Estou com problemas na hora de fazer uma restauração usando os 'dumps’
No parametro que coloco para restaurar, tenho que informar o nome do banco para onde vai o restore, certo? Mas se eu não tenho o nome do banco ou nem tenho o banco? Não teria como eu mandar o restore sem essa informacao e o banco seria gerado a partir de informações nos arquivos de backup?
Os .sql que o mysqldump gera contem o create banco if not exists, posso ler dele mesmo e informar ao dump mas e no caso dos backups do postgresql que gera um arquivo.backup indecifrável?
Ainda no .sql tem o create do banco e os .backup?
Já passei por isso também (o banco era MySQL) e não teve como resolver… a única forma que funcionou pra mim foi criando o banco na mão e depois rodar a importação dos dados, mesmo tendo o create do banco (if not exist)…
[]'s
franciscossouza
jmozer:
Já passei por isso também (o banco era MySQL) e não teve como resolver… a única forma que funcionou pra mim foi criando o banco na mão e depois rodar a importação dos dados, mesmo tendo o create do banco (if not exist)…
[]'s
Exatamente. Por incrível que pareça, tem que ser feito assim :S
A própria documentação oficial do PostgreSQL [1] fala sobre isso ser feito dessa forma mesmo ;~
Nossa… :shock: que perdição…
O mysql a gente resolve lendo a segunda linha e criando o banco em execução mas o backup do pg nem da pra ver o conteudo… :shock: :shock:
isso num é muito legal mas tudo bem…
valeu gente!
gqferreira
Tentei dar um ‘open script’ pelo query broswer no backup ‘dumpado’ ele conseguiu ler todas as sql e reproduzir todo o banco novamente.
O que vocês acham melhor em relação trabalho/benefício:
o usuario criar o banco e informar o nome dele para a minha aplicação restaurar ou ler o arquivo e montar sqls e roda-las? (acho que isso seria coisa de pedreiro)