Playstation 3

Já tem no submarino. 7000 reais!!! (ok… ok… na verdade é só 6999,99!!)

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Depois nego se pergunta porque o país não vai pra frente…
Pode parecer palhaçada reclamar disso, afinal “é só um videogame”, “não é algo essencial e coisa e tal”, “tem a balança comercial” e mais uma pá de coisas ditas por nossos amados políticos para explicar algo assim.
Mas agora, me respondam seriamente: com um preço desses pro console como podemos sonhar em ter uma indústria viável de games no brasil? Você pode até retrucar dizendo que podemos ter estudios voltados exclusivamente pra exportação, mas sinceramente, não vejo como chegar nisso sem termos antes construído know-how com uma indústria interna.
Temáticas para jogos cabulosos não faltam: PCC, Comando Vermelho, BOPE-the killers (ou ROTA massacre), World of Mensalão (RPG político policial). Temos bons artistas gráficos, bons programadores. Mas os bons acabam tendo que ir pra fora. E o triste é que 99.99% dos bons foram formados em universidades públicas como a USP. Ou seja, até que nós investimos em educação, mas jogamos o investimento fora por causa da ganância de nosso governo por impostos, que faz com que um playstation 3 custe aqui mais de 5 vezes o que custa lá fora.
Enquanto isso, nos EUA, o imposto de importação é baixo o suficiente para fazer com que o produto custe quase o mesmo que no japão. E o que acontece? o governo até deixa de ganhar com os impostos, mas ganha muito mais com a geração de empregos, com os impostos dos jogos vendidos, das convenções de gamers, com as exportações de jogos, etc, etc…
Existe uma noção primitiva, mercantilista, de que para um país ficar rico ele precisa apenas ter superávits de exportação. É claro que superávit é bom, mas não se pode esquecer que importar coisas também é: o dinheiro vai pra fora, mas o produto vem pra cá e nos dá qualidade de vida ou é usado como insumo pra produzir. Ficar vendendo bilhões de dólares em soja (o que é bom), e ficarmos de mesquinharia para deixar entrar componentes tecnológicos (o que é ruim e injusto) é uma prova da visão econômica estúpida de nossos governantes, que são inacreditavelmente ignorantes e ineptos, na maior parte das vezes incapazes de dizerem sequer o que vêm a ser um sistema operacional e (isso é algo que já vi um deputado federal dizer) incapazes até mesmo de lerem o próprio email!
Mas tudo bem! os caras da China, da Malásia, da Coréia e da Índia agradecem! eles mandaram dizer pra gente continuar vendendo soja, frangos e vacas mortas enquanto eles vendem software!!!
Os americanos também pediram pra gente investir mais nas nossas universidades públicas, mantendo o sufoco no mercado que poderia existir para os formados. Eles estão precisando urgentemente de mais engenheiros de software e ficam muito felizes cada vez que um brasileiro, por falta de mercado, tem que deixar seu país pra ir trabalhar por lá.
Está dado o recado!

Cara vc esqueceu de dizer que o Frete é Grátis!!! :smiley:

Não é tão simples assim… Na verdade um dos motivos para os video games de lá serem mais baratos é porque as empresas pagam por cada video-game vendido.
Por exemplo, se um video game custa U$100,00 o consumidor paga U$50, e a empresa paga outros U$50,00 (fora o lucro q o revendedor joga em cima).

Essa página da uma idéia de como funciona isso:

Segue um trecho:
“Sony Computer Entertainment Inc. loses over $300 on each one and the machine is still very expensive to build.”

Enquanto o video game é caro para se fazer (o modelo não se tornou um commodity) a empresa banca o consumidor. Passada essa fase, vem os lucros (ou não). É aquela história, o lucro é proporcinal ao risco. :wink:

Este artigo explica a idéia mais a fundo:
http://www.businessweek.com/technology/content/nov2005/tc20051122_410710.htm

t+

Não fiz as contas p/ o PS3, mas com relação ao XBox 360, o preço bate com o original americano, quando descontados os impostos.

