Re:Excesso de pessoas em Java

47 respostas
jmp

nao concordo, existem varios fatores que influenciam a demanda… o numero de profissionais eh um deles. Nenhum fator sozinho eh determinante. Os maus profissionais ficam no emprego 2 meses e sao demitidos deixando os chefes furiosos e mais cuidadosos com os profissionais que contratam…

47 Respostas

smota

Eu não concordo.

Primeiro porque o que se aprende na faculdade não é suficiente para dizer “sou programador Java” (muito menos “sou desenvolvedor”), pelo menos na grande maioria esmagadora que eu conheço :smiley:
Então essa turma ainda tem que se esforçar bastante para realmente fazer diferença no mercado de trabalho.

Segundo porque não quero o mesmo emprego que a turma que acaba de sair da faculdade e não se esforçou e está se vendendo por R$15,00/hora :wink:

gcobr

Também discordo!

O mercado de trabalho está ávido por profissionais realmente qualificados. Só este ano já vi três casos de empresas que precisavam de profissionais Java e estavam com grandes dificuldades em consegui-los. E isso que os salários estavam sempre na faixa dos 4K/mês, aqui em São Paulo.

Eu mesmo mudei de empresa há 2 meses por ter recebido uma proposta ainda melhor, sendo que não estava nada mal no meu emprego anterior também.

Em todos os casos que eu vi, o que menos importava era a formação formal dos candidatos, pois viviam aparecendo casos de gente graduada e pós graduada que não conseguia passar num teste básico de Java e OO.

Hoje em dia se uma empresa não aplica um teste técnico nos seus candidatos corre sérios riscos de contratar um incompetente.

ceduardo.roque

Eu não concordo.

Primeiro porque o que se aprende na faculdade não é suficiente para dizer “sou programador Java” (muito menos “sou desenvolvedor”), pelo menos na grande maioria esmagadora que eu conheço :smiley:
Então essa turma ainda tem que se esforçar bastante para realmente fazer diferença no mercado de trabalho.

Segundo porque não quero o mesmo emprego que a turma que acaba de sair da faculdade e não se esforçou e está se vendendo por R$15,00/hora :wink:

Eu concordo com vc. Efetivamente, não basta o conhecimento da faculdade para alguem se considerar bom o suficiente para entrar no mercado. Não é porque a faculdade utiliza Java para ensinar que os alunos de lá são experts… na maioria dos casos é muito pelo contrário…

Hoje em dia Java é uma linguagem que está na moda. A galera está se mostrando aderente porque em cada celular Lê-se Java… além do que, como mencionado, um bom programador Java é raro considerando a massa, pois não basta só Java, existem diversos outros conceitos a serem aplicados.

Carlos Eduardo

Mauricio_Linhares

Não é exatamente sobre Java, mas se aplica com certeza a esse sentimento de “tem gente demais por aqui” -> Finding Great Developers

Luca

Olá

Pois eu concordo com o posto inicial. Antigamente, quando haviam poucos profissionais que conheciam Java, se ganhava bem mais do que hoje e com facilidade. Ganhar acima de R$ 75 a hora era muito comum. Hoje, mesmo com a inflação, pouca gente consegue isto.

Quem está começando agora deve ficar atento se sua faculdade está lhe ensinando Java ou ensinando tecnologias de informação que lhe permitam participar de desenvolvimento de sistemas a longo prazo.

Java lhe dará um estágio a curto prazo. Mas exija da sua faculdades ensinamentos que o transformem em muito mais do que um codificador.

[]s
Luca

R

concordo com o que o smota escreveu.

Fabricio_Cozer_Marti

O problema não é o excesso de pessoas e sim a capacidade empreendedora das pessoas em sempre buscar projetos que permitam a implementação usando java.

Daniel_Quirino_Olive

Fabrício Cozer Martins:
O problema não é o excesso de pessoas e sim a capacidade empreendedora das pessoas em sempre buscar projetos que permitam a implementação usando java.
:!:

bzanchet

Eu concordo com a lei da oferta/procura. Além disso, acho que inverteste causa e consequência.

Estes cursos com ênfase em java existem porque existe demanda, e esta demanda é causada pelos (relativamente) altos salários pagos a programadores java, que são causados pelas (relativamente) alta procura e baixa oferta de no mercado.

Por que existe demanda por programadores Java… bem, é outra história.

Kenobi

Sinceramente concordo com o primeiro Post.

Infelizmente muitas empresas não possuem um processo de contratação claro ou sério, até mesmo pq muitos gestores são despreparados para exercer seu papel.

Muitas vezes maus profissionais, conseguem se perpetuar no cargo por algum tempo até mesmo tempo suficiente para aprender o básico da profissão e conseguem fazer o feijão com arroz.

O problema é que a empresa está arcando com custos de um profissional com uma expertise X e acaba levando um profissional Y.

