos no risco do projeto.
A ideia em si não é nova. Por isso as preocupações. Queremos saber pra quem ela realmente é vantajosa.
É que o interesse na ideia vai vir conforme ela vai ficando mais clara. A ideia em si não é boa nem ruim porque não conseguimos ver reais vantagens em aderí-la no lado mão-na-massa, mas ela pode ser muito interessante para o lado mediador-da-situação.
Isso porque como a empresa é sua, você terá a responsabilidade legal pelos sistemas, logo, podemos concluir que o percentual pago aos “associados” será baixo. Não sabemos como será montada a equipe e como será a seleção. São muitas coisas que ainda estão meio obscuras.
Outro ponto complicado é que a remuneração só será paga caso o projeto venda, ou seja, sua empresa será de produtos de prateleira? Não terá nada sob demanda? Eu não gostaria de trabalhar bastante em um projeto e só receber a grana se o projeto vender. Você está contratando o serviço de alguém para desenvolver algo, mas não paga se ele desenvolver, logo, esse percentual pago deveria ser maior do que pensamos, já que estamos juntos no risco do projeto.
A ideia em si não é nova. Por isso as preocupações. Queremos saber pra quem ela realmente é vantajosa.[/quote]
Justamente. A ideia pode ser sim muito interessante, como também pode ser uma furada. Tudo dependendo de como a coisa toda tá estruturada nos pontos em que o Ataxexe especificou.
Bem válida essa pergunta. Na verdade o problema está no modelo de contratação. Se você contrata um programador, vai pagar para ele pogramar, se você só o paga mediante a venda do produto, ele deixa de ser um programador.
Acho que ele quis dizer que recebe quando o projeto for vendido, não quando o produto desenvolvido for vendido. Ou seja, recebe se o serviço de desenvolvimento for contratado por alguém.
Isso seria o mais lógico para um freelancer, e espero que seja o que ele tem em mente caso contrário é uma fria sem tamanho.
Bem válida essa pergunta. Na verdade o problema está no modelo de contratação. Se você contrata um programador, vai pagar para ele pogramar, se você só o paga mediante a venda do produto, ele deixa de ser um programador.
Até agora isso não tá me cheirando bem…[/quote]
De maneira alguma estou julgando a índole do OP. Pode até mesmo ser um cara bem-intencionado tentando desenvolver um modelo de negócio atraente, mas é bastante óbvio que há buracos sérios aí, que se resumem basicamente a você não remunerar o desenvolvedor pelo trabalho que ele já empenhou ao escrever o código e, principalmente, ao aspecto no mínimo nebuloso de como vai se informar ao desenvolvedor que o programa foi vendido e por quanto foi vendido.
Uma abordagem mais segura seria obviamente pagar uma quantia fixa ao desenvolvedor e uma porcentagem a mais em caso de venda do sistema. Ainda teríamos um buraco, mas ao menos o outro já seria tampado.
É um projeto que, vendo de fora e como desenvolvedor, e levando em conta o que se sabe sobre ele até agora, só traz riscos. Tirando estagiários ou desenvolvedores atrás de rodagem, não vejo sentido em desenvolvedores já com alguma bagagem se envolver nesse tipo de projeto que traz mais perguntas do que respostas.
Como eu disse, sempre tem alguém querendo ganhar em cima do trabalho alheio.
Seja ela uma consultoria de 3 letras, seja um “gênio” do mercado que vê uma “oportunidade imperdível”.
Acho que ele quis dizer que recebe quando o projeto for vendido, não quando o produto desenvolvido for vendido. Ou seja, recebe se o serviço de desenvolvimento for contratado por alguém.
Isso seria o mais lógico para um freelancer, e espero que seja o que ele tem em mente caso contrário é uma fria sem tamanho.[/quote]
Entendo, mas mesmo assim deu a entender de que mesmo o projeto sem estar vendido os programadores iriam trabalhar nele. Não pareceu algo do tipo “vendi um projeto e agora vou contratar os programadores” e, sim, “vou contratar os programadores para começarem um projeto e vou tentar vender, se eu conseguir, eles recebem, caso contrário, eles perdem o tempo e os recursos gastos”.