Fonte: http://info.abril.com.br/aberto/infonews/112006/17112006-3.shl

Acho uma discussão inutil falar dos preços destes video games…são top de linha e agora são inacessíveis via Submarino, Americanas, etc…

Entrem no ML…lá vcs encontram PS3 por 3000…

No entanto acho besteira comprar agora…melhor coisa é ir se divertindo com os preços do PS2 e daqui um ano comprar o PS3…:wink:

ate mais…

E R$ 3000 eh acessivel pra quem, cara palida?

Para muito gamemaníaco que eu conheço…:wink:

ate mais…

Com 7000 reais eu monto um PC Top, com monitor LCD, duas placas 3D, dois HDs (RAID 0), processador Dual Core, etc, etc…e ainda sobra dinheiro…e se é para gastar tudo…coloco mais memória…

Que PS3, XBox 360, Wii que nada…

Para JOGOS!!! PC na cabeça… :!:

Pra jogar acho consoles melhor…

como disse…o Ps2 tá uma pechincha…só comprar! :smiley:

ate mais…

Acredite, no Brasil, onde existe um abismo de diferença social, sempre existirão aqueles que 3 mil não significa muita coisa.

Filhos de dasluzetes por exemplo, pedindo pra mãe um videogame … duvido que vão achar caro, aliás, vão achar um luxo o filho ter um game à altura …rss :slight_smile:

[quote=eliziario]Depois nego se pergunta porque o país não vai pra frente…
Pode parecer palhaçada reclamar disso, afinal “é só um videogame”, “não é algo essencial e coisa e tal”, “tem a balança comercial” e mais uma pá de coisas ditas por nossos amados políticos para explicar algo assim.[/quote]

Cara, o imposto é um absurdo, mas esse valor é sacanagem da loja e não tem nada a ver com políticos. Eles jogam o preço lá em cima porque é natal. Se você pegar o valor do videogame em dólar, transformar para real, colocar imposto na faixa de 100% ainda não dá metade desse valor.

Eu nem esquento mais a cabeça com videogame, o ultimo que tive foi o Mega Drive há mais de 10 anos atrás. Como outros disseram na thread, videogame que nada o negócio é PC na cabeça.

Que tal usar da “sobrevivência dos mais aptos” e adaptarmo-nos a isso? Sério, PC não perde em nada para essas porcarias. Eu vejo muita gente reclamando, mas gente capaz de fazer um jogo para PC mesmo do porte do Half-Life não existe.

Eu te pergunto: Cadê esses profissionais dos games? Videogames baratos mudariam alguma coisa no know-how necessário para fazê-los? Como isso tornaria o processo mais fácil então? E por que não vemos hoje várias empresas pelo menos começando com grandes games para PC? O PC não é acessível?

Brasileiro é tão viciado em xingar o governo que nem se dá conta que os submarinos da vida é que estão de sacanagem ao colocar esse preço.

[quote=eliziario]
Mas tudo bem! os caras da China, da Malásia, da Coréia e da Índia agradecem! eles mandaram dizer pra gente continuar vendendo soja, frangos e vacas mortas enquanto eles vendem software!!![/quote]

Sério, me diga o nome de uma empresa indiana que exporte software de alta tecnologia e não seja apenas um sweatshop para empresas americanas pouparem dinheiro.

A China e a Coréia até valem como exemplo, mas isso que você colocou é uma generalização enorme que não melhora em nada a nossa visão.

O que o Brasil precisa é aliviar a burocracia e os impostos e incentivar a produção de tecnologia, não aumentar a quantidade de sweatshops.

Sou da opinião que deveriam privatizar tudo, inclusive as universidades. Quem está lá pode pagar mesmo, e o governo deveria aplicar o dinheiro que deixassem de gastar com faculdades com ensino básico e bolsas de estudo para pessoal de baixa renda para a faculdade.

[quote=richardpeder]Para muito gamemaníaco que eu conheço…:wink:
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O valor de R$ 3000,00 é um crime para um videogame. Um computador até pode custar isso pois tem várias utilidades, mas um videogame? Acho que o consumidor brasileiro deveria ser mais exigente.

O fato dele ser utilizável somente para jogos o torna extremamente supérfluo. Deveria custar no máximo R$ 1000,00 (chorado), o ideal seria R$ 700,00 ou menos.