Isso também é resultado das empresas de RH que querem aumentar sua margem de lucro e um dos “principais fatores” de contratação é o valor hora.

Já vi inúmeros anúncios para contratação de pseudos “Arquitetos Java” onde antes de mais nada, a pessoa pede seu valor hora.

Se coloca acima de 50 paus, você já está fora, mesmo sendo o fudido, pois onde ficaria a margem de lucro ?

Somente para casos bem específicos, onde o cliente sabe bem o perfil que deseja, e muitas vezes ele mesmo entrevista diretamente o profissional e depois encaminha o mesmo para a consultoria, essa faixa pode ser negociada.

Voltando ao Post, isso é inerente sim do aumento de profissionais, como em qualquer meio capitalista.

O que precisamos é expandir o investimento intelectual das corporações e formar uma indústria de capital humano no país.

O Brasil é um dos maiores importadores de software do mundo - 7,2 Bilhões de dólares e exporta somente 200 milhões.

Precisamos ter indústrias como Adobe, EMagic, Sun, Apple em fim, indústrias que desenvolvem tecnologia e não somente a utilizam para o incremento do seu business.

Se isso não acontecer, o mercado realmente ficará restrito e um super profissional brasileiro, terá seu salário reduzido drasticamente quando comparado à qualquer outro país. (Com excessão da China e Índia).

PS: Vejam quanto ganha um arquiteto java aqui no Brasil x Autrália, só por curiosidade.

Calvin

pode ser que até aconteça de cair o preço da hora de um programador java, porem o preço de alguns programadores podem até aumentar, olha a seguinte situação:

Uma empresa x contrata um pos graduado (em alguma coisa referente a java) pagando pouco por causa da oferta e da procura, porem o mesmo não desenpenha o papel esperado (assim como levantado anteriormente nesse topico), com isso a empresa x que queria economizar uma grana se arrepende e começa a procurar um profissional mais caro e com experiencia bem elevada! :roll:

Cabral

Ou então a situação deste mesmo cara não saber nada e fazer muita cagada, alguém necessita apagar o fogo e nessas horasl acredito que eles não se importarão muito com o valor!

Ricardo Cabral

eliziario

O Robert Glass, há uns meses atrás. escreveu um artigo na IEEE software que toca na tangente dessa questão.
É o seguinte: todos os anos, a indústria perde seu tempo atrás da nova tecnologia, metodologia ou processo que iria multiplicar a produtividade em uma ordem de grandeza. Como qualquer um com mais de 5 anos na profissão sabe, até agora essa história não deu certo.
Daí, o Glass toca no seguinte ponto: Desde os anos 70 inúmeros estudos apontam que existem variações gigantescas de produtividade entre programadores, com os mais capazes sendo às vezes até 20 (vinte!) vezes mais produtivos que os menos produtivos.
Com base nisso ele advoga que a única coisa que realmente poderia dar um boost na produtividade seriam métodos de seleção que conseguissem selecionar esses que são 20 vezes mais rápidos. E ele ainda levanta um paradoxo: Porque esses programadores até 20 vezes mais rápidos ganham no máximo 2 ou (sonhando muito) 3 vezes mais do que os menos capazes?
food for thought…

Thiago_Senna

Interessante, mas acho que ainda podemos acrescentar um pouco mais. Até mesmo os testes técnicos que são aplicados nas entrevistas são ridículos. Eles testam se o camarada sabe usar o método getOutputStream ou se sabem usar <%= i %>.

Ou seja, os testes estão garantindo a contratação de camaradas que se amarram em gambiarras.

jmp

É só uma questao definir atividade meio e fim. Atualmente a maioria das faculdades do Brasil de computacao sao praticamente cursos profissionalizantes.

Programador para manter Photoshop e Oracle essas empresas encontram aqui, nao precisam ir pro Brasil. Mas pessoas capacitadas a criar novos produtos e tecnologias atualmente voce mal encontra aqui. Por isso quem sai do MIT já entra no mercado ganhando 120k por ano.

Kenobi

Interessante, mas acho que ainda podemos acrescentar um pouco mais. Até mesmo os testes técnicos que são aplicados nas entrevistas são ridículos. Eles testam se o camarada sabe usar o método getOutputStream ou se sabem usar <%= i %>.

Ou seja, os testes estão garantindo a contratação de camaradas que se amarram em gambiarras.

Esses testes na sua maior parte são elaborados por pessoas com pouco preparo e aplicados por uma pessoa que não tem preparo algum, como a secretária, multi-função(psicóloga, contadora, advogada…) do escritório de RH.

Certa vez ouvi uma ótima: “SOMENTE UM IDIOTA CONTRATA OUTRO IDIOTA !”

Por isso, em empresas onde o gestor possui excelente nível técnico e o mesmo possui autonomia sobre as contratações; dificilmente sua equipe vai ser ineficaz.

