Rafael, excelente. Já assinei o blog.
Há algum tempo fui chamado para um projeto que era um robô de testes automatizados para aplicações flex, baseado no selenium. Eu apenas “havia ouvido falar” sobre o tal flex. Pesquisei, fiz uns “hello flex” por um final de semana inteiro, e então comecei a gostar dele a medida que fui aprendendo.
No final de dois meses terminei parcialmente a aplicação. Digo parcialmente pq precisei ir para outro projeto mais critico da empresa, e outras pessoas tocaram o projeto.
Achei no flex uma quase simplicidade ao montar a interface, pois é um XML bem clean o MXML, excetuando quando precisamos mexer com actionscript. Aí vira um banzé, pois o código fica bem poluído. O Flex pecou um pouco no sentido de muitas coisas que a principio poderiam ser simples ficaram um pouco complexas, como por exemplo, para varrer um objeto de menu o método getLabel é privado. Aí tem que fazer uma série de gambiarras para ter acesso a tal propriedade.
As datagrids são excelentes, bem simples e funcional. Dá para criar um webservice em Java e fazer o flex acessá-lo para popular o datagrid, e por aí vai.
Eu diria que o flex ainda tá um pouco novo, e já fez um bom trabalho até aqui. Creio que aos poucos conforme for se popularizando vai ficar melhor ainda.