Conclusão: eu sou do grupo de pessoas que não gasta R$ 3000,00 num videogame nem se a vida dependesse disso. Se eu tivesse um filho e ele pedisse um PS3 de natal eu lhe daria um PC com uma placa de vídeo decente, pelo menos seria mais útil para o futuro dele.

Se eu ganhasse 35mil ele já estaria embaixo da minha árvore de natal.

Com certeza.

Com o vídeo game, ele ficaria só jogando. Mas com o computador, além de jogar, ele também ficaria o dia todo navegando no Orkut e conversando com as menininhas no MSN.

:mrgreen:

[quote=Thiagosc][quote=richardpeder]Para muito gamemaníaco que eu conheço…:wink:
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O valor de R$ 3000,00 é um crime para um videogame. Um computador até pode custar isso pois tem várias utilidades, mas um videogame? Acho que o consumidor brasileiro deveria ser mais exigente.
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Exatamente por isso, o sistema é conhecido como economia de livre mercado: Para você, ou para mim, 3000 para um videogame é muita coisa, para outros é aceitável, e ainda para alguns terceiros, a merreca que alguns aqui gastam com a assinatura de WoW é muita coisa.
O sistema é desigual, porque as habilidades das pessoas são desiguais, seus pontos de partida são desiguais e o nível de esforço das pessoas é desigual. Algumas das causas da desigualdade podem ser consideradas justas e promotoras da eficiência econômica, outras não, especialmente no Brasil, onde algumas das riquezas existem em função de favorecimento do Estado. Mas quais desigualdades são justas e quais não são, são assunto pra ética e pra filosofia, não da ciência econômica, e no caso das riquezas surgidas por meio da corrupção ou do favorecimento do estado, eu defendo que seja assunto da polícia e da justiça. Mas não necessariamente todo rico no Brasil obteve suas riquezas injustamente, na verdade. O luxo de uns, é o emprego de outros. Podemos, por exemplo, argumentar, que o luxo de um hotel cinco estrelas é algo perfeitamente dispensável e fútil, e que todos deveriam se contentar com um hotel básico e limpo. Entretanto, devemos notar que a geração de valor do hotelzinho de estrada é uma ordem de grandeza menor do que a do Sheraton, o que no final é somado naquela conta bonita do PIB que todos adoram acompanhar. O resultado de uma sociedade igualitária por lei é necessariamente a diminuição do incentivo ao esforço por parte dos membros da sociedade, afinal, se não há com o que consumir, melhor trabalhar o mínimo possível na fazenda estatal, e gastar o resto do tempo fumando maconha.
Os impostos sobre o videogame, apenas na cadeia de entrada são um pouco superiores à 100%, e os baixos volumes de venda esperados fazem com que a operação só valha a pena com margens absurdas de lucro, exatamente pela baixa escala. Lembre-se que existe o seguro, transporte, taxas de liberação na alfândega, os imposto sobre a venda (sim, paga-se ICMS e IPI ao entrar, e depois paga-se ICMS de novo pra vender). No final, tem-se uma margem bruta de lucro de cerca de 60%. Alto? sim, mas se tiver quem pague, é justo pra quem compra, e pra quem deixa de comprar.
Os altos impostos acabam inviabilizando a operação por pequenos importadores legais (sem contar o inferno legal que é importar alguma coisa para uma pequena empresa), que ou desistem de trabalhar com o produto, ou apelam pro contrabando.
Eu, na minha opinião, acho que consoles são mais adequados para se jogar para o usuário comum: aquele que não consegue nem mesmo evitar usar o Internet Explorer e vive com o micro carregado de vírus e trojans.
Mas o meu argumento não era esse. Vou dar um exemplo simples: Muitos de vocês aí não são da época da reserva de informática, onde o preço de um micro no Brasil seguia mais ou menos o que se vê nesse caso do playstation. Haviam os micros “nacionais” de empresas como a Itautec, pesadamente protegidos pela alfândega, e mesmo assim, por falta de escala, absurdamente caros. Vivíamos em eterna defasagem tecnológica, e só empresas grandes podiam ter micros, e ainda assim, se muita fartura. Agora, me respondam, se tívessemos a reserva de mercado até hoje, quantos aqui teriam empregos? quantos sistemas seriam demandados? Alguém aqui consegue relacionar as estranhezas brasileiras do passado, como Clipper e Delphi com a reserva de mercado? e alguem consegue relacionar o fato de hoje em dia, seguirmos mais ou menos o resto do mundo com Java e .NET com o fato de não termos mais reserva de mercado?