A cagada está em promover aquele(a) “ASPONE” à “GEPONE”… aí ferrou !!

Quanto ao paradoxo citado do valor do profissional x 20, ganha somente 2 x ou 3x mais, na minha ótica não está errado.

O Errado seria contratar o outro profissional.

eliziario

Kenobi:

Quanto ao paradoxo citado do valor do profissional x 20, ganha somente 2 x ou 3x mais, na minha ótica não está errado.

O Errado seria contratar o outro profissional.

Humm… porque não está errado?

jmp

eliziario:
Kenobi:

Quanto ao paradoxo citado do valor do profissional x 20, ganha somente 2 x ou 3x mais, na minha ótica não está errado.

O Errado seria contratar o outro profissional.

Humm… porque não está errado?

por que o mundo é dos espertos :frowning:

Thiago_Senna

Talvez o fato de um produzir 2x mais que o outro não é uma boa medida. Sabe-se lá o que o cara tá produzindo.

Pensando melhor, bom programador não é apenas mais produtivo que os outros, e talvez, nem seja mais produtivo que eles.

Se eu aplicasse um teste para selecionar um profissional, iria propor pelo menos uns 4 exercícios, para o cara escrever o código no papel ali mesmo.
Seria daquelas perguntas que o canditado pensaria: Tô dentro, esse teste é baba.

A solução mais óbvia para os exercícios seria nada mais nada menos que alguns if’s, forçando que a solução contivesse alguns trechos repetidos.

Bom, daí é só esperar pra ver quantas vezes o cara vai escrever o mesmo trecho de código no papel. Quanto mais ele escrever, menos chance de ser aprovado. :mrgreen:

Kenobi

jmp:
eliziario:
Kenobi:

Quanto ao paradoxo citado do valor do profissional x 20, ganha somente 2 x ou 3x mais, na minha ótica não está errado.

O Errado seria contratar o outro profissional.

Humm… porque não está errado?

por que o mundo é dos espertos :(

Porque pensando como empreendedor, pq vou contratar um cara que produz menos ( sem levar em conta qualidade ok ? ) .

Não vou , como disseram, o mundo é capitalista, dos espertos sim.

Vou remunerar bem o bom profissional 3x mais. Mas não 20 X !! E o outro ruim pra cacete, nem vai ter chance … esse deveria ficar à margem do mercado ou para os concorrentes :stuck_out_tongue:

fmeyer

Gente no mercado tem bastante mesmo …

Gente boa tem muito pouco … muito pouco mesmo, pra vocês terem uma idéia a empresa q eu trabalho esta a 20 dias tentando contratar alguém pra uma vaga que demanda um pouco mais de conhecimento do que saber usar o struts ou outras coisinhas mais …

Os caras enfeitam curriculum com tudo quanto é seqüência de letrinha ( Alá dadaístas) mas quando vc pede um conceito o cara não sabe responder. pra vocês terem idéia … perguntei pra um cara na entrevista se ele sabia descrever o processo de software … ele a’te q respondeu … mas quando eu pedi pra ele descrever a seqüência de deploy de um EJB eu fiquei meia hora ouvindo o nada.

Sem contar o expert de hibernate q não sabia falar como relacionar 2 tabelas em uma configuração.

Gente desse tipo tem aos montes, e que cobram 20-30 reais a hora, quando você chega pro teu chefe e pede um salário decente ele fala q ta cheio de gente no mercado e o mercado não ta pagando oq a gente ta pedindo.

Os empregadores tem que colocar na cabeça que gente boa em determinada tecnologia é caro, se não é caro agora vai ser mais caro ainda quando o projeto estiver a 20 dias do deadline.

*dadaísmo = Arte de expressão que defende a total negação da cultura, o Dadaísmo defende o absurdo, a incoerência, a desordem, o caos. Politicamente , firma-se como um protesto contra uma civilização que não conseguiria evitar a guerra.

gostei do termo … “programadores dadaístas” euhhuehueuhe

bzanchet

Olha… java é a linguagem do presente. E já faz um certo tempo!

bzanchet

Das duas uma: ou é faculdade, ou só ensina java.

E saber a linguagem não garante nem 10% de caminho andado.

P

Discordo totalmente!

Uma coisa é ter cem pessoas que “sabem” Java, outra coisa, bem diferente, é ter cem bons programadores Java.

Note que, apesar dessa “constatação”, o número de ofertas de trabalho só aumenta. Sabe por que? Falta gente qualificada. Recentemente li aqui o relato de um programador que, na empresa em que trabalha, o RH está desesperado, pois precisa preencher mais de dez vagas, porém não encontra gente qualificada:cry:

Fica o recado para nós :wink:

Aquele abraço,

Luca

Olá

Na prática funciona assim:

O Diretor solicita a contratação de mais um programador e diz que se pode oferecer até no máximo 2 paus PJ. O RH da empresa recebe pelo menos uns 100 currículos e passa para a gente uns 10 mais os de 2 amigos do diretor. A gente junta com mais 10 que a gente conseguiu com nossos prórios amigos. Nas entrevistas pelo telefone a gente já elimina uma dúzia. Então se marca entrevista pessoal com os 10 que sobraram.

