Que tipo de algoritimo usam nesta aplicação?
Vc quiz perguntar sobre as informações de trafego?
funciona no olhometro mesmo…
Existe empresas que vendem a informação de trafego trecho a trecho, elas põem um pessoal na rua ou helicoptero monitorando os trechos, que são reportados para o sistema.
Ta brincando… que modo mais arcaico e braçal…
pensei que usavam cameres e processavam a imagem com redes neurais para descobrir o volume de trafico… :lol:
Acho que vocês nunca ouviram falar em sensores no asfalto né?
=D
[quote=zirocool]Acho que vocês nunca ouviram falar em sensores no asfalto né?
=D[/quote]
Até onde eu tinha contato com essa área, um diretor da CET ajeitou uma empresa para ele e usava a CET que usava os “marromzinhos” como sensor no asfalto. Era o método que funcionava e era extremamente barato.
Mas atualmente eu não sei, se trocaram para sensores ou continuam usando a máquina pública…
[quote=flaleite][quote=zirocool]Acho que vocês nunca ouviram falar em sensores no asfalto né?
=D[/quote]
Até onde eu tinha contato com essa área, um diretor da CET ajeitou uma empresa para ele e usava a CET que usava os “marromzinhos” como sensor no asfalto. Era o método que funcionava e era extremamente barato.
Mas atualmente eu não sei, se trocaram para sensores ou continuam usando a máquina pública…[/quote]
Daí sim, se é feito assim, é um custo elevado, e sem precisão.
Um sensor no asfalto, não constitui nada mais que um laço indutor (bobina de uns 5, 6 metros fixada no asfalto como se fosse um laço) para detectar anomalias magnéticas.
Isso fica ligado a um computador, que processa a variação da indutância a cada vez que passa um carro em cima. Sai bem mais barato espalhar sensores pela cidade inteira do que pagar pessoal pra contabilizar no olho.
Esse laço indutivo é o princípio de funcionamento dos pardais fixos, caetanos. O cara fica acha que é pego por radar ou laser, mas na maioria das vezes são colocados um trio de laços no asfalto para calcular a média de velocidade do carro.
=D
[quote=zirocool][quote=flaleite][quote=zirocool]Acho que vocês nunca ouviram falar em sensores no asfalto né?
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Até onde eu tinha contato com essa área, um diretor da CET ajeitou uma empresa para ele e usava a CET que usava os “marromzinhos” como sensor no asfalto. Era o método que funcionava e era extremamente barato.
Mas atualmente eu não sei, se trocaram para sensores ou continuam usando a máquina pública…[/quote]
Daí sim, se é feito assim, é um custo elevado, e sem precisão.
Um sensor no asfalto, não constitui nada mais que um laço indutor (bobina de uns 5, 6 metros fixada no asfalto como se fosse um laço) para detectar anomalias magnéticas.
Isso fica ligado a um computador, que processa a variação da indutância a cada vez que passa um carro em cima. Sai bem mais barato espalhar sensores pela cidade inteira do que pagar pessoal pra contabilizar no olho.
Esse laço indutivo é o princípio de funcionamento dos pardais fixos, caetanos. O cara fica acha que é pego por radar ou laser, mas na maioria das vezes são colocados um trio de laços no asfalto para calcular a média de velocidade do carro.
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Concordo e sei como funciona os sensores, mas o esquema era que a CET já tinha os marrozinhos posicionados para multa, atendimento e monitoramento, veja qto marrozinho vc ve de binoculo sobre as pontes em SP. Eles formavam uma rede de informação que era passada para a central da CET. Um diretor da CET montou uma empresa, a primeira em SP (eu acho), que gerava e vendia a informação de transito.
A mão de obra é toda da CET ele só pega essa informação e disponibiliza…
hUAhuaha
Custo zero pra ele entao! =D
Mto bom… hehehe
É verdade! Até quando eu trabalhei na área de gis era assim.
Se não me engano ainda é assim…
As informações sobre o tráfego são obtidos por funcionários da CET (Marronzinhos) espalhados pela cidade de São Paulo, alguns no topo de prédios com binóculos e dezenas de câmeras que são monitoradas visualmente por funcionários em uma central.