Eu morro e não vejo tudo.
Vamos lá.
Pense no corpo humano como uma empresa, onde cada órgão é um sistema.
Agora, pense nos vasos sanguíneos e no sistema nervoso como redes.
Se você não soubesse que sente fome, como se alimentaria? Ou, pior, se não tivesse como saber se está saciado, como pararia de comer?
Dormir, beber água, acordar, necessidades fisiológicas?
Como o coração bateria se não soubesse que os demais órgãos precisam de sangue? Como o cérebro injetaria adrenalina, se não soubesse que você sentiu sensações extremas?
Agora vamos por isto numa empresa com, digamos, o SAP.
O SAP pode controlar todo o fluxo do negócio, mas, vamos dizer que essa empresa produza geladeiras e, que a impressora que emite as etiquetas de embalagens possui um software proprietário, que não “fala” abap e é desenvolvido em C ANSI.
Qual a saída para saber qual etiqueta imprimir, com essa divergência?
Sim, integrar o software da impressora ao SAP, utilizando algo que permita isso. Seja um WS, queue ou mesmo pelo banco de dados.
Vamos pegar outro exemplo. O sistema de saúde deve unificar as informações dos pacientes que aguardam transplante. Embora o SUS disponibilize um sistema, nada impede que um hospital particular possua outro e, através de um WS ou JMS mesmo, consuma dados do sistema do SUS. Isso permite que um potencial doador seja encontrado rapidamente.
Entende a importância agora?