Destes 10, uns 2 nem aparecem na entrevista. Conversando e aplicando um teste rápido nos outros 8, a gente descobre alguns com bom potencial, que falem inglês (no mínimo leiam com fluência) e que parecem atender aos príncipios éticos e de relações humanas. Aí se escolhe o que mora mais perto, com quem simpatizou mais, joga o dado ou como você preferir.

As certificações, faculdades (principalmente se o cara é bom aluno), cursos, conhecimentos e experiência anterior contam, principalmente na hora de comparar. Por exemplo, para vaga de desenvolvedor web é fundamental conhecer HTTP, independente da faculdade do cara e certificação em Java ou não.

Não dá para pensar que um cara fera vai estar disponível para aceitar os 2 paus que o diretor admite pagar. Mas dá para contratar gente com ótimo potencial. Aí, o cara entra e depois de umas 3 semanas já consegue produzir algo de útil. Então ajuda no projeto, aprende alguma coisa e na primeira proposta melhor que recebe se manda. Mas ficou pelo menos uns 6 meses.

O que faz o diretor? Manda contratar outro de 2 paus ou menos porque ele sabe que desta vez chegarão 120 currículos ao invés dos 100 de antes.

Quando o diretor autoriza a contratação de um fera? Quando a vaca estiver na beira do precipício para cair no brejo. No desespero o cofre abre. Mas aí do fera se ficar um mês sem projeto nenhum. Se ele não tiver potencial para chefe e conhecimentos para subir na empresa será descartado.

O texto acima não vale para todas as empresas. Mas com certeza vale para um bom número.

[]s
Luca

A

Sim, e é por isso que a qualidade dos projetos não evolui. As pessoas são descartáveis e impera a mentalidade do “qualquer um pode fazer o trabalho desse cara”. Empresas sérias e diretores competentes procuram formar profissionais e mantê-los. O custo da rotatividade é muito alto a longo prazo.

grprado

everson_z:

4- Se cada faculdade que menciono tem uns 400 formando por ano e desses 400 apenas 20% vai ser um bom JR e com o tempo um bom Arquiteto… Se cada faculdade vai formar 80 bons programadores POR ANO, quanta faculdade decente nos temos???
Claro que após o termino da facul nada garante que essas pessoas vão parar… podem muito bem buscar especializações. (É um erro se garantir subestimando o adversário uma hs isso para de funcionar).

Se alguma faculdade no Brasil cuspir 400 formandos ao ano na nossa área algo de errado tem. Nenhuma particular que conheço forma mais do que 50% dos alunos ingressantes (e nunca vi faculdade com 800 ingressantes na área de TI). Nem as públicas conseguem formar 100%. Além disso, pela minha experiência acadêmica, posso dizer que você foi muito bonzinho ao colocar que 20% são bons.

IMHO as nossas faculdades, por conta da baixa qualidade de ensino, mais atrapalham do que auxiliam na formação de profissionais. Elas tomam um tempo precioso com docentes fracos e aulas muitas vezes bem precárias.

Obs: a critica acima foi direcionada a várias instituições que conheço e em especial a que frequento. E, para piorar, essa instituição foi uma das melhores do estado no Enade :(.

Qual o problema nisso? Você ainda terá 2 ou 3 anos na frente deles. Ou você para de estudar quando obtem o que deseja?

Eu e a maioria do pessoal que conheço sempre continua estudando, independente de ser um estagiário ou um CIO.

Além do mais, ninguem garante que daqui 2 ou 3 anos Java ainda será uma linguagem Top.

Fabricio_Cozer_Marti

fmeyer:
Gente no mercado tem bastante mesmo …

Gente boa tem muito pouco … muito pouco mesmo, pra vocês terem uma idéia a empresa q eu trabalho esta a 20 dias tentando contratar alguém pra uma vaga que demanda um pouco mais de conhecimento do que saber usar o struts ou outras coisinhas mais …

Os caras enfeitam curriculum com tudo quanto é seqüência de letrinha ( Alá dadaístas) mas quando vc pede um conceito o cara não sabe responder. pra vocês terem idéia … perguntei pra um cara na entrevista se ele sabia descrever o processo de software … ele a’te q respondeu … mas quando eu pedi pra ele descrever a seqüência de deploy de um EJB eu fiquei meia hora ouvindo o nada.

Sem contar o expert de hibernate q não sabia falar como relacionar 2 tabelas em uma configuração.

Gente desse tipo tem aos montes, e que cobram 20-30 reais a hora, quando você chega pro teu chefe e pede um salário decente ele fala q ta cheio de gente no mercado e o mercado não ta pagando oq a gente ta pedindo.