[quote=Thiagosc]
Que tal usar da “sobrevivência dos mais aptos” e adaptarmo-nos a isso? [/quote]

Engraçado ouvir isso de alguém tão refratário a qualquer mudança do status quo.

Isso não tem nada a ver com livre mercado, o consumidor que é otário. Os americanos pagam US$ 500,00 nesse PS3 e acham caro e reclamam. Mas por que eles pagam e acham ruim e o brasileiro precisa se contentar com migalhas?

Não importa as justificativas para tal, o resultado não vai mudar. Você fez uma dissertação que eu realmente não entendi a razão. O que um PS3 tem a ver com hotel de 5 estrelas? PS3 não é luxo, deixa eu repetir novamente, PS3 não é luxo.

Com o preço cobrado aqui dá para comprar uma passagem ida e volta para Miami, comprar o PS3 lá, sair na balada e voltar para casa. Me diz, quem paga isso no submarino não é otário?

Por isso mesmo eu não compro. Eu até poderia comprar, mas isso é uma coisa que qualquer funcionário do McDonalds no Japão ou nos EUA pode comprar tranqüilamente, se eu gastar isso num videogame eu não vou conseguir dormir a noite de peso na consciência.

[quote=eliziario]Agora, me respondam, se tívessemos a reserva de mercado até hoje, quantos aqui teriam empregos? quantos sistemas seriam demandados? Alguém aqui consegue relacionar as estranhezas brasileiras do passado, como Clipper e Delphi com a reserva de mercado? e alguem consegue relacionar o fato de hoje em dia, seguirmos mais ou menos o resto do mundo com Java e .NET com o fato de não termos mais reserva de mercado?
[/quote]

Acho que comparar videogames com computadores é um equívoco. Computadores são arquiteturas abertas e muito mais flexiveis, para desenvolver softwares para eles é muito mais simples e barato, e com preços mais baixos fica mais fácil do povo aprender e assim estimular o mercado.

Videogames por outro lado são arquiteturas proprietárias onde o desenvolvimento já envolve no mínimo um investimento no SDK daquele aparelho. Um jogo comum desses, nada muito high-tech, custa alguns milhões de dólares.

Tem sentido comparar games para PS3 com sistemas em Clipper? Você percebe a diferença?

O PC está aí, porque não vimos nenhum avanço na área de games? Cadê os grandes jogos para PC? Não existe nada impedindo uma empresa de fazer um jogo bom para PC, mas no entanto isso não acontece.

Não sou refratário a nada, apenas prefiro usar a razão.

Unidade Central de Processamento (CPU)
Processador multi-nucleado (multi-core) Cell, núcleo principal (PPE) basedo na arquitetura PowerPC a 3,2GHz e 8 co-processadores Synergistic Processing Elements (SPEs) a 3.2 GHz. O PPE tem um cache L2 de 512 KB e uma unidade vetor VMX (AltiVec). Cada um dos oito SPEs é um processador RISC com 128 registradores SIMD 128-bit com funções superescalares. Cada SPE tem 256 KB de cache L1 4.8 GHz SRAM.

Somente sete SPE são ativos, o oitavo é redundante. Se um dos oito tiver um defeito de fabricação, este será desabilitado sem renderizar toda a unidade

Unidade de processamento gráfico (GPU)
GPU baseada na arquitetura NVIDIA G70 (conhecido antigamente como NV47)
Clock de 550 MHz
Interface da memória DDR de 128-bit
211.2 GFLOPS programáveis (384 FLOPS por clock), 1.8 TFLOPS total
Floating point shader pipelines paralelos de múltiplas vias programáveis
136 shader operando por clock ( * 550 MHz = 74.8 bilhões / segundo, 100 bilhões com CPU)
24 buscas de textura 2D por clock ( * 550 MHz = 13.2 bilhões / segundo)
33 bilhões de produtos ponto por segundo (51 bilhões de produtos ponto com CPU)
128-bit pixel de precisão
Compressão de textura S3TC (S3 Texture Compression) com fator de compressão de 5 para 1 (20% do tamanho original)
Resolução máxima de 1920x1080

