Porque apenas 1% dos antigos programadores acharam que o SAP é boa idéia?

Segundo Richard Hamming em ’ A Arte de Fazer Ciência e Engenharia ’ nas páginas 24-26:

’ Com o tempo, um programa chamado SOAP (Programa Assembly de otimização simbólica)…

A idéia de usar Assembly foi heresia para os antigos programadores…

Finalmente, uma mais completa e mais útil Programa Assembly simbólico (SAP) foi elaborado depois de mais anos do que você está apto para acreditar que durante o qual a maioria dos programadores continuaram sua programação binária. Eu acho que cerca de 1% dos programadores antigos tiveram interesse nele. ’

referência: http://worrydream.com/refs/Hamming-TheArtOfDoingScienceAndEngineering.pdf

O original diz o seguinte:

’ In time a program named SOAP (symbolic optimizing assembly program0 was available to do this optimizing using the IBM 650 machine itself…

This was soon followed by th e idea of using symbolic addresses-a real heresy for the old time programmers…

Finally, a more complete, and more useful, Symbolic Assembly Program(SAP) was devised-after more years than you are apt to believe during which most programmers continued their heroic absolute binary programming. At the time SAP first appeared I would guess about 1% of the older programmers were interested in it-using SAP was “sissy stuff”, and a real programmers would not stoop to wasting machine capacity to do the assembly. ’

Porque apenas 1% dos antigos programadores acharam que o SAP é boa idéia segundo o texto de Richard Hamming que eu citei acima?

Olá Assembler, simples, mudança sempre causa insegurança. Mas nessa você conseguiu se superar, isso é coisa dos anos 50. Quase 60 anos!

Assembler… Tava com saudade já… Opa, na verdade não.

Na comunidade Python, o Assembler tem o codinome de "françai s". Lá, a galera também já sacou a dele e está SUMARIAMENTE IGNORADO…

Que tal fazermos o mesmo? Como o padrão de mensagens é clássico, acho até que o identificaremos só pelo teor da conversa…

Thread na Python-Brasil

meu fera, você copiou teu post daqui, não foi?

ou então você usa o codinome “monsieur” na portugal-a-programar LOL

Talvez quem soubesse responder a essa pergunta já esteja senil demais para nos esclarecer hoje… ou morto.

Talvez quem soubesse responder a essa pergunta já esteja senil demais para nos esclarecer hoje… ou morto.[/quote]

Boa essa!

Outra explicação: eles diziam que isso era coisa de “maricas”, então…

Talvez por que seja uma tarefa levemente chata, até onde sei programadores SAP trabalham com integração e os riscos nos dados são enormes para quem quer uma vida socegada (escrevi certo?)

Creio que você está se referindo ao SAP software de gestão, o SAP do tópico é outra coisa.

Rsrsrsr,

li esse artigo por acidente e lembrei de você assembler:

Creio que você está se referindo ao SAP software de gestão, o SAP do tópico é outra coisa.[/quote]

Senhor Gusukuma, segundo o texto de Richard Hamming na página 25, SAP quer dizer Symbolic Assembly Program.

Como diz o texto, uma mais completa e mais útil Programa Assembly simbólico (SAP) foi elaborado depois de mais anos do que você está apto para acreditar que durante o qual a maioria dos programadores continuaram sua programação binária. Richard Hamming diz que acha que cerca de 1% dos programadores antigos tiveram interesse nele.

O original da afirmação que falei acima diz:

’ Finally, a more complete, and more useful, Symbolic Assembly Program(SAP) was devised-after more years than you are apt to believe during which most programmers continued their heroic absolute binary programming. At the time SAP first appeared I would guess about 1% of the older programmers were interested in it-using SAP was “sissy stuff”, and a real programmers would not stoop to wasting machine capacity to do the assembly.Yes! Programmers wanted no part of it, though when pressed they had to admit their old methods used more machine time in locating and fixing up errors than the SAP program ever used. One of the main complaints was when using a symbolic system you do not know where anything was in storage - though in the early days we supplied a mapping of symbolic to actual storage, and believe it or not they later lovingly pored over such sheets rather than realize they did not need to know that information if they stuck to operating within the system -no! When correcting errors they preferred to do it in absolute binary. ’

Uma coisa que eu estou muito curioso para saber é a seguinte:

Segundo Richard Hamming no livro A Arte de fazer ciência e engenharia, página 26, uma das principais reclamações dos programadores de código de máquina que não aceitaram o Assembly foi que você nunca sabe onde o Assembly coloca as coisas.

O original da afirmação que falei acima diz:

’ Finally, a more complete, and more useful, Symbolic Assembly Program(SAP) was devised-after more years than you are apt to believe during which most programmers continued their heroic absolute binary programming. At the time SAP first appeared I would guess about 1% of the older programmers were interested in it-using SAP was “sissy stuff”, and a real programmers would not stoop to wasting machine capacity to do the assembly.Yes! Programmers wanted no part of it, though when pressed they had to admit their old methods used more machine time in locating and fixing up errors than the SAP program ever used. One of the main complaints was when using a symbolic system you do not know where anything was in storage - though in the early days we supplied a mapping of symbolic to actual storage, and believe it or not they later lovingly pored over such sheets rather than realize they did not need to know that information if they stuck to operating within the system -no! When correcting errors they preferred to do it in absolute binary. ’

Se não for pedir demais, por favor, respondam:

O Assembly sempre não deixou e continua não deixando que você nunca saiba onde o Assembly coloca as coisas?