Os empregadores tem que colocar na cabeça que gente boa em determinada tecnologia é caro, se não é caro agora vai ser mais caro ainda quando o projeto estiver a 20 dias do deadline.

*dadaísmo = Arte de expressão que defende a total negação da cultura, o Dadaísmo defende o absurdo, a incoerência, a desordem, o caos. Politicamente , firma-se como um protesto contra uma civilização que não conseguiria evitar a guerra.

gostei do termo … “programadores dadaístas” euhhuehueuhe


É engraçado como o Brasil incentiva pouco a produção criativa de soluções e tecnologias, o cara pra ser bom tem que saber uma determinada ferramenta, api, framework, ao invés de buscar profissionais que realmente conseguem inovar, com idéias interessantes não… tem que saber o ciclo de vida de ejbs, como mapeia as tabelas no hibernate, bla bla bla …

Já tentaram entrevistar alguém perguntando o que eles acham do protocolo HTTP e se realmente não pode existir uma forma melhor de se comunicar no mundo web ? Já tentaram entrevistar alguém não pelo seu conhecimento atual, mas sim pela sua capacidade de entender, aprender e aplicar soluções aos problemas ?

Estou dizendo isso, porque o Brasil precisa urgente de investimento nessa área, para pessoas que se formam então, como eu, continuar trabalhando em algo que outra pessoa de nível técnico pode aprender - carência grande nessa área.

Quando a pessoa decidi ir para o mercado de trabalho, ela se preocupa em saber o que tem de novo pra aprender, e sem uma base, pode ter certeza que ela não consegue evoluir muito não. A faculdade deve se preocupar em formar uma boa base, ensinar conceitos de protocolo, topologias, mesclar inclusive assuntos de rede, com programação, com engenharia.

Conhecer diversas metodologias de desenvolvimento de software ( incremental, prototipagem, interativa, etc…) assim como conceitos de sistemas operacionais, como gerenciamento de processos, de memória, de e/s , sistemas distribuídos, etc…

Quantos de vocês aqui sairam da faculdade ou não gostavam porque essas matérias eram vistas como:’ Ah , o mercado não vai me exigir isso mesmo … pra que eu vou aprender isso ? ’ Eu assumo que já fiz isso em algumas vezes, principalmente nas aulas de teleprocessamento, mas se pudesse voltava no tempo e aproveitava cada minuto.

Conhecer EJB, Hibernate, Spring, etc… não quer dizer que a pessoa é o melhor profissional. Isso se aprende em 3 semanas no máximo. Uma boa forma de contratação são fases de seleção, primeiro prova escrita, depois treinamento prático, depois exame psicológico. Mas as empresas hoje em dia querem jogar o dado tanto pra contratação quanto pra qualidade do projeto. Aí fica difícil mesmo.

fmeyer

Já quando a vaga é de estagiario, o cara nao tem experiencia. não pra uma vaga de Senior.

Não quer dizer que a pessoa se dedicou um pouco mais perante os “programadores enchedores de linguica de consultoria ?” se ai na bahia é diferente, aqui as pessoas sao voltadas a resultados. alias alem do cara nao saber as tecnologias. eles MENTIRAM saber, afirmando no curriculum e nao se saindo bem tanto em prova teorica quanto em prova pratica.

Luca

Olá

Fabrício, dei 5 estrelas pois você tocou no ponto eu eu venho dizendo faz tempo. Se o cara quer ser programador esqueça faculdade. Se é para correr para um estágio de programador não vale a pena estudar teoria.

A faculdade serve apenas para os que querem estudar para ser mais do que programador.

[]s
Luca

A

Já quando a vaga é de estagiario, o cara nao tem experiencia. não pra uma vaga de Senior.

Então quer dizer que vc não avalia a capacidade de resolução de problemas de um Sênior!? Vc deve ter aquelas oportunidades que pedem: experiência em xtpo, batatinha, etc, etc. Se faltar uma, o cara tá fora. :twisted:

fmeyer

Se vc ler o caso vc vai ententer q o cara coloca coisas no curriculum e nao conhece, nao tem a minima ideia. Pra mim é básico, o cara falar que conhece alguma coisa e nao provar isso … ele ta fora na hora.

Colocamos o cara na empresa pra ganhar um salario bom pra caramba, ser suporte de uma equipe toda a troco de nada?

Eu citei uma sequencia de casos isolados agora se vcs quiserem generalizar a gente faz isso.

Recebi o curriculum de um cara q acessa o guj, o curriculum tava perfeito. falei com o cara por telefone, ele nao tinha muita nocao de hibernate. passei ele. o cara foi pra entrevista pratica, fazer umas 2 bobeirinhas e um deploy o cara nao fez. depois fui procurar as mensagens dele no guj. tinha duvida de classpath a menos de 1 mes. O cara tinha um puta potencial, auto didata. mas nao tava no perfil de assumir uma equipe de 14 pessoas

A

Se vc ler o caso vc vai ententer q o cara coloca coisas no curriculum e nao conhece, nao tem a minima ideia. Pra mim é básico, o cara falar que conhece alguma coisa e nao provar isso … ele ta fora na hora.