Memória
Total de 512 MB, divididos em:

256 MB Rambus XDR DRAM com clock em CPU die speed (velocidade no próprio chip) (3.2GHz)
256 MB GDDR3 VRAM com clock de 700MHZ

Largura de banda do sistema
204.8 GB/s Cell Element Interconnect Bus (Pico da performance teórico)
Cell Flex|O Bus: 35 GB/s outbound, 25 GB/s inbound (7 outbound e 5 inbound 1Byte canal largo operando em 5 GHz) (taxa de transferência tipicamente 50-80% do total)
51.2 GB/s SPE para armazenamento local
Largura de banda Prolongada Experimental para algumas transferências SPE-para-SPE - 78 para 197 GB/s
25.6 GB/s para Ram Príncipal XDR DRAM: 64 bits x 3.2 GHz / 8 bits para um byte
22.4 GB/s para GDDR3 VRAM: 128 bits x 700 MHz x 2 acessos por ciclo do clock / 8 bits para um byte
RSX: 20 GB/s (escrita) e 15 GB/s (leitura)
Barramento de sistema (separado do controlador XIO): 2.5 GB/s escrita e 2.5 GB/s leitura

Som
Saídas óticas S/PDIF para áudio digital no máximo 7.1
Dolby TrueHD (equipamento de som compatível requerido)
DTS-HD
LPCM (Funcionamento DSP cuidado pelo microprocessador Cell)

Comunicação
Uma porta Gigabit Ethernet
USB 2.0 (x4)
Bluetooth 2.0 EDR
Wi-Fi (somente no modelo 60GB), IEEE 802.11b/g

Armazenamento Ótico
Disco Blu-Ray (2x = 9.0 MB/s) PlayStation 3 BD-ROM, BD-Video, BD-R/RE (Region free para jogos)
DVD (8x = 11.0 MB/s) PlayStation 2 DVD-ROM, DVD-Video, DVD ± R/RW
CD (24x = 3.5 MB/s) PlayStation CD-ROM, PlayStation 2 CD-ROM, CD-DA, CD-DA (ROM), CD-R, CD-RW
SACD (2x) SACD Hybrid (CD layer) SACD HD
Drive de Disco Rígido: Pré-Instalado 20 GB/60 GB (dependendo do pacote), 2.5" SATA150, separável/atualizável, com Linux pré-instalado
Interfaces de Flash memory (somento no modelo 60GB) - Memory Stick, CompactFlash, SD/MMC

Bom tirando as inovações do joystick (e muitos mais) ta ai a configuração do ps3…
Seria bom fazer um benchmark entre num console top de linha e um computador top de linha…

Outro aspecto importante sobre os novos consoles é que a industria de games está totalmente voltada para eles deixando (como jah foi dito acima) um vácuo de games de qualidade para computadores… Mas pq? Se existe muito mais mercado pra computadores… pq nao investem nisso? E pq um computador parece ter uma tecnologia tão atrazada com relação ao console da Sony?

Com relação ao preço nos EUA o modelo de 60Gb sai por U$599… aplicando impostos, custo de importação, lucro para os importadores acredito que o preço lógico nao fikaria muito longe dos 6999,99 que estão anunciando o problema eh que não existe concorrência, pelo que tenho lido… Mas isso ocorreu com o lançamento do PS2, G Cube…

http://www.precojustonintendo.org/

O PS3 não deixa de ser uma decepção para mim e para a maioria das pessoas que ficam “antenadas” com o mundo dos games. Até por que a Sony novamente fez o que ela sempre fez, marketing, o PS3 chegou e eles disseram: “A next-gen só chegará quando o PS3 chegar”, pura babela, lançado então o PS3 a MS lançou no mesmo período o GoW que detonou em termos de gráficos TODOS os jogos de lançamento do PS3. A Sony prometeu uma coisa, e a verdade que malmente ela consegue atingir níveis iguais do próprio rival X360. Fora que o controle que já não era dos melhores (linha DualShock) eles conseguiram tornar o controle pior ainda, e sem rumble. É Sony, as coisas não serão fáceis para ti nesse geração.