Antigos programadores também diziam que nenhum programador respeitável não usaria FORTRAN - era apenas para mariquinhas!

Está escrito sobre Fortran na página 26:

FORTRAN foi proposto por Backus e amigos, e novamente foi contestado por quase todos os programadores. Primeiro, foi dito que não poderia ser feito. Em segundo lugar, se pudesse ser feito, seria muito desperdício de tempo da máquina e capacidade. Em terceiro lugar, mesmo que o fizesse o trabalho, nenhum programador respeitável iria utilizá-lo - era apenas para mariquinhas!

O original sobre FORTRAN diz assim:

FORTRAN was proposed by Backus and friends, and again was opposed by almost all programmers. First, it was said it could not be done. Second, if it could be done, it would be too wasteful of machine time and capacity. Third, even if it did work, no respectable programmer would use it - it was only for sissies!

Por favor, não esqueçam de responder:

O Assembly sempre não deixou e continua não deixando que você nunca saiba onde o Assembly coloca as coisas?

Não, que eu saiba. Sempre foi possível “ler” os códigos binários resultantes. Inclusive das linguagens mais “modernas” como Fortran e Cobol.

Agora, quanto ao fato dos antigos programadores não gostarem das evoluções das novas linguagens foi uma constante principalmente nos primeiros tempos da informática. Além do que já foi dito, justificava-se a preocupação com performance e o tamanho dos programas devido ao preço exorbitante dos equipamentos, a baixa velocidade de processamento e o pequeno tamanho da memória, entre outros.
Mas, como todos sabemos, apesar do mimimi, a evolução continua…

Ele entendeu. Ele só estava corrigindo o Mark, que achou que você se referia a Systems, Applications & Products in Data Processing (Systeme, Anwendungen und Produkte in der Datenverarbeitung), um sistema de gestão empresarial muitíssimo conhecido.

Mas é natural confundir uma sigla de um sistema corrente e extremamente utilizado, com um termo restrito, rejeitado pela própria comunidade, e de 50 anos atrás.

Se não for pedir demais, por favor, alguém traduza o texto de Richard Hamming que eu citei acima:

Finally, a more complete, and more useful, Symbolic Assembly Program(SAP) was devised-after more years than you are apt to believe during which most programmers continued their heroic absolute binary programming. At the time SAP first appeared I would guess about 1% of the older programmers were interested in it-using SAP was “sissy stuff”, and a real programmers would not stoop to wasting machine capacity to do the assembly.Yes! Programmers wanted no part of it, though when pressed they had to admit their old methods used more machine time in locating and fixing up errors than the SAP program ever used. One of the main complaints was when using a symbolic system you do not know where anything was in storage - though in the early days we supplied a mapping of symbolic to actual storage, and believe it or not they later lovingly pored over such sheets rather than realize they did not need to know that information if they stuck to operating within the system -no! When correcting errors they preferred to do it in absolute binary. ’

Eu fiz a pergunta ‘O Assembly nunca permitiu e continua a não permitir que você saiba onde ficam armazenadas as coisas?’ baseada na seguinte parte: One of the main complaints was when using a symbolic system you do not know where anything was in storage. Traduzindo fica assim:Uma das principais reclamações foi ao utilizar um sistema simbólico que você não sabe onde tudo estava em armazenamento.

Talvez a citação da história de Mel Kaye ajude entender.

Havia um programa para fazer esse trabalho, um “assembler optimização”, mas Mel recusou-se a usá-lo. “Você nunca sabe onde ele vai colocar as coisas”, ele explicou, “então você teria que usar constantes separadas”. referência: catb.org/jargon/html/story-of-mel.html

[quote=assembler]Se não for pedir demais, por favor, alguém traduza o texto de Richard Hamming que eu citei acima:

Finally, a more complete, and more useful, Symbolic Assembly Program(SAP) was devised-after more years than you are apt to believe during which most programmers continued their heroic absolute binary programming. At the time SAP first appeared I would guess about 1% of the older programmers were interested in it-using SAP was “sissy stuff”, and a real programmers would not stoop to wasting machine capacity to do the assembly.Yes! Programmers wanted no part of it, though when pressed they had to admit their old methods used more machine time in locating and fixing up errors than the SAP program ever used. One of the main complaints was when using a symbolic system you do not know where anything was in storage - though in the early days we supplied a mapping of symbolic to actual storage, and believe it or not they later lovingly pored over such sheets rather than realize they did not need to know that information if they stuck to operating within the system -no! When correcting errors they preferred to do it in absolute binary. ’

Eu fiz a pergunta ‘O Assembly nunca permitiu e continua a não permitir que você saiba onde ficam armazenadas as coisas?’ baseada na seguinte parte: One of the main complaints was when using a symbolic system you do not know where anything was in storage. Traduzindo fica assim:Uma das principais reclamações foi ao utilizar um sistema simbólico que você não sabe onde tudo estava em armazenamento.

Talvez a citação da história de Mel Kaye ajude entender.

Havia um programa para fazer esse trabalho, um “assembler optimização”, mas Mel recusou-se a usá-lo. “Você nunca sabe onde ele vai colocar as coisas”, ele explicou, “então você teria que usar constantes separadas”. referência: catb.org/jargon/html/story-of-mel.html [/quote]
Assembler, não estamos discutindo o que está nos textos. Estamos falando do que realmente acontece. Faz um debug e veja o conteúdo dos campos.