Colocamos o cara na empresa pra ganhar um salario bom pra caramba, ser suporte de uma equipe toda a troco de nada?

Eu citei uma sequencia de casos isolados agora se vcs quiserem generalizar a gente faz isso.

Recebi o curriculum de um cara q acessa o guj, o curriculum tava perfeito. falei com o cara por telefone, ele nao tinha muita nocao de hibernate. passei ele. o cara foi pra entrevista pratica, fazer umas 2 bobeirinhas e um deploy o cara nao fez. depois fui procurar as mensagens dele no guj. tinha duvida de classpath a menos de 1 mes. O cara tinha um puta potencial, auto didata. mas nao tava no perfil de assumir uma equipe de 14 pessoas

Cada caso é um caso. Mas, pense assim: se vc está procurando alguém que saiba X, Y e Z é pq já tem a solução definida e não precisa de um Sênior. Além disso, o profissional que conhece X, Y e Z para caramba pode fornecer soluções viciadas em X, Y e Z para problemas onde X,Y, Z não é adequado. Não é melhor um cara com alta capacidade analítica e de resolução de problemas que conheça BEM soluções para plataforma Java e esteja apto a assimilar qualquer framework, metodologia ou API!?

bzanchet

Eu admiro a capacidade de alguns em subir o nível de abstração de qualquer discussão até o ponto onde nada mais pode ser trazido para a prática.

Taz, se “cada caso é um caso”, por que fizesse essa outra pergunta, na seqüencia? Só pra confirmar que “cada caso é um caso”?

Sinceramente… ninguém discordaria de que “cada caso é um caso”. Porque essa expressão não diz nada além do óbvio.

A

bzanchet:
Eu admiro a capacidade de alguns em subir o nível de abstração de qualquer discussão até o ponto onde nada mais pode ser trazido para a prática.

Taz, se “cada caso é um caso”, por que fizesse essa outra pergunta, na seqüencia? Só pra confirmar que “cada caso é um caso”?

Sinceramente… ninguém discordaria de que “cada caso é um caso”. Porque essa expressão não diz nada além do óbvio.

Sim, cada caso é um caso e “Cada projeto é um projeto” :evil:.

Interpreto já que vc não entendeu: O referido profissional poderia ser mais adequado à vaga, mesmo não conhecendo as ferramentas requisitadas. Sabe o que é mais importante? Sabe quais os maiores motivos de fracassos em projetos?

Requisitos…

Interpreto novamente: Requisitos = entender a necessidade do usuário, do que ele precisa. Será que essa capacidade é avaliada quando os body-shops ligam para os profissionais?!

NÃO. O MAIS IMPORTANTE É O MALDITO VALOR-HORA.

Desculpe-me se o nível de abstração não foi adequado ao seu entendimento. :wink:

Luca

Olá

Aqui muita gente é amiga porque não costuma tratar os outros de forma tão dura. Pega mais leve porque fórum é conversa e não briga.

[]s
Luca

louds

Body shop é trampo de peão. Logo o lance é comprar no atacado pelo menor preço. Sabe o nome e cobra pouco? Tá no cliente!

Já para vagas que exigem capacitação, não sobreviver ao próprio currículo em uma entrevista é reprovação na certa. Se a pessoa é incapaz de mostrar que aquilo que está no currículo é verdade, tem mesmo que ser descartada.

bzanchet

Taz, eu entendi o que você quis dizer.

Desculpe, mas o estou tentando dizer é que citar casos abstratos em projetos abstratos não adiciona muito valor a discussão.

Ninguém aqui propôs uma regra que supostamente valeria para todos os casos, e que deveria ser provada falsa através de um contra-exemplo.

Mas parece que é isso que estás tentando fazer, com essas citações específicas…

A

E o que vc acha disso?

bzanchet:
Eu admiro a capacidade de alguns em subir o nível de abstração de qualquer discussão até o ponto onde nada mais pode ser trazido para a prática.

Bzanchet, tá perdoado. :roll:

Vamos ser práticos então. Como vc contrata ou contrataria um bom profissional?

bzanchet

Bom profissional é aquele que se cobre as necessidades que surgiram e fizeram com que a empresa abrisse a vaga. E não há resposta padrão.

Veja… existem empresas onde se usam metodologias pesadas e burocráticas, onde os programadores são pouco além de digitadores de código. As equipes são grandes, e não tem poder de decisão. Aqui, sim, um “bom profissional” é aquele cobra pouco e conhece a linguagem e as ferramentas usadas. Não há problema, nesse caso, em terceirizar o processo de contratação.

Existem empresas com metologias leves, onde cada desenvolvedor toma decisões e é reponsável pelo que faz. Aqui, não podem abrir mão de escolher aqueles inteligentes, com visão ampla e capacidade de decisão… (OK, não é fácil descrever… “Smart And Get Things Done”). É complicado achar esse tipo de profissional… como disse o Joel, raramente aparecem no mercado. Nesse caso, tenho pouco a acrescentar quanto aos métodos de contratação/atração de bons profissionais citados.

Obervação: não estou dizendo que A seja melhor ou que B esteja errado. Existem nichos para ambos os tipos de empresas. E para ambos os tipos de profissionais.

Se queres trabalhar onde tua opinião valha alguma coisa, se queres ganhar mais dinheiro recebendo ordens (e usando struts) no banco X ou se queres prestar consultoria por contra própria, não cabe a mim opinar. Mas não podemos negar que só o fato de ter condições (financeira e intelectual) para poder optar já é privilégio para poucos.

A

bzanchet:
Bom profissional é aquele que se cobre as necessidades que surgiram e fizeram com que a empresa abrisse a vaga. E não há resposta padrão.

Veja… existem empresas onde se usam metodologias pesadas e burocráticas, onde os programadores são pouco além de digitadores de código. As equipes são grandes, e não tem poder de decisão. Aqui, sim, um “bom profissional” é aquele cobra pouco e conhece a linguagem e as ferramentas usadas. Não há problema, nesse caso, em terceirizar o processo de contratação.

Existem empresas com metologias leves, onde cada desenvolvedor toma decisões e é reponsável pelo que faz. Aqui, não podem abrir mão de escolher aqueles inteligentes, com visão ampla e capacidade de decisão… (OK, não é fácil descrever… “Smart And Get Things Done”). É complicado achar esse tipo de profissional… como disse o Joel, raramente aparecem no mercado. Nesse caso, tenho pouco a acrescentar quanto aos métodos de contratação/atração de bons profissionais citados.

Obervação: não estou dizendo que A seja melhor ou que B esteja errado. Existem nichos para ambos os tipos de empresas. E para ambos os tipos de profissionais.

Se queres trabalhar onde tua opinião valha alguma coisa, se queres ganhar mais dinheiro recebendo ordens (e usando struts) no banco X ou se queres prestar consultoria por contra própria, não cabe a mim opinar. Mas não podemos negar que só o fato de ter condições (financeira e intelectual) para poder optar já é privilégio para poucos.

Ok, vc falou dos dois casos. Mas como vc faz!? Como é onde vc trabalha? Pela sua experiência, funciona o caso 1 ou o caso 2? Qual deles conduz a um projeto bem-sucedido?

tricano

Olá !!

A chamada prostituição profissional sempre vai existir em qualquer área, mas há um aditivo em nossa caso. Um amador, cedo ou tarde sempre será descoberto, e vai ficar vagando de empresa em empresa mentindo e sendo demitido.

O bom profissional sempre vai prevalecer.
Conhecimento é patrimonio.

Essa é uma matéria bacana.
“Déficit de desenvolvedore em Java e .Net”.
http://computerworld.uol.com.br/mercado/2006/09/04/idgnoticia.2006-09-04.[telefone removido]/IDGNoticia_view

F

Nao garantir o proprio curriculo é uma falha e tanto.

Lembro de um cara que eu fiz entrevista a uns 8 meses atras. Eu olhei o curriculo do cara e pensei…nossa esse é fera. Passei a provinha que a empresa faz e fui analizar melhor o curriculo dele e ja pensando o que perguntar.
Mas enquanto ele ia fazendo a prova vi que o cara tava ficando estranho, ficou agitado bebia agua como se estivesse no deserto, achei estranho. Prova terminada fui fazer uma pequena entrevista, no curriculo falava de EJB, Hibernate, Struts uma porrada de coisa.

Primeira pergunta que eu fiz: o que ele achava do EJB e se tiveram problemas no desenvolvimento. Resposta do cara…bom eu nao mexi muito com EJB eu mais cordenei os outros desenvolvedores. Nessa hora pensei em mudar um pouco a pergunta pra um nivel mais “gerencial”, mas decidi nao fazer isso e perguntar como foi o desenvolvimento com Hibernate. O cara falou a mesma coisa, encerrei a entrevista liguei pro meu gerente e disse pra descartar.

Se o cara coloca no curriculo que sabe tal coisa ele precisa se garantir disso ou pelo menos coloca nocoes de EJB, nunca afirmando sem poder garantir.

]['s

jmp

Eu passei por isso (eu fui o empregado).

Nao era exatamente entrevista de emprego, era entrevista para mestrado. Eu trabalho com algebra linear todo santo dia, eu sei aquilo. Depois de ver meu curriculo o entrevistador perguntou umas coisas fáceis, eu sabia o que ele queria e sabia fazer, o problema é que eu simplesmente não lembrava a “sintaxe” do négocio, eu comecei a ficar agoniado com aquelas perguntas, coisas fáceis mas que voce usa a memoria “volatil” para guardar, e sempre usa referencia (livro, etc) para lembrar. Pois bem, eu perguntei a resposta pro cara e ele também não sabia direito… ehehhehe

É bom ter cuidado com algumas perguntas muito especificas, as vezes a pessoa só nao lembra na hora… é comum isso…

I

Lendo todos os posts nesse tópico, vou optar sobre cada ponto onde eu contrataria profissionais:

  • Eu contrataria alguns profissionais inteligentes (diga-se gênios), não importa se ele sabe o framework x ou y, ou se domina linguagem x ou y. Eu tenho certeza,de q como ele é inteligente, vai aprender em pouco tempo tudo isso. Mas pq eu contratei o cara então? Pq ele é um gênio, ele cria idéias, ele tem idéias, o cara é um inventor do século atual. Eu iria pagá-lo mais que qualquer outro programador, mas ele iria ter q dar tudo de seu poder imaginário e inventor. E eu também jamais iria cobrar dele, conhecimento de qualquer ferramenta/framework, no máximo, interessante seria ele ter conhecimento básico de alguma linguagem pra saber o q se pode ou não e os limites da mesma.

  • Eu iria contratar dois ou três excelentes arquitetos, mesmo q estes valessem ouro. Mas é o seguinte, tem q saber tudo q tá no currículo, demonstrar tudo, e se não for produtivo e não agradar nos primeiros meses, tá fora mesmo. Fazendo assim, é óbvio q uma empresa terá excelentes arquitetos, mesmo q de cara ou a longo prazo.

  • Eu contrataria vários programadores. Tudo q ele colocou no currículo dele, tem q saber, fazer na minha frente, demonstrar, falar oq acha pro futuro, ter visão sobre as tendências de mercado, e principalmente, dominar tudo, tudo o q ele colocou no currículo (se falar “não trabalhei muito com essa” tá fora). Ou seja, ele seria o PEÃO.

  • Eu iria contratar vários estagiários, mesmo q esses não soubessem muito, mas em troca, exigiria q ele se empenhasse e estudasse cada ponto do projeto, cada linguagem e ferramenta usada.

talvez daria certo. Nunca uma empresa terá 100% de gênios, por isso, tem q separar. Hoje, as empresas pensam muito no trabalho braçal, em contratar cada vez mais programadores de acordo com o crescimento com o projeto, e no entento, não acho q seja isso. Deveria pelo menos, ter alguns gênios, q mesmo não saber muito sobre programação, mas ele iria ser o inventor e dar idéias, criar idéias, planejá-las, etc.

everson_z

Estava vendo sobre Graduação e Pós-Graduação.
Varias faculdades que direciona o aluno para apenas Java ou varias Linguagem e principalmente Java.

Assim vai o numero de programadores Java se torna bem superior ao numero de empregos e com isso a hora do Programador Java cai… (Oferta / Procura).

Alguém concorda comigo?

everson_z

everson_z:
Estava vendo sobre Graduação e Pós-Graduação.
Varias faculdades que direciona o aluno para apenas Java ou varias Linguagem e principalmente Java.

Assim vai o numero de programadores Java se torna bem superior ao numero de empregos e com isso a hora do Programador Java cai… (Oferta / Procura).

Alguém concorda comigo?

KCT

Diante do que vcs estão falando eu me encontro em outro problema.

A minha visão de futuro esta totalmente errada

1- A faculdade só ensina Java então… o profissional já esta meio caminho andando… se dedica a Java

2- Pessoas que ainda vão entrar na área de desenvolvimento… Em Java se recebe 30.00 reais a hs após 2 anos de dedicação.

3- Alguem que esta na duvida… várias informações falando que Java é a linguagem do futuro.

4- Se cada faculdade que menciono tem uns 400 formando por ano e desses 400 apenas 20% vai ser um bom JR e com o tempo um bom Arquiteto… Se cada faculdade vai formar 80 bons programadores POR ANO, quanta faculdade decente nos temos???
Claro que após o termino da facul nada garante que essas pessoas vão parar… podem muito bem buscar especializações. (É um erro se garantir subestimando o adversário uma hs isso para de funcionar).

[color=red]O Problema[/color]

O problema não é que quem vai concorrer com vc agora!!! Isso não existe. O problema são os que estão se preparando para competir com você no futuro (2 ou 3 anos).

Alem disso a modinha Java pode gerar uma migração de outras linguagem para Java… Os bons profissionais de VB.Net, Delphi, C, C#, PHP, CGI… indo para Java.

(Oferta e Procura existe… existe!!!)

Agradeço a todos que estão postando neste tópico, é de grande ajuda

Criado 6 de setembro de 2006
Ultima resposta 7 de set. de 2006
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